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Policia Federal

PF prende foragido da Justiça no Mato Grosso do Sul

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Campo Grande/MS – A Polícia Federal prendeu nesta terça-feira (19/2) um dos autores do roubo à Joalheria Mandala, ocorrido em 2010, no Shopping Norte Sul, nesta cidade. Há suspeitas de que o preso tenha ligação com uma organização criminosa responsável por tráfico de drogas, armas e munições.

A ação da PF teve início na manhã de hoje, quando policiais federais cumpriam mandado de busca e apreensão, expedido pela Justiça Estadual de Terenos/MS, em uma chácara localizada no município, que fica a 30 quilômetros da Capital. O alvo principal, de 35 anos, era foragido da Justiça, pois tinha um mandado de prisão expedido em seu desfavor, acusado de tráfico de drogas e roubo. Durante as buscas, os policiais encontram uma pistola Glock, calibre .380, farta munição e artefatos para ampliar o poder de disparo da arma de fogo, como carregadores prolongados de uso restrito.

Durante as buscas, também foram achados documentos falsos com a foto do indivíduo procurado e outro nome. Imediatamente, os policiais entraram em contato com outras equipes para localizarem o possível paradeiro do indivíduo, que não se encontrava na residência.

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Após diligências investigativas e pesquisas nos sistemas, constatou-se que o alvo estaria chegando ao Aeroporto Internacional de Campo Grande/MS, em voo oriundo de Manaus/AM. Uma equipe do aeroporto foi acionada e prendeu o indivíduo, que desembarcava com documentação falsa e mais de R$ 11 mil em espécie. Outro homem, que o acompanhava, também foi preso por uso de documento falso.

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Mato Grosso do Sul

[email protected] | www.pf.gov.br

Contato: (67) 3368-1105

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Policia Federal

PF investiga desvios de valores em contrato com empresas do ramo de energia em Minas Gerais

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São Paulo/SP – A Polícia Federal deflagrou hoje (11/4), em São Paulo, a Operação “E o vento levou”, quarta fase da Operação Descarte, trabalho conjunto da PF, da Receita Federal e do Ministério Público Federal. Esta fase tem como objetivo apurar desvios de valores de contrato firmado entre empresas do ramo de energia, com posterior repasse de parte do recurso, por meio de superfaturamento de um contrato, para empresas privadas.

Policiais federais deram cumprimento a 26 mandados de busca e apreensão, em endereços das pessoas e empresas envolvidas com os fatos investigados, nas cidades de São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ, Belo Horizonte/MG, Taubaté/SP, Nova Lima/MG e Mogi das Cruzes/SP. As medidas judiciais foram expedidas pela 2ª Vara Criminal da Justiça Federal de São Paulo.

No decorrer das investigações, foi apurado desvio de dinheiro de empresa mineira do ramo de energia, por meio do aporte de R$ 850 milhões de reais em outra empresa de mesma área de atuação. Esse recurso foi posteriormente repassado, por meio do superfaturamento de um contrato, para uma empresa privada e, em seguida, foi promovido a transferência de valores a várias outras empresas. De acordo com as investigações, parte do dinheiro repassado foi convertido em espécie e distribuído a diversas pessoas.

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Nesta fase da operação, apura-se também a participação de executivos e acionistas de empreiteira e de empresas públicas envolvidas no esquema da fraude, além dos operadores financeiros e outras empresas usadas para escoar o dinheiro desviado.

Aos investigados poderão ser imputados, na medida de suas participações nos fatos, os crimes de Associação Criminosa (art. 288 do Penal), Peculato (art. 312 do Código Penal), Evasão de Divisas (art. 22 da Lei 7.492/86) e Lavagem de Dinheiro (art. 1º da Lei 9.613/98), e Falsidade Ideológica (art. 299 do Código Penal) cujas penas, somadas, poderão resultar em 9 a 38 anos de prisão.

Haverá uma coletiva à imprensa, na Superintendência Regional da Polícia Federal em São Paulo, às 11h.

 

 

** O nome da fase da operação remete à área de atuação da empresa e ao esquema de lavagem de dinheiro para escoamento dos valores desviados do seu caixa.

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Policia Federal

PF deflagra a Operação Game Over para apurar a prática de fraudes em desfavor do INSS

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Araguaína/TO – A Polícia Federal deflagrou nesta manhã (11/4), em conjunto com a Coordenação Geral de Inteligência Previdenciária (COINP), a Operação GAME OVER, com o objetivo de apurar a prática de fraudes em desfavor do INSS na cidade de Carolina/MA. Segundo a investigação, as aposentadorias rurais eram obtidas mediante a apresentação de declarações de exercício de atividade rural ideologicamente falsas, causando um prejuízo de aproximadamente R$ 810 mil reais aos cofres públicos.

Cerca de 18 policiais federais participaram da operação, realizada nos municípios de Teresina/PI e Filadélfia/TO. Foram cumpridos 3 mandados de busca e apreensão.

Entre os investigados, foi constatado que um ex-dirigente do Sindicato dos Trabalhadores de Filadélfia/TO participou das fraudes colaborando com a confecção de documentação ideologicamente falsa para que moradores do Município postulassem aposentadorias rurais. No curso das investigações, também foi identificado o envolvimento de um servidor do INSS que facilitava a concessão dos referidos benefícios.

Além das medidas de busca e apreensão realizadas nos Municípios de Filadélfia/TO e Teresina/PI, houve o afastamento dos sigilos bancário e fiscal dos investigados e afastamento temporário do servidor do INSS do exercício da sua função pública.

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Estima-se que esta investigação evitou o prejuízo futuro de R$1.7 milhões aos cofres públicos, conforme dados levantados pelo INSS.

*Não haverá coletiva de imprensa.

 

 

 

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