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Meu nariz derreteu após infecção: “Era horrível me olhar no espelho”

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Sarah Cardoso chegou a ser processada pelo médico que cometeu o erro após divulgar a sua história nas redes sócias. No entanto, o profissional perdeu a ação
Arquivo pessoal

Sarah Cardoso chegou a ser processada pelo médico que cometeu o erro após divulgar a sua história nas redes sócias. No entanto, o profissional perdeu a ação

“No passado eu achava o meu nariz um pouco gordinho de frente, de perfil o meu nariz era muito bonito, entretanto eu queria melhorar a frente dele, afinar um pouquinho. Era só isso que eu queria fazer. 

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Porém, logo na minha primeira cirurgia, com uma médica, já deu errado, ela deixou o meu nariz horrível, além de ter prejudicado a minha respiração. Depois disso, eu decidi esperar um tempo e escolher a dedo um bom cirurgião para consertar o resultado. 

Pesquisei bastante e por muito tempo, até que encontrei um médico que era  membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, um dos melhores da área dele e resolvi fazer a cirurgia com ele. Na época eu queria arrumar a minha respiração e a estética, era  pouca coisa que tinha que resolver e ele prometeu que o meu nariz ia ficar perfeito, fez até uma simulação de como o meu nariz iria ficar. 

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Depois de um mês após ter feito a cirurgia com esse médico o meu nariz estava com a ponta vermelha e  ainda tinha um buraco aberto. O cirurgião me falou ser normal e eu acreditei, ele até manipulou uma pomada para eu passar, mas de nada adiantava, o  buraco não fechava.

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Com o tempo O meu nariz começou a ter a retrações, mudando o formato e eu sempre mandando fotos para o médico e  ele me dizendo que estava normal. Hoje em dia eu vejo nitidamente pelas fotos que eram muitas retrações e o que realmente estava acontecendo. 

Chegou ao ponto da pontinha do meu nariz escurecer com uma “espinha” saindo, além da vermelhidão. Eu não sabia na época, mas aquilo era uma cartilagem que já estava saindo para fora e o  pontinho afundou o meu nariz com o tempo.

Em janeiro o meu nariz derreteu, devido a uma infecção durante a cirurgia com esse mesmo médico. Ele me falava que eu era o único caso que isso nunca tinha  acontecido antes com os pacientes dele, no entanto depois eu descobri que também infectou outras 30 pessoas. 

Só descobri sobre os outros incidentes porque durante uma live com o médico, outras pessoas começaram a entrar em contato comigo. Essas pessoas já tinham um grupo do WhatsApp, que crescia cada vez mais, com pessoas que passaram pelo mesmo problema. 

Com esse cirurgião eu operei três vezes, ele me sugeriu fazer uma quarta cirurgia, porque o outro lado o meu nariz estava com o buraco aberto, ele queria cortar a minha boca do outro lado, porém eu recusei. Ele já havia mexido na minha boca da última vez, para arrumar um lado. Quando ele falou sobre cortar de novo, eu achei que ele fosse louco, perdi totalmente a confiança nele. Falei que iria pensar em casa e nunca mais voltei, procurei outras opiniões e ajudas e consegui. 

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Hoje eu consegui ter a minha aparência desejada, após tanto sofrimento e cirurgias eu encontrei um médico muito bom, o nome dele é Frederico Ken. Ele me ajudou desde o início, foi o médico que me ouviu e foi extremamente humano comigo. Acompanhou todo meu tratamento contra a bactéria, juntamente com  infectologista  David Uip. 

Sarah Cardoso após conseguir o resultado desejado.
Arquivo pessoal

Sarah Cardoso após conseguir o resultado desejado.

O primeiro tratamento que eu fiz para as infecções duraram sessenta dias com antibióticos extremamente fortes, emagreci demais por conta deles. Cheguei a ficar com cinquenta e quatro quilos. Fiz acompanhamento durante um ano com o infeciologista e até hoje eu retorno para fazer algumas checagens. 

Agora faz dois meses que fui operada, deu tudo certo na minha cirurgia e eu gostei bastante do resultado. Antigamente eu não tinha mais autoestima, era horrível me olhar no espelho, eu sofria muitas piadas tanto na internet, como na vida pessoal, devido aos caninhos no nariz que eu usava para respirar. 

