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Polícia Civil cumpre prisão de empresário identificado como autor de homicídio em Juruena

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Assessoria/Polícia Civil-MT

O empresário apontado como autor de um homicídio ocorrido no sábado (31.07) no município de Juruena (880 km a noroeste de Cuiabá) teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, no início da tarde desta terça-feira (03.08).

O suspeito de 34 anos se apresentou com advogado na delegacia de Juína (735 km a noroeste da Capital), ocasião em que já estava com a ordem de prisão preventiva expedida pela Justiça, com base nas investigações da Polícia Civil.

O homicídio que vitimou, Maycon dos Santos Ronn, de 27 anos ocorreu por volta das 20h30 de sábado (31), em um posto de combustíveis em Juruena, ocasião em que a vítima foi morta por disparos de arma de fogo. Logo após os fatos, o suspeito entrou em seu veículo e fugiu do local.

Assim que foi acionada do crime, a equipe de policiais da Delegacia de Juruena foram até o local e após as providências de praxe, iniciou as diligências para identificar e prender o autor do homicídio. Através das imagens das câmeras do circuito de segurança do posto, foi possível identificar o autor do crime como o empresário do ramo de metalúrgica do município.

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Diante das evidências colhidas pelos policiais da Delegacia de Juruena, o delegado plantonista, Marco Bertolotto Remuzzi, representou pelo mandado de prisão preventiva do suspeito, que foi deferida pela Justiça, no início da tarde domingo (01.08). O suspeito se apresentou no início da tarde desta terça-feira (03), na Delegacia de Juína.

Segundo o delegado, Marco Remuzzi, a agilidade nas investigações foi fundamental para que a expedição do mandado e consequente prisão do suspeito, uma vez que ele não estava mais em situação de flagrante.

“A rapidez no trabalho investigativo realizado pelos policiais da Delegacia de Juruena na identificação do suspeito foi fundamental para esclarecimento dos fatos e prisão do autor do crime. Adentramos a noite, para materializar a denúncia, outiva de testemunhas, relatórios policiais que deram base para a representação do mandado de prisão preventiva do suspeito que foi protocolada nas primeiras horas de domingo e expedida poucas horas depois”, disse o delegado.

A motivação do crime será apurada em inquérito policial que continua em andamento pela Delegacia de Juruena.

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Fonte: PJC MT

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Três são presos em flagrante e pontos do tráfico são desarticulados durante operação em Campos de Júlio

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Assessoria/Polícia Civil-MT

A Polícia Civil deflagrou nesta quarta-feira (22) a operação “Euphractus”, em Campos de Júlio (553 km a noroeste da Capital), para cumprimento de dois mandados de busca e apreensão que visam desarticular pontos de venda de entorpecentes.

Três suspeitos foram presos em flagrante e apreendidas entorpecentes, celulares, arma, dinheiro e apetrechos para embalar drogas. A operação contou com apoio da Delegacia de Comodoro. 

Em investigações realizadas pela equipe da Delegacia de Campos de Júlio, os policiais civis identificaram o comércio de substâncias ilícitas em dois endereços na cidade.

Após monitoramento e a coleta de indícios sobre as atividades criminosas, o delegado Ricardo Marques Sarto representou pelos pedidos de buscas e apreensões domiciliares deferidos pelo juízo da Comarca de Comodoro.

O primeiro alvo das buscas foi um endereço no bairro Águas Claras, onde os investigadores localizaram fR$ 500 provenientes da venda de entorpecentes, além de porções de maconha e pasta base de cocaína. Dois jovens de 20 e 23 anos foram presos em flagrante.

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O suspeito de 23 anos responde a dois homicídios e estava com mandado de prisão em aberto, expedido pela Comarca de Vitorino Freire, no Maranhão, onde cometeu um homicídio a golpes de facão motivado por dívida de drogas.

Na segunda residência alvo de mandado judicial, no centro da cidade, os policiais civis apreenderam porções maconha e de crack, balança de precisão, R$ 430 em dinheiro e um simulacro de arma de fogo (tipo pistola). O morador de 21 anos foi preso em flagrante por tráfico de drogas.

O delegado Ricardo Sarto destacou o êxito da operação, tendo em vista que os principais alvos da investigação foram presos em flagrante.“Os presos foram conduzidos até a Delegacia de Campos de Júlio, interrogados e após serem autuados pelos crimes, foram colocados à disposição do Poder Judiciário”.

O nome da operação “Euphractus” faz alusão ao nome científico do tatupeba, que refere-se ao modus operandi utilizados pelos alvos para esconder as drogas, enterradas no quintal das casas.

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Fonte: PJC MT

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Investigado por crimes ambientais em terra indígena é preso pela Polícia Civil

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Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT 

Policiais civis da Delegacia de Confresa (1.160 km a nordeste de Cuiabá) cumpriram na tarde desta quarta-feira, 22 de setembro, a prisão preventiva de um homem de 44 anos investigado pela prática de crimes ambientais contra uma terra indígena da região.

O mandado judicial foi expedido pela Vara Federal de Barra do Garças e o investigado foi preso no distrito de Veranópolis, localidade conhecida como ‘Canta Galo’, a aproximadamente 30 quilômetros de Confresa.

A.L.S. é considerado nas investigações um dos principais responsáveis pela extração ilegal de madeira da Terra Indígena Urubu Branco, da etnia Tapirapé, área localizada entre os municípios de Confresa, Porto Alegre do Norte e Santa Terezinha.

Relatórios de investigação e de fiscalização ambiental na região apontam que A.L.S. esteve à frente de inúmeras extrações de madeira, inclusive, de espécies protegidas por lei, como o pau-brasil.

Em novembro de 2019, mesmo depois de ser detido em uma operação de combate a crimes ambientais, ele continuou a agir reiteradamente na prática de crimes ambientais. Após ser liberado, adquiriu um caminhão e voltou a retirar madeira da terra indígena. Em dezembro do mesmo ano, o madeireiro investigado usou três caminhões para extrair madeira na parte norte da Urubu Branco.

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Em abril de 2020, mais dois caminhões foram retirados da área carregados com pau-brasil, espécie protegida por lei, portanto, não pode ser comercializada, e desde 2004 está na lista da flora brasileira ameaçada de extinção.

Uma ação realizada pela Delegacia de Confresa, em conjunto com a Funai, em maio do ano passado, prendeu duas pessoas extraindo madeira na terra indígena a mando do investigado.

O homem preso nesta quarta-feira é réu em processos por crime ambiental e reponde a outras ações penais em andamento pelos mesmos delitos cometidos na região.

Fonte: PJC MT

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