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Namoro à distância: veja como cada signo se comporta

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Namoro à distância: veja como cada signo se comporta
Redação EdiCase

Namoro à distância: veja como cada signo se comporta

Astróloga explica como a personalidade de cada nativo influencia nos relacionamentos virtuais

Por Astrocentro

O namoro à distância nem sempre é fácil, principalmente ao lidar com ciúmes, saudades e inseguranças de um relacionamento virtual. Apesar disso, existem algumas ferramentas que podem ajudar a entender como cada pessoa reage nesse tipo de relação.

“Uma das maneiras de conhecer um pouco mais sobre alguém é pelo signo. É possível saber, através da astrologia, como é a personalidade de uma pessoa, como ela se comporta, o que prefere e como conquistá-la. Assim, você terá mais chances de dar certo nessa relação”, pontua a astróloga Yara Vieira. Ela explica como cada signo encara o namoro á distância. Confira! 

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Áries

Os nativos de Áries adoram entrar de cabeça no que é novo, e, às vezes, podem não pensar direito nas consequências. Por isso, um relacionamento à distância com uma pessoa desse signo pode prender muito a sua atenção e acabar dando certo, ou pode ser só algo de momento.

As pessoas de Áries podem gostar de se arriscar em novas aventuras, se rendendo ao charme de outra pessoa. Para manter a chama da relação, é importante deixar o relacionamento interessante. Pode aproveitar as videochamadas ou, até mesmo, jogos on-line.

Touro 

As pessoas de Touro são calmas e gostam de se sentir seguras com seu par. Além disso, costumam ser mais fiéis e experimentar os prazeres da vida ao lado de quem ama. Por gostarem de um relacionamento estável, ter um amor on-line pode ser complicado.

Para dar certo, será preciso criar um vínculo de confiança para suportar os ciúmes, que é uma característica forte desse signo. É necessário que as pessoas de Touro priorizem o namoro sadio da melhor forma e demonstrem afeto por meio da troca de mensagens e mimos, mesmo que à distância. 

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Gêmeos

Gêmeos gosta muito da liberdade. Para esse nativo, namorar ou não são duas opções que podem ter pesos iguais. Portanto, para o namoro à distância dar certo para o casal é preciso mantê-lo interessante.

Por isso, se você quer fazer o relacionamento com esse nativo durar, precisa investir em conversas inteligentes e mensagens de áudios, para manter ambos interessados. E, claro, nada de tentar controlar a vida um do outro.

Câncer

Para quem é do signo de Câncer, certas coisas são tratadas com mais sensibilidade. Assim, um relacionamento estável pode trazer mais segurança que um namoro à distância. Ao lidar com a saudade neste tipo de relacionamento, pode sofrer muito. Precisa do suporte emocional do parceiro. Caso o nativo de Câncer se sinta amado e amparado pelo par, não há o que temer.

Leão

O nativo de Leão gosta de controlar a situação e de se sentir o centro da atenção. Por isso, um amor à distância pode atrapalhar um pouco, já que vai precisar de forças para não se submeter aos encantos de uma paquera com outras pessoas. Por esse motivo, que tal marcar uma chamada de vídeo com o seu par para dar (e receber) aquela atenção especial?

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Virgem 

Ilustração do signo de Virgem
Signo de Virgem (Imagem: Shutterstock)

Virgem pertence ao elemento Terra, por isso, uma das características desse nativo é a dificuldade em confiar nas pessoas. Com isso, para os virginianos, um amor à distância tem que valer muito a pena.

Eles vão avaliar todos os detalhes antes de embarcarem nessa aventura.  Portanto, para mostrar o quanto o namoro à distância pode dar certo, seja discreto nas redes sociais, mas nas conversas on-line, prefira assuntos que tenham afinidades e que mostrem suas intenções.

Libra

O romantismo e a necessidade de carinho são mais aflorados no signo de Libra, assim como a indecisão. Por isso, Libra tem a fama de demorar para tomar certas decisões. Para o libriano optar por se relacionar à distância ele precisa ser convencido e conquistado pelo parceiro. Para lidar com a indecisão da pessoa de Libra, demonstre carinho e companheirismo, como assistir um filme on-line juntinhos, ainda que à distância.

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Escorpião

As pessoas de Escorpião vão entrar de cabeça nesse tipo de relacionamento, porém, os ciúmes podem ser um obstáculo. Por ser um signo que se entrega de corpo e alma, consegue manter bem uma relação à distância. Sendo assim, para cultivar o amor, experimentem fazer coisas juntos e deixe sempre claro seu interesse para que deem certo.

