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Moto G31 é certificado pela Anatel com bateria grande

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Moto G31 é certificado pela Anatel com bateria grande
Bruno Gall De Blasi

Moto G31 é certificado pela Anatel com bateria grande

O Motorola Moto G31 ainda não foi apresentado oficialmente pela Motorola . Mas o celular já recebeu, na semana passada, o certificado de homologação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para ser comercializado no Brasil. A expectativa é de que o smartphone que irá suceder o Moto G30 tenha bateria grande.

A documentação cita um telefone de modelo “XT2173-1”. Acredita-se que o código será destinado ao Moto G31, que, segundo o MySmartPrice no dia 20, foi certificado na Tailândia pela NBTC, agência equivalente à Anatel, como “XT2173-2”. A agência brasileira ainda aponta para três unidades fabris em Manaus (AM), Jaguariúna (SP) e China.

Outros detalhes do celular são mencionados nos arquivos da Agência Nacional de Telecomunicações. “O telefone deve ser fornecido com bateria e carregador compatíveis e devidamente homologados pela Anatel”, diz o certificado de homologação. O smartphone ainda deve trazer entrada para dois chips de operadora (Dual SIM).

Certificado de homologação do Moto G31 (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)
Certificado de homologação do Moto G31 (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)

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Moto G31 deve trazer bateria de 5.000 mAh

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A agência nacional também apresentou informações sobre a bateria do celular. O Moto G31 deve chegar às prateleiras com a peça de modelo JK50, que possui capacidade nominal de 4.850 mAh e típica de 5.000 mAh. O componente é o mesmo do Moto G30, conforme aponta o certificado de homologação do telefone emitido em janeiro.

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As demais informações do celular ainda são desconhecidas. A expectativa é de que o Moto G31 suceda o Moto G30, que foi lançado no Brasil em março pela Motorola com tela de 6,5 polegadas com taxa de atualização de 90 Hz, câmera quádrupla de 64 MP e armazenamento de 128 GB. O preço sugerido do smartphone era de R$ 1.899.

Colaborou: Everton Favretto

Com informações:  MySmartPrice

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Desejado? Procura por iPhone 13 tem alta de 40% a 60% na pré-venda

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Desejado? Procura por iPhone 13 tem alta de 40% a 60% na pré-venda
Pedro Knoth

Desejado? Procura por iPhone 13 tem alta de 40% a 60% na pré-venda

O primeiro dia da pré-venda do  iPhone 13 registrou aumento de 40% a 60% na procura em relação ao último lançamento no ano passado, de acordo com operadoras de telefonia e redes de varejo. Mesmo em um cenário de crise, as vendas foram puxadas pelo iPhone 13 Pro Max, o modelo cujos preços variam entre R$ 10.499 e R$ 15.499.

Neste modelo de venda, o cliente compra o aparelho nos canais on-line das empresas e recebe o celular a partir da próxima sexta-feira, quando ele será oficialmente lançado no país.

Para atrair esse consumidor sem medo de gastar, teles, varejistas e bancos estão travando uma verdadeira disputa por clientes. Entre as estratégias para fisgar interessados, vale até um empurrãozinho: algumas empresas estão oferecendo parcelamento de até 30 vezes na compra do celular, descontos acima de R$ 3 mil, dando créditos no site para outros produtos (cashback), sorteios, além da concessão de pontos em programas de fidelidade e vales na loja de aplicativos da Apple.

O iPhone 13 foi anunciado em setembro deste ano e é compatível com a nova rede 5G, que ainda não está em operação no Brasil.

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Entre as redes varejistas, a estratégia foi apostar em parcelamentos mais longos. O Magazine Luiza oferece o pagamento em até 30 parcelas e ainda criou promoção com o sorteio de R$ 100 mil por semana para quem comprar o iPhone 13. Além disso, a companhia vai criar ações de cashback para seus clientes. Ou seja, na compra dos smartphones, é possível recuperar parte do valor com créditos no site da varejista.

Entre as teles, o crediário chega a 21 prestações, mas é possível ter acesso a descontos maiores desde que se contrate um pacote de dados. Segundo um executivo do setor, a aposta foi investir em descontos nos aparelhos mais caros.

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Assim, na Claro, o iPhone Pro Max de 1 TB de memória, que custa R$ 15.499 no site da Apple, sai a R$ 12.379 no plano controle 20 GB — redução de R$ 3.120. Na Vivo, a versão ProMax com 256 GB tem desconto de R$ 2.100 no plano 60 GB (para R$ 9.249). Na TIM, o iPhone 13 de 128 GB no plano Família 100 GB tem desconto de R$ 2.300 e sai a R$ 5.299.

