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Saúde

Longas filas marcam vacinação contra covid-19 no Distrito Federal

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O início da vacinação contra covid-19 para pessoas a partir de 37 anos foi marcado por longas filas na manhã de hoje (23), no Distrito Federal. Em busca da primeira dose, os moradores da capital federal madrugaram na porta dos postos. Ontem (22), o governo do Distrito Federal anunciou um mutirão para essa faixa etária e a disponibilização de 100 mil doses.

No posto de saúde da 612 Sul, as filas começaram cedo e, no início da manhã, levava-se cerca de duas horas para receber o imunizante.

“Estamos muito felizes por temos sido vacinados. Graças a Deus chegou a hora. Demorou, mas chegou a hora. Viva o SUS”, disse o advogado recém vacinado Alexandre Machado, de 40 anos, acompanhado da esposa, após encarar uma fila que, no início da manhã, estava em 500 metros.

No outro extremo da fila, que foi aumentando ao longo da manhã, o servidor público Rodrigo Guimarães, 37 anos, não se deixou abater pela distância até o local de vacinação. “Está grande, mas parece que está andando bem. Vamos ver. Está atrasado [para as pessoas com faixa etária de 37 anos receberem a vacina], mas melhor agora do que nunca”, disse.

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A rapidez com que a fila andava foi confirmada pela enfermeira Rúbia Abdel, 39 anos, que chegou às 7h e foi vacinada por volta das 9h. “Achei a fila ágil, pelo tempo que a gente chegou. Não ficamos muito tempo na fila.”

Após algumas tentativas de agendar, sem sucesso, sua vacina, a técnica em nutrição Raquel da Silva, 43 anos, disse estar “esperançosa” de, enfim, conseguir se imunizar contra a covid-19. “Tenho pressão alta, fui no médico e fiz laudo. Mas não aceitaram por ser um medicamento só [o utilizado no tratamento]. Como sou técnica em nutrição, tentei com minha carteirinha, mas não aceitaram. Esperei então [chegar a hora da] minha idade, para tomar. Tomara que dê certo”.

Agendamento

Até a semana passada, o esquema de imunização no Distrito Federal era feito por agendamento, pela internet. Depois de inúmeras críticas relativas à instabilidade do site e à falta de vagas, o governo resolveu adotar um novo procedimento. A partir de hoje, basta ir a um posto de saúde com um documento de identificação que comprove a idade para que o cidadão seja vacinado. Confira a lista com os postos de saúde abertos para vacinação contra covid-19 no DF.

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Governo do Distrito Federal

Contatada pela Agência Brasil, a Secretaria de Saúde do DF informou ter adotado “todos as medidas para evitar ou reduzir as filas no processo de vacinação”. Para tanto, o número de postos de atendimentos foram ampliados de 53 para 96 e cerca de 500 profissionais trabalham em tempo integral para organizar as filas, preencher cartões e realizar a aplicação da vacina.

“Mesmo assim, era previsto a formação de filas, principalmente nos horários iniciais, devido à ansiedade da população para conseguir a vacina”, informou a secretaria ao pedir, à população, que observe as medidas de segurança, como o uso de máscara, a manutenção do distanciamento entre pessoas e o uso do álcool em gel para higienização.

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Covid-19: Brasil registra 793 óbitos e 15,3 mil infecções em 24h

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O Brasil registrou 15.395 casos de covid-19 e 793 mortes causadas pela doença em 24 horas, segundo o boletim da situação epidemiológica divulgado nesta terça-feira (28) pelo Ministério da Saúde.

Com os novos diagnósticos de covid-19 confirmados, o total de pessoas contaminadas desde o início da pandemia chegou a 21.381.790. 

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde mostra a evolução dos números da pandemia no Brasil. Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde mostra a evolução dos números da pandemia no Brasil.

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde mostra a evolução dos números da pandemia no Brasil. – Ministério da Saúde

Ainda há 403.101 casos em acompanhamento. O nome é dado a casos ativos de pessoas que tiveram o diagnóstico confirmado e estão sendo atendidas por equipes de saúde ou se recuperando em casa.

Há 3.220 falecimentos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em investigação. Isso porque em muitos casos a análise sobre a causa continua mesmo após o óbito.

Com as novas mortes, a soma de pessoas que perderam a vida para a doença alcançou 595.446 pessoas. 

Segundo o boletim, 20.383.243 pessoas se recuperaram da doença.

Os dados em geral são menores aos sábados, domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação do sistema pelas secretarias estaduais de Saúde. Já às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pela regularização dos registros acumulados durante o fim de semana.

Estados

No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (149.380), Rio de Janeiro (65.856), Minas Gerais (54.425), Paraná (38.984) e Rio Grande do Sul (34.795). Os que menos registraram mortes foram Acre (1.837), Amapá (1.977), Roraima (1.993), Tocantins (3.780) e Sergipe (6.008).  

Vacinação

Dados mais recentes do Ministério da Saúde mostram que 233,2 milhões de doses da vacina contra a covid-19 foram aplicadas em todo o Brasil, sendo 145,2 milhões como primeira dose e 87,9 milhões como segunda dose (ou dose única). 

Em 24 horas, foram aplicadas 614.362 milhões de doses. Segundo a pasta, foram distribuídas 284,6 milhões de doses da vacina contra a covid-19 para todo o país.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Varizes pélvicas, que atingem população feminina, podem ser tratadas

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“A mulher tem dores incapacitantes na pelve, [especialmente] no final do dia, com piora no período menstrual. Ela também tem dor no final da relação [sexual]”, é assim que o cirurgião vascular Walter Campos Júnior descreve os sintomas clínicos de pessoas com varizes pélvicas. 

A doença é caracterizada pela dilatação das veias na região próxima ao ovário e ao útero. O médico destaca que a dor pélvica crônica atinge três a cada dez mulheres. A doença decorre de uma dificuldade no sangue das veias da pelve em retornar para o coração.

“Esses ramos drenam para a veia ilíaca interna ou então para a veia renal esquerda e a veia cava direita. O refluxo do sangue nas veias, inversão de fluxo por problemas nas válvulas, pode causar as varizes pélvicas”, explica Campos Júnior, presidente da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular em São Paulo (SBACV-SP).

O médico explica que outra razão possível para a doença – que não pode ser prevenida – é a compressão das veias que recebem essa drenagem. “É importante o diagnóstico porque você pode ter compreensões diferentes. Você pode colocar o stent, ou se for refluxo, problema de válvula, você fecha a veia que está com refluxo”, exemplifica. Há opções de tratamentos hormonais também.

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A doença atinge, normalmente, mulheres jovens, com cerca de 30 e 35 anos. “Muitas vezes você tem problema entre os casais, porque tem mulheres que não tem relação [sexual] e acabam se separando”, relata.

Após avaliação médica, o diagnóstico é feito com exames de imagem, iniciando com ultrassom pélvico ou transvaginal e seguindo para exames mais complexos, como ressonância, tomografia e angiografia. As varizes não são apenas um problema estético.

Campos Júnior aponta ainda que, entre os homens, a varicocele é um problema que se assemelha às varizes pélvicas. Nesse caso, os vasos dilatados ficam nos testículos, causando desconforto, dor e até mesmo infertilidade. O tratamento é feito com cirurgia, stent ou embolização.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Fonte: EBC Saúde

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