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O que esperar para o futuro do Cyberpunk 2077?

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Cyberpunk 2077
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Cyberpunk 2077

De um jogo aguardado com extrema expectativa por muito tempo a um dos lançamentos mais criticados da história, lá se vão quase nove meses desde a chegada do Cyberpunk 2077 e, embora ele tenha melhorado desde então, a CD Projekt Red ainda parece ter muito a fazer. A boa notícia é que se você ainda espera uma grande reviravolta para este caso, a empresa polonesa não está medindo esforços para fazer com que o jogo se torne o melhor possível.

Quem detalhou os próximos passos para o Cyberpunk 2077 foi Adam Kiciński, CEO da desenvolvedora e que durante uma apresentação para investidores revelou que no momento, cerca de 160 funcionários (ou um quarto da equipe) estaria dedicada a criação da primeira expansão para o Cyberpunk 2077. Na ocasião, alguns participantes questionaram sobre uma possível data para o lançamento deste conteúdo, mas os executivos da CD Projekt Red preferiram não fazer uma previsão.

Segundo o vice-presidente sênior de desenvolvimento de negócios, Michał Nowakowski, ainda é muito cedo para eles falarem sobre isso e que a política da empresa é de só mencionar uma data quando estiverem prontos para fazer isso (pelo jeito aprenderam a lição). Já em relação ao preço, ele deu a entender que assim como aconteceu com o The Witcher 3: Wild Hunt, as expansões serão pagas, mas reforçou que ainda não é hora de se aprofundarem neste tema.

Outra dúvida que vem incomodando aqueles que possuem um dos consoles da nova geração é em relação à quando o mais recente jogo dos poloneses enfim chegará nativamente a eles. Embora rode através da retrocompatibilidade do PlayStation 5 e do Xbox Series S|X, ter uma versão específica para estes aparelhos poderia tornar a experiência muito melhor, com o jogo se aproximando ou até igualando aquilo que temos no PC, onde as reclamações em relação a bugs foram muito menores.

Quanto a isso, Kiciński afirmou que o plano da empresa continua sendo disponibilizar a atualização gratuita nos próximos meses, mas…

“A versão de próxima geração é um passo importante na nossa aventura no universo Cyberpunk. Acreditamos fortemente no potencial a longo prazo para esta propriedade intelectual […] O objetivo é lançar a versão de próxima geração do Cyberpunk 2077 no final deste ano. Ao mesmo tempo, tenham em mente as lições que aprendemos durante o ano passado e levem em consideração que este é um projeto que ainda continua em desenvolvimento, não podemos dizer com total certeza que o cronograma de produção não mudará”, declarou.

Já Nowakowski aproveitou para falar sobre outra promessa feita por eles, que era dar o mesmo tratamento ao The Witcher 3: Wild Hunt. De acordo com o executivo, a atualização do RPG para os novos consoles de Sony e Microsoft está sob os cuidados da Saber Interactive e assim como o Cyberpunk 2077, é possível que a chegada desta versão melhorada também acabe perdendo a janela de lançamento para 2021.

Voltando ao jogo de tiro em primeira pessoa, nos últimos dias ficamos sabendo que a CD Projekt Red resolveu investir em outras frentes para melhorar o título. Sabendo da importância da comunidade que se dedica à criação de mods, a empresa contratou um grupo que vinha se destacando neste cenário, o Yigsoft. Situado na cidade de Budapeste, o estúdio fundado por Hambalkó “Traderain” Bence é o responsável pelo WolvenKit, um kjit de ferramentas que nos permite modificar arquivos tanto do Cyberpunk 2077 quanto do The Witcher 3: Wild Hunt.

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Sem que maiores detalhes sobre a parceria tivessem sido revelados, o que sabemos por enquanto é que ela deverá dar origem a suporte oficial a mods e que o grupo manterá sua independência, atuando diretamente da capital húngara. Traderain limitou-se a dizer que trabalhar com a CDPR é a realização de um sonho antigo e tenho certeza de que ele foi sincero ao fazer tal declaração.

Por fim, ao vasculhar os arquivos do Cyberpunk 2077 após o lançamento da recente atualização 1.3, Tyler McVicker descobriu referências a uma boa quantidade de conteúdo que supostamente estão em desenvolvimento. Entre eles estariam duas expansões e principalmente, um modo multiplayer que em algum momento deverá ser adicionado ao título.

Vale citar que em março passado Adam Kiciński afirmou que a CD Projekt Red havia reconsiderado a ideia de lançar um jogo multiplayer independente que fosse ambientado no universo Cyberpunk e fazer disso “apenas” um modo poderia ser a explicação para a mudança de planos. E mesmo que este rumor seja confirmado, a empresa ainda manteria sua intenção de levar o multiplayer para todas as suas franquias.

Portanto, os próximos meses deverão reservar algumas novidades interessantes para o Cyberpunk 2077, mas mesmo que todas elas se confirmem, ainda tenho minhas dúvidas se o jogo poderá ser salvo. Há alguns problemas estruturais nele que serão difíceis de serem corrigidos, mas depois do que a Hello Games tem feito com o No Man’s Sky, nunca mais descartarei o eventual sucesso de um jogo que inicialmente não correspondeu às expectativas.

