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Agronegócio

O Boletim do Suíno de setembro está disponível no site!

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Cepea, 11/10/2021 – Nesta edição, confira: 

Mercado em setembro
Em setembro, os preços recuaram no mercado de suínos da maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea, principalmente no início do mês. Diante disso, apesar do aumento das aquisições de novos lotes de animais para abate a partir de meados do mês – devido ao aquecimento das demandas interna e externa por carne suína – e da consequente alta dos valores, na média do mês, o cenário ainda foi de queda na maior parte das praças. Leia mais.

Preços e exportações

Como já era esperado pelo setor, os embarques de carne suína atingiram volume recorde em setembro. Vale lembrar que, em agosto, a baixa disponibilidade de contêineres e o alto valor do frete marítimo limitaram os embarques brasileiros da proteína. Já em setembro, os pedidos represados se somaram aos já programados para o mês, elevando com força a quantidade escoada pelo Brasil. Leia mais.

Relação de troca e insumos

Apesar da desvalorização do milho e do consequente avanço do poder de compra dos suinocultores paulistas frente a esse insumo em setembro, os preços do farelo de soja subiram frente a agosto, desfavorecendo a relação de troca ao produtor. Já para os suinocultores catarinenses, o movimento foi de avanço no poder de compra frente aos dois insumos. Leia mais.

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Carnes concorrentes

Enquanto a carcaça suína registrou desvalorização de 1% de agosto para setembro, o preço da carne bovina caiu apenas 0,2%, ao passo que a de frango subiu 3,2%. Esse movimento elevou a competitividade da carne suína no último mês, tendo em vista que os valores da proteína se distanciaram dos da carne de boi, mas se aproximaram das cotações do produto avícola. Leia mais.

Fonte: CEPEA

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Agronegócio

IPPA/CEPEA: Influenciado sobretudo por hortifrútis, IPPA sobe no 3º trimestre

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Cepea, 22/10/2021 – Os avanços nos preços dos hortifrutícolas, do café e da cana e de alguns produtos pecuários resultaram em alta de 1,6% do IPPA/Cepea (Índice de Preços ao Produtor de Grupos de Produtos Agropecuários) no terceiro trimestre de 2021 frente ao anterior, em termos reais, segundo cálculos do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP.

No caso dos hortifrútis, cálculos do Cepea mostram que o IPPA-Hortifrutícolas/Cepea subiu expressivos 21,5% entre o segundo e o terceiro trimestres de 2021, influenciado pelas fortes valorizações registradas para o tomate, a banana e a laranja. Quanto ao IPPA-Cana e Café/Cepea, o aumento foi de 8,1% entre o segundo e o terceiro trimestres de 2021. O Índice foi novamente impulsionado pelas valorizações da cana e também do café.

Para o IPPA-Pecuária/Cepea, houve alta de 1,9% na mesma comparação, em termos reais, sustentada pelos preços do frango e do leite. Em geral, pesquisadores do Cepea indicam que os preços pecuários avançaram no terceiro trimestre de 2021, sendo observadas quedas apenas entre agosto e setembro para a arroba bovina e ovos.

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Já em relação ao IPPA-Grãos/Cepea, foi registrada queda de 1,2% do segundo para o terceiro trimestres de 2021. Dentre os produtos considerados neste Índice, o principal recuo foi observado para o arroz, seguido por milho, soja e trigo. Pesquisadores do Cepea ressaltam que, em geral, os preços dos grãos demonstraram alguma recuperação ao longo do terceiro trimestre, mas permaneceram abaixo dos patamares observados no trimestre anterior.

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o IPPA/Cepea aqui e por meio da Comunicação Cepea, com o prof. Geraldo Barros e a pesquisadora Nicole Rennó: [email protected]

Fonte: CEPEA

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Agronegócio

CITROS/CEPEA: Valor da laranja pera ultrapassa os R$ 50/cx e renova máxima nominal

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Cepea, 22/10/2021 – Os preços da laranja pera de mesa estão em alta desde o início da safra, em junho, impulsionados pela baixa oferta da fruta. Diante disso, a variedade já vem sendo negociada acima dos R$ 50,00/cx de 40,8 kg (na árvore) nesta segunda quinzena de outubro, renovando a máxima nominal da série histórica do Cepea. Na média parcial deste mês (até o dia 21), a fruta é comercializada em São Paulo a R$ 49,76/cx de 40,8 kg, na árvore, 10% acima da média registrada em setembro e 28% superior à de outubro/20, em termos nominais. Segundo colaboradores do Cepea, já era consenso entre os agentes do setor que a safra 2021/22 não seria de oferta elevada, devido aos efeitos do clima na abertura e, principalmente, no pegamento das floradas. Contudo, no correr da temporada, as adversidades climáticas se intensificaram, com chuvas abaixo do ideal e geadas em algumas áreas no fim de julho, reduzindo ainda mais a disponibilidade de laranjas, principalmente de calibre ideal para comercialização. Quanto à lima ácida tahiti, o recente retorno das chuvas já tem favorecido a produção e elevado a oferta. Assim, a variedade registrou nova desvalorização nos pomares paulistas na parcial desta semana, sendo comercializada à média de R$ 24,27/cx de 27 kg, colhida, entre 18 e 21 de outubro, recuo de 4,4% em relação à semana passada. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

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Fonte: CEPEA

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