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O Ovo e seus benefícios para a saúde do homem

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Todos os anos durante o mês de novembro, é trabalhada a campanha do “novembro Azul”, um período dedicado à saúde do homem — trabalho de conscientização para que ele cuide de sua saúde e faça exames preventivos relacionados ao câncer de próstata.

A saúde do homem ganhou destaque na contemporaneidade devido aos altos índices de morbimortalidade dessa população, evidenciados por estudos epidemiológicos, onde é possível constatar a menor expectativa de vida masculina quando comparada a feminina (1).

A posição de provedor e a rejeição de um possível adoecimento são alguns fatores relacionados a falta de cuidado e a dificuldade em reconhecer suas necessidades. (2). O “stress” gerado pela pressão do dia a dia, alimentação irregular, alterações de sono, sedentarismo são fatores que alteram o metabolismo e pode provocar doenças ao longo da vida.

Homem, como anda a sua saúde?  

A prática de exercícios físicos aumenta a liberação de serotonina e endorfina, neurotransmissores relacionados ao bem-estar (3) e assim reduz a ansiedade. Além disso, o exercício pode favorecer a perda de peso, melhorar a glicemia, a função cardiorrespiratória.

Entretanto, exercícios físicos associados a dieta balanceada são fundamentais para a promoção da saúde. Cada vez mais os estudos científicos comprovam que além de vitaminas, minerais e fibras, os compostos bioativos atuam na redução de processos inflamatórios, são capazes de prevenir doenças e promover saúde (4).

Sabia que o ovo é um grande aliado para prevenção de doenças?

O ovo pode contribuir de forma muito eficiente com a alimentação equilibrada, pois é de fácil aceitação e preparo, além de compor receitas e agregar nutrientes a preparação.  A presença de luteína e zeaxantina presentes na gema podem colaborar com a saúde dos olhos. Estudos mostram que o consumo de ovos mantém elevadas a luteína e zeaxantina sérica capazes de melhorar a cognição (5). Além disso, o ovo possui de forma expressiva a colina, relacionada a cognição, fazendo bem para a memória e diminuindo mudanças no cérebro relacionados a demência.

Durante o ciclo de vida, o sedentarismo favorece a perda de massa muscular e a redução da ingestão de proteína em idosos, o que está relacionada a sarcopenia. Assim, o ovo contribui não só para o ganho, mas também para a manutenção da massa magra, afinal apresenta aminoácidos de cadeia ramificada fundamentais para o aumento da síntese proteica. (6)

O triptofano, com vitaminas B12, B6, ácido fólico, magnésio e todos os componentes do ovo favorecem a síntese de serotonina, neurotransmissor relacionado ao bem-estar e ainda promovem a melhor qualidade de sono.

Uma alimentação saudável e equilibrada pode favorecer a redução do “stress” e manter sob controle hormônios que atuam na saciedade e manutenção da glicemia. A combinação de carboidratos ricos em fibras de proteínas como o ovo, ácidos graxos mono e poliinsaturados encontrados em óleos garante uma melhor qualidade de vida.

Que esse mês dedicado aos homens, possa sensibilizar a importância da prevenção e do cuidado. Incluindo o ovo nas refeições,  levando mais saúde para suas vidas.

Ovo, um alimento completo!

REFERENCIAS:

Martins, E.R.C.; Alves, F.S.; Medeiros, A.S.; Saúde do homem jovem na perspectiva da promoção a saúde e prevenção de agravos. Braz. J. Hea. Rev., Curitiba, v. 3, n. 2, p.2301-2308 mar./apr. 2020. ISSN 2595-6825

Sobre o IOB

O Instituto Ovos Brasil é uma entidade sem fins lucrativos criada em 2007 com objetivo de esclarecer a população sobre as propriedades nutricionais do ovo e os benefícios que este alimento proporciona à saúde, além de desfazer mitos sobre seu consumo. O IOB tem atuação em todo o território nacional e hoje é referência em informação sobre ovos no Brasil. O site da instituição (www.ovosbrasil.com.br) reúne campanhas, dados, pesquisas e artigos de credibilidade para o público em geral e profissionais das mais diversas áreas.

