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Netflix pode usar tecnologia de alta definição, decide Justiça do Rio

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Netflix é acusada de quebra de contrato com a DivX, empresa responsável por fornecer vídeos de alta qualidade para a plataforma
Felipe Moreno

Netflix é acusada de quebra de contrato com a DivX, empresa responsável por fornecer vídeos de alta qualidade para a plataforma

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro restabeleceu a liminar que determina que a gigante de streaming Netflix pare de usar uma tecnologia de compressão de vídeos da desenvolvedora de softwares americana DivX. O prazo para que a Netflix troque sua ferramenta de compressão vídeos vence nesta sexta-feira (24). Caso não obedeça à determinação, a justiça impôs uma multa diária de R$ 50 mil.

O restabelecimento da liminar, que havia sido derrubada ano passado, foi decidido pelos desembargadores da 24ª Câmara Cível do TJ do Rio, que deram dois votos favoráveis e um contra. A também americana DivX acusa a Netflix de ter quebrado uma de suas patentes para oferecer esse tipo de conteúdo aos brasileiros sem ter licença para isso.

A tecnologia patenteada pela DivX permite a compressão de vídeos em alta definição, e é utilizada para reproduzi-los com maior velocidade, sem prejuízo da qualidade da imagem. Essa tecnologia permite a disponibilização de vídeos no formato Ultra HD e 4K, com imagens de maior definição.

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No processo, a Netflix afirmou que não usa a tecnologia, mas paradoxalmente alegou que cessar o uso da invenção da DivX lhe causaria enormes prejuízos. Essa contradição foi constatada na decisão dos desembargadores, que afirmaram que as defesas da empresa de streaming são “descritas em estilo gramatical por vezes ambíguo”.

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“Um recurso não teria efeito suspensivo imediato da liminar e a decisão terá que ser cumprida. Ir à Justiça foi o recurso encontrado para proteger novos investimos no desenvolvimento dessa e novas tecnologias”, disse Carlos Aboim, advogado da Divx.

No processo, a Netflix alegou não usar a patente da DivX. Aboim explica, entretanto, que o uso da tecnologia foi demonstrado em cinco pareceres técnicos elaborados por professores de centros de pesquisa de excelência no Brasil (USP, UFRJ, UFF, UERJ, PUC-Rio) apresentados ao tribunal do Rio. Segundo a DivX, não haverá prejuízo para os usuários da Netflix.

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Como a tecnologia da DivX é reconhecida por patentes nos principais mercados globais, a disputa entre as empresas também é mundial. No Brasil, a tecnologia é protegida por patente de 2018 concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Os EUA e a China também reconhecem a validade da patente da DivX.

No ano passado, a Justiça brasileira concedeu uma decisão provisória (liminar) para que a Netflix deixasse de usar o produto, mas a plataforma recorreu e ofereceu uma garantia de R$ 10 milhões enquanto o processo estiver correndo. A oferta foi aceita pela Justiça, e a liminar, derrubada. Procurada, a Netflix ainda não se manifestou.

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Instagram bate recorde e se torna segundo app mais popular no Brasil

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Instagram atinge quase meta das telas iniciais de smartphones brasileiros
Unsplash/Kate Torline

Instagram atinge quase meta das telas iniciais de smartphones brasileiros

O Instagram bateu seu recorde histórico e alcançou a tela inicial de quase metade dos smartphones brasileiros, de acordo com a pesquisa “Panorama Mobile Time/Opinion Box: Uso de Apps no Brasil”, lançada nesta semana.

Agora, a rede social aparece na página inicial de 46% dos celulares brasileiros, contra 41% no mesmo período do ano passado. Com isso, o Instagram perde apenas para o WhatsApp, que se manteve na liderança marcando presença na página princiapal de 55% dos celulares brasileiros – o único a ultrapassar a metade.

De acordo com a pesquisa, a força do Instagram está sobretudo no público jovem e feminino. Entre pessoas de 16 a 29 anos, 60% mantêm o app na página inicial do celular; 44% dos que têm entre 30 e 49 anos mantêm o Instagram em destaque, contra 31% dos que tem mais de 50 anos. Nos celulares de mulheres, a rede social aparece na página inicial de 49%, contra 42% dos homens.

