conecte-se conosco


Policial

Polícia Civil e Ipem apreendem 29 rolos de cabos de eletricidade irregulares em loja de material de construção na Capital

Publicados

em


Assessoria/Polícia Civil-MT

A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), e o Instituto de Pesos e Medidas do Estado de Mato Grosso (Ipem-MT) realizaram ação conjunta na manhã desta quinta-feira (26.08), em uma loja de materiais de construção localizada no Jardim Califórnia, em Cuiabá.

Durante a operação, os policiais civis e fiscais apreenderam 29 rolos de fios e cabos para eletricidade da marca Tecnofios, que foram reprovados nos testes realizados in loco pelo Ipem, que é um órgão conveniado e que segue as normas estabelecidas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), por apresentarem resistência superior a máxima permitida pelo Inmetro, conforme a na NBR de nº. 280/2011.

Os produtos reprovados possuem registro ativo no site do Inmetro e o selo do órgão nas suas embalagens, mas estavam fora da norma. Há a suspeita de que o fabricante, após conseguir o registro dos produtos no Inmetro, reduziu a quantidade de cobre empregada na fabricação do material de construção.

Todos os fios e cabos de eletricidade reprovados foram recolhidos pelo Ipem de Mato Grosso, e o Inmetro será informado dos resultados dos testes para cassar o registro da marca reprovada.

Veja Também:   Polícia Civil autua indígena por morte de companheira em Juara

De acordo com o delegado da Decon, Rogério Ferreira, esta é a segunda vez que a Polícia Civil e o Ipem reprovam fios e cabos para eletricidades comercializados pela rede de lojas de materiais para construção, e os responsáveis legais pela empresa na qual os produtos estavam expostos à venda serão intimados para prestar declarações na Decon.

“Os responsáveis pela marca de fios e cabos para eletricidade Tecnofios serão interrogados pela Polícia Civil e podem ser responsabilizados por crime contra as relações de consumo, com pena de até 5 anos de prisão e multa”, disse o delegado.

Risco ao Consumidor

Cabos e fios de eletricidade de má qualidade ou falsificados aumentam o consumo de energia elétrica e, consequentemente, a conta de luz do consumidor no final do mês, além de superaquecerem no interior das paredes do imóvel, com o risco de causarem incêndios que podem colocar em risco a vida, a integridade física e o patrimônio de quem os compra esses produtos e de seus familiares.

O consumidor pode se proteger da compra de cabos e fios elétricos de má qualidade desconfiando de preços muito abaixo dos praticados pelo mercado, comprando sempre de empresas e de lojas de sua confiança, exigindo a nota fiscal do produto, consultando o registro da marca, o nome do fabricante ou o seu CNPJ no site do Inmetro (http://registro.inmetro.gov.br/consulta/), para saber se aquele material possui registro ativo no órgão, e fazendo uma inspeção visual antes de adquirir ou de receber o produto, uma vez que os produtos de má qualidade aparentam ter uma quantidade pequena de cobre revestida por uma grossa camada de PVC.

Veja Também:  Um terço dos municípios de MT não registrou assassinatos no primeiro semestre

Em maio deste ano, a Qualifio, Associação Brasileira Pela Qualidade dos Fios e Cabos Elétricos e Similares, coletou 54 amostras de cabos e fios no mercado, de 27 fabricantes diferentes, sendo que 62% das amostras não estavam conforme a norma e 75% dos fabricantes apresentaram não conformidades.

Ações constantes

A ação conjunta desta semana faz parte de uma série de fiscalizações que a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor e o Ipem planejam realizar na região metropolitana da Capital e em outras cidades do Estado de Mato Grosso, para garantir a qualidade dos fios e cabos para eletricidade que são comercializados em Mato Grosso.

Fonte: PJC MT

Comentários Facebook
Propaganda

Policial

Três são presos em flagrante e pontos do tráfico são desarticulados durante operação em Campos de Júlio

Publicados

em


Assessoria/Polícia Civil-MT

A Polícia Civil deflagrou nesta quarta-feira (22) a operação “Euphractus”, em Campos de Júlio (553 km a noroeste da Capital), para cumprimento de dois mandados de busca e apreensão que visam desarticular pontos de venda de entorpecentes.

Três suspeitos foram presos em flagrante e apreendidas entorpecentes, celulares, arma, dinheiro e apetrechos para embalar drogas. A operação contou com apoio da Delegacia de Comodoro. 

