conecte-se conosco


Policial

Operação Rota Final resulta em 19 denunciados à Justiça por organização criminosa e lavagem de dinheiro

Publicados

em


Assessorias/Polícia Civil-MT e MP-MT

Uma investigação iniciada pela Polícia Civil de Mato Grosso em 2018 para apuração dos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e fraude à licitação do setor de transporte coletivo rodoviário intermunicipal do estado culminou com uma ação penal proposta pelo Ministério Público e encaminhada à Justiça nesta semana, com a denúncia de 19 pessoas dentro da Operação Rota Final.

A investigação que começou na Delegacia Especializada de Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública deflagrou, ainda em 2018, a primeira fase da Operação Rota Final. Em meados de 2019, o inquérito foi encaminhado, com autorização do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso, ao Ministério Público, onde foi dada sequência às investigações pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), com supervisão do Naco Criminal. A segunda fase da operação foi deflagrada em dezembro de 2020 e a terceira em maio deste ano.

O esquema criminoso revelado no inquérito policial reuniu 54 volumes de elementos de prova e foi presidido pelos delegados da Polícia Civil, Marcelo Martins Torhacs e Márcio Veras, que atuam no Gaeco.

As investigações demonstraram a existência de uma organização criminosa, liderada pelo empresário do setor de transportes, E.A.P. que, inclusive, teve a prisão preventiva decretada e encontra-se foragido há mais de dois meses. 

Veja Também:  MPMT e Polícia Judiciária Civil se reúnem para fortalecer parceria nas investigações criminais

Conforme os elementos reunidos na investigação, a associação criminosa tinha como principal objetivo impedir a implantação do novo Sistema de Transporte Coletivo Rodoviário Intermunicipal de Passageiros do Estado de Mato Grosso e, para tanto, os integrantes da agremiação lançaram mão dos mais variados meios criminosos para inviabilizar a Concorrência Pública nº 01/2017 deflagrada pela Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra).

Sem a realização do certame licitatório as empresas ligadas aos envolvidos continuariam a explorar, em caráter precário, inúmeras linhas de transporte intermunicipal, mantendo, desta forma, o domínio econômico do setor, conforma vinha ocorrendo há várias décadas e garantindo lucros exorbitantes em detrimento da adequada prestação do serviço.

A denúncia foi apresentada à Justiça pelo coordenador do Naco Criminal, procurador Domingos Sávio de Barros Arruda e nela são narrados crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, impedimento e perturbação à licitação, afastamento de licitantes e crime contra a economia popular.

Conforme a acusação, os integrantes da organização criminosa, dentre outras ações por eles empreendidas, compraram um Decreto Estadual que buscou prorrogar até 2031 as concessões precárias que detinham as empresas ligadas ao grupo; ofereceram e, efetivamente, concederam vantagens indevidas a dois deputados estaduais que eram relator e presidente da Comissão Especial de Transportes da AL-MT, utilizando-se, inclusive, de outras pessoas (físicas e jurídicas) para repassarem, “dinheiro sujo”; ofereceram e, efetivamente, entregaram, “propina” a um diretor da AGER.

Veja Também:  Jovem é sequestrado, torturado e morto em Nova Olímpia

Os denunciados também utilizaram-se de terceiros para, por meio de ajuizamento de ações judiciais temerárias, buscar “frear” o procedimento licitatório; produziram “estudos” fraudulentos/inverídicos para tentarem demonstrar a inviabilidade do novo STCRIP/MT; com a colaboração de servidores da AGER/MT conseguiram que fossem impostos entraves administrativos contra uma nova concessionária que havia vencido a concorrência relativa a dois lotes do novo STCRIP/MT e, ainda, pagaram para que duas vencedoras da Concorrência Pública nº 01/2012 não assinassem os respectivos Contratos de Concessão com o Estado de Mato Grosso.

