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Mato Grosso

Nove defensores públicos de Mato Grosso tomam posse nesta terça-feira em cerimônia híbrida

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Com os nove defensores públicos que tomam posse amanhã, Defensoria Pública de Mato Grosso atingirá a marca de 202 defensores públicos pela primeira vez em sua história (órgão passou a funcionar em fevereiro de 1999)

Alexandre Guimarães | Assessoria de Imprensa/DPMT – Foto por: Arte: Bruno Cidade/DPMT

Nesta terça-feira (6 de abril), às 17h, os novos nove defensores públicos de Mato Grosso vão tomar posse no auditório Defensora Rejane Iara Snidarsis, na sede da Defensoria Pública, no Centro Político de Administrativo de Cuiabá, em cerimônia híbrida (presencial e remota), respeitando os protocolos das autoridades sanitárias de prevenção à infecção por Covid-19.

André Luciano Barbosa, Daniel Bezerra de Oliveira, Hevellin Lyra Nazario de Figueiredo, João Tomaz Neto, Julio Meirelles Carvalho, Marcelo Fernandes De Nardi, Marcos Guimarães da Mata Machado, Renato Henrique Ferrarezi, Thiago Alexander Amaral e Silva serão os novos defensores públicos estaduais.

Com a posse dos novos nove membros, somados aos 193 atuais, a Defensoria Pública de Mato Grosso passará a contar com um quadro de 202 defensores públicos, marca inédita em sua história – o órgão passou a funcionar efetivamente no dia 24 de fevereiro de 1999, quando entraram em exercício os primeiros 24 defensores públicos estaduais.

“A posse desses novos defensores públicos representa mais uma meta alcançada por esta administração, e que só foi possível graças a medidas de aprimoramento administrativo que começamos a implantar desde que assumimos a Defensoria-Geral, em janeiro de 2019”, ressaltou o defensor público-geral, Clodoaldo Queiroz.

O evento terá formato híbrido – presencialmente, será restrito aos empossados e aos integrantes da Administração Superior do órgão, enquanto os membros do Conselho Superior da DPMT vão participar de maneira remota.

“Mesmo com poucos recursos financeiros, priorizamos a capacitação da gestão, a redução dos custos de nossas despesas e, principalmente, o planejamento estratégico que vem sendo construído e que guia todos as nossas ações”, afirmou Queiroz.

A cerimônia de posse será transmitida, ao vivo, pelo canal oficial da Defensoria Pública no YouTube, e seguirá todas as medidas sanitárias de prevenção à Covid-19 preconizadas pelas autoridades de saúde, como distanciamento social, uso de máscara e álcool em gel.

“É com imensa alegria que, com essa posse, fechamos o ciclo do 5º concurso público da carreira de defensor público da DPEMT, e concluímos a nomeação de todos os aprovados que ainda aguardavam serem chamados, sem deixar ninguém para trás”, celebrou o defensor público-geral.

Segue abaixo o perfil de cada um dos novos defensores públicos estaduais.

André – Natural de São Paulo (SP), 39 anos, casado e pai de dois filhos, André Luciano Barbosa é formado pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), especialista em Direito Administrativo pela mesma instituição e em Direito Privado pela Escola Paulista de Magistratura. Atualmente, é mestrando em Direitos Humanos também na PUC-SP.

Trabalhou como estagiário em diversos escritórios na capital paulista, na Procuradoria de Assistência Jurídica de São Paulo (quando não havia Defensoria Pública no estado), passou no concurso de escrevente do Tribunal de Justiça de São Paulo, onde fez carreira por 15 anos. Em seguida, foi escrevente do desembargador Antônio Carlos Malheiros por dois anos, e depois assessor jurídico do desembargador Marrey Uint nas Câmaras de Direito Público da Corte Paulista.

“Nos dias atuais, o Brasil escreve páginas tristes de sua história, nós, defensores, somos uma gota de esperança, principalmente aos mais vulneráveis, neste oceano de irresponsabilidades que temos vivenciado. Feliz com a oportunidade e ciente da responsabilidade, aceitei este desafio gigante de levar um mínimo de dignidade aos cantos do nosso estado”, declarou.Daniel – Natural de Piraí, no sul do Rio de Janeiro, 35 anos, solteiro e sem filhos, Daniel Bezerra de Oliveira cursou direito na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Foi técnico de nível superior na Defensoria Pública do Rio de Janeiro de 2011 a 2014. Depois, foi sócio-fundador de um escritório de advocacia na capital fluminense, onde trabalhou até o início deste ano.

“A posse como defensor público no estado do Mato Grosso é a realização de um sonho ao qual venho me dedicando há mais de dez anos. Desde o início da minha vida profissional tive certeza de que gostaria de trabalhar com a garantia de direitos e acesso à Justiça para a população em situação de vulnerabilidade social, uma das funções mais importantes do Estado”, afirmou Oliveira.

