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Agronegócio

OVOS/CEPEA: Oferta reduzida sustenta cotações nesta segunda quinzena

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Cepea, 22/2/2019 – As cotações dos ovos perderam força nos últimos dias, refletindo o típico desaquecimento da demanda neste período do mês. Mesmo assim, os preços seguem em patamares elevados, sustentados pela oferta mais enxuta do produto, principalmente do vermelho tipo extra. De acordo com colaboradores do Cepea, além dos elevados descartes de galinhas poedeiras realizados nos últimos meses, a menor disponibilidade de ovos vermelhos também reflete o alto índice de mortalidade das poedeiras desse tipo de ovo, que são mais sensíveis ao calor – vale lembrar que no mês passado, as temperaturas ficaram acima do usual em muitas regiões brasileiras. Em Bastos (SP), uma das principais regiões produtoras de ovos do País, o preço médio da caixa com 30 dúzias do ovo branco tipo extra (a retirar) é de R$ 78,87 na parcial deste mês (até o dia 21), 40% superior ao de janeiro. Para o produto vermelho, a retirar na mesma praça, a valorização é ainda mais expressiva: de 49%, a R$ 101,14/cx neste mês. Para entrega na Grande São Paulo, o valor médio do ovo branco tipo extra neste mês, de R$ 84,73/cx, é 36% maior que o de janeiro. Para o vermelho, a valorização é de 42% na mesma comparação, a R$ 105,91/cx na parcial deste mês. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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Agronegócio

CITROS/CEPEA: Geada atinge pomares de SP e aumenta preocupação de agentes

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Cepea, 23/7/2021 – O frio intenso observado no estado de São Paulo no início desta semana atingiu os pomares do cinturão citrícola, com registros de geadas em algumas áreas. Segundo colaboradores do Cepea, este cenário aumentou as preocupações de agentes quanto à produção de laranjas na temporada atual e ao vigor das plantas para a próxima safra, visto que as árvores estão próximas do período de indução floral e já debilitadas por conta do menor regime hídrico dos últimos dois anos. Considerando-se a safra atual (2021/22), a qualidade das laranjas que estão nos pés deve diminuir – algumas das frutas que foram afetadas pelas geadas do fim de junho/início de julho já apresentam o interior seco e cristalizado. Além disso, algumas áreas tiveram quedas de frutos. Para a próxima temporada (2022/23), as árvores mais novas (em fase de brotação) devem ser as mais afetadas, assim como aquelas com maior incidência de greening. Quanto à tangerina poncã, não há previsão de impactos significativos no volume do estado de SP, já que a colheita está praticamente finalizada. Por outro lado, em Minas Gerais, onde ainda há maiores volumes para serem colhidos, pode haver impacto negativo na qualidade das frutas. No caso da lima ácida tahiti, as preocupações são ainda maiores, visto que a fruta é bastante sensível a oscilações climáticas. Além disso, há áreas de lima ácida tahiti em diferentes estágios de desenvolvimento, inclusive com pomares em flor. Segundo colaboradores do Cepea, o frio intenso derrubou alguns frutos pequenos, brotamentos e flores. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

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Fonte: CEPEA

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Agronegócio

FRANGO/CEPEA: Consecutivas valorizações reduzem competitividade da carne em julho

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Cepea, 23/7/2021 – As consecutivas elevações nos preços da carne de frango estão na contramão do movimento observado para as duas principais proteínas concorrentes, bovina e suína, que têm se desvalorizado em julho, reduzindo a competitividade da carne de frango na parcial do mês. Segundo pesquisadores do Cepea, a boa liquidez do frango no mercado doméstico tem se dado justamente pela competitividade da proteína, a mais em conta das três alternativas, se favorecendo, portanto, do poder de compra reduzido da população brasileira nos últimos meses. Mesmo com o recuo das vendas na comparação com as concorrentes, agentes do setor da avicultura de corte indicam que os negócios ainda estão aquecidos, apesar do período de segunda quinzena do mês. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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