O Ministério Público ainda requereu que, ao final do processo, fosse fixado um valor mínimo para a reparação dos danos causados pela infração no montante de R$ 86.655.865,40 e, ainda, a perda do cargo, função pública e mandato eletivo eventualmente ocupado pelos denunciados.

Fonte: PJC MT

Comentários Facebook
Propaganda

Policial

Polícia Civil incinera entorpecentes apreendidos em Paranaíta

Publicados

em


Assessoria/Polícia Civil-MT 

A Polícia Civil em Paranaíta (851 km ao norte de Cuiabá) incinerou nesta quinta-feira, 29 de julho, 3,300 quilos de entorpecentes apreendidos no município.

De acordo com o delegado Antenor Pimentel Marcondes, a droga foi encaminhada para incineração após autorização do juiz da Comarca de Paranaíta, Tibério de Lucena Batista.

Conforme exigência legal, o ato contou com a presença de representantes do Ministério Público, promotora Daniele Baumgarten; da Vigilância Sanitária, Antônio da Silva e da Politec, Alan Vinicius de Figueiredo Lugli. Também acompanharam o ato delegada regional de Alta Floresta, Ana Paula Reveles de Carvalho e a escrivã, Iraci Zeczkoski.

“A dependência química degrada vidas, desestrutura famílias, fomenta crimes e financia organizações criminosas. Por isso, o ato simboliza também o combate às drogas”, pontuou o delegado Antenor.

A incineração foi realizada em uma indústria cerâmica de Paranaíta, com apoio do empresário Valmir Mumbach.

Fonte: PJC MT

Comentários Facebook
Veja Também:  PM recupera caminhonete roubada e apreende carga de defensivos no Assentamento Antônio Conselheiro
Continue lendo

Policial

Dois são presos após manterem família refém em Poconé

Publicados

em


Na tarde desta quinta-feira (29.07) policiais militares frustraram um roubo a residência, em Poconé. Dois homens foram presos em flagrante após manterem uma família refém, na região central do município. Na ação, a Polícia Militar recuperou dinheiro, joias, celulares e apreendeu duas armas de fogo.  

Por volta das 13 horas, a equipe da PM recebeu informação sobre um roubo em andamento em frente a uma livraria, localizada na Rua Barão de Poconé. De imediato, os policiais foram até o local, e foram informados de que dois homens haviam invadido uma residência, anunciando o roubo e quem mantinham a família de refém dentro do imóvel. 

A PM fez o cerco policial na região quando perceberam que os suspeitos estavam tentando fugir pelo muro dos fundos da casa. Os policiais verbalizaram com os suspeitos para que se entregassem, mas um dos homens com arma de fogo em mãos saiu e correndo e apontou o armamento na direção da equipe de policiais.  Diante da ameaça, os militares realizaram disparos contra o suspeito, com intuito inibir a ação.  

Veja Também:  Dupla é detida pela PRF transportando cerca de 5kg de cocaína na BR-364

Um dos suspeitos entrou e outro homem se escondeu dentro da casa. Depois o suspeito tentou fugir novamente pela frente da residência e foi preso pela PM. Os policiais identificaram que um dos indivíduos presos reside em Cuiabá e o outro comparsa é do Estado da Paraíba.  

Na ação, a Polícia Militar recuperou celulares, joias, cédulas de dólares e apreendeu duas pistolas marca Jericho 941 F. Israel calibre 9 mm com 18 munições e uma pistola marca Imbel calibre 380 com uma munição e carregador de arma de fogo. A moto utilizada pela dupla presa foi apreendida.  Os suspeitos foram conduzidos à Delegacia. 

Fonte: PM MT

Comentários Facebook
Continue lendo

QUEREMOS SABER SUA OPINIÃO

"2021" QUAIS SÃO AS SUAS EXPECTATIVAS PARA ESTE ANO QUE SE INICIA

Barra do Bugres e Região

Mato Grosso

Agronegócio

Mais Lidas da Semana