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Policial

PM intensifica fiscalização para coibir rachas na MT-251 e autua 11 condutores

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A Polícia Militar realizou uma operação para coibir a prática de racha de veículos, na Rodovia Estadual Emanuel Pinheiro, na MT-251, no domingo (12.09), entre os municípios de Chapada dos Guimarães e Campo Verde. Na ação, 11 condutores foram autuados por irregularidades no trânsito. 

A ação conjunta mobilizou policiais do Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário (BPMTRAM), da 1ª Companhia de Policiamento Independente de Chapada dos Guimarães (1ª CIA) e da 8ª Companhia Independente de Campo Verde.  

Com barreiras e abordagens, a PM fiscalizou trechos ao longo do km 70 e km 82, locais divulgados pela imprensa, por meio de vídeos, na última sexta-feira (10.09), como pontos de encontro para a prática ilegal rachas entre motociclistas esportivos.

Durante as abordagens e fiscalizações da PM na MT-251, os policiais autuaram 11 condutores de veículos (carro e motocicleta). Dentre as irregularidades encontradas pelos policiais estavam dirigir sem possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH), licenciamento vencido, descarga livre dentre outras.  

O comandante do BPMTRAM, tenente-coronel Adão César afirma que a PM continuará reforçando as ações de policiamento na região com objetivo de coibir qualquer prática delituosa no trânsito. “Essa ação conjunta da PM é para lembrar os condutores de veículos de que estamos firmes na fiscalização. É importante, lembrar o que trata o artigo 308 do Código Brasileiro de Trânsito (CTB), que participar de rachas é crime com pena de detenção de seis meses a três anos. Além do risco de multa e suspensão da habilitação ou proibição de obter a permissão para dirigir”, ressalta o comandante.  

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Serviço 

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, pelo 190 ou, sem precisar se identificar, por meio do disque-denúncia 0800. 065.3939.

Fonte: PM MT

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Três são presos em flagrante e pontos do tráfico são desarticulados durante operação em Campos de Júlio

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Assessoria/Polícia Civil-MT

A Polícia Civil deflagrou nesta quarta-feira (22) a operação “Euphractus”, em Campos de Júlio (553 km a noroeste da Capital), para cumprimento de dois mandados de busca e apreensão que visam desarticular pontos de venda de entorpecentes.

Três suspeitos foram presos em flagrante e apreendidas entorpecentes, celulares, arma, dinheiro e apetrechos para embalar drogas. A operação contou com apoio da Delegacia de Comodoro. 

Em investigações realizadas pela equipe da Delegacia de Campos de Júlio, os policiais civis identificaram o comércio de substâncias ilícitas em dois endereços na cidade.

Após monitoramento e a coleta de indícios sobre as atividades criminosas, o delegado Ricardo Marques Sarto representou pelos pedidos de buscas e apreensões domiciliares deferidos pelo juízo da Comarca de Comodoro.

O primeiro alvo das buscas foi um endereço no bairro Águas Claras, onde os investigadores localizaram fR$ 500 provenientes da venda de entorpecentes, além de porções de maconha e pasta base de cocaína. Dois jovens de 20 e 23 anos foram presos em flagrante.

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O suspeito de 23 anos responde a dois homicídios e estava com mandado de prisão em aberto, expedido pela Comarca de Vitorino Freire, no Maranhão, onde cometeu um homicídio a golpes de facão motivado por dívida de drogas.

Na segunda residência alvo de mandado judicial, no centro da cidade, os policiais civis apreenderam porções maconha e de crack, balança de precisão, R$ 430 em dinheiro e um simulacro de arma de fogo (tipo pistola). O morador de 21 anos foi preso em flagrante por tráfico de drogas.

O delegado Ricardo Sarto destacou o êxito da operação, tendo em vista que os principais alvos da investigação foram presos em flagrante.“Os presos foram conduzidos até a Delegacia de Campos de Júlio, interrogados e após serem autuados pelos crimes, foram colocados à disposição do Poder Judiciário”.

O nome da operação “Euphractus” faz alusão ao nome científico do tatupeba, que refere-se ao modus operandi utilizados pelos alvos para esconder as drogas, enterradas no quintal das casas.

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Fonte: PJC MT

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Investigado por crimes ambientais em terra indígena é preso pela Polícia Civil

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Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT 

Policiais civis da Delegacia de Confresa (1.160 km a nordeste de Cuiabá) cumpriram na tarde desta quarta-feira, 22 de setembro, a prisão preventiva de um homem de 44 anos investigado pela prática de crimes ambientais contra uma terra indígena da região.

O mandado judicial foi expedido pela Vara Federal de Barra do Garças e o investigado foi preso no distrito de Veranópolis, localidade conhecida como ‘Canta Galo’, a aproximadamente 30 quilômetros de Confresa.

A.L.S. é considerado nas investigações um dos principais responsáveis pela extração ilegal de madeira da Terra Indígena Urubu Branco, da etnia Tapirapé, área localizada entre os municípios de Confresa, Porto Alegre do Norte e Santa Terezinha.

Relatórios de investigação e de fiscalização ambiental na região apontam que A.L.S. esteve à frente de inúmeras extrações de madeira, inclusive, de espécies protegidas por lei, como o pau-brasil.

Em novembro de 2019, mesmo depois de ser detido em uma operação de combate a crimes ambientais, ele continuou a agir reiteradamente na prática de crimes ambientais. Após ser liberado, adquiriu um caminhão e voltou a retirar madeira da terra indígena. Em dezembro do mesmo ano, o madeireiro investigado usou três caminhões para extrair madeira na parte norte da Urubu Branco.

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Em abril de 2020, mais dois caminhões foram retirados da área carregados com pau-brasil, espécie protegida por lei, portanto, não pode ser comercializada, e desde 2004 está na lista da flora brasileira ameaçada de extinção.

Uma ação realizada pela Delegacia de Confresa, em conjunto com a Funai, em maio do ano passado, prendeu duas pessoas extraindo madeira na terra indígena a mando do investigado.

O homem preso nesta quarta-feira é réu em processos por crime ambiental e reponde a outras ações penais em andamento pelos mesmos delitos cometidos na região.

Fonte: PJC MT

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