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Agronegócio

Ministro do Meio Ambiente se compromete a avaliar situação da Moratória da Soja

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Ministro do Meio Ambiente se compromete a avaliar situação da Moratória da Soja


Créditos: Ascom Aprosoja

04 de Janeiro de 2019

    O ministro de Meio Ambiente, Ricardo Salles, se comprometeu com a diretoria da Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso (Aprosoja-MT) a buscar o diálogo junto às entidades de classe para definir a questão da Moratória da Soja na Amazônia. Para a Aprosoja, a Moratória é um desrespeito à legislação brasileira e um atentado à soberania.
    O compromisso do ministro foi feito durante audiência no Ministério do Meio Ambiente, na tarde desta quinta-feira, com o presidente da Aprosoja, Antonio Galvan, o diretor administrativo e o consultor técnico da entidade, Lucas Beber e Wanderlei Dias Guerra, respectivamente, e com o diretor-executivo da Aprosoja Brasil, Fabrício Rosa, nesta quinta-feira, em Brasília. 
    “Entendemos que a Moratória da Soja inibe o produtor de exercer o direito dele de conversão de áreas, além de inúmeros outros problemas que enfrentamos por causa dessa medida que consideramos ilegal. Outra questão que nos preocupa, e repassamos ao ministro, é o risco da Moratória do Cerrado. Ou seja, são duas medidas que impactam diretamente a produção de alimentos em Mato Grosso e no Brasil”, afirmou o presidente.

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Agronegócio

Agricultores iniciam colheita de pluma de algodão em Mato Grosso

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Os agricultores começaram a colher algodão em pluma, uma das culturas cultivadas em Mato Grosso. Nesta safra, a área plantada aumentou para 1,18 milhão de hectares e, em 2021, foram plantados 960 mil hectares.

A produção deve ser de 278 arrobas de algodão em caroço por hectare, apenas um arroba a mais em relação à temporada do último ano.

No entanto, como a área é grande, o volume de algodão colhido deve crescer e ficar próximo de 5 milhões de toneladas, cerca de um milhão a mais que no ano passado.

Na primeira safra, plantada em dezembro, os resultados são bons, enquanto a segunda safra, plantada em janeiro logo após a colheita da soja, não teve o mesmo efeito. O algodão foi cultivado durante o que foi considerado uma boa estação, mas o clima não colaborou com os produtores.

Em uma fazenda em Novo São Joaquim, a 487 quilômetros de Cuiabá, o resultado foi diferente nesta temporada. Segundo o gerente local, Jackson Ferreira, o algodão colhido ocupa 3.000 hectares, 15% a mais que na safra passada.

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No início do ciclo, o clima afetou o crescimento da safra e a taxa média de produção foi de 5% em relação ao ano anterior.

“No ano passado choveu muito durante a janela de plantio e não executamos dentro do ideal. Já neste ano a chuva foi muito boa e conseguimos plantar dentro da janela. Durante o ciclo da cultura a chuva foi bem distribuída, mas a safrinha recebeu bem menos volume. Isso vai afetar um pouco na produtividade do algodão. Esperávamos colher 250 arrobas, mas vai chegar no máximo 230 arrobas”, disse Jackson.

Em uma fazenda em Campo Verde, a 139 quilômetros de Cuiabá, a colheita já começou. Segundo o agricultor Rodolfo Bertani Lopes da Costa, foram plantados mais de 1.500 hectares, sendo 580 em dezembro e o restante no mês seguinte.

“Esse ano choveu antes. Eu terminei o plantio do algodão safrinha em 20 de janeiro. Então foi dentro da janela e, com o preço do algodão, resolvemos aumentar as áreas de sarfinha. Só que tivemos um corte de chuva antecipado e isso ocasionou perda e a perspectiva de produção foi reduzida. A gente esperava produzir 120 arrobas de pluma e agora a produção vai ser por volta de 80 arrobas de pluma por hectare. Este ano estamos trabalhando com 40% de algodão safra e 60% de safrinha”, concluiu.

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Fonte: Agroplus.tv  

Fonte: AgroPlus

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Agronegócio

Exportações de grãos da Ucrânia caem 40% em maio

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As exportações de grãos da Ucrânia tiveram uma queda de 40% na primeira quinzena de junho, se comparada ao mesmo período de 2021, com 613 mil toneladas.

O país embarcava até 6 milhões de toneladas de grãos por mês, antes da invasão russa, que teve início no final do mês de fevereiro, desde então, os volumes diminuíram para cerca de 1 milhão de toneladas.

Isso porque a Ucrânia costumava exportar a maior parte dos seus produtores por portos marítimos e agora foi forçada a fazer o transporte de grãos por meio de trens pela fronteira ocidental.

Fonte: Agroplus.tv

Fonte: AgroPlus

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