> Escorpião: confira a combinação amorosa com os 12 signos

Sagitário

Conhecido por ter o espírito mais livre do zodíaco, Sagitário lida bem com relacionamentos à distância. Pode aproveitar o tempo que passa longe da pessoa amada fazendo as coisas que gosta, sem se preocupar. Para se conectarem mais, aproveitem as conversas on-line e programem um reencontro, afinal, os nativos de Sagitário amam uma aventura.

Capricórnio

Ilustração do signo de Capricórnio
Signo de Capricórnio (Imagem: Shutterstock)

Para os nativos de Capricórnio, ter o controle da situação é essencial, assim como suas tomadas de decisões são feitas com base em motivos concretos. Costumam ter o pé no chão para decisões, dessa forma, é importante que façam planos para um relacionamento estável e, quem sabe, algo mais duradouro.

Aquário

Para os nativos de Aquário, a vida pode ser feita de mudanças. Dessa forma, se o casal está dando certo apesar da distância, tudo bem, eles vão continuar seguindo a vida. E, para cultivar essa relação, invista em interações on-line, como compartilhamento de memes, jogos de interesse de ambos e conversas mais descontraídas.

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Peixes

Para as pessoas de Peixes, este estilo de relacionamento pode trazer sofrimento, principalmente por conta da saudade. Mas de modo geral, os piscianos vão se entregar de corpo e alma.

No entanto, é preciso apostar no romantismo para manter a chama do amor. As declarações nas redes sociais podem ser uma ótima aposta, assim como as mensagens fofas, áudios longos ou videochamadas.

Confira mais conteúdos de astrologia.

Fonte: IG Mulher

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Existe fórmula mágica para melhorar o sexo na menopausa?

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Sair da rotina, além de investir em carinho e atenção, pode melhorar a vida sexual na menopausa
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Sair da rotina, além de investir em carinho e atenção, pode melhorar a vida sexual na menopausa

Não sei você, mas eu vivo correndo atrás de fórmulas mágicas para resolver questões complexas. Quando o assunto é sexualidade feminina , tema que envolve desejos, pensamentos, experiências, moral, costumes, corpo, cérebro, imagine a confusão. A partir da menopausa tudo isso vira um caldeirão de dúvidas, quereres, cobranças e inúmeros desafios. E não existe uma pílula que resolva tudo isso ao mesmo tempo.

O médico Théo Lerner , do Ambulatório de Medicina Sexual da Divisão Clínica Ginecológica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, conversou comigo e deu algumas pistas que ajudam a explicar a complexidade envolvida nesta fase da vida da mulher. Eu e você somos muitas e não estamos sozinhas nesse mar de águas profundas.

Para além dos calores desagradáveis, a menopausa é um momento onde a mulher vai se questionar novamente a respeito da sua identidade , explica o médico. “É mais ou menos como se fosse a adolescência”, compara o ginecologista e sexólogo. A diferença é que a mulher menopausada vai encarar pela frente uma próxima fase da vida cercada de preconceitos e medos, a velhice. 

“Na nossa sociedade a velhice é vista de uma forma muito negativa e muitas acabam vivenciando essa transição de uma forma bem dolorosa”, afirma Théo Lerner, que tanto no Hospital das Clínicas, que é público, quanto no consultório particular, lida com mulheres que precisam de ajuda para tentar melhorar a vida sexual. “Para muitas, a menopausa é o momento que ela diz ‘opa, parei. Está ótimo, não preciso mais’. Para outras vai ser ‘opa, eu vou continuar porque está muito bom'”, relata o médico para demonstrar que somos simultaneamente muito parecidas e muito diferentes umas das outras.

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A preocupação com o engravidar some e começam outras preocupações com o desconforto físico, os desconfortos dos relacionamentos. “Essas vivências acabam impactando na forma como cada mulher vai ver a sexualidade. Se foram relacionamentos ruins, ela vai ter uma visão negativa da sexualidade, se foram relacionamentos gostosos, ela verá de forma agradável”.

Entre as razões que levam muitas mulheres a procurar ajuda de um terapeuta sexual, o médico destaca duas: a falta de desejo sexual e dor durante a penetração.

“Muitas vezes os casais se acomodam, especialmente aqueles que estão em relacionamentos de longo prazo. Assumem uma certa rotina. A mulher já sabe como marido vai procurá-la, eles têm dia e hora mais ou menos certos na semana para ter relações, depois da novela e do jogo de futebol, tudo roteirizado, programado e monótono”, descreve o médico. “Muitas dizem ‘eu preciso ter desejo para segurar o casamento’. Ter desejo é uma obrigação”.

Quanto à dor durante a penetração, o ginecologista explica que, por causa da redução de hormônio circulante na vagina, ela fica mais seca, provocando atrito e, consequentemente, dor. “A regularidade da atividade sexual ajuda a ter lubrificação vaginal, mesmo em mulheres que não fazem nenhum tipo de terapia hormonal”, afirma o sexólogo.

