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OpenSea corrige falha que permitia ataque hacker com NFT malicioso

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OpenSea corrige falha que permitia ataque hacker com NFT malicioso
Bruno Ignacio

OpenSea corrige falha que permitia ataque hacker com NFT malicioso

A OpenSea, um dos principais marketplaces de NFTs (tokens não fungíveis) do mercado, afirmou que corrigiu vulnerabilidades que permitiam que hackers roubassem ativos digitais após enviar arquivos carregados com códigos maliciosos como NFTs. O problema havia sido encontrado pela empresa de segurança digital Check Point Research após múltiplos usuários da plataforma afirmarem ter sido hackeados nas redes sociais.

Pesquisadores da companhia conversaram com pessoas que disseram ter sofrido ataques e encontraram vulnerabilidades na plataforma OpenSea, provando então que os ataques relatados poderiam ocorrer ao se receber um NFT com códigos maliciosos. As falhas foram enviadas para o marketplace, que então trabalhou em conjunto com a empresa e as consertou dentro de uma hora. Além disso, a plataforma também garantiu que as correções funcionassem, afirmou a Check Point Research em uma postagem de blog.

Invasões exigiam falta de atenção de usuários

Ainda que a falha fosse grave e permitisse, no pior dos casos, que carteiras digitais tivessem todos seus ativos roubados, o exploit das falhas não era facilmente aplicado. Para que o golpe ocorresse, os hackers precisavam enviar um NFT de um arquivo carregado com o código malicioso como um “presente” para a possível vítima. No entanto, o código só era ativado se o usuário em questão abrisse o arquivo a partir de sua conta do OpenSea.

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Nesse processo é necessário passar por várias janelas, inclusive algumas que revelam detalhes da transação e de quem enviou o NFT. Porém, caso um usuário ainda assim abrisse o arquivo atrelado ao token não fungível em sua conta OpenSea, os hackers receberiam informações de sua carteira digital MetaMask, instalada como uma extensão de navegador e vinculada ao marketplace.

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Ou seja, a situação se tornava perigosa apenas ao visualizar por completa a imagem atrelada ao NFT recebido, como ao clicar no botão direito do mouse e em “abrir imagem em uma nova guia”. Assim, o código iria automaticamente iniciar uma janela pop-up solicitando acesso a sua carteira digital MetaMask. Caso o usuário concedesse o acesso, os hackers poderiam roubar as informações da carteira e forçar outros pop-ups solicitando aprovações de transferências.

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Notificação pop-up da carteira MetaMask para aceitar uma transação entre carteiras digitais (Imagem: Reprodução)
Notificação pop-up da carteira MetaMask para aceitar uma transação entre carteiras digitais (Imagem: Reprodução)

Pode parecer um golpe muito difícil de se concretizar, mas as vítimas relataram que, se você não está prestando atenção, clicar em um botão em uma simples janela pop-up no canto do seu navegador pode parecer bem intuitivo para se livrar dela se sobrepondo a sua tela.

OpenSea não identificou nenhuma vítima

Mesmo com diversos relatos no Twitter, a OpenSea afirmou em comunicado que não encontrou nenhum caso de alguém que foi comprovadamente atacado usando esse exploit. Nas redes sociais as vítimas afirmavam apenas que foram hackeadas após receber um NFT de presente na plataforma, sem mais detalhes.

A OpenSea também disse estar trabalhando com os fornecedores e desenvolvedores de carteiras digitais para ajudar pessoas a reconhecer solicitações potencialmente maliciosas. Além disso, a plataforma também anunciou nesta semana que vai esconder NFTs de “alto perfil” das contas se eles pertencerem a coleções não verificadas, evitando fraudes e cópias de trabalhos famosos. Usuários também poderão suspender a opção de compra e venda de ativos se achar que sua carteira digital foi comprometida.

