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Mulher

Menina com condição rara precisa fazer lipoaspiração para diminuir mãos gigantes

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A pequena Cora Ruben, de 2 anos, sofre de uma doença genética e precisou fazer uma lipoaspiração para reduzir o tamanho de suas mãos consideradas “gigantes”. A menina nasceu com linfedema, uma condição que causa um acúmulo de fluido linfático e causa um inchaço extremo em todo o corpo. Além das mãos, Cora também tem inchaços no abdômen, nas pernas e nos pés.

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Cora Ruben tem uma condição rara de gera inchaço nas mãos e para amenizar isso precisou fazer uma lipoaspiração
Reprodução/Discovery

Cora Ruben tem uma condição rara de gera inchaço nas mãos e para amenizar isso precisou fazer uma lipoaspiração


“Suas mãos são obviamente a coisa mais notável e que as pessoas veem de cara, mas o que elas não sabem é que é que, na verdade, ela tem grande parte do corpo inchada”, diz Brett, pai de Cora. Esses inchaços acontecem devido à doença genética, mas a lipoaspiração
foi indicada por uma especialista depois de uma descoberta.

Segundo informações do portal britânico “Mirror”, a mãe da menina, Kasey, teve uma gravidez normal, mas logo após o parto, os médicos perceberam algumas irregularidades físicas nas mãos de Cora. No entanto, eles acharam que o inchaço poderia ser um efeito colateral normal pós-nascimento.

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“Nas primeiras semanas, pensamos que o inchaço
iria diminuir. Foi o que nos disseram, mas fomos ao pediatra e lá a médica suspeitou que poderia ser linfedema”, conta Brett.

Essa doença é uma condição incurável e progressiva. Há uma série de tratamentos que podem amenizar os sintomas, como massagens regulares para promover o fluxo do fluido linfático e o uso de bandagens de compressão, mas nada funcionou de forma significativa para Cora.

Lipoaspiração para diminuir as mãos


Cora já fez a lipoaspiração e segue em recuperação, mas a mãe dela afirma que já vê diferença nas mãos da filha
Reprodução/Discovery

Cora já fez a lipoaspiração e segue em recuperação, mas a mãe dela afirma que já vê diferença nas mãos da filha

Com o tempo, a menina só foi piorando e como nada estava funcionando foi recomendado aos pais que eles visitassem uma clínica especializada em linfedema na Alemanha. A família, que mora nos Estados Unidos, voou até uma cidade alemã para encontrar a professora Etelka Földi, uma das maiores especialistas mundiais nessa condição.

“O linfedema é, em essência, uma doença crônica causada pela ineficiência do sistema de drenagem linfática. Quando o sistema de drenagem linfática é ineficiente, a inflamação se desenvolve”, explica a professora. A princípio, a especialista prescreveu uma drenagem linfática com técnicas de massagem para evitar o acúmulo de líquido nas mãos
de Cora.

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No entanto, após um exame, Etelka descobriu que o inchaço nas mãos continha apenas 20% do líquido linfático, sendo o restante resultado do crescimento excessivo de tecido adiposo. Isso significa que 80% do inchaço era causando pela gordura acumulada nas mãos, por isso, as massagens não tinham um bom resultado.

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“Acho que nenhum pai gosta de pensar em ver seu filho passando por uma cirurgia, mas acho que qualquer pessoa faria isso. Não é culpa dela ter nascido com essa condição, então eu farei tudo o que puder para ajudá-la a ter uma vida feliz e de qualidade”, afirma a mãe. Cora já passou pelo procedimento e a mãe diz que já vê uma melhora significativa nas mãos da filha.

“Depois da lipoaspiração
, a capacidade de [Cora] pegar as coisas é tremendamente melhor. Agora, somos capazes de empurrar o fluido e suas mãos dela estão macias e não mais duras e pesadas como antes”, finaliza Kasey.

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Mulher

Deputados de MT apresentam moção de repúdio e protesto contra ‘Lei Neymar da Penha’

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Por encaminhamento da Câmara Setorial Temática de Combate à Violência Contra a Mulher da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, os deputados Janaina Riva (MDB) e Wilson Santos (PSBD) apresentaram moção de repudio e protesto contra o teor do Projeto de Lei 3369/2019, proposto pelo deputado Federal Carlos Jordy (Vice-líder do Governo) batizado de “Lei Neymar da Penha”.

