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Peugeot 2008 Griffe: o SUV compacto mais longevo e veloz. Vale a pena?

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Peugeot 2008 Griffe 2023: A Peugeot sempre fez carros irreverentes. No modelo 2023, ganha retoques estéticos
Guilherme Menezes/ iG Carros

Peugeot 2008 Griffe 2023: A Peugeot sempre fez carros irreverentes. No modelo 2023, ganha retoques estéticos

O Peugeot 2008 sempre apostou no custo-benefício para se destacar no segmento dos SUVs compactos, que só cresce vertiginosamente, desde que o modelo surgiu, em 2015. De lá para cá, recebeu atualizações importantes, como a substituição do câmbio AT8 pelo Aisin de seis marchas e a adição da motorização turbo THP. Como se sai nos dias de hoje?

Atualmente, com a linha 2023 — que pudemos testar, em sua versão de topo Griffe — ganha novidades no visual e bancos totalmente revestidos de couro (sintético). Isso faz o modelo se alinhar mais aos novos tempos da marca, que hoje é uma das que compõem o grupo Stellantis .

Apesar de sempre ter tido preços difíceis de superar (no bom sentido) e um pacote de equipamentos bastante refinado, o Peugeot 2008 nunca brigou pela liderança de vendas do segmento. De fato, não se atualizou tanto quanto os concorrentes, com o passar dos anos. Entretanto, a sua razão de ser não mudou.

Hoje, é o único SUV compacto automático a ter uma versão abaixo dos R$ 100 mil. A versão de topo testada sai por R$ 124.990, e só não é mais em conta do que a versão de topo do Nissan Kicks (R$ 119 mil) e do Chery Tiggo 3x (R$ 113 mil). Ainda assim, é o que tem melhor desempenho.

O motor 1.6 turboflex do 2008  é o principal destaque do conjunto. Rende até 173 cv a 6000 rpm e 24,5 kgfm a 1400 rpm. Isso, segundo a fabricante, é o suficiente para acelerar de 0 a 100 km/h em 8,1 segundos e chegar aos 209 km/h.

Isso o coloca no posto de carro com o maior nível de desempenho no segmento. Ainda que não tenha a mesma potência do motor 1.3 turbo da Fiat e da Jeep (pertencentes ao mesmo conglomerado). E já que citamos o recente motor das marcas vizinhas, vale destacar que o 1.6 THP também tem melhores números de consumo.

Segundo o Inmetro, no etanol, faz 11,2 km/l (cidade) e 12,9 km/l (estrada). Na gasolina, os números sobem para 7,8 km/l (cidade) e 9,1 km/l (estrada). De repente, a relação consumo/desempenho pode até chamar a atenção de alguém que nem procura um SUV. 

O espaço interno está dentro da média para o segmento, mas não é um grande destaque. Apesar disso, a ergonomia e a posição ao dirigir são muito boas. O carro tem boa altura em relação ao solo e seu conjunto de suspensão é bem macio. Os conjuntos de rodas e pneus 205/60R16 também ajudam nisso.

De todo modo, algo nos chamou atenção durante os testes. Ao mesmo tempo que isso é positivo para um SUV , acaba se tornando um desafio na hora de controlar a sua aceleração. Claro que os controles de tração e de estabilidade, e os freios a disco nas quatro rodas, ajudam o condutor a ficar mais seguro.

O Peugeot 2008 Griffe da linha 2023 vem equipado com teto solar panorâmico, central multimídia com Apple Car Play e Android Auto, os equipamentos de segurança citados e airbags (frontais, laterais e de cortina), volante multifuncional, seletor de condução para terrenos não asfaltados e até piloto automático. Por serem os mesmos itens de gerações passadas do carro, explica-se o seu preço abaixo da média.

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Conclusão

Fica a cargo do cliente decidir se é mais importante itens como uma central multimídia mais moderna, os últimos auxílios para a condução, sistema keyless, carregador por indução — entre outros ausentes no 2008 — ou se vale mais a presença do que hoje é considerado “básico” para modelos topo de linha, mas por preços mais acessíveis, e sem deixar de lado a ótima relação entre consumo e desempenho.

Ao final de tudo, isso significa que “água foi jogada dentro do chopp”? Depois de dirigir o carro, concluo que não necessariamente. O Peugeot 2008 é um dos exemplos de carros que, uma vez bem feitos, não deixarão de ser bem feitos.

Depois de um tempo no mercado, vemos que não apresenta mais defeitos crônicos. Ainda que o carro mereça ganhar uma renovação mais profunda, a compra vale quando o preço é justo e a proposta do carro está alinhada com as expectativas do dono.

