conecte-se conosco


Nacional

Lula diz que levará diploma de inocência ao neto no céu

Publicados

em


Lula deixou carceragem da PF em Curitiba para ir ao velório do neto em São Bernardo do Campo, em São Paulo
Reprodução/Globo News

Lula deixou carceragem da PF em Curitiba para ir ao velório do neto em São Bernardo do Campo, em São Paulo

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse durante o velório do seu neto
Arthur Araújo Lula da Silva, de 7 anos, neste sábado (2), que quando se encontrarem no céu ele vai levar o “diploma de sua inocência”, por todo o bullying que Arthur sofreu na escola pelo avô preso. Segundo a assesoria do petista, Lula disse que vai provar que o ex-juiz Sérgio Moro e coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba, procurador Deltan Dallagnol “mentiram nas acusações feitas contra ele”.

De acordo com os relatos de quem esteve com Lula
no velório, o ex-presidente chorou muito e teve dificuldade de conversar na cerimônia com parentes e amigos próximos. O petista disse que Arthur se encontrava hoje no céu com a ex-primeira-dama Marisa Letícia, lembrou quanto o menino gostava de futebol, e a crueldade de três avós do pequeno Arthur ali, enterrando um neto, que isso “não é a ordem natural das coisas”.

Veja Também:  Chanceler Ernesto Araújo descartaintervenção brasileira na Venezuela

Apoiadores do ex-presidente que cercaram o local acenaram para o petista na saída. Ele acenou de volta. A decisão judicial que permitiu sua ida ao velório do neto não permitia que ele falasse com a população.

Leia também: Petista não foi contra inclusão de vacina para meningite em 2010

O ex-presidente deixou velório do neto, em São Bernardo do Campo (SP), perto das 13h deste sábado (2). O petista votou a sede da Polícia Federal em Curitiba
, onde cumpre pena, às 15h45. Vítima de uma meningite meningocócica, Arthur morreu nesta sexta-feira (1º) e teve seu corpo cremado às 12h de hoje.

A juíza Carolina Lebbos, da 12ª Vara Federal em Curitiba , autorizou ontem o ex-presidente a deixar a carceragem para comparecer ao velório do neto
. A decisão está em segredo de Justiça e não será inteiramente divulgada por motivos de segurança. Coube à PF escoltar o ex-presidente até o local do velório e do sepultamento.

O petista teve permissão de ficar 1h30 no local do velório, junto a sua família. O ex-presidente chegou aos gritos de “Lula livre” e “Lula guerreiro do povo brasileiro”, acenou para apoiadores, que se aglomeravam no entorno, contidos por grades e ficou acompanhado por policiais.

Veja Também:  OAB pede que STF adie julgamento sobre prisão na segunda instância

Leia também: “Pegaria muito mal” se proibissem ex-presidente de ir ao velório do neto, diz Rui Falcão

No pedido de autorização para o petista deixar a prisão, feito no início da tarde de sexta-feira, os advogados do ex-presidente Lula
argumentaram que a Lei de Execução Penal (LEP) prevê que presos deixem a prisão para comparecer ao velório de parente próximos.

Comentários Facebook
Propaganda

Nacional

Marília Mendonça morre em acidente aéreo em Minas Gerais

Publicados

em

Marília Mendonça morre em acidente aéreo em Minas Gerais

Foto: Reprodução

Olhar Direto – Isabela Mercuri

A cantora sertaneja Marília Mendonça, 26, morreu na tarde desta sexta-feira (5) em um acidente aéreo em Minas Gerais. Ela viajava para fazer um show em Caratinga, interior do estado. Além dela, havia outras quatro pessoas na aeronave. A morte da cantora foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros de Minas Gerais. Marília deixa um filho de dois anos de idade. Além dela, morreram todas as outras pessoas que estavam no avião.

A assessoria de imprensa da cantora chegou a emitir nota afirmando que ela estava viva e tinha sido resgatada. No entanto, a imprensa foi até o local acompanhar os resgates. O acidente aconteceu próximo a uma cachoeira localizada na serra da cidade Piedade de Caratinga.

Antes da viagem, Marília publicou um vídeo entrando no avião em Goiânia, e fazendo uma brincadeira sobre ir para Minas Gerais:

 

Comentários Facebook
Veja Também:  Prédios que caíram estavam interditados desde novembro, diz prefeitura do Rio
Continue lendo

Geral

Adiamento do calendário eleitoral é apoiado pela maioria dos senadores

Publicados

em

A maioria dos senadores apoia o adiamento do calendário da eleições municipais de 2020 em razão da imprevisibilidade sobre o fim da pandemia da covid-19 no Brasil ou a descoberta de uma vacina efetiva contra o coronavírus. As perspectivas e as eventuais medidas legislativas para o pleito deste ano foram debatidas na sessão remota temática desta quarta-feira (17).

O principal desafio é assegurar a saúde da população e, ao mesmo tempo, viabilizar a realização dos dois turnos eleitorais em tempo hábil para a prestação de contas e posse dos eleitos em janeiro de 2021.

Vários senadores defendem seguir as orientações dos cientistas, especialistas na área, que recomendaram o adiamento das eleições em reunião com os líderes do Congresso nesta semana, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

— A epidemiologia é que vai nortear nossos passos. Como que nós vamos abrir a porta para um eventual efeito rebote dessa contaminação do coronavírus numa eleição que se avizinha? Porque a gente não tem claro o que vai acontecer em outubro, em novembro, em dezembro, ou seja lá quando — disse o senador Nelsinho Trad (PSD-MS), que é médico.