Em investigações realizadas pela equipe da Delegacia de Campos de Júlio, os policiais civis identificaram o comércio de substâncias ilícitas em dois endereços na cidade.

Após monitoramento e a coleta de indícios sobre as atividades criminosas, o delegado Ricardo Marques Sarto representou pelos pedidos de buscas e apreensões domiciliares deferidos pelo juízo da Comarca de Comodoro.

O primeiro alvo das buscas foi um endereço no bairro Águas Claras, onde os investigadores localizaram fR$ 500 provenientes da venda de entorpecentes, além de porções de maconha e pasta base de cocaína. Dois jovens de 20 e 23 anos foram presos em flagrante.

Veja Também:  PM liberta homem sequestrado e prende suspeitos em flagrante em Rondonópolis

O suspeito de 23 anos responde a dois homicídios e estava com mandado de prisão em aberto, expedido pela Comarca de Vitorino Freire, no Maranhão, onde cometeu um homicídio a golpes de facão motivado por dívida de drogas.

Na segunda residência alvo de mandado judicial, no centro da cidade, os policiais civis apreenderam porções maconha e de crack, balança de precisão, R$ 430 em dinheiro e um simulacro de arma de fogo (tipo pistola). O morador de 21 anos foi preso em flagrante por tráfico de drogas.

O delegado Ricardo Sarto destacou o êxito da operação, tendo em vista que os principais alvos da investigação foram presos em flagrante.“Os presos foram conduzidos até a Delegacia de Campos de Júlio, interrogados e após serem autuados pelos crimes, foram colocados à disposição do Poder Judiciário”.

O nome da operação “Euphractus” faz alusão ao nome científico do tatupeba, que refere-se ao modus operandi utilizados pelos alvos para esconder as drogas, enterradas no quintal das casas.

Veja Também:  Três autores do duplo homicídio de adolescentes em Sapezal são presos pela Polícia Civil

Fonte: PJC MT

Comentários Facebook
Continue lendo

Policial

Investigado por crimes ambientais em terra indígena é preso pela Polícia Civil

Publicados

em


Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT 

Policiais civis da Delegacia de Confresa (1.160 km a nordeste de Cuiabá) cumpriram na tarde desta quarta-feira, 22 de setembro, a prisão preventiva de um homem de 44 anos investigado pela prática de crimes ambientais contra uma terra indígena da região.

O mandado judicial foi expedido pela Vara Federal de Barra do Garças e o investigado foi preso no distrito de Veranópolis, localidade conhecida como ‘Canta Galo’, a aproximadamente 30 quilômetros de Confresa.

A.L.S. é considerado nas investigações um dos principais responsáveis pela extração ilegal de madeira da Terra Indígena Urubu Branco, da etnia Tapirapé, área localizada entre os municípios de Confresa, Porto Alegre do Norte e Santa Terezinha.

Relatórios de investigação e de fiscalização ambiental na região apontam que A.L.S. esteve à frente de inúmeras extrações de madeira, inclusive, de espécies protegidas por lei, como o pau-brasil.

Em novembro de 2019, mesmo depois de ser detido em uma operação de combate a crimes ambientais, ele continuou a agir reiteradamente na prática de crimes ambientais. Após ser liberado, adquiriu um caminhão e voltou a retirar madeira da terra indígena. Em dezembro do mesmo ano, o madeireiro investigado usou três caminhões para extrair madeira na parte norte da Urubu Branco.

Veja Também:  Em ação integrada Polícia Civil cumpre mandado de prisão contra autor de vários crimes

Em abril de 2020, mais dois caminhões foram retirados da área carregados com pau-brasil, espécie protegida por lei, portanto, não pode ser comercializada, e desde 2004 está na lista da flora brasileira ameaçada de extinção.

Uma ação realizada pela Delegacia de Confresa, em conjunto com a Funai, em maio do ano passado, prendeu duas pessoas extraindo madeira na terra indígena a mando do investigado.

O homem preso nesta quarta-feira é réu em processos por crime ambiental e reponde a outras ações penais em andamento pelos mesmos delitos cometidos na região.

Fonte: PJC MT

Comentários Facebook
Continue lendo

QUEREMOS SABER SUA OPINIÃO

EM SEU PONTO DE VISTA ATÉ O MOMENTO A GESTÃO DR. DIVINO PREFEITO DE BARRA DO BUGRES ESTÁ?

Barra do Bugres e Região

Mato Grosso

Agronegócio

Mais Lidas da Semana