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PM reforça fiscalização do uso obrigatório de máscaras para prevenção à Covid-19

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Policiais militares estarão percorrendo comércios e outros espaços públicos e privados em todos os municípios de Mato Grosso

Alecy Alves | Secom-MT – Foto por: PMMT

A partir das 13h desta terça-feira (05.05), a Polícia Militar começar uma ação específica de fiscalização do cumprimento do decreto lei 11.119/2020, que torna obrigatório o uso de máscaras nos estabelecimentos comerciais e em outros espaços públicos e privados.

Denominada ‘Dispersão II – Covid 19’, essa operação fará um trabalho que consiste em notificar aqueles que estiverem desrespeitando a medida legal, ou seja, insistem em sair de casa ou estão em compras sem máscara.

Em Cuiabá as equipes de policiais estarão concentradas na Praça Ipiranga,  no CPA (início da Avenida Pernambuco) e na praça principal do Pedra 90, de onde sairão às ruas. Em Várzea Grande equipes sairão de pontos das Avenidas Couto Magalhães, Filinto Muller e da praça central do bairro Cristo Rei.

A atuação da PM será simultânea em todos os municípios mato-grossenses. A lei estabelece o pagamento de multa no valor de R$ 80 por pessoa (consumidor, funcionário, proprietário, diretor…) que estiver sem o equipamento de proteção individual. E determina que seja afixado em local de fácil visualização cartazes informando a obrigatoriedade do uso.

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A operação também vai orientar e alertar pedestres, condutores de veículos e pessoas em geral que estiveram circulando sem o uso da máscara sobre a obrigatoriedade, as implicações legais e a importância da proteção para conter a propagação do coronavírus.

Serviço

Pauta: fiscalização uso obrigatório de máscara – ‘Operação Dispersão II – Covid 19’

Data: 05/05 (terça-feira)

Horário: 13h

Local: Em Cuiabá as equipes de policiais estarão concentradas na Praça Ipiranga,  no CPA( início da Avenida Pernambuco) e na praça principal do Pedra 90, de onde sairão às ruas. Em Várzea Grande equipes sairão de pontos das  Avenidas Couto Magalhães,  Filinto Muller e da praça central do bairro Cristo Rei.

Fonte: Assecom

 

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Dia Nacional da Adoção – Família Fortunato mostra como laços afetivos independem da idade

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O dia no apartamento da família Fortunato, em Cuiabá, começa agitado. As irmãs Gabriela, 12 anos, e Isabela, nove, têm uma agenda cheia: aulas pela manhã, tarefas escolares à tarde, aulas de reforço e além de ajudar a mãe, a professora Elisandra, nos afazeres domésticos, tudo cercado de muito amor e animação.
 
Mas nem sempre foi assim. Gabriela chegou para a família há quase três anos, após Elisandra e o marido, o professor Alex Fortunato, participarem do Programa Padrinhos, da Comissão Estadual da Adoção (Ceja), ligada a Corregedoria-Geral da Justiça do Poder Judiciário de Mato Grosso. Após sofrerem dois abortos espontâneos, o casal pretendia adotar uma criança de até três anos de idade.
 
Enquanto aguardavam, fizeram o curso “Pré-Natal da Adoção” da Associação Mato-grossense de Pesquisa e Apoio à Adoção (Ampara), receberam informações sobre adoção tardia e refizeram o formulário do perfil da criança que pretendiam adotar. Logo conheceram Gabriela, então com nove anos. Fizeram a aproximação com o apadrinhamento afetivo e conviveram por 45 dias, aos finais de semana, com menina.
 
“Ela ficava o fim de semana conosco e na segunda-feira tínhamos que levá-la para a escola. Ela ficava emburrada, não queria descer do carro. A gente conversava com a Gabriela e dizia que no próximo fim e semana iriamos buscá-la. Após um mês e meio recebemos a ligação da Casa Lar dizendo que ela falava que não queria ficar mais no abrigo e que rezava todas as noites para ter uma família”, conta a mãe emocionada.
 
“Conversei com meu marido e resolvemos fazer a solicitação da guarda provisória, que foi concedida pela juíza. Ela teve algumas dificuldades de socialização, tinha vergonha de interagir com outras crianças do condomínio, mas tivemos ajuda profissional e o processo de adaptação foi acontecendo”, completa Elisandra. “Com um ano da chegada da Gabi e com a guarda definitiva percebemos que ela precisava de uma irmã”, revela.
 
Dessa vez, o perfil apontado foi uma criança com mais de cinco anos. O coração escolheu Isabela, então com sete anos. A garotinha vivia em uma Casa Lar, em Vila Rica (a 1.270 km de Cuiabá). No início de 2020, o casal teve um compromisso profissional na cidade, aproveitou e pediu autorização para visitar o abrigo. Ao chegar no local, quem abriu a porta, junto com os pais sociais, foi Isabela. Muito falante, meiga, religiosa e educada, a menina encantou Elisandra e Alex.
 
