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Nave da SpaceX tem vista privilegiada da Terra; veja as fotos da super janela

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Tripulação da Inspiration4 tem vista privilegiada
Divulgação/SpaceX

Tripulação da Inspiration4 tem vista privilegiada

Na quarta-feira (15), a SpaceX, empresa do bilionário Elon Musk,  enviou quatro tripulantes para o espaço em uma missão que deve durar três dias, chamada de Inspiration4. Neste momento, a cápsula espacial Crew Dragon está em órbita, dando uma volta na Terra a cada 90 minutos.

A Crew Dragon possui uma janela em 360º que permite que os astronautas vejam a Terra de forma privilegiada.

Cúpula de vidro garante visão 360º da Terra
Divulgação/SpaceX

Cúpula de vidro garante visão 360º da Terra

“A nova cúpula de observação da Crew Dragon é a maior janela espacial já construída. A cúpula de observação de três camadas foi submetida a um extenso processo de qualificação, incluindo temperatura, vibração, ambientes estruturais e ciclo de vida para verificar a capacidade”, diz uma texto publicado no site da SpaceX.

Nesta sexta-feira (17), a SpaceX divulgou nas redes sociais imagens da tripulação no espaço e da vista privilegiada que os astronautas têm da Terra. “A tripulação da Inspiration4 teve um primeiro dia incrível no espaço! Eles completaram mais de 15 órbitas ao redor do planeta Terra desde a decolagem e fizeram uso total da cúpula da Crew Dragon”, escreveu a empresa. Confira a seguir:


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Apple Store atualiza regras de pagamento; veja o que muda

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Acordo judicial permite que desenvolveres entrem em contato direto com o consumidor, mas não resolve disputa com Epic Game
Bruno Gall De Blasi

Acordo judicial permite que desenvolveres entrem em contato direto com o consumidor, mas não resolve disputa com Epic Game

A Apple atualizou as regras da App Store para permitir que os desenvolvedores entrem em contato direto com os usuários para pagamentos, trata-se de um acordo judicial com as empresas que questionavam o controle da gigante americana sobre a loja.

Na primeira semana de outubro, a Apple disse pretendia adiar a implementação das mudanças mais significativas no modelo de negócio da App Store desde o começo das atividades, em 2008. Isto porque, a revisão, no centro do debate sobre o funcionamento da big tech , pode custar à empresa bilhões de dólares anualmente.

Com as novas regras, os desenvolvedores agora podem contatar os consumidores diretamente sobre métodos de pagamento alternativos, contornando a comissão de 15% ou 30% da Apple.

Eles poderão pedir aos usuários informações básicas, como nomes e endereços de e-mail, “desde que essa solicitação seja opcional”, informou a fabricante do iPhone.

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A Apple propôs as mudança, em agosto, em um acordo judicial com pequenos desenvolvedores de aplicativos.

Mas é improvável que a concessão satisfaça empresas como a Epic Games, desenvolvedora do “Fortnite”, com quem a Apple tem uma disputa de longa data sobre sua política de pagamento.

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A Epic abriu um processo com o objetivo de quebrar o controle da Apple sobre a App Store, acusando a empresa de operar um monopólio em sua loja de bens e serviços digitais.

Em setembro, um juiz ordenou que a Apple afrouxasse o controle das opções de pagamento na App Store, mas concluiu que a Epic não poderia provar violações antitruste.

Ambas as partes interpuseram recursos.

Para a Epic e outros desenvolvedores, a capacidade de redirecionar os usuários para um método de pagamento fora do aplicativo não é suficiente – eles querem que os jogadores possam pagar diretamente sem sair do jogo.

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A Apple também enfrenta investigações nos Estados Unidos e na Europa por alegações de abuso de posição dominante.

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Entenda o que é Metaverso, a realidade do futuro

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Reunião com avatares criada pelo Facebook
Divulgação/Facebook

Reunião com avatares criada pelo Facebook

Muito tem sido falado sobre o Metaverso, sobretudo depois que o  Facebook anunciou a criação do ambiente virtual. A ideia é que o conceito expanda toda a aplicação de metadados para o nosso dia a dia no mundo físico.

