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Olimpíadas de Tóquio: conheça 11 atletas brasileiros para seguir no Instagram

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Equipe brasileira de ginástica artística
Manoela Penna/COB

Equipe brasileira de ginástica artística

Os Jogos Olímpicos de Tóquio começam oficialmente nesta sexta-feira (23) e vão até o dia 8 de agosto. Os ateltas brasileiros já chegaram à Vila Olímpica e estão usando e abusando das redes sociais para mostrar os bastidores dos Jogos.

Alguns fazem vídeos bastante divertidos, enquanto outros mostram os treinos e as características da cultura japonesa. Os atletas brasileiros estão viralizando nas redes sociais e suas contas são uma ótima maneira de se sentir mais perto dos Jogos. A seguir, confira 11 atletas brasileiros para seguir no Instagram :

Douglas Souza – @douglasouza

Douglas é jogador de voleibol e, em sua conta no Instagram, tem mostrado os bastidores de Tóquio 2020 com muita leveza e humor. O vídeo em que ele mostra os uniformes do time viralizou nas redes sociais.

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Rayssa Leal – @rayssalealsk8

A fofura de Rayssa Leal, de apenas 13 anos, tem encantado os internautas. A skatista é a atleta brasileira mais nova a disputar Olimpíadas e já prometeu contar todo o dia a dia dos Jogos no Instagram com muitos Stories. No feed, também dá para encontrar vários vídeos de suas manobras.

Ygor Coelho – @co3lho12

Ygor, do Badminton, é outro atleta que mostra o cotidiano dos Jogos Olímpicos em sua conta no Instagram. Nos Stories, ele mostra todos os bastidores, revelando detalhes.

Flavia Saraiva – @flavialopessaraiva

A fofura do time de ginástica artística brasileiro posta muitas fotos e vídeos do seu cotidiano e de todo o time. Treinamentos, viagens e bastidores da equipe podem ser vistos com frequência nos seus stories.

Rebeca Andrade – @rebecarandrade

Também da ginástica, Rebeca é outra atleta que vale a pena seguir na rede social, já que ela mostra todos os bastidores da equipe.

Você viu?

Pepe Gonçalves – @pepehgoncalves

O canoísta mostra, nos Stories do Instagram, as belezas de Tóquio e os bastidores dos jogos, desde os treinos até os frequentes testes de Covid-19 .

Haniel Langaro – @haniellangaro

Atleta do handebol, Haniel mostra o dia a dia da Seleção brasileira do esporte, mostrando os treinos e os detalhes da Vila Olímpica.

Diogo Brajao Soares – @diogo_s0ares

O ginasta Diogo Soares tem revelado muitas diferenças culturais entre Brasil e Japão no seu Instagram, mostrando o dia a dia dos ateltas nos Jogos.

Gabi Roncatto – @gabironcatto

Da natação, Gabi Roncatto é outra atleta que mostra os detalhes dos Jogos e do dia a dia do time brasileiro no esporte.

Marta – @martavsilva10

A rainha não poderia ficar de fora da lista, já que ela e as colegas de Seleção (@selecaofemininadefutebol) costumam mostrar muita alegria no Instagram, mostrando momentos de descontração do time.

Aldemir Gomes Da Silva Junior – @aldemirgjunio

Outro atleta que está mostrando todos os detalhes de sua estadia e treinos em Tóquio é o velocista Aldemir Junior. Vale a pena acompanhar.

Time Brasil – @timebrasil

Por fim, o Instagram oficial do Time Brasil mostra todos os esportes e atletas brasileiros nos Jogos Olímpicos de Tóquio .

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‘Tinder dos antivacina’ é banido da App Store por divulgar fake news

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Aplicativo de relacionamento une pessoas antivacina
Unsplash/Alexander Sinn

Aplicativo de relacionamento une pessoas antivacina

O aplicativo de relacionamento Unjected, voltado para pessoas antivacina, foi removida da App Store, a loja oficial do iOS. Além de conectar negacionistas, o aplicativo ainda divulgava conteúdo falso, dizendo que vacinas modificam genes, conectam humanos ao 5G e são “armas biológicas”. “Conecte negócios, encontre amizades ou amor em sua comunidade não vacinada” é o lema do aplicativo.

A Apple afirmou, em comunicado enviado ao site Engadget, que o aplicativo foi banido por violar as regras relacionadas à Covid-19, que exige que as informações divulgadas por aplicativos tenham embasamento em agências de saúde ou instituições médicas.

Além de funcionar como uma espécie de Tinder, o Unjected foi ganhando novas funções com o tempo, como a possibilidade de fazer postagens em um feed. Foi nesse espaço que começaram a surgir informações falsas sobre a vacinação.