Nova data

A definição de uma nova data para as eleições é motivo de impasse. A maior parte dos senadores é contrária à prorrogação de mandatos. Os dias 15 e 29 de novembro foram apontados pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM) como um prazo razoável para garantir mais segurança em relação ao perigo de contaminação pela doença. Ele também sugeriu que a votação ocorra em horários específicos de acordo com faixas etárias e grupos de risco.

A mesma ideia foi apoiada por outros senadores, acrescentando a possibilidade de realização das eleições por dois ou três dias seguidos para diminuir a aglomeração.

O voto facultativo para eleitores do grupo de risco foi defendido pelos senadores Otto Alencar (PSD-BA) e Marcelo Castro (MDP -PI), ambos médicos. Para Otto, o ideal é esperar as convenções partidárias, para depois decidir sobre as mudanças no calendário eleitoral. Já a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 16/2020, de Marcelo Castro, dá ao TSE o poder de definir a nova data das eleições e fazer a adequação da legislação infraconstitucional.

Veja Também:  Casa Branca confirma encontro entre Trump e Bolsonaro para dia 19 de março

Também há preocupação com as saúde dos candidatos, já que boa parte tem mais de 60 anos, como destacou o senador Alvaro Dias (Podemos-PR), que é a favor da suspensão das eleições.

— O que tenho ouvido de prefeitos não é o desejo de prorrogar para novembro; é de suspender a eleição. A Confederação Nacional dos Municípios, na verdade, está pedindo a suspensão das eleições, a exemplo do que ocorreu em outros seis países da América Latina — disse.

Outra questão levantada por diversos senadores foi o menor contato com o eleitor este ano, nos moldes das campanhas tradicionais, o chamado “corpo a corpo”, impedido pela pandemia. Problema agravado pela falta de acesso à internet por parte dos candidatos e do eleitorado em algumas regiões do país.

— Como o candidato vai à rua, visitar o eleitor, pegar na mão, fazer reuniões? — questionou Rose de Freitas (Podemos- ES).

O senador Cid Gomes (PDT-CE) sugeriu um aumento no tempo da propaganda eleitoral no rádio e na televisão para compensar a redução da campanha nas ruas.

Eleições gerais

Alguns senadores sugeriram aproveitar o momento de incerteza para prorrogar os atuais mandatos municipais e realizar eleições gerais em 2022. Entre eles, o senador Major Olimpio (PSL-SP), que propõe o direcionamento dos recursos do Fundo Eleitoral deste ano para o combate ao coronavírus.

O senador Wellington Fagundes (PL-MT) também considera precipitado decidir o adiamento das eleições agora sem um indicativo mais forte sobre a evolução da pandemia.

— Eu sou vice-presidente da Associação Nacional dos Municípios. Ouvindo os prefeitos, ouvindo os vereadores, a angústia é total. Por quê? Nós não temos hoje data para a desincompatibilização, nós não temos hoje as convenções, as datas em que serão realizadas. Ou seja, a incerteza leva a um momento também de total descompromisso com muitos, porque, também, o que será? Quem serão os concorrentes? Como se dará essa eleição? — indagou Wellington, que propõe a coincidência de mandato em 2022.

Veja Também:  Primeira-ministra da Nova Zelândia quer mudar lei de armas após atentado

O senador Zequinha Marinho (PSC-PA), outro defensor da unificação das eleições em 2022, comentou que para definir uma nova data das eleições este ano “tem que combinar com o vírus” primeiro.

PEC

O senador Weverton (PDT-MA) será o relator da PEC sobre a alteração do calendário eleitoral. A ideia inicial é de uma proposta de adiamento das eleições entre um mês e meio (45 dias) a dois meses (60 dias).

Para construir um texto de consenso, Weverton deve partir da PEC 18/2020, do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), à qual serão apensadas as PECs 16/2020, do senador Marcelo Castro (MDB-PI), e 22/2020, do senador José Maranhão (MDB-PB).

Propostas dos senadores Soraya Thronicke (PSL-MS), Jaques Wagner (PT-BA) e Rose de Freitas estão em fase de coleta de assinaturas e também deverão ser apensadas.

O relator ainda deve ouvir associações de prefeitos e vereadores, além de lideranças políticas e representantes dos tribunais eleitorais nos estados.

— Será uma tarefa árdua. Como até a semana que vem já queremos apresentar o relatório, eu passarei o final de semana conversando. Sem dúvida nenhuma, [as sugestões] são enriquecedoras, porque vão ajudar ainda mais a clarear esse nosso relatório. Não vamos discutir ou tentar fazer uma reforma eleitoral, senão, retira o consenso. Lembremos que PEC, além de um número qualificado, majoritário, que precisa para ser aprovado em dois turnos aqui no Senado, ainda precisa ter o consenso ou a unidade construída para aprovar também nos dois turnos lá na Câmara dos Deputados — ressaltou Weverton.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Barra News – A sua fonte diária de informação – Barra do Bugres MT

Comentários Facebook
Continue lendo

QUEREMOS SABER SUA OPINIÃO

EM SEU PONTO DE VISTA A GESTÃO AZENILDA PEREIRA SERÁ?

Barra do Bugres e Região

Mato Grosso

Agronegócio

Mais Lidas da Semana