Hevillin – Única cuiabana do grupo de novos defensores, Hevillin Lyra Nazário de Figueiredo tem 38 anos, é casada, não tem filhos, e residia em Brasília. Formada em Direito pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), foi bancária (Banco do Brasil), procuradora do município de Cuiabá e analista judiciária do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios.

“A Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso é uma conquista almejada por anos! Estou muito feliz! Quero atuar na Instituição com vocação, fazendo o melhor pelos assistidos!”, assegurou.

João – Cearense de Massapê, 240 km de Fortaleza (capital do Ceará), João Tomaz Neto tem 55 anos, é casado e pai de dois filhos. Tem formação em Letras em Licenciatura Plena e também em Direito pela Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), em Sobral (CE), especialização em Direito Processual Civil também pela UVA, além de duas outras especializações na área da Educação.

Foi professor substituto do curso de Direito na UVA, também trabalhou como professor efetivo da rede estadual de ensino, no Ensino Fundamental e Médio, além de atuar como advogado nos setores público e privado.

“Há como expectativa o desejo de contribuir para a efetivação do acesso aos direitos dos assistidos seja na seara administrativa ou judicial, voltado para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária”, sustentou Neto.

Julio – Nascido em Uberaba (MG), Julio Meirelles Carvalho tem 33 anos, namora há três anos e não tem filhos. Formou-se em Direito pela Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) em Franca (SP). Depois retornou para Uberaba para trabalhar como advogado autônomo, conciliando os estudos para defensor público.

“Sempre foi o meu foco desde que saí da faculdade. Conheci quase que o Brasil inteiro indo prestar concursos. Dessa forma me sinto muito orgulhoso e honrado de fazer parte de uma instituição como a Defensoria Pública, a última barreira de garantia para os vulneráveis da sociedade mato-grossense”, destacou Carvalho.

Marcelo – Natural de Campinas, interior de São Paulo, Marcelo Fernandes De Nardi tem 41 anos, é casado e tem um filho. Formado em Direito pela Faculdade do Largo de São Francisco (USP), foi militar da Força Aérea Brasileira (FAB), escrevente técnico-judiciário do Tribunal de Justiça de São Paulo, advogado e coordenador do Departamento Jurídico da Pastoral Carcerária de São Paulo, assistente e assessor técnico da Defensoria Pública de São Paulo, corregedor-geral do Sistema Penitenciário Federal (DEPEN/MJ) e delegado da Polícia de São Paulo, cargo que ocupa no momento.

“Realizar um antigo sonho, cuja inspiração nasceu e perseverou em função do convívio com defensoras e defensores excepcionais (concursados ou não); dar continuidade ao esforço de uma vida no sentido de buscar ser o mais útil possível aos que nos cercam, sejam eles colegas de trabalho ou destinatários deste, colocando em prática os ensinamentos aprendidos com tantas pessoas formidáveis com quem tive a honra de conviver; bem como proporcionar conforto e bem-estar à minha família, que é a razão primeira de tudo e a quem devo minha aprovação no presente certame”, destacou De Nardi.

Marcos – Natural de Belo Horizonte (MG), Marcos Guimarães da Mata Machado tem 40 anos e está em uma união estável, sem filhos. Formado em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), advogou por quase dez anos em escritório e depois concentrou-se nos estudos.

“Passei na DPEMT, DPEMG DPU. Esse será o meu primeiro serviço público. Estou muito empolgado com a posse e acredito que a Defensoria Pública é um órgão de transformação social de importância ímpar, principalmente em virtude da ampla desigualdade pátria. O acesso à Justiça é essencial para um Estado Democrático de Direito e, sem a Defensoria, aquele não existe de fato para a maioria da população”, afirmou Machado.

Renato – Nascido em Assis, interior de São Paulo, Renato Henrique Ferrarezi tem 41 anos, é casado e tem um filho. Formou-se em Medicina Veterinária pela Universidade Estadual de Londrina (PR), em 2003, e em Direito pela Faculdade de Presidente Prudente (SP), em 2012.

Trabalhou como agente penitenciário entre 2006 e 2007 e era escrivão da Polícia Federal desde 2007. “Atuar como defensor público é um sonho desde que conheci as carreiras públicas, no sentido de poder de alguma forma ajudar as pessoas necessitadas, que muitas vezes veem no defensor público a única esperança de ter uma vida mais digna, estando ciente de que é um trabalho árduo, mas muito gratificante”, declarou Ferrarezi.

Thiago – Natural de Goiânia (GO), Thiago Alexander Amaral e Silva tem 34 anos, é casado e não tem filhos. Colou grau em Direito pela Universidade Federal de Goiás (UFGO) em agosto de 2014.