Toda essa situação afetou muito o meu psicológico, tenho crises de ansiedades muito fortes e fui diagnosticada com depressão grave. Você operar sete vezes  machuca muito a gente, além do tratamento com antibiótico, que  também mexe com a sua flora bacteriana e o seu psicológico. Mas eu sempre busquei muita a força em Deus e na família, que  sempre me apoiou muito também. Deus me fez forte nesse caminho todo até aqui. 

O que me deixa triste é saber que o primeiro médico que destruiu o meu nariz voltou a operar. Tenho medo que continue fazendo novas vítimas, no grupo eu conheci meninas até de 16 anos, que estão sofrendo com suas mães e tendo o psicológico abalado. Eu espero que todas as pessoas que passaram por esse tormento como eu tenham um final feliz como eu tive”. 

Fonte: IG Mulher

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Laura Keller mostra como recuperou forma física pós-gravidez

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A atriz Laura Keller
Instagram/Reprodução

A atriz Laura Keller

A atriz Laura Keller mostrou nas redes sociais o antes e depois pelo qual o corpo dela passou depois de dar à luz Jorge Emanuel, 2, seu primeiro filho. Ela chegou a ganhar 23 kg e diz ter tido receio de não conseguir voltar à forma física de antes da gravidez.

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Em vídeo publicado no Instagram nesta sexta-feira (12), Laura fez um desabafo sobre as frases desmotivacionais que recebeu e postou momentos em que se exercita e tenta colocar uma peça de roupa que tinha antes da gestação.

“Na gravidez engordei 23kg. De 63kg para 86kg. Minhas roupas não entravam em mim, estava inchada e com retenção. Diziam que eu não ia conseguir, porque depois que tem filho, o corpo não volta. Realmente mudou, ser mãe me deixou melhor, mais maravilhosa, madura, segura, mulher”, escreveu.

Ela conta ainda que as mudanças do corpo não a desanimaram. “Um antes e depois com muito amor e satisfação. Amei cada momento do meu corpo na gestação e puerpério. Aproveitei cada fase, tive muito bom humor. Mas quando sabemos até onde podemos chegar, o foco vem e agimos para conquistar. Se ame muito sempre e corra atrás do que te faz bem e feliz”, escreveu Laura, que recebeu diversos comentários e elogios.

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Não consegue atingir o orgasmo? Você pode ter anorgasmia

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Anorgasmia atinge até 4 em 10 mulheres
Foto: Reprodução/Freepik

Anorgasmia atinge até 4 em 10 mulheres

O desfecho de uma relação sexual, para muitas pessoas, é quando se alcança o orgasmo. Dados do periódico médico “Journal of Sexual Medicine” revelam que o clímax feminino demora cerca de 13 minutos e 25 segundos para acontecer e, para os homens, o biólogo americano Alfred Kinsey constatou que o tempo médio até o ápice sexual era de 2 minutos.

Se, mesmo com estímulos, uma pessoa não consegue atingir o orgasmo, isso pode ser um sinal de um problema fisiológico. A falta de orgasmo, conhecida também por disfunção orgásmica ou anorgasmia, é uma disfunção sexual que impede, atrasa ou diminui o prazer no clímax.

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Anorgasmia

O Diário de Obstetrícia e Ginecologia estima que de 20% a 40% das mulheres sofrem de anorgasmia em todo o mundo. Segundo a publicação, uma pessoa pode ter anorgasmia quando sente dificuldade em atingir o orgasmo em 75% das tentativas por até seis meses. 

Segundo a sexóloga Débora Pádua, os estímulos sexuais são ineficazes para quem sofre desse problema: “Uma pessoa que sofre de anorgasmia nunca chega ao orgasmo, nem com o próprio estímulo nem com estímulo de outra pessoa. Elas podem até ter tentado, mas simplesmente não conseguem”.

Na medicina, existem diversos tipos de anorgasmia: a anorgasmia primária, disfunção onde a paciente nunca sequer atingiu um orgasmo; a anorgasmia secundária, quando a paciente tem dificuldade na hora de gozar, e a anorgasmia situacional, que é variável, como quando mulheres conseguem gozar com masturbação mas não com o sexo.