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‘Sem viajar, me dei de presente’

Segundo a Vivo, o primeiro dia de pré-venda foi marcado por um volume superior de procura em relação ao ano passado. Embora não divulgue percentual, a operadora destacou o maior interesse nas versões mais robustas.

Já o Itaú oferece o programa “iPhone pra sempre”, que permite o parcelamento dos celulares da marca por 21 meses a preços menores e concede vales para os clientes.

A psicóloga Judith Gonçalves f oi um dos clientes que aproveitou para parcelar o modelo mais caro em 21 vezes.

“Memória não vai ser mais o problema. Sei que os R$ 15 mil assustam, mas consegui um descontinho e não ficou tão pesado. Não viajo há dois anos com a pandemia. Então, me dei de presente. Esse celular foi a minha prioridade e vai me ajudar no trabalho neste fim do ano”.

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Aumento de 54% no tempo de tela mostra piora em estilo de vida na pandemia

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Tempo de tela aumentou entre brasileiros na pandemia
Unsplash/Jenny Ueberberg

Tempo de tela aumentou entre brasileiros na pandemia

A qualidade de vida dos brasileiros diminuiu na pandemia de Covid-19. Além da doença e do luto em si, medidas de isolamento social fizeram as pessoas ficarem mais tempo diante de telas. Ao mesmo tempo, também houve mudanças para pior nos hábitos de alimentação e atividade física. É o que mostra um estudo feito por cientistas de quatro universidades brasileiras.

Por meio de mais de 1.300 questionários online realizados entre agosto e setembro de 2020, as pesquisadoras detectaram um aumento de 3,5 horas no tempo de tela dos brasileiros. A mediana dos questionários pulou de 6,5 para 10 horas diante de celulares, computadores, TVs e outros aparelhos eletrônicos, um aumento de 54%.

A maioria da amostra estava trabalhando e/ou estudando de casa em tempo integral ou parcial, o que influenciou o resultado. Por outro lado, alguns grupos aparentaram uma tendência inversa a grandes períodos diante de displays: pessoas mais velhas, que continuaram trabalhando ou estudando presencialmente, que tiveram aumento no trabalho e nas tarefas domésticas ou que passaram a praticar mais exercícios físicos.

Mais tempo de tela piora a alimentação

O trabalho argumenta que o tempo excessivo usando telas, apesar de aliviar momentos de solidão em meio ao isolamento, interfere negativamente nas escolhas alimentares. Esse comportamento está ligado a um alto consumo de comidas ultraprocessadas e frituras.

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Outras descobertas do estudo também reforçam que a qualidade das refeições piorou: o consumo de frutas e verduras caiu, enquanto pães e doces, comidas instantâneas e fast food estiveram mais presentes no cardápio.

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Outro fator que parece ter impacto na alimentação é o tempo de sono. O número de horas dormidas aumentou, muito provavelmente porque não era mais necessário se deslocar até o trabalho. Isso, porém, levou a uma diminuição no número de pessoas tomando café da manhã e fazendo lanches antes do almoço e a um aumento de quem fazia lanches à noite.

O estudo ainda detectou uma queda no tempo e na frequência de atividades físicas, um aumento na frequência do consumo de bebidas alcoólicas (mas com doses menores) e de cigarros (mas sem aumento na quantidade por dia).

Outros estudos mostram resultados semelhantes

As próprias pesquisadoras reconhecem no texto que seu estudo tem limitações. Ele foi feito a partir de um questionário online respondido sem auxílio, o que pode levar a erros no preenchimento. Além disso, esse método exclui quem não tem acesso à internet.

Por isso, ele não reflete exatamente a população brasileira — 80% das pessoas que responderam eram mulheres, por exemplo, o que é uma grande distorção, e a porcentagem de pessoas que não tiveram chance de trabalhar de casa deve ser bem maior que os 11% encontrados entre quem enviou respostas.

Mesmo assim, o estudo encontrou resultados parecidos com trabalhos de outros países, como Canadá e Irã. Uma pesquisa mais ampla (com 40 mil participantes) e com estratificação mais fiel à população brasileira também encontrou aumento no sedentarismo ligado a uma maior exposição a telas e queda na qualidade da alimentação, com menor consumo de frutas e hortaliças.

E outras pesquisas vão na mesma linha e mostram uma queda geral na qualidade de vida: um levantamento global feito pela Microsoft em 2020 também identificou aumento do estresse e da demanda de trabalho, levando a uma maior sensação de esgotamento.

O trabalho foi realizado por pesquisadoras da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), da Universidade Federal de Viçosa (UFV), da Universidade Federal de Lavras (UFLA) e da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop). O estudo rendeu artigos nas revistas Public Health Nutrition e Frontiers in Nutrition.

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