conecte-se conosco


Tecnologia

Musk teve relações com mulher de cofundador do Google, diz jornal

Publicados

em

Musk teria tido caso com a mulher de Sergey Brin, cofundador do Google e seu amigo
Luciano Rocha

Musk teria tido caso com a mulher de Sergey Brin, cofundador do Google e seu amigo

Elon Musk , CEO da Tesla e da SpaceX, teria se envolvido em um breve caso romântico com a mulher de Sergey Brin, cofundador do Google e investidor da Tesla. O caso levou Brin a pedir o divórcio no início deste ano e encerrando a longa amizade entre os bilionários da tecnologia, segundo fontes citadas em reportagem do diário de negócios The Wall Street Journal.

Brin e Nicole Shanahan se divorciaram em janeiro deste ano, logo depois que o executivo tomou conhecimento do caso, que teria começado em dezembro do ano passado, na feira de arte Art Basel, em Miami, diz o jornal. Fontes informaram ao WSJ que na época do caso o casal já estaria separado, mas continuava a morar na mesma casa.

Entre no  canal do Brasil Econômico no Telegram e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o  perfil geral do Portal iG 

As fontes indicaram ainda que Brin e Nicole estavam enfrentando dificuldades em seu casamento na época, em grande parte ligadas ao estresse ligado à pandemia de Covid-19 e aos cuidados com a filha de 3 anos do casal. Além disso, o cofundador do Google retirou, nos últimos meses, investimentos de várias empresas de Musk. Em 2008, Brin havia investido US$ 500 mil na Tesla.

Veja Também:  Twitter lança nova forma de usuários ganharem dinheiro na rede social

De acordo com os documentos judiciais do divórcio, os dois citaram “diferenças irreconciliáveis” como o motivo da separação, e o processo teria sido apresentado apenas algumas semanas depois de Brin ficar sabendo do caso, de acordo com o WSJ.

O desentendimento entre os dois bilionários é mais um de uma série de problemas pessoais que Musk tem enfrentado ao mesmo tempo em que lida com desafios em seus negócios, incluindo interrupções na produção em fábricas da Tesla, fabricante de carros elétricos, e uma briga judicial por seu desejo de retirar a oferta de US$ 44 bilhões pela compra do Twitter.

No início deste mês, a revista Business Insider informou que o bilionário teve gêmeos em novembro do ano passado com Shivon Zilis, diretora de Operações e Projetos Especiais da Neuralink, uma das empresas de Musk. A publicação americana teve acesso a uma petição em que os dois pedem a um juiz de Austin permissão para mudar os nomes dos bebês. Ao todo, Musk tem nove filhos.

Veja Também:  Twitter vai ocultar posts falsos durante crises; veja as novas regras

*Com agências internacionais

Fonte: IG TECNOLOGIA

Comentários Facebook
Propaganda

Tecnologia

YouTube proíbe vídeos que neguem ou banalizem facada em Bolsonaro

Publicados

em

Jair Bolsonaro foi esfaqueado em 2018
Reprodução/Twitter

Jair Bolsonaro foi esfaqueado em 2018

O YouTube afirmou nesta quarta-feira (10) que alterou sua política de combate ao discurso de ódio, passando a proibir a publicação e circulação de vídeos que neguem ou banalizem a facada sofrida pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) em Juiz de Fora (MG) em 2018.

“Nossa política de discurso de ódio proíbe conteúdo que negue, banalize ou minimize eventos históricos violentos, incluindo o esfaqueamento de Jair Bolsonaro. O discurso de ódio não é permitido no YouTube, e removeremos material sobre o esfaqueamento de Jair Bolsonaro que viole esta política se não fornecer contexto educacional, documental, científico ou artístico no vídeo ou áudio”, afirma a plataforma, em nota enviada ao portal iG.

Nesta quarta-feira, alguns vídeos enquadrados na política foram deletados pelo YouTube. Mas esta não foi a única regra alterada pela plataforma. Agora, também são proibidos vídeos que aleguem fraude nas eleições de 2014 – antes, a medida valia apenas para o pleito de 2018. Diante disso, a live de Bolsonaro com embaixadores publicada em 18 de julho foi deletada pelo YouTube  nesta quarta, já que nela o presidente afirmou que houve fraude nas eleições de 2014, informação que é falsa.

Veja Também:  Twitter lança nova forma de usuários ganharem dinheiro na rede social

A medida vem após o YouTube afirmar que não removeria o vídeo e em meio a um histórico de baixa moderação de conteúdo quando o assunto são os vídeos publicados no canal do presidente.  Reportagem do portal iG revelou que a plataforma demora em média nove meses para punir o canal de Bolsonaro e deletar vídeos nos quais ele desinforma.

A demora é um dos motivos pelos quais o canal de Bolsonaro segue no ar, já que a quantidade de vídeos excluídos poderia fazer com que ele fosse banido da plataforma.

A exclusão desta quarta-feira, por exemplo, não gera uma punição ao canal do presidente, já que o vídeo foi excluído com base em uma regra que ainda não existia quando a transmissão foi feita.


Fonte: IG TECNOLOGIA

Comentários Facebook
Continue lendo

Tecnologia

YouTube volta atrás e deleta live de Bolsonaro com embaixadores

Publicados

em

Bolsonaro durante reunião com embaixadores
Reprodução – 19/07/2022

Bolsonaro durante reunião com embaixadores

O YouTube excluiu nesta quarta-feira (10) a live do presidente Jair Bolsonaro (PL) com embaixadores publicada em 18 de julho. Na reunião, Bolsonaro atacou as urnas eletrônicas e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) .

Na semana em que o encontro foi transmitido no YouTube,  a plataforma afirmou que não removeria o vídeo por entender que “não foram encontradas violações às políticas de comunidade” da plataforma. Agora, o Youtube atualizou suas regras, o que fez com que a live fosse banida.

“A política de integridade eleitoral do YouTube proíbe conteúdo com informações falsas sobre fraude generalizada, erros ou problemas técnicos que supostamente tenham alterado o resultado de eleições anteriores, após os resultados já terem sido oficialmente confirmados. Essa diretriz agora também se aplica às eleições presidenciais brasileiras de 2014, além do pleito de 2018”, diz o YouTube em nota enviada ao portal iG.

Antes, a política de integridade eleitoral se aplicava apenas às eleições de 2018 no Brasil, se ampliando agora para as de 2014. A regra ainda não cita as eleições presidenciais deste ano.

No encontro com embaixadores, Bolsonaro afirmou que, em 2014, houve uma fraude eleitoral que beneficiou a ex-presidente Dilma Rousseff e prejudicou o então candidato à Presidência da República Aécio Neves, informação que é falsa.


Fonte: IG TECNOLOGIA

Comentários Facebook
Continue lendo

QUEREMOS SABER SUA OPINIÃO

EM SEU PONTO DE VISTA A GESTÃO AZENILDA PEREIRA SERÁ?

Barra do Bugres e Região

Mato Grosso

Agronegócio

Mais Lidas da Semana