Para a ginecologista do corpo clínico do Hospital Sírio Libanês, Débora Oriá, uma das causas desse problema é a falta de autoconhecimento, já que muitas mulheres não conseguem reconhecer os sinais do que é, realmente, um orgasmo. “O orgasmo real é definido pelas contrações múltiplas na região pélvica e genital. Ele tem um pico intenso seguido de outras contrações que vão reduzindo a sua intensidade até pararem e após essa sensação, você tem um resultado de relaxamento físico e emocional”.

Causas

Entre as principais causas para não conseguir atingir esse prazer, estão o estresse, o uso de ansiolíticos e antidepressivos, a ansiedade, o trauma sexual, o envelhecimento, o abuso de substâncias químicas e a falta de conhecimento do próprio corpo.

Sem a possibilidade de chegar ao clímax, mulheres com anorgasmia tendem a ficar estressadas e infelizes com os parceiros, além de reprimirem a própria sexualidade.  

“Eu tentava, tentava, mas nada acontecia”, declara Juliana*, advogada que foi diagnosticada em 2019 com anorgasmia. “Sempre que eu arrumava um namorado, eles acabam se frustrando, já que nunca conseguiram me fazer gozar”.

Anorgasmia causa frustração em mulheres e parceiros
Foto: Reprodução/Pixabay

Anorgasmia causa frustração em mulheres e parceiros

“Eu só descobri que não conseguia gozar aos 26 anos. Assumi, depois de perder a virgindade, aos 19, que o sexo iria acabar melhorando por conta da experiência. E acabou até melhorando, sim. Mas o orgasmo, em si, nunca chegava. Me sentia excluída até da rodinha de amigas, porque elas viviam contando experiências e eu não podia falar nada”.

A jovem alega que a impossibilidade de gozar causou verdadeiros problemas em seu relacionamento com Pedro*, atual noivo. “Como eu percebi que eu não ia conseguir chegar ao final em nenhum momento, eu acabei negligenciando meu parceiro. Deixava o sexo para depois, sabe? Foi me estressando de um jeito que eu fiquei cansada. Até que [Pedro] não aguentou mais e pediu para a gente ver uma terapeuta sexual”.

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Tratamento

Por se tratar de uma disfunção sexual, o tratamento pode ser físico e psicológico. Na maioria dos casos, um terapeuta sexual pode ser a solução para a anorgasmia.

Oriá detalha que a anorgasmia pode ser revertida, como foi o caso de Juliana*: “O tratamento é composto por educação e terapia sexual. Ela pode ser feita individualmente ou em casal, pois ela é multidisciplinar”, explica a médica.

Na terepia, os profissionais buscam estimular posições que facilitem o orgasmo feminino, desenvolvem exercícios de Kegel e treinos para assoalho pélvico, além de tratarem a noção do sexo na terapia cognitivo comportamental.

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Um dos fatores que auxiliou a vida sexual de Juliana* foi a conversa honesta com seu parceiro. Oriá reflete que a discussão é, também, uma peça essencial para a melhora da anorgasmia: “O parceiro tem que estar ciente dessa situação, né? A falta de comunicação é uma das principais causas da disfunção do orgasmo, então se você não consegue conversar com seu parceiro, é porque ele não conhece o seu corpo”.

A profissional aconselha que o autoconhecimento é primordial: “É preciso se conhecer. Onde está o clitóris? Onde é uretra, onde é a vulva? Quais são os seus pontos de excitação? Um autoconhecimento do corpo é fundamental para o tratamento”.

Brinquedos sexuais são opção para autoconhecimento
Foto: Reprodução/Freepik

Brinquedos sexuais são opção para autoconhecimento

A sexóloga Debora Pádua afirma que também existem alternativas além do sexo e da terapia: “Eu acredito muito nos brinquedos eróticos. No mercado, temos vibradores bem simples, e outros um pouco mais sofisticados. Às vezes, [a falta do orgasmo] pode sim só ser falta de estímulo e de falta de conhecimento”, analisa a médica.

“A mulher tem que se permitir sentir prazer, se permitir sair do controle da situação. Eu acho que isso faz uma grande diferença, e é isso que eu percebo nas minhas pacientes. Não adianta usar um vibrador se ela não tem vontade alguma de conhecer o orgasmo como ele é. É necessário se permitir”, finaliza.

Fonte: IG Mulher

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