Veja abaixo o que é Metaverso — que muitos chamam de realidade do futuro — e como essa tecnologia poderá revolucionar a nossa forma de consumir conteúdos de entretenimento e compras efetivas de produtos. A fusão do mundo virtual e físico nessa escala pode ser muito vantajosa, mas como toda a tecnologia, envolve seus riscos.

O universo de metadados

Bem-vindo ao Metaverso, o local onde realidades digitais alternativas interagem com pessoas trabalhando, se divertindo e socializando. Podemos chamá-lo de Metaverso — mundo do espelho, aquilo que está por trás do véu da realidade — AR Cloud, Magicverse, Internet espacial ou Live Maps, mas uma coisa é certa, está chegando e pode ser um grande negócio.

O conceito já existe, mas as limitações de aplicabilidade ainda são grandes. Tirando todo o hype dos fãs do universo Cyberpunk, a realidade pode estar mais próxima de dados auxiliares.

Um conceito criado na ficção científica?

Toda a nossa tecnologia um dia foi chamada de ficção científica, então essa definição é correta. Neal Stephenson criou o termo “Metaverso” em seu romance de 1992, Snow Crash, onde se referia a um mundo virtual 3D habitado por avatares de pessoas reais.

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Muitas outras mídias de ficção científica incluem sistemas do tipo — em alguns casos, anterior ao Snow Crash. Apesar disso, o livro de Stephenson continua sendo um dos pontos de referência mais comuns para entusiastas do Metaverso, junto com o romance Ready Player One de 2011 de Ernest Cline. O Metaverso seria o substituto natural da internet como conhecemos.

Como funcionará no mundo real?

Basicamente, teremos a interação de dados que hoje pesquisamos e compartilhamos na internet, ao alcance de um visor — como um óculos, por exemplo — somados a nossa visão física enquanto interagimos com o mundo real.

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Se fizermos uma pesquisa rápida no Google, encontramos algumas definições. A Wikipedia o define como um espaço virtual compartilhado coletivo, criado pela convergência de realidade física virtualmente aprimorada e espaço virtual fisicamente persistente, incluindo a soma de todos os mundos virtuais, realidade aumentada e a Internet.

A palavra “Metaverso” é uma junção do prefixo “meta” (que significa além) e “universo”; o termo é normalmente usado para descrever o conceito de uma interação futura da internet, composta de espaços virtuais 3D persistentes, compartilhados, vinculados a um universo virtual e real percebido.

Economia e consumo

Se bem utilizada, a tecnologia poderá permitir um melhor desenvolvimento dos comportamentos de consumo. Imagine, ao andar na rua e passar por uma loja varejista, o seu visor — que contém seus dados de interesse e consumo —, dá um alerta, mostrando que o item de seu interesse está em promoção na loja física específica, já poderá aproveitar e fazer a sua compra por um preço melhor.

Ao sair para procurar entretenimento, passando a frente de casas de shows, boates, bares, já receberá informações do número de presentes, o espetáculo em cartaz, até efetuar a compra do ingresso antes de chegar na fila de entrada. Tudo seria mais prático.

O grande problema é: se comportamentos tóxicos ou criminosos que existem na internet atual, conseguirem adentrar neste Metaverso, o que faremos? A resposta ainda não existe, mas imagine um bando de banners e pop-ups entrando na sua visão enquanto dirige, não será nada interessante nem seguro. Invasão de black hats — os hackers criminosos — fazendo ofertas falsas ou dando indicações erradas que levam a vítima a perder seus dados, sofrer scam, ou até ser levada para um local de assalto.

A evolução do Metaverso pode ser importante, mas a “realidade do futuro” não pode caminhar sem que se pense de forma séria nos possíveis problemas, seria irresponsabilidade.

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