conecte-se conosco


Economia

Mutirão por emprego forma grande fila no Vale do Anhangabaú, em São Paulo

Publicados

em


Mutirão de empregos no Anhangabaú reuniu 15 mil em São Paulo
Reprodução/TV Globo

Mutirão de empregos no Anhangabaú reuniu 15 mil em São Paulo

Aglomerados em uma fila no Vale do Anhangabaú, no centro de São Paulo, muitos brasileiros participam, nesta terça-feira (26), do Mutirão do Emprego. O evento, que é organizado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho e o Sindicato dos Comerciários, oferece seis mil postos de trabalho.

Leia também: Por medo de boicote, Guedes não vai à CCJ discutir Previdência e oposição cobra

As vagas abrangem os segmentos de telemarketing, operador de caixa, atendente e vendedor de loja. Segundo a prefeitura de São Paulo, a ação no Anhangabaú
faz parte de uma parceria firmada com o sindicato.

No primeiro dia do mutirão, serão distribuídas as senhas para todos os quatro dias. De acordo com um balanço da União Geral dos Trabalhadores (UGT), mais de 15 mil pessoas chegaram a formar a fila nesta terça-feira.

O atendimento será feito até sexta-feira (29), no prédio do Sindicato dos Comerciários, na Rua Formosa, 99, das 8h às 17h. Para se candidatar a uma vaga de emprego
basta levar carteira de identidade, Cadastro de Pessoa Física (CPF), carteira de trabalho e currículo impresso.

Veja Também:  Aneel mantém bandeira tarifária verde para julho

Leia também: Preço do diesel não poderá mais sofrer ajustes diários, decide Petrobras

“Essa união tem um único objetivo: oferecer à população uma oportunidade de reconquistar sua posição no mercado de trabalho. Com a diversidade de vagas oferecidas, os interessados podem se candidatar a uma oportunidade em que já têm experiência ou até mesmo para uma nova área de atuação”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Aline Cardoso.

De acordo com a prefeitura, os cargos com mais oportunidades aos trabalhadores são os de  telemarketing
e de operador de caixa, com mais de mil vagas para cada. Há ainda pontos de trabalho para pessoas com deficiência, que podem se candidatar para empacotador, balconista, repositor e jovem aprendiz. Muitas dessas vagas de emprego têm como requisitos mínimos ensino fundamental completo e idade acima de 16 anos.

Desemprego em São Paulo


Mutirão no Anhangabaú vem em momento de alto desemprego na Região Metropolitana de São Paulo
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Mutirão no Anhangabaú vem em momento de alto desemprego na Região Metropolitana de São Paulo

Segundo a Pesquisa de Emprego e Desemprego, feito pela Fundação Seade e pelo Dieese, a taxa total de desemprego
na Região Metropolitana de São Paulo se manteve relativamente estável entre janeiro e fevereiro deste ano, passando de 15,3% para 15,5%, respectivamente.

Veja Também:  Congresso sabe da importância da reforma da Previdência, garante Guedes

Leia também: Com 173 mil novos empregos, Brasil tem melhor fevereiro desde 2014

O número total de desempregados foi estimado em 1,7 milhão de pessoas em fevereiro, ou seja, 12 mil a mais do que no mês anterior, de acordo com o levantamento. O mutirão de empregos no Anhangabaú
é, afirma a prefeitura, uma forma de dar oportunidades a essa parcela da população.

*Com informações da Agência Brasil

Comentários Facebook
Propaganda

Economia

Endividamento das famílias é de 77,3% em junho, aponta CNC

Publicados

em

Por

Em junho, a proporção de famílias com dívidas a vencer ficou em 77,3%, o que representa uma queda de 0,1 ponto percentual em relação a maio. Na comparação com junho de 2021, houve crescimento de 7,6 pontos percentuais. Os dados da Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) foram divulgados hoje (7) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

De acordo com a CNC, esta é a segunda queda seguida no endividamento, após a alta recorde registrada em abril, quando o indicador ficou em 77,7%. As dívidas no cartão de crédito representam a maior fatia do endividamento, com 86,6% do total de famílias relatando este tipo de dívida. Em seguida vem os carnês, com 18,3%, e o financiamento de carro, com 10,8%. Em junho de 2021, essas proporções eram de 81,8%, 17,5% e 11,9%, respectivamente.

Para o presidente da CNC, José Roberto Tadros, a queda no endividamento reflete a melhora no mercado de trabalho. “Com menos restrições impostas pela pandemia e as medidas temporárias de suporte à renda, como saques extraordinários do FGTS, antecipações do 13º salário, INSS e maior valor do Auxílio Brasil, a população precisou apelar menos para os gastos no cartão”.

Veja Também:  Depois de atingir maior valor desde outubro, dólar abre dia cotado a R$ 4

Inadimplência

A pesquisa mostra que a inadimplência também apresentou queda, com retração de 0,2 ponto percentual na proporção de famílias com contas em atraso para 28,5%. Esta é a primeira queda desde setembro de 2021. A mesma queda foi verificada entre as famílias que afirmam não ter condições de pagar as contas atrasadas, com 10,6% do total.