“É importante frisar que essa moção atinge tão somente o teor do projeto, não alcançando suas características constitucionais, uma vez que o deputado federal, que foi legitimamente eleito, possui a prerrogativa de propor ações legislativas, as quais eu a Câmara Temática defendemos. O repúdio se dá na ação midiática que, sem contextualizar e fazer o devido resgate histórico, modifica sem critérios técnicos, um dispositivo criminalizador e, no caso específico, afeta muito o tema”, explica a deputada.

Segundo Janaina, o PL ‘Neymar da Penha’ visa aumentar a penalidade para quem faz falsas acusações de crimes contra a dignidade sexual, porém, vale ressaltar que, em regra, os delitos contra a dignidade sexual e agressões não costumam possuir testemunhas já que geralmente praticados pelo agressor contra a vítima a sós. Para ela o projeto dificulta e desencoraja ainda mais as mulheres vítimas a denunciarem os agressores.

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“A mulher que é vítima de qualquer agressão, seja ela moral, física ou sexual geralmente tem muita dificuldade em denunciar o agressor justamente pelo julgamento e pela dificuldade de provar. E é por isso que palavra da vítima possui grande valor, quando analisada com o conjunto probatório. A mulher vítima de violência percorre um difícil caminho, até chegar à penalização do autor. Algumas acabam sendo revitimizadas, com os julgamentos sociais, com a mídia e, também, com o sistema de justiça. Não é possível permitir a inversão dos papéis, pois a legislação deve ser o principal canal a evidenciar a real vítima e o verdadeiro agressor. A cultura do estupro é percebida sempre na culpabilização e objetificação da vítima e neste sentido esse projeto de lei contraria ao que o país vive na atualidade, no que diz respeito ao enfrentamento e combate à violência contra as mulheres, máxime, a sexual”, afirma.

A deputada lembra ainda que a Lei Maria da Penha é o instrumento mais importante do País no enfrentamento à violência no âmbito doméstico e familiar, merecendo ser reconhecida nacionalmente, como é fora do Brasil. Segundo ela, a moção de repúdio e protesto se dá também ao desrespeito à Maria da Penha, mulher que dá nome à Lei e precisou recorrer às cortes internacionais para que o autor das sucessivas agressões que sofreu fosse punido, justamente por não encontrar amparo da legislação brasileira.

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“É de grande preocupação da Câmara Temática de Combate à Violência Contra a Mulher a forma desrespeitosa com que Maria da Penha Fernandes, que deu nome à Lei Maria da Penha, está sendo tratada no momento, passando, também, pela revitimação. O Brasil recebeu como recomendação internacional que a Lei 11.340\2006 fosse conhecida como Lei Maria da Penha, justamente para homenagear essa mulher vítima de violência doméstica que o País não havia dado o merecido tratamento quando sofreu as agressões. Apelidar o PL 3369\2019, de “Lei Neymar da Penha” é ofender à todas as mulheres brasileiras indistintamente. Esse projeto oferece ameaça às mulheres vítimas de estupro, que por anos a fio sofreram invisibilidade e julgamento com as discriminações e preconceitos vivenciados”, finaliza.

Assessoria de Imprensa

Jornalista Laura Petraglia – Audiovisual Jardel Silva

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Mulher

Convidados querem levar 8 pessoas à casamento e web reage: “Não é um churrasco”

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Imagina só você convidar um casal para seu casamento e depois eles “informarem” que vão levar mais oito pessoas com eles? Esses noivos passaram por isso, e a situação viralizou nas redes sociais.

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casamento
Reprodução/The Sun

Casal convidado para um casamento decide levar mais 8 pessoas com eles e internautas reagem: “Não é um churrasco”


O caso foi compartilhado no Facebook e chamou a atenção dos internautas. “Um casal foi convidado para o casamento
e eles decidiram chamar outras 8 pessoas!”, diz a postagem.

Os noivos
entregaram o convite e pediram para o casal em questão responder “gentilmente até 15 de abril de 2019” quantas pessoas da família iriam à cerimônia, e eles apontaram que “10 pessoas vão comparecer”.

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Na parte em branco, a dupla ainda especifica: “Seis adultos, quatro crianças”. Além disso, eles levantaram a hipótese de uma 11ª pessoa também ir ao evento.

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Na web, a publicação gerou diversos comentários. “É um casamento, não é churrasco”, escreve um internauta. “Eu ligaria para eles e diria ‘não’. Se as outras pessoas fossem convidadas, elas teriam recebido um convite
”, opina outro.

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Uma usuária da rede social compartilhou história semelhante que ela viveu ao ter convidados surpresas na festa de casamento
. “Tiveram a coragem de reclamar do bolo (nós tínhamos feito um muito pequeno, só para nós)”, conta.

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