 

www.barranews.com.br – A sua fonte diária de informação – Barra do Bugres MT

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Todos os municípios de MT estão com risco alto ou muito alto para transmissão da Covid-19

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Por G1 MT

Coronavírus (Covid-19) — Foto: Hellen Souza/Arte-G1

Coronavírus (Covid-19) — Foto: Hellen Souza/Arte-G1

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) divulgou, nesta terça-feira (15), que 27 municípios registram classificação de risco muito alto para o coronavírus.

São eles: Água Boa, Araguainha, Arenápolis, Barra do Bugres, Barra do Garças, Cáceres, Campo Novo do Parecis, Campo Verde, Cláudia, Confresa, Guiratinga, Itanhangá, Juína, Lucas do Rio Verde, Luciara, Nova Mutum, Peixoto de Azevedo, Primavera do Leste, Rondonópolis, Santa Rita do Trivelato, Santo Antônio do Leste, São José do Povo, Sapezal, Sorriso, Tangará da Serra, Torixoréu e Vila Rica.

Outras 114 cidades estão classificadas na categoria alta para a contaminação do coronavírus. Nenhum município foi classificado com risco moderado ou baixo para a Covid-19.

Novo método para classificação

O método para definir a classificação de risco dos municípios foi aprimorado. A mudança foi publicada no Diário Oficial do dia 25 de março de 2021. Desde então, não é levado em consideração apenas o número absoluto dos casos dos últimos quatorzes dias, mas sim a média móvel dos últimos quatorze dias.

Assim, o município não sofrerá uma mudança brusca de um boletim para o outro; a cidade ficará na mesma categoria por pelo menos duas semanas, conforme sua média móvel de casos.

Também foi aperfeiçoado o cálculo dos casos acumulados. Antes eram considerados os casos acumulados a partir do dia 1º de dezembro de 2020. Com a nova metodologia, a análise será realizada sempre com base nos casos acumulados dos últimos 90 dias.

Confira as medidas de acordo com a classificação de risco:

• Nível de Risco ALTO

  • a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO e MODERADO;
  • b) proibição de qualquer atividade de lazer ou evento que cause aglomeração;
  • c) proibição de atendimento presencial em órgãos públicos e concessionárias de serviços públicos, devendo ser disponibilizado canais de atendimento ao público não presencial;
  • d) adoção de medidas preparatórias para a quarentena obrigatória, iniciando com incentivo à quarentena voluntária e outras medidas julgadas adequadas pela autoridade municipal para evitar a circulação e aglomeração de pessoas.

• Nível de Risco MUITO ALTO

  • a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO, MODERADO e ALTO;
  • b) quarentena coletiva obrigatória no território do Município, por períodos de 10 (dez) dias, prorrogáveis, mediante reavaliação da autoridade competente, podendo, inclusive, haver antecipação de feriados para referido período;
  • c) suspensão de aulas presenciais em creches, escolas e universidades;
  • d) controle do perímetro da área de contenção, por barreiras sanitárias, para triagem da entrada e saída de pessoas, ficando autorizada apenas a circulação de pessoas com o objetivo de acessar e exercer atividades essenciais;
  • e) manutenção do funcionamento apenas dos serviços públicos e atividades essenciais;
  • §1º Atingida determinada classificação de risco, as medidas de restrição correspondentes devem ser aplicadas por, no mínimo, 10 (dez) dias, ainda que, neste período, ocorra o rebaixamento da classificação do Município.
  • §2º Os municípios contíguos devem adotar as medidas restritivas idênticas, correspondentes às aplicáveis aquele que tiver classificação de risco mais grave.
  • §3º Os Municípios poderão adotar medidas mais restritivas do que as contidas neste Decreto, desde que justificadas em dados concretos locais que demonstrem a necessidade de maior rigor para o controle da disseminação do novo coronavírus.
  • Art. 6º O funcionamento de parques públicos estaduais seguirá as restrições estabelecidas pelos Municípios em que se encontrem e, na ausência de normas a este respeito, poderão ser utilizados, desde que observado o distanciamento mínimo de 1,5m entre as pessoas, ficando vedado o acesso sem o uso de máscara de proteção facial.

