conecte-se conosco


Tecnologia

Operadoras obtêm liminar que freia concorrência e Anatel deve recorrer

Publicados

em

Anatel informou que vai recorrer da decisão que libera operadoras de frear concorrência com a compra da Oi Móvel
Bruno Gall De Blasi

Anatel informou que vai recorrer da decisão que libera operadoras de frear concorrência com a compra da Oi Móvel

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) vai iniciar uma disputa judicial contra Claro, Vivo e TIM. As três empresas conseguiram na Justiça suspender um dos remédios impostos pelo órgão regulador e pelo Cade, que regula a concorrência, para aprovar a compra da Oi Móvel.

Por sua vez, na próxima semana, a Anatel vai recorrer das cautelares, através da Procuradoria-Federal Especializada (PFE). Com a saída da Oi móvel, que respondia por 30% do mercado, Anatel e Cade determinaram que Claro, Vivo e TIM deveriam dar acesso à rede q outras empresas com condições especiais como forma de estimular a competição.

Claro, Vivo e TIM tinham até a última sexta-feira para aderir aos novos valores de referência de produtos de atacado e, com isso, iniciar as ofertas dos serviços a seus concorrentes.

“Vamos atuar incansavelmente para fazer valer os remédios impostos pela Anatel e Cade. Vou despachar pessoalmente esse tema”, afirmou Carlos Baigorri, presidente da Anatel.

Nas ações, as teles argumentam que também deveriam ter participado da forma de como foram calculados os valores de referência para o atacado para o roaming nacional. Dizem ainda que o tema deveria ter sido colocado em consulta pública.

Veja Também:  Google Maps é investigado por dificultar integração com outros apps

Do outro lado, representes tanto no Cade como na Anatel dizem que não há o menor sentido para que Vivo, Claro e TIM tentem impor o próprio remédio como forma de amenizar a menor concorrência com a saída da Oi móvel do mercado. Na prática, afirmam essas fontes, as três empresas querem tentar impedir a concorrência.

Pelos valores definidos pela Anatel, que foi feito em conjunto com uma consultoria e seguindo modelos internacionais, há queda nos valores do roaming a cada ano até 2026 para cada giga (GB) trafegado, minuto falado e mensagens de texto enviadas em roaming.

Entre no  canal do Brasil Econômico no Telegram e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o  perfil geral do Portal iG

Nos bastidores, as teles argumentam que os valores de referência são abaixo dos custos reais. Lembram ainda que, na prática, se tornam uma espécie de subsídio para as empresas menores.

Veja Também:  "Haha", "kkk", "23333" e mais: veja como internautas riem mundo afora

“Quando uma empresa tem poder de mercado, ela tem ineficiências. E os valores de referência simulam os custos justos já retiradas essas ineficiências. Esses valores estimulam a concorrência”, explicou Baigorri.

Para Moisés Moreira, conselheiro da Anatel e que foi relator da proposta de revisão dos valores de referência, a decisão da Justiça Federal é apenas temporária. Disse ainda que a decisão da Anatel foi feita seguindo todos os critérios e estudos internacionais.

A Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas (TelComp) criticou Claro, TIM e Vivo por terem entrado na Justiça para impedir que os novos valores de roaming sejam praticados. Lembrou ainda que está avaliando alternativas de ingressar na Justiça de forma a garantir que o valor de roaming aprovado por unanimidade pelo Conselho Diretor da Anatel seja efetivamente praticado.

A Telcomp lembra que as três empresas “assumiram o compromisso público com a sociedade de cumprirem integralmente os remédios impostos por Anatel e Cade de forma tempestiva”.

A associação lembra que os novos valores de roaming são essenciais para permitir a maior concorrência sobretudo com o avanço das operadoras móveis virtuais.

Procurados, Claro, TIM e Vivo não retornaram. O Cade disse que não comenta.