Semanas depois, devido a medidas de biossegurança em razão da pandemia do Cornona vírus, as visitas foram suspensas. Mas, o vínculo afetivo já estava formado. Em dezembro de 2020, Elisandra e Alex tiveram autorização judicial para fazer o aniversário Isabela. “Ela queria que o tema fosse da Frozen. Fizemos e ela ficou muito feliz”, lembra. Nesse período, a menina estava com problema de saúde e Elisandra ajudou com exames e medicação. “Descobrimos que Isabela só tinha um rim e foi uma fase de muita preocupação, eu já me sentia mãe dela”, revela.
 
Depois de muitas viagens para Vila Rica, gastos com hotel para poder ficar com a menina aos fins de semana, o casal conseguiu no dia 30 de maio de 2021, a guarda provisória. “A Isabela chegou para somar. Ela tem o perfil totalmente diferente da Gabriela. Enquanto a Gabi é calma, tímida, a Isa é impulsiva e destemida. Uma completa a outra”, afirma.
 
O convívio familiar é tão positivo que todos pensam em aumentar o número de membros. A idade desse novo integrante também já está definida: uma criança com cinco anos ou mais. Mas, ainda não chegaram a um consenso no quesito gênero. O pai, a mãe a primogênita querem um menino, já a caçula pede uma nova irmãzinha.
 
A história da família Fortunato é prova de que o vínculo de amor não depende da genética, da etnia e muito menos da idade da criança. A chamada adoção tardia, de crianças com mais de sete anos é uma das bandeiras defendida pela Comissão Estadual Judiciária de Adoção (Ceja), ligada a Corregedoria-Geral da Justiça do Poder Judiciário de Mato Grosso.
 
Na Semana Nacional da Adoção (23 a 27 de maio), em alusão ao Dia Nacional da Adoção, celebrado em 25 de maio, a Ceja destaca que as crianças com mais de sete anos, adolescentes, grupo de irmãos, portadores de necessidades física ou mental, afrodescentes ou pertencentes a minorias étnicas compõem o perfil dos acolhidos disponíveis para adoção e que menos são citados como desejados pelos pretendentes a adotar.
 
A secretária geral da Ceja, Elaine Zorgetti, cita que atualmente Mato Grosso possui 402 crianças e adolescentes acolhidos, desse total, 52 estão disponíveis para adoção e 30 acolhidos das Comarcas de Cuiabá, Várzea Grande e Primavera do Leste se enquadram no perfil mencionado. “Essas crianças e adolescentes só querem amor, carinho e necessitam do convívio familiar”.
 
Essa matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência. Imagem 1 – Foto retangular quadrada colorida. Mãe e filhas se abraçam. Imagem 2 – Foto retangular quadrada colorida mostra a mãe e as crinças na pia da cozinha lavando louça. Imagem 3 – Foto retangular colorida mostrar as duas irmãs se abraçando.
 
Alcione dos Anjos
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
 
 

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Governador decreta teletrabalho para servidores que têm filhos ou dependentes com deficiência

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O governador Mauro Mendes decretou o regime de teletrabalho aos servidores do Estado que possuam filhos, cônjuges ou dependentes com deficiências.

Os servidores que se enquadrarem no regime poderão optar pela modalidade de trabalho que melhor se enquadre na sua situação.  

O decreto deve ser publicado ainda nesta quarta-feira (25.05) no Diário Oficial e também vai regulamentar as hipóteses de teletrabalho aos demais grupos de servidores.

“Sabemos que os servidores nessa situação precisam de um tratamento diferenciado para que possam cumprir sua jornada e, ao mesmo tempo, zelar pela saúde e qualidade de vida de filhos ou dependentes com alguma deficiência. E esse decreto vem para trazer esse benefício”, afirmou o governador.

As regras

Conforme o texto, os servidores com filhos, cônjuges ou dependentes com deficiência poderão optar por cumprir a carga horário em teletrabalho de forma integral ou híbrida.

No modelo integral, os servidores cumprem presencialmente um dia ao mês no ambiente de trabalho e os demais em teletrabalho.

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Caso opte pelo formato híbrido, os servidores poderão alternar a jornada de “forma remota com a presencial por dias ou períodos fixados de revezamento”. Ou seja, poderão escolher trabalhar dois dias na semana de forma presencial e os demais em teletrabalho, ou dividir metade da carga horária diária (quatro horas) de forma presencial e a outra metade em homeoffice.

Em ambas as modalidades, será exigida produtividade 25% menor a esse grupo de servidores em comparação aos servidores que atuam em regime presencial.

Os servidores cujas funções não sejam compatíveis com o teletrabalho poderão pedir remoção para outra unidade na qual haja essa compatibilidade.

Fonte: GOV MT

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