Ocupou os cargos de assistente de Gestão Administrativa do Estado de Goiás de 2007 a 2013, trabalhou na Delegacia da Mulher de Goiânia, foi técnico administrativo da Justiça Federal do TRF da 1ª Região de 2013 a 2021, e oficial de gabinete da Vara Federal em Goiânia.

“Minha expectativa para atuar como defensor em Mato Grosso é a melhor possível! Tenho um carinho especial por esse estado porque minha esposa, Raíssa, é natural de Cáceres. Sinto imenso orgulho em assumir esse cargo tão importante para a República, ainda mais nos dias de hoje (pandemia e aumento da vulnerabilidade social no Brasil). Passar no concurso de defensor foi, para mim, o ápice dos meus longos anos de estudo. Devido isso tudo a meus pais, Rose e Kennedy, à minha esposa, e à minha tia Dalma”, afirmou.

Fonte: Assessoria

 

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Mato Grosso

Mato Grosso apresenta reduções de homicídios dolosos, feminicídios, roubos e furtos

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Apesar do aumento de ocorrências envolvendo drogas, o Estado aumentou a apreensão em 63%, somando mais de 8 toneladas até o momento

Julia Oviedo | Sesp-MT

Na avaliação do secretário Alexandre Bustamente, isso se deve principalmente à integração entre forças de segurança estaduais e federais, além dos investimentos – Foto por: PMMT,

O estado de Mato Grosso apresentou redução nos principais índices de criminalidade nos primeiros cinco meses do ano, em comparação com o mesmo período de 2020. Os casos de homicídios dolosos reduziram 7%, com 316 ocorrências, perante 339 no ano passado. Já o número de feminicídios reduziu 30%, passando de 27 casos no anterior para 19 neste ano.

Os dados são da Superintendência do Observatório de Segurança Pública, vinculada à Adjunta de Inteligência da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT). Ainda em relação a crimes contra a vida, o roubo seguido de morte teve aumento de 14%, com 14 casos no ano passado e 16 neste ano.

Outros índices que também reduziram foram: roubos (-28%), furtos (-10%), roubo de veículos (-41%) e furto de veículos (-26%). Para o secretário de Estado de Segurança Pública, Alexandre Bustamante, a redução dos principais índices acaba refletindo em uma maior sensação de segurança.

“São números que quando apresentam redução, você consegue perceber um grande aumento da sensação de segurança por parte da população, principalmente relacionado a roubos e furtos, que causam um incômodo muito grande para o cidadão”, disse Bustamante.

Tráfico de drogas

As ocorrências de tráfico e uso de drogas tiveram um aumento de 38% em relação a 2020. Em contrapartida, o número de apreensões de drogas em todo o estado aumentou 63%, passando de 5 toneladas em 2020 para mais de 8 toneladas de entorpecentes apreendidos este ano.

Na avaliação do secretário, isso se deve principalmente à integração entre forças de segurança estaduais e federais, além dos grandes investimentos, que chegaram a mais de R$ 200 milhões.

“Nós temos a integração e o uso da inteligência como fator forte no estado. E os investimentos que o governo tem feito, com por exemplo um maior número de viaturas, investimentos em radiocomunicação digital, policiais em mais cantos do estado em circulação, possibilitando uma diminuição dos índices criminais”, finalizou Bustamante.

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Quarta-feira (16): Mato Grosso registra 434.016 casos e 11.549 óbitos por Covid-19

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Há 445 internações em UTIs públicas e 367 em enfermarias públicas; taxa de ocupação está em 83% para UTIs e 42% em enfermaria

Rose Velasco | SES-MT

Um total de 350.769 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) – Foto por: Tchélo Figueiredo

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta quarta-feira (16.06), 434.016 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 11.549 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Foram notificadas 2.096 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 434.016 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 12.863 estão em isolamento domiciliar e 407.880 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 445 internações em UTIs públicas e 367 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 83,65% para UTIs adulto e em 42% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (90.308), Rondonópolis (31.549), Várzea Grande (29.427), Sinop (21.092), Sorriso (15.018), Tangará da Serra (14.872), Lucas do Rio Verde (13.308), Primavera do Leste (11.054), Cáceres (9.359) e Alta Floresta (8.279).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.

O documento ainda aponta que um total de 350.769 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 682 amostras em análise laboratorial.

Cenário nacional

Na terça-feira (15.06), o Governo Federal confirmou o total de 17.533.221 casos da Covid-19 no Brasil e 490.696 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 17.452.612 casos da Covid-19 no Brasil e 488.228 óbitos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados desta quarta-feira (16.06).

Recomendações

Já existem vacinas para prevenir a infecção pelo novo coronavírus, mas ainda é importante adotar algumas medidas de distanciamento e biossegurança.

Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca da Covid-19. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo vírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

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