Segundo Théo Lerner, é preciso saber se as estruturas ginecológicas têm algum tipo de alteração ou a falta de lubrificação vaginal acontece porque essa mulher está cansada, não está se excitando, não está muito afim, está sem desejo.

“A mulher deseja muito ser acariciada. Tem razão. A relação sexual não se resume à penetração. Tem todo o preâmbulo, tem todo o carinho, todo o afeto, todo o resto do corpo para ser estimulado”, diz o médico e sexólogo como música para muitos ouvidos femininos. Os meus inclusive.

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“Muitas vezes esse casal que está acostumado a uma relação bem rapidinha, bem burocrática, estaria com vontade de mais coisas, mais aconchego, mas ninguém fala nada um para o outro porque, tanto a mulher quanto o homem, acha que o outro tem obrigação de saber o que ela ou ele quer. Como o outro vai saber?”, questiona Théo Lerner. Neste momento, a primeira e mais importante mudança é na comunicação entre parceiros. Dizer o que quer, os caminhos que dão mais prazer, uma nova posição, envolver fantasias sem forçar a barra de ninguém. Eu, por exemplo, não consigo me imaginar fazendo um streap-teaser, mas você pode gostar.

Nesta longa entrevista que fiz com o doutor Théo Lerner, ele fala dos diferentes tratamentos utilizados para ajudar a facilitar a relação sexual a partir da menopausa. Coisas como a própria reposição hormonal (para quem pode fazer), gel a base de água para ajudar na lubrificação e técnicas de energia como laser, ultrassom microfocado, radiofrequência não ablativa – esses últimos, tratamentos não acessíveis na rede pública e que em se tratando da vagina devem ser aplicados com muito cuidado e, claro, por profissionais habilitados.

A conversa com o médico e sexólogo tem um pouco mais de uma hora duração. Nos primeiros cinco minutos está tudo escuro porque euzinha me enrolei na hora da transmissão. Mas vale a pena. Modéstia à parte, é uma conversa bem esclarecedora sobre diferentes aspectos da sexualidade feminina nesta fase confusa da vida. No final, uma coisa ficou bem clara para mim: não existe fórmula mágica quando o assunto é sexo. Nem para os homens.


Fonte: IG Mulher

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Mulher tem condição rara de um único seio

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Rebecca Butcher exibe orgulhosamente o seu corpo, sem medo de julgamentos
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Rebecca Butcher exibe orgulhosamente o seu corpo, sem medo de julgamentos

A britanica Rebecca Butcher nasceu com uma condição rara chamada de síndrome de Poland, que a faz ter um único seio. Nas redes sociais, ela conta a sua jornada até a descoberta da síndrome e compartilha informações sobre ela, para que mais pessoas tenham consciência sobre o assunto. 

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Em um dos vídeos publicados pela inglesa na plataforma do Tik Tok, ela conta ter percebido que seu corpo era diferente do das outras pessoas no início da adolescência, devido a um de seus seios estar crescendo mais rapidamente do que o outro. 

Ao procurar um médico para entender o que estava acontecendo, foi dito a ela que era algo comum ter seios de tamanhos diferentes e com o tempo, essa diferença diminuiria. No entanto, a assimetria foi se acentuando com o passar dos anos, até que um dia, cansada de se esconder e querendo encontrar respostas, ela vasculhou a internet, até encontrar a rara síndrome de Poland, que é caracterizada pela falta ou assimetria das mamas. 

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“Eu estava tendo que encher meu sutiã com meias e usar gola alta para escondê-lo porque eu não queria que ninguém soubesse”, relembra Butcher. 

Entretanto, quando Rebecca mostrou a sua descoberta para o médico com quem se consultou, ele alegou que não poderia diagnosticá-la com essa síndrome, pois apesar de o profissional acreditar que ela teria a condição, ele não havia estudado sobre Poland na faculdade. 

“Ele disse ‘sim, tenho certeza de que é isso que você tem, mas não posso diagnosticar porque não sei nada sobre isso’”, conta a mulher. 

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Rebecca Butcher passou por pelo menos onze profissionais da saúde, com cada um dando um diagnóstico diferente e sem receber o auxílio necessário, até que ela decidiu deixar de buscar ajuda medica e optou por se encontrar com outras pessoas que também têm a mesma síndrome que ela. Hoje, Rebecca relata que sente orgulho de seu corpo e que não tem interesse em colocar próteses de mama. 

“Sinto que nunca saberei tudo sobre essa condição, mas eu acabei aceitando isso”, afirma Butcher.

Fonte: IG Mulher

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