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Economia

Petrobras muda modelos de contrato para venda de combustíveis

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A Petrobras aprovou novos modelos contratuais para venda de gasolina A (sem adição de etanol) e de óleo diesel (rodoviário e marítimo) para as distribuidoras de combustíveis. A Petrobras não deu detalhes sobre os novos modelos, mas informou que não haverá mudanças em sua política de preços desses produtos.

De acordo com a empresa, suas práticas de precificação continuarão sendo alinhadas aos mercados internacionais.

A decisão de fazer novos modelos contratuais com as distribuidoras visa a aumentar a competitividade e trazer flexibilidade para a empresa na adoção de novas estratégias comerciais.

“No cenário atual do mercado, caracterizado pela entrada de produto importado por terceiros e pelo processo de desinvestimento de ativos de refino, torna-se necessário promover aperfeiçoamentos em algumas cláusulas comerciais e operacionais. Esses ajustes, definidos com base na experiência obtida ao longo do período de vigência dos atuais contratos e em decorrência de feedback dos clientes, buscam fortalecer a relação comercial com nossos clientes e a competitividade da companhia”, diz a Petrobras, em nota divulgada hoje (10).

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Edição: Graça Adjuto

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Economia

Setor produtivo critica aumento dos juros básicos

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A elevação dos juros básicos da economia em 1 ponto percentual recebeu críticas do setor produtivo. Para entidades do comércio e da indústria, a alta da taxa Selic contribui para retrair o consumo e ameaçar a recuperação do emprego e da produção.

Em nota, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) argumentou que a alta de 5,25% para 6,25% ao ano da Selic aumenta o risco de uma nova recessão, num cenário em que nem a produção industrial, nem o emprego se recuperaram dos níveis anteriores à pandemia de covid-19.

“Ao perseguir a meta de inflação do ano que vem com aumentos expressivos da Selic, o Banco Central põe em risco a recuperação econômica e aumenta a probabilidade de uma recessão no próximo ano”, avaliou no comunicado o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) tem avaliação semelhante. Para a entidade, o aumento nos juros básicos pune as famílias e as empresas em um momento de frágil recuperação dos efeitos da pandemia e de aumento recente no Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que incide sobre o crédito.

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“O percentual da renda das famílias comprometido com dívidas é recorde. Saltou de 49,4% em junho de 2020 para 59,2% em maio de 2021, último dado disponível. O aperto monetário agrava esse quadro de endividamento, reduzindo o consumo das famílias e prejudicando a atividade econômica”, destacou a entidade.

A Associação Comercial de São Paulo também criticou a elevação da taxa Selic. Na avaliação da entidade, o varejo começa a sentir o impacto do aumento dos juros e do IOF, à medida que o crédito fica mais caro e diminui o espaço para o consumo.

Firjan

Em nota, a Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) considerou “excessivo” neste momento acelerar o ritmo de aumento da taxa básica de juros da economia.

Para a Firjan, o aumento da taxa básica de juros 5,25% para 6,25% pode comprometer a recuperação de uma economia ainda fragilizada. “Acreditamos que a evolução do quadro inflacionário atual e as expectativas inflacionárias à frente seguem sendo de manutenção do ciclo de alta da taxa de juros, dados os fatores relacionados ao risco fiscal e a recomposição da demanda.”

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A entidade menciona fatores relacionados à inflação de custos – crise energética e restrição de insumos – que “continuam pressionando e exigindo outros instrumentos para o controle inflacionário, e não somente a elevação da taxa básica de juros”, diz que a estabilidade de preços e o crescimento sólido da atividade econômica passam pela retomada da confiança dos empresários e considera “inadiável” a aprovação de reformas estruturais, como a administrativa.

*Colaborou Douglas Corrêa, do Rio de Janeiro

Edição: Nádia Franco

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Economia

Alta da Selic terá pequeno impacto sobre juros finais, diz Anefac

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A elevação da taxa Selic (juros básicos da economia), decidida hoje (22) pelo Banco Central, terá impacto pequeno sobre as taxas cobradas dos consumidores e das empresas, avalia a Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Segundo a entidade, existe uma diferença muito grande entre a taxa básica e os juros efetivos de prazo mais longo, o que dilui o impacto na ponta final.

De acordo com a Anefac, o juro médio para as pessoas físicas passará de 102,48% para 104,32% ao ano. Para as pessoas jurídicas, a taxa média sairá de 46,78% para 48,16% ao ano. A Selic passou de 5,25% para 6,25% ao ano.

Apesar do impacto pequeno nas taxas médias, os consumidores e as empresas gastarão mais para contratar linhas de crédito, conforme as simulações detalhadas da entidade. Um exemplo é o do financiamento de uma geladeira de R$ 1,5 mil em 12 prestações, em que o comprador desembolsará R$ 9,14 a mais com a nova taxa Selic. O cliente que entra no cheque especial em R$ 1 mil por 20 dias pagará R$ 0,53 a mais.

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Na utilização de R$ 3 mil do rotativo do cartão de crédito por 30 dias, o cliente gastará R$ 2,40 a mais. Um empréstimo pessoal de R$ 5 mil por 12 meses cobrará R$ 29,22 a mais após o pagamento da última parcela. Caso seja feita em financeira, a operação sairá R$ 19,11 mais cara. No financiamento de um automóvel de R$ 40 mil por 60 meses, o comprador pagará R$ 21,23 a mais por parcela e R$ 1.274,02 a mais no total da operação.

Em relação às pessoas jurídicas, as empresas pagarão R$ 123,24 a mais por um empréstimo de capital de giro de R$ 50 mil por 90 dias, R$ 49,44 pelo desconto de R$ 20 mil em duplicatas por 90 dias e apenas R$ 5,33 a mais pela utilização de conta garantida no valor de R$ 10 mil por 20 dias.

Edição: Nádia Franco

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