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Saúde

Ministério lança plano para fortalecer residências em saúde

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O Ministério da Saúde lançou hoje (15), em Brasília, o Plano Nacional de Fortalecimento das Residências em Saúde, com o objetivo de capacitar profissionais da saúde em especial para o Sistema Único de Saúde (SUS) nos âmbitos federal, estadual e municipal.

Para tanto, a meta é aumentar a oferta de vagas e os valores das bolsas pagas para as residências na área da saúde, bem como para os preceptores, que são os supervisores das residências. Somente em ofertas educacionais para concretização do plano foram destinados R$ 250 milhões.

Segundo a Secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro, a pasta dispõe de 23 mil bolsas, entre residências médicas e multiprofissionais. 

Segundo ela, a recomposição dos valores da bolsa ficou em 24%. “Pela primeira vez começamos a pagar os preceptores, não só do ministério. Todos receberão bolsa no valor da Bolsa Capes [Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior] de incentivo a pesquisa, de R$ 1,5 mil. E destinamos recursos, além de apoio, para instituições que abrigam nossos programas. Esse é o primeiro passo. O ministério também lança oferta educacional de mais de 50 mil cursos extracurriculares para capacitar residentes e preceptores”, disse ela durante a cerimônia de assinatura da portaria que institui o plano.

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Prioridades

Em seu discurso, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, lembrou que, apesar de a residência médica ser vinculada ao Ministério da Educação, grande parte das bolsas são providas pelo Ministério da Saúde. “Precisamos definir as prioridades para o sistema de saúde e [identificar] quais são os profissionais que precisamos para tornar esse sistema mais eficiente”, afirmou.

“Nosso compromisso é ampliar os investimentos. É fazer com que essa residência seja mais qualificada. Criamos essa forma de incentivo para que esses profissionais que ensinam às novas gerações sejam reconhecidos. Não é só no âmbito dos hospitais federais do Ministério da Saúde, mas um incentivo que será colocado em edital público e que será transversal, para todas as instituições que formam médicos”, finalizou.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Brasil tem 20.503 casos e 464 mortes por covid-19 em 24 horas

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Dados do Ministério da Saúde mostram que, em 24 horas, 20.503 pessoas foram diagnosticadas com covid-19 e 464 pessoas morreram da doença.

01/08/2021/Divulgação Ministério da Saúde 01/08/2021/Divulgação Ministério da Saúde

01/08/2021/Divulgação Ministério da Saúde

Desde o início da pandemia, o Brasil acumula 19.938.358 diagnósticos e 556.834 mortes por covid-19. Segundo a pasta, 18.645.993 se recuperaram da doença.

Os dados estão na atualização diária sobre a pandemia do Ministério da Saúde, divulgada pela pasta neste domingo (1º). O balanço reúne os registros levantados pelas secretarias estaduais de saúde sobre casos e mortes relacionados à covid-19.

Estados

Com mais de 139 mil mortes, São Paulo é o estado com mais óbitos pelo novo coronavírus; Em seguida estão Rio de Janeiro, com 59.298 e Minas, com 50.611. Acre é o estado com menos mortes, com 1,8 mil óbitos, seguido de Roraima, com 1857 e Amapá, com 1907.

Vacina

Segundo o Ministério da Saúde, foram distribuídas 184.4 milhões de doses de vacina para todo o Brasil. Destas, 142,2 milhões foram aplicadas, sendo 100.9 milhões como primeira dose e 41,4 milhões como segunda dose ou dose única.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Covid-19: vacinação em massa na Maré, no Rio, ultrapassa 33 mil doses

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A campanha de vacinação em massa do Conjunto de Favelas da Maré contra a covid-19, na zona norte da capital Rio de Janeiro, aplicou 33.774 doses em moradores da comunidade entre a quinta-feira (29) e o meio-dia de hoje (1º). Os dados são da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) do Rio de Janeiro.

Vacinação em massa na Maré supera as expectativas Vacinação em massa na Maré supera as expectativas

Vacinação em massa na Maré supera as expectativas – Marcelo Piu/Prefeitura do Rio

O número superou a meta de antecipar a vacinação de 31 mil pessoas entre 18 e 34 anos. Houve ainda a aplicação de segunda dose e a imunização de pessoas fora dessa população jovem que ainda não tinham recebido a primeira dose.

O assessor de Relações Interinstitucionais e médico sanitarista da Fiocruz, Valcler Rangel, informou que amanhã (2) e na terça-feira (3) será feita uma busca ativa em moradores que ainda não receberam a primeira dose. Para ele, a campanha foi bem-sucedida porque teve grande adesão dos moradores. 

“A gente sabia que hoje seria um dia menos concorrido, até porque as pessoas acordam um pouco mais tarde, mas quando chegou perto do meio dia foi muita gente para se vacinar e a gente sabia que tinha superado a meta. Outra coisa importante é que o clima de mobilização foi muito positivo da população, dos voluntários que trabalharam, dos profissionais envolvidos”, disse em entrevista à Agência Brasil. 

Segundo Rangel, houve um consenso de que a ação teve importância para além da vacinação. “Muita gente declarando ‘poxa tem alguém preocupado com a gente aqui na favela’ que não é, e nem pode ser, só um lugar de batida policial. O clima foi muito favorável”

O sanitarista diz acreditar que a população se sentiu parte do processo. ”Toda a campanha foi discutida com as pessoas de lá. Os representantes das associações de moradores tiveram papel fundamental e participaram diretamente da vacinação. As associações funcionaram como postos de vacinação”.

Fiocruz

A vacinação em massa faz parte de um estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) com apoio da Secretaria Municipal de Saúde e da ONG Redes da Maré e vai ser mais que um levantamento da efetividade direta do imunizante na proteção contra o vírus. A pesquisa tem também como objetivos monitorar a ocorrência de eventos adversos, principalmente, os casos mais graves, observar a ocorrência de casos gerados por variantes, em especial a Delta, que tem sido motivo de preocupação das autoridades sanitárias; e como é a dinâmica da pandemia a partir da vacinação completa da população da região.

O estudo é um desdobramento de diversas ações de mobilização social que vêm sendo implementadas pela Fiocruz na comunidade desde junho do ano passado no projeto Conexão Saúde-De Olho na Covid. Esse projeto, que é referência no combate à pandemia em territórios de favelas e oferece gratuitamente serviços de testagem, telessaúde e apoio no isolamento domiciliar a pessoas com a doença, foi fundamental para o avanço da pesquisa entre os moradores da Maré.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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