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Telegram vira alternativa à dark web para venda de dados roubados

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Telegram é usado por cibercriminosos
Bruno Gall De Blasi

Telegram é usado por cibercriminosos

O Telegram fechou agosto com 500 milhões de usuários ativos. Com tanta gente, não surpreende que haja quem faça uso ilícito do mensageiro. O que preocupa é o fato de as atividades criminosas estarem aumentando por ali: um levantamento aponta que o acesso ao Telegram por cibercriminosos dobrou nos últimos meses, a ponto de a plataforma já ser considerada uma alternativa à dark web.

Na primeira olhada, a comparação é estranha, mas faz sentido se levarmos em conta a dinâmica das principais atividades criminosas. Frequentemente, hackers usam páginas e fóruns na dark web para negociar malwares, ferramentas para ataques cibernéticos e, principalmente, dados roubados em invasões.

Vide o exemplo do REvil. Esse é nome de uma das gangues de ransomware mais perigosas da atualidade. Eles fizeram uma pausa em julho, mas, aparentemente, voltaram à ativa neste mês de setembro. O grupo mantém páginas na dark web para expor amostras de dados sigilosos capturados em ataques e negociar pagamentos de resgate com as vítimas.

Como o Telegram entra nessa história?

Uma investigação realizada pela empresa de inteligência cibernética Cyberint em parceria com o Financial Times indica que existe uma rede crescente de hackers que usam o Telegram para compartilhar dados vazados e executar outras atividades ilegais.

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Os analistas perceberam que essas ações são muito semelhantes às negociações de venda de dados que são feitas via dark web. “Testemunhamos, recentemente, um aumento de mais de 100% no uso do Telegram por cibercriminosos”, relata Tal Samra, analista de ameaças digitais da Cyberint.

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Isso não significa, necessariamente, que o uso da dark web esteja caindo, mas que o Telegram tem se mostrado um meio mais interessante para ações de hackers e afins.

Entre os dados compartilhados no serviço de mensagens, a Cyberint encontrou listas de email e senha, números de cartão de crédito, cópias de passaporte, credenciais para serviço como Netflix, malwares e guias para ataques.

Há algumas razões para a escolha do Telegram para essas atividades. Uma delas é a possibilidade de canais e grupos com um número muito grande de participantes serem criados. Outra é o suporte do mensageiro ao compartilhamento de arquivos volumosos.

Os recursos de criptografia e a probabilidade menor de grupos no Telegram serem monitorados por autoridades em relação a outros serviços também aparecem como atrativos para os hackers.

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De modo geral, o Telegram é mais conveniente de se usar do que a dark web, aponta Samra, que também destaca que o aumento de atividades ilícitas na plataforma coincidiu com as buscas por outros serviços de mensagens depois que, no início do ano, o WhatsApp anunciou mudanças em sua política de privacidade.

Telegram afirma que remove dados compartilhados indevidamente

Ao Financial Times, o Telegram informou que adota uma política de remoção de dados quanto estes são compartilhados em seu serviço sem consentimento dos detentores.

Além disso, a plataforma revelou que a sua “equipe cada vez maior de moderadores profissionais” removeu mais de 10 mil comunidades públicas por violação de termos de uso após receber denúncias de usuários.

Um canal público encontrado pela Cyberint que vendia conjuntos com milhares de dados vazados está entre os que foram fechados pelo Telegram.

Apesar disso, o incremento das atividades criminosas no Telegram pode aumentar a pressão para que o serviço seja mais rigoroso na moderação de conteúdo.

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Chefe do Instagram nega que rede social seja como droga e a compara com carros

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Instagram pode prejudicar adolescentes
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Instagram pode prejudicar adolescentes

Adam Mosseri, chefe do Instagram, negou que as redes sociais possam ser comparadas a drogas, que viciam e causam consequências negativas. O comentário do executivo veio após um relatório obtido pelo jornal The Wall Street Journal revelar que o  Faceboook sabe que o Instagram faz mal para a saúde mental de adolescentes.

Em entrevista ao podcast Recode Media, Mosseri comparou os efeitos das redes sociais aos carros. “Nós sabemos que mais pessoas morrem do que morreriam por causa de acidentes de carro, mas em geral, os carros criam muito mais valor no mundo do que destroem. E eu acho que as mídias sociais são semelhantes”, afirmou.

Na entrevista Mosseri pontuou os efeitos positivos das redes sociais, como o engajamento aos movimentos Black Lives Matter e Me Too e o impulso a pequenos negócios. “Conectar pessoas tem resultados positivos e negativos”, declarou.

O apresentador do podcast, Peter Kafka, perguntou ao chefe do Instagram se as redes sociais deveriam sofrer algum tipo de restrição caso houvesse a chance delas realmente prejudicarem as pessoas, assim como os cigarros.

“Absolutamente não, e eu realmente não concordo com a comparação com drogas ou cigarros, que têm vantagens muito limitadas, se houver. Tudo o que for usado em escala terá resultados positivos e negativos. Carros têm resultados positivos e negativos”, respondeu Mosseri.

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