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Milho abre quarta-feira mantendo as leves baixas em Chicago

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Milho abre quarta-feira mantendo as leves baixas em ChicagoA quarta-feira (08) começa com leves desvalorizações para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principias cotações registravam quedas entre 1,00 e 1,50 pontos por volta das 08h45 (horário de Brasília).

O vencimento março/20 era cotado à US$ 3,83 com perda de 1,25 pontos, o maio/20 tinha valor de US$ 3,90 com baixa de 1,25 pontos, o julho/20 era negociado por US$ 3,96 com desvalorização de 1,50 pontos e o setembro/20 valia US$ 3,96 com queda de 1 ponto.

Segundo informações da Agência Reuters, os contratos futuros de milho caem enquanto o mercado aguarda o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgar, na próxima sexta-feira, o relatório mais recente que deve mostrar menores culturas de milho e soja nos EUA.

Relembre como fechou o mercado na última terça-feira:

Milho: terça-feira acaba com cotações praticamente estáveis em Chicago

Mercado segue no aguardo do relatório do USDA de sexta-feira

A terça-feira (07) chega ao final com os preços internacionais do milho praticamente estáveis na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registraram movimentações máximas de 0,25 pontos negativos ao longo do dia.

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O vencimento março/20 foi cotado à US$ 3,84 com desvalorização de 0,25 pontos, o maio/20 valeu US$ 3,91 com estabilidade, o julho/20 foi negociado por US$ 3,97 com perda de 0,25 pontos e o setembro/20 teve valor de US$ 3,97 com estabilidade.

Esses índices representaram desvalorizações, com relação ao fechamento da última sexta-feira, de 0,25% para o julho/20, e estabilidade para o março/20, maio/20 e setembro/20.

Segundo informações da Agência Reuters, os contratos futuros de milho caíram pela terceira sessão consecutiva, com o reajuste do dólar norte americano e as crescentes tensões entre os Estados Unidos e o Irã pesando sobre os preços.

Além disso, os investidores também aguardavam mais detalhes sobre um acordo comercial entre a Fase 1 e os EUA-China, que deve reforçar significativamente as compras chinesas de produtos agrícolas americanos.

“Os mercados de grãos permaneceram avessos ao risco, no entanto, antes do relatório do USDA de sexta-feira, que deve mostrar menores culturas de milho e soja nos EUA, menores sementes de trigo de inverno nos EUA e estoques mais apertados de grãos no final da temporada”, destaca Karl Plume da Reuters Chicago.

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Mercado Interno

No mercado físico brasileiro, a terça-feira registrou cotações permanecendo sem movimentações, em sua maioria. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, foram registradas desvalorizações apenas em Rio do Sul/SC (2,50% e preço de R$ 39,00).

Já as valorizações foram percebidas nas praças do Oeste da Bahia (1,05% e preço de R$ 48,00), Assis/SP (1,20% e preço de R$ 42,00), Londrina/PR (1,32% e preço de R$ 38,50), Ubiratã/PR (1,32% e preço de R$ 38,50), Luís Eduardo Magalhães/BA (2,08% e preço de R$ 49,00), Campinas/SP (2,95% e preço de R$ 51,22), Brasília/DF (4,65% e preço de R$ 45,00), Jataí/GO (5% e preço de R$ 42,00) e Rio Verde/GO (5% e preço de R$ 42,00).

Em seu reporte diário, a Radar Investimentos apontou que o mercado físico do milho tem mostrado algum estresse de abastecimento nos primeiros dias desta semana. “O produtor não tem interesse em negociar em curtíssimo prazo, enquanto o dólar tem respondido com força às tensões geopolíticas”.

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Agronegócio

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Prefeitura, em parceria com a Cadeia Pública, realiza limpeza nos PSUma frente de serviço, coordenado pela Secretaria Muncipal de Infraestrutura e Serviços Públicos, vem realizando serviços de limpeza e manutenção nas Unidades de Saúde e diversos espaços públicos de Barra do Bugres, com a participação de reeducandos da Cadeia Pública.

Para atender a demanda de serviços, a Prefeitura conta com a parceria da Cadeia Publica do município, onde vários reeducandos, com bom comportamento, estão participando da limpeza de espaços públicos da cidade. Desta vez, as Unidades de Saúde estão recebendo manutenção.

Os apenados estão sendo coordenados pelo diretor da unidade prisional, Oto Rubens Wetterlein, e o agente Bruno Oliveira. A parceria visa colaborar a com limpeza de espaços públicos da cidade, onde a cada três dias trabalhados, abate um dia da pena. “O trabalho é importante para a progressão do regime e é mais rápido para o semiaberto”, destacou Oto.