Na Google Play Store, a loja oficial do Android, o aplicativo ainda está disponível. Em 16 de julho, porém, o Google deu um ultimato ao Unjected, solicitando que as postagens enganosas fossem removidas em duas semanas, ou o app seria removido. O feed chegou a ser excluído, mas Shelby Thompson, uma das co-fundadoras do app, disse que vai restaurá-lo.

O Unjected foi criado por duas mulheres do Havaí, de acordo com a Bloomberg. Ele só está disponível em inglês e, segundo levantamento da AppTopia, foi baixado menos de 20 mil vezes.

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LGPD: empresas já podem levar multas milionárias se não protegerem seus dados

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Vazamentos de dados poderão gerar multas
Unsplash/Markus Spiske

Vazamentos de dados poderão gerar multas



A partir deste domingo (1º)  multas e demais punições referentes a possíveis infrações da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) começam a ser aplicadas. A legislação atual prevê multas diárias que podem chegar a 2% do faturamento líquido de empresas com base no balanço do ano anterior, algo que, na prática, pode chegar até R$ 50 milhões – valor máximo previsto pela legislação atual.

Além disso, as empresas que passarem por essa sanção podem sofrer também advertências que culminem no bloqueio de banco de dados pelo período de até seis meses.

Essa última punição, em especial, pode ser ainda mais prejudicial do que a multa em si, visto que basicamente todas as companhias hoje funcionam por meio de dados e ter um banco bloqueado pode causar a interrupção da operação do negócio – e, dessa forma e a depender da extensão do caso, o prejuízo pode ser ainda maior do que apenas o montante referente à multa.

A expectativa, no entanto, é de que no início as multas com altos valores ou penalidades mais graves não sejam implementadas de bate-pronto, explica Luiza Sato, sócia da área de proteção de dados, direito digital e propriedade intelectual do ASBZ Advogados.

Na visão da especialista, primeiramente espera-se que haja “aumento da conscientização de empresas e titulares de dados quanto às regras da LGPD”, o que deve resultar principalmente na aceleração das atividades de conformidade à Lei para o segundo semestre deste ano, ainda segundo Luiza.

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Evolução e punição

A LGPD é responsável por regulamentar a maneira como os dados de pessoas físicas são coletados, utilizados e protegidos no Brasil e entrou em vigor oficialmente em setembro do ano passado .

Às empresas, coube a responsabilidade de se adequarem e garantirem que as diretrizes necessárias fossem postas em prática internamente.

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Na era da transformação digital, a computação em nuvem surgiu como resposta para muitas empresas que precisavam encontrar maneiras de lidar com seus dados. Nesse cenário, adotar um serviço de nuvem, seja ela pública ou privada, se tornou premissa básica para muitas organizações.

Para esses dados, também há de ter o mesmo cuidado aplicado em informações internas. Henrique Vaz, CEO da CleanCloud, especializada em segurança da nuvem, explica que a LGPD engloba tanto o uso de infraestruturas internas quanto de serviços terceiros.

“A LGPD engloba a parte legal, como contratos, NDAs e termos de uso, mapeamento de dados, com processos e treinamentos, e a tecnologia, subdividida entre softwares de terceiros e infraestrutura da empresa”, explica ele, em entrevista ao Olhar Digital.

No caso de um vazamento de dados, por exemplo, a empresa que fez a coleta tem sua parcela de responsabilidade no manejo dessas informações, mesmo que quem tenha sofrido o vazamento tenha sido um serviço externo. “Se houver um vazamento de dados da nuvem pública que contenha informações pessoais ou sensíveis conforme definidas pela lei, a empresa estará sujeita às sanções da LGPD”, aponta.

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Ou seja, para mitigar o risco, empresas que utilizam infraestruturas de nuvem pública ou privada para armazenamento de dados devem ter também o cuidado de garantir que essas informações que não estão ‘dentro de casa’ estejam em consonância com as diretrizes de proteção previstas pela Lei.

“O foco deve ser em assegurar que a configuração da nuvem pública, que estão ligadas com as regras de negócio de cada empresa, estão de acordo com os princípios de proteção de dados estabelecidos pela LGPD”, aponta.

Nesse sentido, é papel das companhias estabelecer uma política de acesso aos dados adequada, bem como a encriptação das informações sensíveis, sugere o executivo.

Eber de Meira Ferreira, advogado especializado em direito civil da Peluso, Stupp e Guaritá Advogados, também com atuação em projetos para a área de Proteção de Dados e Privacidade, destaca que as sanções podem ser aplicadas mesmo nos casos em que não há vazamentos.

“As sanções poderão ser aplicadas pela mera desconformidade ao que disciplina a Lei na forma de tratar os dados pessoais, ainda que não haja a ocorrência de um incidente de vazamento de dados”, comenta, complementando que a chegada das punições decorrentes da LGPD “marca a plena vigência da Lei Geral de Proteção de Dados e deve ser vista como mais um alerta àqueles que ainda não buscaram se adequar às suas exigências”.

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