A responsável pela pesquisa, Izis Ferreira, explica que a melhora no mercado de trabalho não se reflete no rendimento, pois estão sendo absorvidos trabalhadores com menor nível de escolaridade e o rendimento médio está achatado pela inflação elevada.

“Além disso, o avanço recente da informalidade no emprego é mais um fator que aumenta a volatilidade da renda do trabalho e atrapalha a gestão das finanças pessoais”.

Os dois recortes por faixas de renda apresentaram leve queda na proporção de endividados. Entre as famílias com rendimentos acima de dez salários mínimos, a redução foi de 0,2 ponto percentual (p.p), para 74,2%, enquanto a parcela com ganhos até dez salários mínimos caiu 0,1 p.p, para 78,2%.

Veja Também:  Congresso sabe da importância da reforma da Previdência, garante Guedes

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Economia

Comentários Facebook
Continue lendo

Economia

Conab estima que produção de grãos chegue a 272,5 milhões de toneladas

Publicados

em

Por

A produção de grãos, prevista para a segunda safra, está estimada em 272,5 milhões de toneladas no ciclo 2021-2022. É o que indica o 10º Levantamento da Safra, divulgado hoje (7) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

De acordo com a entidade, esse volume, se confirmado, representará aumento de 6,7% na comparação com a temporada anterior, o que equivale a acréscimo próximo de 17 milhões de toneladas. No que se refere ao total de área utilizada para a produção, o aumento será de 4 milhões de hectares, chegando a 73,8 milhões.

“Com cerca de 60% do milho segunda safra em maturação e 28% colhidos, a colheita total do cereal está estimada em 115,6 milhões de toneladas, 32,8% a mais que no ciclo passado. Apenas na segunda safra da cultura, o aumento chega a 45,6%, com  88,4 milhões de toneladas”, informou a Conab.

Caso os números sejam confirmados, esta será a maior produção de milho segunda safra já registrada em toda a série histórica. “No entanto, é preciso ressaltar que, mesmo com estágio avançado da cultura, cerca de 19% das lavouras de segunda safra de milho ainda se encontram sob influência do clima”, acrescenta a companhia, ao esclarecer que as previsões são projetadas levando em conta um cenário de “condições climáticas favoráveis”.

Veja Também:  Indústrias operam com 68% de sua capacidade em fevereiro, diz CNI

Sorgo, feijão e arroz

Outro grão que tende a bater recorde de produção é o sorgo, conhecido também como milho-zaburro, utilizado na preparação de ração para animais, em especial frangos. O produto tem como vantagem a maior resistência à estiagem. Segundo a Conab, os estados que registraram os maiores percentuais de crescimento são Mato Grosso do Sul, o Piauí e a Bahia, “com incrementos de 362,6%, 227,2% e 98%, respectivamente”.

A produção total estimada para o feijão é de 3,1 milhões de toneladas, com destaque para o cultivo da segunda safra que, segundo a estatal, deve registrar aumento de 26% na comparação com o ciclo passado. Com isso, a produção passará de 1,1 milhão de toneladas para 1,4 milhão.

Essa recuperação se deve, de acordo com a Conab, às boas condições climáticas registradas em comparação ao ano-safra 2020/21.

A estiagem ocorrida no Sul do país e em parte de Mato Grosso do Sul prejudicou as lavouras de arroz e soja. Com isso, a produção prevista de soja é de 124 milhões de toneladas, enquanto que para o arroz a colheita estimada é de 10,8 milhões de toneladas.

Trigo

O trigo ganhou destaque entre as culturas de inverno, com possibilidade de bater novo recorde de produção, chegando a 9 milhões de toneladas. “Com esse volume, o crescimento na colheita de trigo chega a 75% em comparação à safra de 2019, quando foi registrada  produção de 5,1 milhões”. diz a Conab.

Veja Também:  Governo avalia redução de imposto sobre combustíveis, diz ministro

“Esse é um dado muito importante, uma vez que o trigo é uma cultura que o país importa metade do que consome, destacou o presidente da Conab, Guilherme Ribeiro. Segundo ele, ao ofertar produtos como trigo, milho e sorgo, o Brasil está “consequentemente contribuindo para a queda da inflação”.

Revisões

O 10º levantamento apresenta estimativas que, em geral, foram revisadas para cima, na comparação com as divulgadas no relatório anterior. As exceções ficaram como a soja e o algodão, “em virtude da diminuição esperada na produção”.

No caso da soja, “as estimativas de sementes/outros usos e perdas e estoque final também diminuíram 0,11% e 4,42%, respectivamente, sendo o estoque de passagem de 2022 estimado em 4,65 milhões de toneladas”.

“Já o suprimento e o estoque final de algodão foram reduzidos em 0,67% e 2%, respectivamente. Quanto ao mercado internacional da fibra, a perspectiva, entretanto, é que as exportações finalizem o ano em 2,05 milhões de toneladas de pluma”, acrescentou.

Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC Economia

Comentários Facebook
Continue lendo

QUEREMOS SABER SUA OPINIÃO

EM SEU PONTO DE VISTA A GESTÃO AZENILDA PEREIRA SERÁ?

Barra do Bugres e Região

Mato Grosso

Agronegócio

Mais Lidas da Semana