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Agronegócio

Para Aprosoja, estudo da Anvisa sobre Glifosato reforça compromisso com produção sustentável

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Defesa Agrícola

Para Aprosoja, estudo da Anvisa sobre Glifosato reforça compromisso com produção sustentável

Os dados revelam ainda que, com base em monitoramentos internacionais, não há risco para saúde de mulheres lactantes


28/02/2019

Novo parecer técnico da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concluiu que o Glifosato não apresenta características que causem câncer. O documento é resultado de dez anos de estudo e foi disponibilizado nesta semana pela Anvisa. Os dados revelam ainda que, com base em monitoramentos internacionais, não há risco para saúde de mulheres lactantes. 
 
O produto é um dos insumos mais utilizados na produção agrícola brasileira no combate de ervas daninhas no plantio. Para a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), o estudo da Agência é positiva e coloca em “xeque” acusações feitas ao setor de produção de alimentos, com relação ao uso de produtos que causam mal à saúde. 
 
Em Mato Grosso, somente a soja – uma das culturas nas quais o glifosato é utilizado -, foram plantados mais de 9,5 milhões de hectares e a estimativa é de que a produção alcance aproximadamente 32 milhões de toneladas. Para o vice-coordenador da Comissão de Defesa Agrícola da Aprosoja-MT, Naildo Lopes, o estudo é positivo, favorável e serve para tranquilizar a população quanto aos riscos do produto propagados erroneamente, conforme o estudo.
 
 “Esse estudo é fundamental, pois mostra que os produtores não estão envenenando os alimentos. Essa demonstração da Anvisa mostra a preocupação que o país tem na questão da sustentabilidade e de alimento de qualidade. Mostrando que a sustentabilidade da nação passa pela produção. O Glifosato é um insumo indispensável dentro da tecnologia de produção, no controle de ervas daninhas. Então é fundamental essa posição da Avisa, que tranquiliza a sociedade e mostra que os produtores fazem um trabalho adequado”, enfatizou. 
 
Conforme a Anvisa, a reavaliação toxicológica do ingrediente ativo de agrotóxico Glifosato foi instituída por meio da resolução nº 10, de 22 de fevereiro de 2008 com base, principalmente, na ampla utilização do produto no Brasil. Várias edições do estudo já foram publicadas e na última edição, disponibilizada esta semana, a Agência conclui “que em consonância com as demais autoridades internacionais, que não existe evidência de aumento de risco de desenvolvimento de tumores sólidos após exposição ao Glifosato”, diz trecho do documento que aponta também falta de vestígios relacionados à leucemia.
 
 
“Não há evidências suficientes de carcinogenicidade para o Glifosato e, portanto, ele não se enquadra nesse critério proibitivo de registro de agrotóxicos no país”, aponta nota técnica da Anvisa. 
 
Ainda conforme a Agência, o uso do agrotóxico está autorizado na produção de soja, milho, algodão, ameixa, arroz, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, coco, feijão, maçã, mamão, nectarina, pêra, pêssego, trigo, uva, seringueira e pastagem, dentro das instruções de aplicação já impostas pela Agência.
 
O estudo também aponta que não existem indícios de associação entre a exposição ao produto e outros problemas de saúde como Parkinson, infarto do miocárdio, malformações congênitas, artrite reumatoide, aborto espontâneo, asma, bronquite crônica, diabetes, apneia do sono, hipotireoidismo, hipotireoidismo subclínico, doença renal terminal, depressão, esclerose lateral amiotrófica, artrite reumatoide e ferimentos fatais.
 
Confira o estudo clicando AQUI.
 
 

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Agronegócio

Agricultores iniciam colheita de pluma de algodão em Mato Grosso

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Os agricultores começaram a colher algodão em pluma, uma das culturas cultivadas em Mato Grosso. Nesta safra, a área plantada aumentou para 1,18 milhão de hectares e, em 2021, foram plantados 960 mil hectares.

A produção deve ser de 278 arrobas de algodão em caroço por hectare, apenas um arroba a mais em relação à temporada do último ano.

No entanto, como a área é grande, o volume de algodão colhido deve crescer e ficar próximo de 5 milhões de toneladas, cerca de um milhão a mais que no ano passado.

Na primeira safra, plantada em dezembro, os resultados são bons, enquanto a segunda safra, plantada em janeiro logo após a colheita da soja, não teve o mesmo efeito. O algodão foi cultivado durante o que foi considerado uma boa estação, mas o clima não colaborou com os produtores.

Em uma fazenda em Novo São Joaquim, a 487 quilômetros de Cuiabá, o resultado foi diferente nesta temporada. Segundo o gerente local, Jackson Ferreira, o algodão colhido ocupa 3.000 hectares, 15% a mais que na safra passada.

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No início do ciclo, o clima afetou o crescimento da safra e a taxa média de produção foi de 5% em relação ao ano anterior.

“No ano passado choveu muito durante a janela de plantio e não executamos dentro do ideal. Já neste ano a chuva foi muito boa e conseguimos plantar dentro da janela. Durante o ciclo da cultura a chuva foi bem distribuída, mas a safrinha recebeu bem menos volume. Isso vai afetar um pouco na produtividade do algodão. Esperávamos colher 250 arrobas, mas vai chegar no máximo 230 arrobas”, disse Jackson.

Em uma fazenda em Campo Verde, a 139 quilômetros de Cuiabá, a colheita já começou. Segundo o agricultor Rodolfo Bertani Lopes da Costa, foram plantados mais de 1.500 hectares, sendo 580 em dezembro e o restante no mês seguinte.

“Esse ano choveu antes. Eu terminei o plantio do algodão safrinha em 20 de janeiro. Então foi dentro da janela e, com o preço do algodão, resolvemos aumentar as áreas de sarfinha. Só que tivemos um corte de chuva antecipado e isso ocasionou perda e a perspectiva de produção foi reduzida. A gente esperava produzir 120 arrobas de pluma e agora a produção vai ser por volta de 80 arrobas de pluma por hectare. Este ano estamos trabalhando com 40% de algodão safra e 60% de safrinha”, concluiu.

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Fonte: Agroplus.tv  

Fonte: AgroPlus

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Agronegócio

Exportações de grãos da Ucrânia caem 40% em maio

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As exportações de grãos da Ucrânia tiveram uma queda de 40% na primeira quinzena de junho, se comparada ao mesmo período de 2021, com 613 mil toneladas.

O país embarcava até 6 milhões de toneladas de grãos por mês, antes da invasão russa, que teve início no final do mês de fevereiro, desde então, os volumes diminuíram para cerca de 1 milhão de toneladas.

Isso porque a Ucrânia costumava exportar a maior parte dos seus produtores por portos marítimos e agora foi forçada a fazer o transporte de grãos por meio de trens pela fronteira ocidental.

Fonte: Agroplus.tv

Fonte: AgroPlus

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