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Agronegócio

O Boletim do Suíno de junho está disponível no site!

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Cepea, 14/07/2022 – O Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, disponibiliza hoje o Boletim do Suíno de maio de 2022.

Confira aqui a publicação!

Abaixo, alguns trechos:

Mercado em junho

Os preços médios do suíno vivo em junho apresentaram movimentos de alta frente aos de maio. Por outro lado, na comparação anual, a média de junho ainda está inferior à do mesmo mês de 2021, em termos nominais.

Preços e exportações

Após recuarem em maio, os embarques brasileiros de carne suína in natura voltaram a aumentar em junho. A receita em moeda nacional também cresceu significativamente no período, atingindo o melhor resultado desde outubro/21.

Relação de troca e insumos

A forte alta no preço do suíno vivo frente ao leve aumento no valor do farelo de soja e desvalorização do milho, principais insumos da atividade, favoreceu a relação de troca do suinocultor paulista frente a esses produtos em junho. Trata-se do quarto mês consecutivo de melhora na relação de troca, cenário que alivia a pressão sobre as margens da atividade.

Veja Também:  FRANGO/CEPEA: Preços do vivo e dos grãos têm alta similar, e relação de troca segue estável

Carnes concorrentes

Os preços da carne suína avançaram em junho, ao passo que os valores das proteínas bovina e de frango se enfraqueceram. Diante disso, a competitividade da proteína suína caiu frente às concorrentes. 

Fonte: CEPEA

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Agronegócio

Fungicida carbendazim é proibido pela Anvisa

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta segunda-feira (08), por unanimidade, a proibição, em todo o país, do uso do fungicida carbendazim em produtos agrotóxicos. 

 Por ser largamente utilizado por agricultores brasileiros nas plantações de feijão, arroz, soja e de outros produtos agrícolas, a fim de evitar danos ao meio ambiente, devido à queima ou ao descarte inadequado, a eliminação do produto será realizada de forma gradual. Por outro lado, a importação, tanto do produto técnico como do formulado, será proibida de imediato, a partir da publicação da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC). 

Para a produção, na versão formulada, a proibição começará a valer dentro do prazo de três meses, já para a comercialização, a proibição terá início no prazo de seis meses, contados a partir da publicação, que deverá ocorrer nos próximos dias. 

A Anvisa dará prazo de 12 meses para o início da proibição da exportação desses produtos

A determinação de suspensão do carbendazim já havia sido feita de forma cautelar no dia 21 de junho, durante reunião extraordinária da diretoria colegiada da Anvisa. Entre os argumentos para a proibição do produto está a suspeita de  de mutagenicidade, carcinogenicidade, toxicidade para o desenvolvimento e toxicidade reprodutiva.

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Apesar de estar entre os 20 agrotóxicos mais utilizados no Brasil, o carbendazim é proibido em países da Europa, na Austrália e nos Estados Unidos há muitos anos.

Fonte: AgroPlus

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Agronegócio

Brasil negocia primeiro embarque de milho para a China

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Conforme fontes do governo, há a possibilidade de o Brasil embarcar o primeiro lote de milho para a China ainda neste ano. Inicialmente, a expectativa era de que o produto enviado para a China seria o da safra 2022/2023, porém os chineses precisam do milho antes. 

No entanto, para que isso ocorra, o Brasil precisará atender os requisitos de ordem técnica exigidos pela China. Conforme um interlocutor que acompanhou a negociação, o que definirá se o milho embarcado será o desta safra ou da próxima é o cumprimento dos requisitos.

Em virtude da sua necessidade pelos grãos, a China concordou com a antecipação dos embarques da safra 2022/2023 para o milho produzido em 2021/2022, abrindo mão do monitoramento de eventuais pragas, que possam ter acometido as lavouras do cereal. Em reunião para apresentar os protocolos de exportação à China, nesta sexta-feira (05), o governo sinalizou que os primeiros embarques de milho poderiam ser realizados ainda neste ano e que o governo chinês já teria emitido licenças para as empresas brasileiras exportarem milho. 

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Diante disso, as empresas brasileiras têm até o dia 19 deste mês para manifestar interesse em exportar o cereal para a China junto ao ministério da Agricultura, que fará a avaliação das unidades e então concederá a habilitação.

Segundo o informe do governo da China, esta safra não precisará cumprir todas as exigências de controle das 18 pragas quarentenárias indicadas no protocolo, porém, para a próxima,o cumprimento já será obrigatório. 

 A antecipação da China pelos embarques de milho ocorre devido a preocupação, cada vez maior, em garantir o abastecimento para a produção de carne suína, de aves e de ovos. 

Fonte: AgroPlus

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