Com informações: The Verge

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Os 7 jogos da Square Enix mais populares

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Conheça as franquias mais populares
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Conheça as franquias mais populares

Algumas franquias da produtora nos acompanham desde o século passado. Veja abaixo, os 7 jogos da Square Enix mais populares, em relação direta com o volume de vendas e arrecadação. Para evitar ficarmos apenas em variações de títulos da mesma história, reduzimos a lista em franquias.

7. Chrono Trigger

Um RPG clássico e considerado por muitos o melhor das gerações antigas de consoles. Chrono Trigger começou sua franquia em 1995 para o SNES, vendendo cerca de 5 milhões de cópias. Dois jogos dificilmente fazem uma franquia, mas a verdade é que havia um segundo jogo sobre o qual poucos ocidentais conhecem na série Chrono. Radical Dreamers foi um lançamento apenas no Super Nintendo japonês, ou Super Famicom. Lançado em 1996 como uma animação e serve de base para o que se tornaria Chrono Cross em 1999.

  • Ano de lançamento: 1995
  • Plataformas: Windows, SNES, Nintendo DS, Wii, PS1, PS3

6. SaGA

SaGA começou a franquia em 1989 para o Game Boy e vendeu cerca de 10 milhões de unidades. Na verdade, foi como um spin-off de Final Fantasy no Ocidente, chamado The Final Fantasy Legend em 1990.

Todos os três jogos de Game Boy seriam rotulados assim e o primeiro jogo verdadeiro SaGA lançado aqui que permaneceu fiel ao nome foi SaGa Frontier para PS1.

  • Ano de lançamento: 1989
  • Plataformas: Game Boy, SNES, Wii, PS1

5. Mana

Mana começou sua franquia em 1991 para o Game Boy e vendeu por volta de 12 milhões de unidades. Isso também começou como um spin-off de Final Fantasy, mas ao contrário da franquia SaGA, este jogo também foi referido sob o banner Final Fantasy. O próximo jogo, Secret of Mana no SNES, é onde a série Mana realmente começou. O último jogo foi, na verdade, um remake da terceira entrada, Trials of Mana.

  • Ano de lançamento: 1991
  • Plataformas: Windows, PS1, PS2, PS3, Nintendo Switch, Nintendo DS, SNES, Game Boy,
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4. Kingdom Hearts

Realmente, os maiores destaques da Square Enix são os jogos de RPG. Kingdom Hearts começou em 2002 para o PS2 e com 32 milhões de unidades vendidas. Isso é um grande salto em termos de vendas de franquia, mas só mostra o quão poderosa é uma marca Disney.

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O último jogo foi Kingdom Hearts: Melody of Memory. A programação geral de lançamentos está em todo lugar, com remasterizações e spin-offs em abundância, Kingdom Hearts ainda não perdeu seus fãs quase duas décadas depois.

  • Ano de lançamento: 2002
  • Plataformas: Windows, PS2, PS3, PS4, Xbox One

3. Tomb Raider

Um respiro nos jogos de RPG. Tomb Raider teve seu primeiro título lançado em 1996 para o PS1 e vendeu algo em torno de 81 milhões de unidades. O último jogo foi Shadow of the Tomb Raider em 2018.

A equipe pode estar em uma pausa por um tempo, vendo como a Square Enix não ficou feliz com a maioria das vendas da trilogia recente. Eles foram considerados bons pela maioria das empresas, mas não o suficiente para a Square Enix. Lara Croft sempre volta, então não precisa se preocupar.

  • Ano de lançamento: 1996
  • Plataformas: Windows, Mac, Linux, Xbox 360, Xbox One, Series, PS1, PS3, PS4, PS5

2. Dragon Quest

Voltamos aos RPGs, o primeiro Dragon Quest é de 1986 para o NES — Nintendo 8 bits — e vendeu cerca de 82 milhões de unidades. O último jogo será Dragon Quest: The Adventure of Dai Infinity Strash, com previsão de lançamento em 2021 para diversas plataformas.

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É baseado em um mangá que começou em 1989 e se estendeu por trinta e sete volumes, que consistem em mais de trezentos capítulos. Houve também uma adaptação para anime que durou bem menos. No geral, Dragon Quest é o rei dos JRPGs puro e simples.