Fonte: IG TECNOLOGIA

Comentários Facebook
Propaganda

Tecnologia

YouTube proíbe vídeos que neguem ou banalizem facada em Bolsonaro

Publicados

em

Jair Bolsonaro foi esfaqueado em 2018
Reprodução/Twitter

Jair Bolsonaro foi esfaqueado em 2018

O YouTube afirmou nesta quarta-feira (10) que alterou sua política de combate ao discurso de ódio, passando a proibir a publicação e circulação de vídeos que neguem ou banalizem a facada sofrida pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) em Juiz de Fora (MG) em 2018.

“Nossa política de discurso de ódio proíbe conteúdo que negue, banalize ou minimize eventos históricos violentos, incluindo o esfaqueamento de Jair Bolsonaro. O discurso de ódio não é permitido no YouTube, e removeremos material sobre o esfaqueamento de Jair Bolsonaro que viole esta política se não fornecer contexto educacional, documental, científico ou artístico no vídeo ou áudio”, afirma a plataforma, em nota enviada ao portal iG.

Nesta quarta-feira, alguns vídeos enquadrados na política foram deletados pelo YouTube. Mas esta não foi a única regra alterada pela plataforma. Agora, também são proibidos vídeos que aleguem fraude nas eleições de 2014 – antes, a medida valia apenas para o pleito de 2018. Diante disso, a live de Bolsonaro com embaixadores publicada em 18 de julho foi deletada pelo YouTube  nesta quarta, já que nela o presidente afirmou que houve fraude nas eleições de 2014, informação que é falsa.

Veja Também:  As configurações feitas em @gov.br para barrar emails falsos

A medida vem após o YouTube afirmar que não removeria o vídeo e em meio a um histórico de baixa moderação de conteúdo quando o assunto são os vídeos publicados no canal do presidente.  Reportagem do portal iG revelou que a plataforma demora em média nove meses para punir o canal de Bolsonaro e deletar vídeos nos quais ele desinforma.

A demora é um dos motivos pelos quais o canal de Bolsonaro segue no ar, já que a quantidade de vídeos excluídos poderia fazer com que ele fosse banido da plataforma.

A exclusão desta quarta-feira, por exemplo, não gera uma punição ao canal do presidente, já que o vídeo foi excluído com base em uma regra que ainda não existia quando a transmissão foi feita.


Fonte: IG TECNOLOGIA

Comentários Facebook
Continue lendo

Tecnologia

YouTube volta atrás e deleta live de Bolsonaro com embaixadores

Publicados

em

Bolsonaro durante reunião com embaixadores
Reprodução – 19/07/2022

Bolsonaro durante reunião com embaixadores

O YouTube excluiu nesta quarta-feira (10) a live do presidente Jair Bolsonaro (PL) com embaixadores publicada em 18 de julho. Na reunião, Bolsonaro atacou as urnas eletrônicas e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) .

Na semana em que o encontro foi transmitido no YouTube,  a plataforma afirmou que não removeria o vídeo por entender que “não foram encontradas violações às políticas de comunidade” da plataforma. Agora, o Youtube atualizou suas regras, o que fez com que a live fosse banida.

“A política de integridade eleitoral do YouTube proíbe conteúdo com informações falsas sobre fraude generalizada, erros ou problemas técnicos que supostamente tenham alterado o resultado de eleições anteriores, após os resultados já terem sido oficialmente confirmados. Essa diretriz agora também se aplica às eleições presidenciais brasileiras de 2014, além do pleito de 2018”, diz o YouTube em nota enviada ao portal iG.

Antes, a política de integridade eleitoral se aplicava apenas às eleições de 2018 no Brasil, se ampliando agora para as de 2014. A regra ainda não cita as eleições presidenciais deste ano.

No encontro com embaixadores, Bolsonaro afirmou que, em 2014, houve uma fraude eleitoral que beneficiou a ex-presidente Dilma Rousseff e prejudicou o então candidato à Presidência da República Aécio Neves, informação que é falsa.


Fonte: IG TECNOLOGIA

Comentários Facebook
Continue lendo

QUEREMOS SABER SUA OPINIÃO

EM SEU PONTO DE VISTA A GESTÃO AZENILDA PEREIRA SERÁ?

Barra do Bugres e Região

Mato Grosso

Agronegócio

Mais Lidas da Semana