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Agronegócio

OVINOS/RETRO 2018: Demanda favorece alta de preço em 2018

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Cepea, 9/01/2019 – Ainda que seja a carne menos consumida pelo brasileiro, a proteína ovina mostrou significativa melhora na demanda em 2018, o que contribuiu para a elevação no preço das carcaças em praticamente todas as regiões acompanhadas pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP.

 

Entre janeiro e dezembro de 2018, as carcaças ovinas negociadas em Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e São Paulo se valorizaram, respectivamente, 39%, 14% e 12% frente a 2017, em termos nominais. No Ceará, no mesmo período, o aumento de preço foi de 4% e no Rio Grande do Sul, de 6%. Apenas na Bahia e no Paraná que a média anual se manteve praticamente estável em relação a anterior. 

 

Já quanto às principais carnes mais consumidas no Brasil (bovina, suína e de frango), o movimento foi de pequenas altas ou de forte queda entre 2017 e 2018, em termos nominais. No caso da bovina, o preço da carcaça casada, negociada no atacado da Grande São Paulo, teve ligeira alta de 1,25% de 2017 para 2018. Na mesma região, o valor da carcaça especial suína caiu 14%, enquanto o frango resfriado se valorizou 3%. 

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Nesse cenário, em São Paulo, a carcaça ovina perdeu competitividade de 2017 para 2018 frente às proteínas mais consumidas no País. De acordo com cálculos do Cepea, em 2018, a carcaça ovina foi negociada 11,63 reais/quilo acima da carcaça bovina, 15,96 reais/quilo mais cara que a carne suína e 17,79 reais/quilo acima da de frango.

 

ANIMAL VIVO – As cotações do animal vivo registraram movimentos distintos no correr de 2018 entre as regiões acompanhadas pelo Cepea, sendo a disponibilidade de animais para abate o principal fator determinante para as variações. 

 

De 2017 para 2018, o preço médio de Mato Grosso do Sul registrou a elevação mais expressiva, de 13%, seguido pela Bahia e Paraná, ambos com alta de 7%. No Ceará e em São Paulo, as elevações foram de 3% e 2%. Por outro lado, em Mato Grosso e no Rio Grande do Sul, o cordeiro vivo se desvalorizou ligeiro 2% e 1%, respectivamente. 

 

Vale ressaltar que o setor não ficou imune aos efeitos da paralisação dos caminhoneiros em maio. A greve resultou em atrasos nas programações de abate, limitando as negociações entre produtores e frigoríficos durante o período.

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ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações podem ser obtidas por meio da Comunicação do Cepea: (19) 3429 8836 / 8837 e [email protected]

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Agronegócio

Com demanda superior à oferta, preços da laranja seguem em alta

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Mesmo com as mudanças de temperatura durante esta semana, que poderiam ter influenciado o consumo, a demanda por laranjas permaneceu superior à oferta. Diante disso, os preços da fruta seguem em alta.

De segunda a quinta-feira (15-18), a laranja pera teve preço médio de R$ 37,15/cx de 40,8 kg, na árvore, com aumento de 0,67% em comparação com o da semana passada. Para a lima ácida tahiti, os valores também seguem em elevação. Nesta semana, a tahiti tem média de R$ 45,55/cx de 27 kg, colhida, aumento de 9,74% frente à do período anterior.

Além da baixa oferta devido ao próprio calendário da colheita da fruta, alguns compradores ainda têm relatado dificuldades para encontrar lotes de boa qualidade.

Fonte: AgroPlus

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Agronegócio

Custos de produção da suinocultura aumentaram em julho

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Conforme a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa, em Santa Catarina, principal estado produtor, no mês passado o custo de produção da suinocultura aumentou em 2,8% em comparação com o mês de junho, passando para  R$ 7,55 por quilo do animal criado em sistema completo. 

Essa alta tem como base a alteração do cálculo, que passou a contabilizar os gastos com transporte de alimentação animal, além da correção de valores dos investimentos imobilizados em edificações e equipamentos, que pesou sobre os custos fixos.

Com o ajuste nos valores dos investimentos somada  à redução de 1,68% nas despesas com alimentação, o indicador de custos da avicultura de corte no Paraná fechou o mês com baixa de 0,36%, a R$ 5,45 por quilo do frango produzido em aviário climatizado em pressão positiva.Porém, em 12 meses, o índice ainda acumula alta, de 5,3%.

Fonte: AgroPlus

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