  • Ano de lançamento: 1986
  • Plataformas: SNES, Nintendo Switch, Game Boy, PS4

1. Final Fantasy

Não temos como fugir da série de jogos mais popular da Square Enix, seus inúmeros títulos lançados e carga de fãs. Final Fantasy começou sua franquia em 1987 para o NES e vendeu cerca de 159 milhões de unidades.

Dragon Quest pode ser o rei no Japão, mas Final Fantasy foi, e provavelmente sempre será, o embaixador dos RPGs japoneses em todo o mundo. O título mais recente, Final Fantasy XVI, está programado para estrear ainda em 2021. Com os atrasos que já aconteceram, é difícil acreditar, mas o fã sempre está torcendo.

  • Ano de lançamento: 1987
  • Plataformas: Windows, SNES, PlayStation, Game boy,

Menções Honrosas

Alguns jogos icônicos não entraram no top 7, mas merecem ser citados sempre:

  • Space Invaders;
  • Legacy of Kain;
  • Just Cause 2;
  • Hitman (títulos da produtora);
  • Nier Automata.

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Roblox terá avatares mais realistas e planeja NFTs de itens limitados

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Roblox terá avatares mais realistas
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Roblox terá avatares mais realistas

Em suas próximas atualizações, Roblox vai lançar avatares com visuais mais realistas e outras formas de monetização dentro da plataforma de jogos, como a venda de NFTs de itens limitados. Esses planos foram compartilhados pelo próprio CEO da Roblox Corporation, David Baszucki, na conferência anual de desenvolvedores da empresa, que aconteceu nesta semana.

A ideia de Baszucki é modernizar Roblox, deixando de lado os tradicionais avatares feitos de blocos para introduzir modelos com corpos mais “realistas”. A parte realista está entre aspas porque a ideia é ter não só avatares humanos, como também bonecos baseados em animais, alienígenas e outras criaturas.

Com esses novos avatares, o CEO promete diversas opções de customização e grande variedade de estilos, incluindo roupas e acessórios diferentes. Assim, a plataforma que, hoje, é voltada para crianças, também poderá ser interessante para o público adulto que busca mais formas para se expressar nos mundos virtuais.

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As primeiras mudanças em relação ao visual dos avatares vai focar em atualizar as roupas. Segundo Baszucki, as skins terão aparência realista e dinâmica e serão capazes de se adaptar ao modelo dos personagens, seja ele baseado em um humano ou um dinossauro, por exemplo.

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Para aumentar ainda mais o realismo nas animações dos personagens, Roblox vai começar a implementar um recurso chamado “cabeças dinâmicas”, que irá fazer a boca dos avatares se mexer quando o jogador falar algo no chat de voz. Por enquanto, essa nova ferramenta está em testes beta com alguns desenvolvedores selecionados.

Roblox vai lançar itens limitados registrados como NFT

Além das novidades para os avatares, o CEO da Roblox Corporation também planeja lançar mais itens limitados. De acordo com Baszucki, a objetivo é criar novas formas para os jogadores e desenvolvedores ganharem Robux — a moeda virtual da plataforma — com a venda desses itens colecionáveis.

Esses itens limitados serão registrados como NFT — Non-fungible token — ou seja, o proprietário original poderá continuar ganhando dinheiro com as vendas subsequentes, graças aos royalties dos tokens não fungíveis. “A ideia é que você será eventualmente capaz de definir as regras do que acontece na revenda de um item”, disse o diretor de produtos da Roblox Corporation, Manuel Bronstein, ao TechCrunch.

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Por fim, os criadores de jogos em Roblox ainda poderão usar um novo sistema de desenvolvimento pela nuvem chamado Open Cloud. Com esse recurso, será possível usar ferramentas de criação de terceiros e exportar os projetos diretamente para o Roblox em vez de ficar limitado ao Roblox Studio.

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