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Megan Fox sobre dismorfia corporal: “Tenho um monte de inseguranças”

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Megan Fox revela que sofre dismorfia corporal
Reprodução/Instagram

Megan Fox revela que sofre dismorfia corporal

Megan Fox , 35, fala sobre como a  dismorfia corporal afeta sua saúde mental e seu trabalho. A atriz disse em entrevista à revista GQ que o fato de sempre ser associada à beleza e ter sua  imagem sexualizada criou problemas para sua saúde mental, como a dismorfia corporal, distúrbio que consiste na preocupação incomum por algum defeito, real ou imaginário.

“Sim, tenho dismorfia corporal. Tenho muita inseguranças muito profundas”, disse Fox, que alegra sofrer da doença há alguns anos e que isso a faz tentar manter sua figura a todo custo – a imagem de mulher sexy que vemos em filmes e tapetes vermelhos. “Você pode olhar para alguém e pensar: ‘Essa pessoa é linda, sua vida deve ser muito simples’. E a maioria delas não sente o que pensa dela”, disse a atriz.

Mãe de três filhos, esta não é a primeira vez que Megan Fox fala sobre sua saúde mental. Em 2019, em um programa de televisão, ela se abriu sobre como se sentir sexualizada pela mídia e pela indústria a afetou no cinema durante anos. “Acho que tive um colapso psicológico onde não queria fazer nada. Não queria ser visto, não queria ter que tirar foto, andar no tapete vermelho, não queria ser visto em público por medo ou crença de que eles vão tirar sarro de mim “, disse ele então.

Fonte: IG Mulher

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Austrália oferece dinheiro para vítimas deixarem parceiros violentos

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mulheres sofrem  com relações violentas
Foto de RODNAE Productions no Pexels

mulheres sofrem com relações violentas



A partir desta terça-feira (19), o governo australiano está oferecendo pagamentos únicos em dinheiro às  vítimas de relacionamentos violentos como incentivo para que elas abandonem seus parceiros abusivos . As vítimas podem solicitar o pagamento de 5 mil dólares australianos (equivalente a mais de R$ 20 mil), que inclui dinheiro em espécie e pagamentos diretos de despesas como taxas escolares.

O programa é aberto a todos os gêneros. Entretanto, espera-se que as mulheres sejam maioria dos requerentes em um país onde uma mulher é morta pelo parceiro a cada nove dias, de acordo com dados do governo.

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O governo australiano vem, nos últimos anos, tentou lidar com a violência doméstica e familiar com uma série de planos nacionais, mas as taxas continuam altas. Segundo o portal CNN uma pesquisa realizada em 2018, pela organização nacional de pesquisa da Austrália, revelou que um em cada cinco australianos acredita que exemplos de violência doméstica são “reações normais ao estresse e à frustração do dia a dia”.

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O pagamento de 5 mil dólares australianos para incentivo às mulheres deixarem seus parceiros violentos é parte de um pacote de segurança para mulheres no valor de 1,1 bilhão de dólares australianos (US$ 820 milhões) anunciado pelo governo em maio.

A UnitingCare Australia, a agência encarregada de administrar o programa experimental de dois anos, disse ao Portal CNN que estava recebendo ligações e mensagens sobre como se inscrever antes mesmo de as inscrições serem abertas nesta terça-feira.

Fonte: IG Mulher

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Outubro Rosa: reconstrução mamária devolve a autoestima da mulher

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Outubro Rosa: reconstrução mamária devolve a autoestima da mulher
Reprodução: Alto Astral

Outubro Rosa: reconstrução mamária devolve a autoestima da mulher

O que acontece após o diagnóstico do câncer de mama? A campanha Outubro Rosa promove debates de conscientização sobre a prevenção, detecção e também tratamento da doença. Uma vez que o tumor foi identificado, grande parte das mulheres passa por uma cirurgia chamada mastectomia para a retirada parcial ou total da mama. Mas e depois?

“A reconstrução da região tem um papel importante no resgate da autoestima, pois ajuda a minimizar os impactos físicos e emocionais causados pela mastectomia. Trata-se de uma cirurgia plástica reparadora com resultados naturais”, explica a cirurgiã plástica Leticia Odo, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

A também cirurgiã plástica Thamy Motoki explica que existem duas possibilidades: “A prótese de silicone é indicada para pacientes que retiraram toda a glândula. Já nas cirurgias mais extensas, é possível reconstruir a mama a partir de retalhos locais ou até mesmo com tecidos de outras regiões do corpo, como dorso e abdome”.

Impactos emocionais

O câncer de mama exerce um grande impacto no emocional das mulheres — tanto pelo medo da doença, quanto pelas modificações físicas —, por essa razão é indicado o acompanhamento psicológico durante o tratamento. Esse apoio se faz necessário também após a retirada do tumor, momento no qual a paciente verá um novo corpo refletido no espelho.

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“O trabalho de um psicólogo, quando uma mulher opta por fazer a reconstrução mamária, é de entender primeiro como ela lidava com o corpo antes do diagnóstico. A partir daí, podemos compreender melhor sua relação com este novo corpo, diferente e com uma cicatriz, que carrega essa história”, destaca a psico-oncologista Marilia Zendron.

A especialista salienta que a decisão é muito subjetiva. Segundo ela, há mulheres que enfrentam a reconstrução com mais tranquilidade, pois sonhavam com um peito maior. Outras decidem deixar a cirurgia para outro momento ou sequer cogitam fazê-la, pois se sentem bem com o corpo. “Cada mulher saberá dizer o que a faz feliz e a deixa satisfeita com a própria imagem”, pontua.

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Pós-operatório

Letícia relembra que os cuidados pós-operatórios são os mesmos de uma mamoplastia feita para fins estéticos e devem ser orientados pelo médico responsável, afinal, cada caso é único. “Nos primeiros dias, serão necessários a utilização de curativos sobre as incisões e repouso relativo, evitando ao máximo esforço ou movimento repetitivo com os braços. Para sustentar a mama e minimizar o inchaço, uma bandagem elástica ou sutiã apropriado deverão ser usados”, indica.

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ONG Orientavida

A ONG Orientavida vem promovendo a campanha Pense Rosa, que ajuda mulheres que estão na fila de espera do SUS (Sistema Único de Saúde) a realizarem mamografias. A cada 12 pulseiras vendidas no site da ONG, a venda é revertida em um combo de diagnóstico de câncer de mama. Até agosto deste ano, 11 mil mamografias foram realizadas. A meta da ONG Orientavida é atingir 15 mil até dezembro de 2021. Participe!

Fontes: Letícia Odo, cirurgiã plástica, especialista e membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e médica dos corpos clínicos do Hospital Israelita Albert Einstein e do Hospital Sírio Libanês; Thamy Motoki, cirurgiã plástica, membro titular da SBCP e médica no Hospital São Luiz, e Marilia Zendron, psicóloga especialista em psico-oncologia pelo A.C. Camargo Cancer Center e membro do corpo clínico da Clinonco.

Fonte: IG Mulher

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