Ficha Técnica

Peugeot 2008 Griffe THP  Preço: a partir de R$ 124.990 Motor: 1.6, quatro cilindros, flex, turbo Potência: 173 cv (E) / 165 cv (G) a 6.000 rpm Torque: 24,5 kgfm a 4.000 rpm Transmissão: Automático, seis marchas, tração dianteira Suspensão: Independente, McPherson (dianteira) / eixo de torção (traseira) Freios: Discos ventilados (dianteiros) / discos sólidos (traseiros) Pneus: 205/60 R16 Dimensões: 4,16 m (comprimento) / 1,74 m (largura) / 1,58 m (altura), 2,54 m (entre-eixos) Tanque: 55 litros Porta-malas: 355 litros Consumo gasolina: 7,8 km/l (cidade) / 9,1 km/l (estrada) com etanol e 11,2 kml e 12,9 km/l com gasolina, respectivamente 0 a 100 km/h: 8,1 segundos Velocidade máxima: 209 km/h

Fonte: IG CARROS

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Kombi alemã: VW Caravelle de Stephen Hawking vai a leilão

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A VW Caravelle das fotos pertenceu e está sendo oferecida à venda através da casa de leilões Silverstone Auctions
Reprodução

A VW Caravelle das fotos pertenceu e está sendo oferecida à venda através da casa de leilões Silverstone Auctions

A casa de leilões inglesa Silverstone Auctions anunciou que vai leiloar , o Volkswagen Caravelle GL 112 de 1988 que pertenceu ninguém mais, ninguém menos que o professor Stephen Hawking, considerado um dos mais renomados cientistas do século.

Hawking nasceu em uma família de médicos, ele recebeu um bacharelado em física no University College em Oxford. Pouco tempo depois, ele se formou no Trinity Hall em Cambridge, onde fez doutorado em matemática aplicada e física teórica.

Em 1963, o físico teórico foi diagnosticado com uma forma de doença do neurônio motora, que gradualmente espalhou por todo o corpo de Stephen e, apesar das limitações, ele continuou em seu trabalho tornando-se um autor de best-sellers.

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Comprado zero-quilômetro por Hawking em junho de 1988, o Caravelle das fotos foi usado em seu casamento em 1995 e com a condição de Hawking se deteriorando, em 1999, o veículo foi passado para os parentes do professor em 1999.

O irmão de Hawking cuidou e guardou a van em um estacionamento subterrâneo. Repintada há alguns anos, este veículo pode ser considerado um elemento significativo da vida posterior de Stephen Hawking , herdado em 2003 pelo sobrinho do estudioso.

O Caravelle está sendo oferecido pela  Silverstone Auctions  sem lances de reserva, e certamente desencadeará uma guerra entre os participantes não só pela brilhante carreira de um físico teórico e cosmólogo britânico, reconhecido internacionalmente por sua contribuição à ciência, mas também pelo veículo em si.

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O Volkswagen Caravelle GL 112 de 1988 é equipado originalmente com motor boxer de 2,1 litros de 113 cv acoplado a uma caixa de câmbio automático, de três marchas. Usado como transporte pessoal de Hawking por uma década, o carro conta com apenas 90.000 milhas, o que dá 144.840 km.

No Brasil, o modelo teve uma passagem curta através de suas variantes Eurovan , uma versão mais simples e a Caravelle , a mais luxuosa e as importações começaram em 1998 como uma opção mais cara a nossa boa e “Velha Senhora”, a Kombi . O fim da importação ocorreu em 2001 e a versão brasileira continuou reinando sozinha no segmento de vans.

Fonte: IG CARROS

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Audi Q3 nacional: Como é no dia a dia e como se compara ao importado?

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Audi Q3: Modelo de mostra versátil, com conforto, tecnologias e bom desempenho
Guilherme Menezes /iG Carros

Audi Q3: Modelo de mostra versátil, com conforto, tecnologias e bom desempenho

Faz alguns anos que o mercado de SUVs iniciou uma ascensão notável nos rankings brasileiros de emplacamentos. Depois da pandemia e das últimas crises, o valor agregado dos automóveis subiu, decorrente do encarecimento dos custos de produção e da diminuição da oferta no mercado.

Em meio a tudo isso, vemos demandas maiores no segmento premium, que, inclusive, faz sucesso também com os SUVs com ares de cupê. Esse cenário motivou a Audi a prosseguir com a reinauguração da fábrica no Brasil, em São José dos Pinhais (PR). Por lá, são feitos os novos Q3 Sportback (que representa 70% do mix, segundo a marca) e o Q3 tradicional, que é o carro dos nossos testes.

Como se sai no dia a dia? A unidade testada é a versão topo de linha Performance Black , que sai por R$ 315.990. Entre os destaques, vemos a presença do pacote S-Line , que adiciona bancos de couro com Alcântara e volante com base plana e rodas de 19 polegadas.

