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Agronegócio

MT: produtores devem informar rebanho a partir desta quarta, 1°

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Inicia-se nesta quarta-feira (01.11) em Mato Grosso a campanha estadual de atualização de rebanho promovida pelo Instituto de Defesa Agropecuária (Indea-MT). Até 30 de novembro, os produtores comerciais de bovinos, bubalinos, suínos e aves devem, de forma obrigatória, fornecer ao Indea informações detalhadas sobre seus rebanhos e propriedades rurais.

Os produtores rurais têm a opção de realizar a comunicação por meio do módulo do produtor ou presencialmente em qualquer unidade do Indea ou postos avançados. No site da autarquia, na seção de Sanidade Animal, podem ser encontradas informações adicionais sobre a campanha.

A comunicação de estoque garante um registro preciso das características dos estabelecimentos rurais, possibilitando a continuidade do planejamento das ações operacionais realizadas pelo Estado e pelos serviços veterinários oficiais.

Para utilizar o módulo do produtor, é necessário solicitar o cadastro em uma unidade do Indea e assinar o Termo de Compromisso de Utilização do Sistema Informatizado. O referido termo pode ser acessado no site do Indea, na seção de Sanidade Animal, em Atendimento não Presencial.

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A partir de 7 de novembro, haverá restrições ao trânsito das espécies-alvo (bovinos, bubalinos, suínos e aves comerciais) para aqueles que não realizarem a comunicação, com exceção para o abate. A partir dessa data, somente os produtores que tenham feito a comunicação de estoque poderão emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA), a menos que o animal seja destinado ao abate.

Durante o processo de comunicação, os produtores rurais que têm bovinos e bubalinos sob sua responsabilidade também poderão registrar a marca a ferro.

A não comunicação do estoque de rebanho acarretará em multa de aproximadamente R$ 6 mil.

Mato Grosso, líder no ranking de estados com o maior número de cabeças de gado em todo o país, possui um rebanho bovino com mais de 34,4 milhões de animais. Essa quantidade foi levantada durante a campanha de atualização de estoque de rebanho realizada entre 1º de maio e 15 de junho deste ano.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

Problemas climáticos: Mapa pede R$ 3,5 bilhões para o seguro rural em 2024

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O Ministério da Agricultura pediu ao Ministério da Fazenda um adicional de 3,5 bilhões de reais para seu orçamento em 2024, visando enfrentar os desafios das intempéries climáticas que estão afetando as safras de milho e soja.

Essa solicitação ainda aguarda aprovação e tem como intuito, em parte, fortalecer o seguro rural, buscando ajudar os produtores a lidarem com as consequências das condições climáticas desfavoráveis.

Carlos Ernesto Augustin, assessor especial do Ministério da Agricultura, expressou preocupação com a perspectiva para as safras de milho e soja. Ele prevê uma redução na área plantada do milho na segunda safra e uma produção de soja inferior, devido a atrasos no plantio e dificuldades climáticas.

Augustin alerta sobre possíveis problemas financeiros para os agricultores se os preços não melhorarem, destacando atrasos no plantio e redução na produtividade como fatores desafiadores para o próximo ano.

O Ministério busca apoio dos parlamentares para incluir esses recursos no orçamento de 2024, tendo já solicitado uma suplementação de 500 milhões de reais para este ano.

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No entanto, as decisões sobre o assunto na Junta Orçamentária foram adiadas, comprometendo o seguro agrícola, que conta atualmente com um orçamento inicial de 1,06 bilhão de reais, podendo chegar a 1,5 bilhão de reais com a suplementação aprovada.

Como o Pensar Agro noticiou (veja aqui) a JO já havia recusado uma suplementação de R$ 500 milhões para o Programa ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

Cotação do suíno vivo atinge quase R$ 8 por quilo em Minas Gerais

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As cotações do suíno vivo, no mercado independente, registraram aumento em quase todas as praças acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP de outubro para novembro.

Em Minas Gerais, o indicador Cepea/Esalq, para o suíno vivo aponta uma cotação média de R$ 6,97 por quilo, indicando um crescimento de 7,73% em 30 dias. Já no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, os preços estavam em R$ 6,29, com elevações mensais de 3,28% e 4,49%, respectivamente.

Essa valorização mensal do animal está relacionada ao aumento da procura por carne suína, principalmente para atender à demanda de final de ano. Pesquisadores do Cepea destacam que, especialmente nas praças mineiras, além da demanda aquecida, a escassez de suínos no peso ideal para abate reforçou o movimento de alta nos preços.

No mercado atacadista da carne, o pernil com osso foi o corte mais procurado para as festas de final de ano e apresentou a valorização mais significativa de outubro para novembro. Para as próximas semanas, os especialistas consultados pelo Cepea estão otimistas, esperando um contínuo aumento nas vendas, considerando a entrada de salários e do décimo terceiro salário.

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Fonte: Pensar Agro

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