O prefeito Divino Henrique agradeceu a parceria com a Cadeia Pública e o empenho do diretor da unidade, Oto Wetterlein, em prestar serviços a comunidade barrabugrense, onde os reeducandos diminuem a pena, para serem reinseridos na sociedade.

Fonte: ASSECOM – JB de Menezes

 

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Agronegócio

Sicredi disponibiliza R$ 6,9 bilhões para pré-custeio da próxima safra

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Crédito tem a finalidade de ajudar o produtor rural a planejar melhor e com mais tranquilidade a aquisição de insumos

Com foco em dar suporte ao agronegócio – setor que fechou 2020 com saldo positivo de 9% no PIB agropecuário mesmo em um período atípico, de pandemia – o Sicredi vai destinar R$ 6,9 bilhões em créditos para pré-custeio do Plano Safra 2021/2022 para os associados das cooperativas integradas ao sistema em todo o país. O valor está disponível para associados do campo que pretendem antecipar a compra de insumos para suas lavouras, garantindo maior rentabilidade dos negócios.

Vale lembrar que o Sicredi é uma das instituições financeiras com maior representatividade no agronegócio, e foi a 2ª instituição financeira que mais liberou crédito rural no Plano Safra 2019/2020, com mais de R$ 20 bilhões concedidos. A instituição atende desde grandes produtores a médios e pequenos, especialmente aqueles ligados à agricultura familiar.

Do total disponível no Sicredi para todo o país, as cooperativas nas regiões Centro-Oeste e Norte (que abrangem os estados de Mato Grosso, Pará, Rondônia, Acre e Amazonas) vão disponibilizar R$ 1,731 bilhão, valor 21% maior que o planejado para a safra 2020/2021 (R$ 1,432 bilhão). Os recursos são destinados a pequenos, médios e grandes produtores e a estimativa é realizar cerca de 22 mil operações na região.

Além dos recursos controlados (oficiais), as cooperativas do Sicredi disponibilizam outras fontes para pré-custeio como Moeda Estrangeira, Cédula de Produto Rural (CPR), e Recursos Próprios da Cooperativa. Na última temporada, essas fontes alternativas, somadas aos recursos controlados, resultaram na concessão de R$ 3,225 bilhões, cifra 125% maior que o planejado inicialmente. Para a safra 2021/2022, o Sicredi prevê liberar o mesmo valor do último ciclo em fontes alternativas, cerca de R$ 1,284 bilhão.

O presidente da Central Sicredi Centro Norte, João Spenthof, afirma que todo ano a instituição financeira cooperativa, que é uma das principais apoiadoras do agronegócio brasileiro, busca antecipar a oferta do pré-custeio, para que os produtores rurais possam planejar melhor a aquisição dos insumos e negociar com seus fornecedores. “É mais um esforço nosso em prol dos produtores, para atendê-los no momento que eles mais precisam, que é no planejamento da safra, para que façam bons negócios”.

O diretor-executivo de Crédito do Banco Cooperativo Sicredi, Gustavo Freitas, acrescenta que o papel do Sicredi, enquanto instituição que tem um laço muito forte com o campo, é apoiar os produtores rurais. “E disponibilizar recursos para o chamado pré-custeio é uma forma bastante relevante de fazer isso”.

Desempenho do Plano Safra 2020/2021

Até dezembro de 2020, o Sicredi disponibilizou para o Plano Safra 2020/2021 R$ 15,3 bilhões em crédito rural em todo o país, totalizando 136.488 operações. O valor representa aumento de 23% em relação ao ano-safra anterior. Do montante, R$ 9,9 bilhões (65%) foram destinados ao custeio, R$ 4,6 bilhões (30%) para investimentos (incluindo investimento com recursos de BNDES) e  R$ 758,6 milhões para comercialização e industrialização.

Já por programa, a instituição financeira cooperativa destinou R$ 3,9 bilhões via Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), R$ 3,1 bilhões via Pronamp (Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural) e R$ 8,3 bilhões para produtores de maior porte ou programas de investimento (como Agricultura de Baixo Carbono, Inovagro, Moderagro, entre outros).

A expectativa é finalizar o Plano Safra 2020/2021 com R$ 22,9 bilhões disponibilizados em crédito rural, alta de 12% em relação ao ciclo anterior, em mais de 221 mil operações, sendo R$ 17,5 bilhões para operações de custeio, comercialização e industrialização e R$ 5,4 bilhões para operações de investimento que viabilizam o financiamento de benfeitorias, máquinas e equipamentos e novas tecnologias permitindo aos produtores aumentar sua produtividade e reduzir custos de produção.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 23 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br).

*Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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O Sicredi Centro Norte, que abrange os estados de Mato Grosso, Rondônia, Pará, Acre e Amazonas, tem mais de 500 mil associados, com 201 agências em 152 municípios.

Fonte: Keila Volkmer de Oliveira 

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