Fonte: G1 / MT

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Avanços no Tratamento contra a Aids no Brasil

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Na 25ª edição da Parada LGBTQIA+ de São Paulo, neste domingo 6 de junho, a Agência Aids promove o Camarote Virtual Solidário articulando debates com médicos e ativistas, além do grande objetivo de arrecadar cestas básicas para pessoas com HIV e AIDS em situação de vulnerabilidade.

Três médicos referência em Aids, Dr. Fábio Mesquita, médico epidemiologista que faz parte da OMS, e os infectologistas Dr. Vinicius Borges (Dr. Maravilha) e a Dra. Zarifa Khoury, comentaram os avanços no tratamento contra a Aids no Brasil e no mundo.

“Amanhã (7), começa uma agenda global na ONU para retomar a questão da Aids e isso é muito importante. O Brasil foi o primeiro país, de média e baixa renda, a oferecer os medicamentos antirretrovirais cumprindo a Constituição, uma grande conquista na implementação de políticas públicas, desde 1995 em nível nacional”, contou Dr Fábio Mesquita que traçou uma retrospectiva histórica da construção da política de Aids no Brasil.

A adesão ao tratamento, nos anos 1980, foi difícil. “Havia resistência aos medicamentos e seus efeitos colaterais. Testemunhamos muitos suicídios, era terrível”, lembra Dra Zarifa Khoury.

Passados 40 anos, os avanços foram muitos: do tratamento com 16 medicamentos, hoje é prescrito com dois comprimidos. “Às vivências do passado nos ensinaram muito, mas ainda há problemas sociais graves para as pessoas com HIV e Aids. Quando criei o Dr. Maravilha nas redes sociais foi para ajudar a enfrentar o preconceito e a autoestima da população LGBT que vive com HIV. Quero olhar pessoas e não o vírus”, explicou Dr Vinicius Borges.

A pergunta hoje é “Tenho HIV e agora?” É a realização de sonhos porque é possível viver com medicamentos e ter qualidade de vida.

“O desafio é vencer o estigma. Desde do início, os gays sofriam discriminação porque Aids era considerada “peste gay” é ainda hoje muitas pessoas não seguem o tratamento por medo da opinião da sociedade”, diz Dra Zarifa.

Dr Fábio Mesquita ressaltou que a questão deve ser esclarecer as informações erradas sobre a Aids, melhorar a informação para que as pessoas sofram menos, como faz a Agência Aids e o Dr Maravilha. “Fora do Brasil, o preconceito em países pobres ainda é muito grande. A imprensa trabalha para mudar esse conceito. Foram testadas vacinas, sem grande retorno, mas a ciência requer investimento. Veja a capacidade de recursos para a Covid, pois atinge todas as classes sociais e raças. Por isso, houve grande mobilização da ciência para chegar à vacina. É possível diminuir a transmissão e a mortalidade (700 mil óbitos em 2020). Com a Covid-19, houve impacto no tratamento e no cumprimento da mandala de prevenção”, explica o epidemiologista.

Dr Maravilha resume: “É preciso combater o negacionismo em todas às áreas, valorizar a ciência, democratizar o tratamento”.

A doação de cestas básicas para pessoas com HIV e AIDS em situação de vulnerabilidade vai até 25 de junho: https://linktr.ee/agenciaaids.

O Camarote Virtual Solidário é um evento social, organizado pela Agência de Notícias da Aids e tem o apoio do SESC, do Senac, das farmacêuticas GSK ViiV Healthcare, Jansen e Gilead, da DKT do Brasil, de Mulheres no E-Commerce e da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo. Contamos também com a parceria do site Catraca Livre que vai transmitir o evento conosco.

 

Vera Moreira/ Assessora de Imprensa do Camarote Virtual Solidário

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