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Além de popular, o Instagram também tem ganhado em engajamento no Brasil. Entre 2021 e 2022, subiu de 25% para 30% a proporção de brasileiros que têm o aplicativo como o escolhido para passar a maior parte de seu tempo online. Nesse quesito, a rede social está tecnicamente empatada com o WhatsApp, que atingiu 33% neste ano.

Já no quesito aplicativo mais vezes aberto ao longo do dia, o mensageiro continua na liderança isolada. Para 55% dos brasileiros, o WhatsApp é o app mais aberto, contra 16% do Instagram, 7% do Facebook e 3% do YouTube.

Além do Instagram, outro aplicativo que tem crescido em popularidade e marcado presença na página inicial dos celulares brasileiros é o Telegram. Atualmente, ele está em 13% das telas principais, contra 9% no ano passado. No período, ele ultrapassou Uber, YouTube, Nubank e outros.

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Confira a seguir os 10 aplicativos que mais aparecem na tela inicial dos smartphones brasileiros:

  1. WhatsApp – 55% – estável em relação a 2021
  2. Instagram – 46% – alta em relação a 2021
  3. Facebook – 36% – queda em relação a 2021
  4. Telegram – 13% – alta em relação a 2021
  5. Nubank – 12% – estável em relação a 2021
  6. YouTube – 12% – estável em relação a 2021
  7. Uber – 11% – estável em relação a 2021
  8. Google Chrome – 9% – estável em relação a 2021
  9. Caixa – 9% – estável em relação a 2021
  10. Banco do Brasil – 9% – estável em relação a 2021

Fonte: IG TECNOLOGIA

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Instagram quer transformar em Reels todos os vídeos da rede social

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Instagram foca nos Reels para competir com TikTok
Unsplash/Kate Torline

Instagram foca nos Reels para competir com TikTok

O Instagram quer que todos os vídeos da plataforma sejam Reels. Para competir com o TikTok, a rede social da Meta tem planos de simplificar a publicação e visualização de vídeos curtos no aplicativo. Por enquanto, o recurso está em fase de testes, e apenas alguns usuários selecionados podem experimentar a função.

No Twitter, o consultor de mídias sociais Matt Navarra publicou uma foto que mostra o anúncio da novidade. A imagem diz que “publicações em vídeo agora são compartilhadas como Reels”. Isso significa que até mesmo gravações na horizontal serão classificadas como Reels de agora em diante.

O anúncio ainda indica que, se a conta do usuário for pública, qualquer pessoa pode encontrar os Reels pela ferramenta de busca. Assim, é possível utilizar o áudio do vídeo para criar outro Reels com a função de remix. O Instagram, contudo, oferece uma opção para mudar a privacidade dos conteúdos.

Se o perfil for configurado como privado, somente os seguidores irão conseguir ver os Reels. Nesse caso, nem mesmo os seguidores podem fazer remix dos vídeos, já que todos os conteúdos ficam privados.

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Vale destacar que essa novidade do Instagram ainda está em fase de testes e não tem previsão de lançamento para o público geral. A rede social ainda precisa lidar com algumas questões, como a conversão de vídeos gravados na horizontal em Reels.

Também não sabemos se a mudança irá afetar vídeos já publicados na plataforma. É importante lembrar que nem todos os testes do Instagram são lançados de forma definitiva, então é preciso aguardar os próximos passos da empresa.

Instragram quer competir com TikTok e YouTube

A Meta tem incentivado cada vez mais a publicação de Reels em suas redes sociais. No relatório financeiro do primeiro trimestre de 2022, a empresa destacou que os usuários do Instagram passam 20% do tempo assistindo aos vídeos curtos na plataforma.

O investimento em Reels é uma forma de competir com gigantes do mercado de redes sociais focadas em vídeos, como TikTok e YouTube. Desde o ano passado, o chefe do Instagram, Adam Mosseri, disse que a plataforma “deixou de ser um aplicativo de compartilhamento de fotos”, valorizando os vídeos.

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Além disso, o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, afirmou que os Reels são o conteúdo do Facebook que mais cresce entre as plataformas.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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