Na lista de opcionais , há o piloto automático adaptativo com funções de assistência em congestionamento, aviso de saída de faixa, sistema de som Sonos 3D com 15 alto-falantes e subwoofer, que entrega 680W de potência.

Tivemos a oportunidade de entender se há diferenças entre o nacional e o anterior, que era da mesma geração, mas importado da Hungria. A resposta é que, com exceção a um item, não há diferenças.

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Isso se explica pelo fato de que sua produção é baseada no regime SKD (Semi Knock-Down), que consiste na chegada dos componentes individualmente, mas já montados por completo. No Brasil, são reunidos no carro para, assim, um novo Q3 nacional ficar pronto.

Duas vantagens dessa estratégia são a redução de custos de produção, ao mesmo tempo que fica mais fácil manter o padrão de qualidade.

Qual é a única diferença que observamos do Q3 húngaro para o nacional? A ausência do carregador por indução. Antes mesmo de notarmos isso, a própria equipe da Audi destacou esse ponto, logo que nos concederam o carro para teste.

Conforme apuramos com eles, isso se deve à escassez de suprimentos que a indústria enfrenta, mas que, futuramente, o item deverá retornar.

O SUV é equipado apenas com motor 2.0 turbo, de 231 cv e 34,7 kgfm de torque a 1.700 rpm,  que funciona com tração integral. Pelo o que notamos durante os nossos testes, o modelo deixou claro que tem desempenho convincente e faz jus até para os que apreciam mais desempenho.

Não é por menos, uma vez que acelera de 0 a 100 km/h feita em 7 segundos e chega aos 240 km/h. E, isso, sem abandonar a marca razoável de consumo de combustível. O Q3 faz 8 km/l (cidade) e 10,5 km/l (estrada), segundo o Inmetro.

Outro aspecto que chamou atenção no teste drive foi a boa estabilidade, bem como a agilidade e a rapidez dos principais comandos. O carro atual (seja o húngaro, ou o brasileiro) é, de fato, uma evolução notável do seu antecessor, com sistemas de direção, suspensão e freios sempre precisos.

Fora os itens que já mencionamos, todo o Audi Q3 traz o painel de instrumentos com tela digital 10,25”, ar-condicionado de duas zonas, porta-malas com abertura e fechamento elétrico com sistema hands-free , chave presencial para acesso e partida, luz ambiente , retrovisores elétricos e rebatíveis automaticamente, bem como teto solar elétrico panorâmico, oferecido como opcional.

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As linhas afiladas do carro, tanto fora quanto dentro, transmitem a ideia do carro “afiado” que realmente é. Além disso, ponto positivo para a escolha dos acabamentos, que são sensíveis ao toque em todo o carro.

A posição ao dirigir pode ser a que você quiser, com inúmeras possibilidades de combinação entre altura e profundidade de volante e postura do banco, que tem ajustes elétricos.

O único ponto que poderia ser diferente é a acessibilidade do sistema multimídia . Em nossos testes, não conseguimos ativar a conectividade com o celular via Bluetooth. Se não fosse pelo adaptador USB C cedido pela organização do evento de lançamento, também não teríamos como fazer conexão via cabo.

Conclusão

A versão nacional do Audi Q3 se mostrou versátil, bem equipada e com bom desempenho, deixando claro que se mantém como um dos SUVs médios de luxo recomedáveis hoje em dia.

Mas sentimos falta de alguma eletrificação no modelo, algo que vem se tornando um item importante no segmento,  no qual um itens essencias tem sido a questão da eficiência energética.

Preços da linha Q3

Q3 Prestige quattro 2.0 TFSI R$ 273.990

Q3 Performance quattro 2.0 TFSI R$ 290.990

Q3 Performance Black quattro 2.0 TFSI R$ 315.990

Q3 Sportback Performance quattro 2.0 TFSI R$ 315.990

Q3 Sportback Performance Black quattro 2.0 TFSI R$ 339.990

Ficha técnica Audi Q3

Motor: 2.0 TFSI, 231 cv e 34,7 kgfm

Câmbio: automático, 8 marchas, tração 4×4

Direção: elétrica

Suspensão: McPherson (diant) e múltiplos braços (tras)

Freios: disco ventilado nas quatro rodas

Pneus: 235/50 R19

Dimensões: compr. 448,4 cm; larg. 184,9 cm; alt. 161,6 cm; entre-eixos 268 cm;

peso 1.776 kg

Porta-malas: 530 litros

Consumo: 8 km/l (cidade) e 10,5 km/l (estrada)

0 a 100 km/h: 7 segundos

Vel. Max: 240 km/h

Fonte: IG CARROS

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