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Agronegócio

PIB-Agro/CEPEA: Ramo pecuário segue pressionando PIB, que cai 0,16% em out/18

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Cepea, 24/01/2019 – O PIB do Agronegócio Brasileiro recuou 0,16% em outubro/18, segundo pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil). No acumulado de janeiro a outubro, o cenário seguiu negativo para a renda do setor, com queda de 0,62%. A pressão segue vindo do ramo pecuário.

 

Segundo pesquisadores do Cepea/CNA, o desempenho negativo da renda gerada no agronegócio em 2018 está ligado à elevação de custos de produção nos segmentos primários agrícola e pecuário e às quedas principalmente relacionas à demanda verificadas em diversas atividades do ramo pecuário.

 

De acordo com levantamentos do Cepea/CNA, o ramo pecuário registrou queda de 1,18% em outubro, enquanto o agrícola cresceu 0,26% no mês. No ano (de janeiro a outubro), os movimentos são na mesma direção, com recuo de 10,90% para o pecuário e alta de 3,85% para o agrícola.

 

No ramo pecuário, a demanda interna enfraquecida e o fechamento de importantes mercados externos destinos da carne – bovina, suína e de aves – do Brasil influenciaram os preços com maior intensidade ao longo do ano. Porém, a disputa comercial entre China e Estados Unidos, além do câmbio favorável à elevação da competitividade da proteína brasileira no mercado externo, surtiu efeitos favoráveis às exportações da carne brasileira desde setembro, notadamente com destinação a mercados asiáticos, o que resultou em certa sustentação de preços de outubro (no acumulado, porém, o resultado segue negativo). O segmento primário do ramo pecuário também sofreu impactos do incremento de custos de produção, com destaque para a elevação do preço do milho no período. 

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Quanto ao ramo agrícola, apesar da recuperação dos preços ao longo de 2018, a esperada elevação na produção e o incremento nos custos, com destaque para os preços dos fertilizantes e do diesel, ainda mantêm o segmento primário com renda baixa no ano. 

 

PIB-VOLUME – As projeções para 2018 do PIB-volume do agronegócio, calculado pelo critério de preços constantes, seguem apontando crescimento, em todos os segmentos. O PIB-volume do agronegócio deve crescer 2,21% em 2018, com altas de 5,31% para insumos, de 0,97% para o segmento primário, de 2,33% para a agroindústria e de 2,56% para os agrosserviços. 

 

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Agronegócio

FRANGO/CEPEA: Preço do vivo atinge recorde nominal da série do Cepea

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Cepea, 30/07/2021 – Com a boa liquidez no mercado da carne de frango, devido à forte demanda interna pela proteína mais em conta, o setor tem elevado as cotações do animal vivo. Segundo pesquisadores do Cepea, as altas ocorrem para acompanhar o custo de produção elevado, que, além dos insumos nutricionais, também lida com os impactos da crise hídrica e o aumento da energia elétrica. De acordo com dados do Cepea, na média das regiões do estado de São Paulo, o frango vivo foi comercializado a R$ 5,74/kg na parcial de julho, valor recorde nominal da série histórica do Cepea, iniciada em 2004, com alta de 5,9% em relação a junho. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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Agronegócio

LEITE/CEPEA: Preço do leite captado em junho é recorde da série histórica do Cepea

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Cepea, 29/07/2021 – O preço do leite captado em junho e pago ao produtor em julho chegou a R$ 2,3108/litro na Média Brasil” líquida, recorde real (dados deflacionados pelo IPCA de jun/21) da série histórica do Cepea, que se iniciou em 2005. As altas foram de 5% na comparação com o mês anterior e de 21,8% frente ao mesmo período do ano passado, também em termos reais.

O Índice de Captação Leiteira (ICAP-L) do Cepea registrou alta de 2,12% de maio para junho, puxado pela elevação média de 5,5% na captação dos estados do Sul do País. No entanto, o aumento dos custos de produção e o período de estiagem limitaram a oferta e intensificaram a concorrência entre as indústrias de laticínios para garantir a compra de matéria-prima durante o mês de junho – ocasionando a alta nos preços.

Dessa forma, a elevação dos preços não reflete aumento de rentabilidade – mas, sim, pressão de custos. Para se ter uma ideia, basta comparar o poder de compra do pecuarista leiteiro frente ao milho, insumo básico da atividade. Na média de janeiro a julho de 2021, foram precisos 44,67 litros de leite para adquirir uma saca de 60 kg de milho (base Campinas -SP), enquanto na média do mesmo período do ano passado, eram necessários 35,20 litros – o que representou uma perda no poder de compra de 26,9% em apenas um ano.

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Com estoques de derivados enxutos, as indústrias acirraram a competição pela compra de matéria-prima em junho. Nesse mês, as negociações de leite spot estiveram aquecidas, e o preço médio em Minas Gerais, por exemplo, chegou a R$ 2,78/litro, valor 17% acima da média de maio. Com o leite mais caro no campo, a indústria precisou elevar os preços dos derivados lácteos e repassar a alta da matéria-prima ao consumidor. O queijo muçarela, o leite UHT e o leite em pó negociados entre indústria e atacado de São Paulo se valorizaram 16,1%, 8,6% e 2,6%, respectivamente, em relação a maio/21 – o que sustentou a valorização do leite captado em junho e pago ao produtor em julho.

PERSPECTIVA – O movimento altista no mercado de derivados lácteos perdeu força em julho, uma vez que os preços dos lácteos estão em patamares muito elevados, o que começa a inviabilizar a demanda, já fragilizada pelo menor poder de compra do consumidor brasileiro. De acordo com pesquisa diária do Cepea, realizada com apoio da OCB, os preços médios da muçarela, do UHT e do leite em pó recuaram 2,8%, 1,5% e 0,8%, nessa ordem, entre junho e julho (considerando dados até 28/07). Junto a isso, os maiores volumes de lácteos importados nos últimos meses diminuíram a forte competição entre indústrias pela compra de leite no mercado spot (leite negociado entre indústrias) em julho. A pesquisa do Cepea mostrou que, em Minas Geais, o leite spot registrou média de R$ 2,52/litro em julho, queda de 9,4% frente a junho. Esses resultados evidenciam que, mesmo com custos de produção ainda em alta e clima desfavorável à atividade, o preço do leite captado em julho e pago ao produtor em agosto pode não superar o do mês anterior.

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Gráfico 1. Série de preços médios recebidos pelo produtor (líquido), em valores reais (deflacionados pelo IPCA de junho/2021)

Fonte: Cepea-Esalq/USP.

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o mercado lácteo aqui, por meio da Comunicação do Cepea e com a pesquisadora Natália Grigol: [email protected]

Fonte: CEPEA

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