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Por que tem tanto carro fora de linha pelas ruas do Brasil?

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Fábrica da Ford em Camaçari (BA), onde eram produzidos os modelos Ka e EcoSport, até janeiro último
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Fábrica da Ford em Camaçari (BA), onde eram produzidos os modelos Ka e EcoSport, até janeiro último

Basta dar uma volta de carro por aí e ficar um pouco mais atento para ver que a frota de veículos no Brasil está envelhecendo e que tem muitos modelos circulando que já saíram de linha, ou estão prestes a sair. Segundo estudo do Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos), a idade média da frota no país é de 10,5 anos, a maior em 25 anos.

Já se falou muito sobre crise econômica e a falta de semicondutores da indústria automotiva , o que tem levado ao aumento das vendas de carros usados e diminuído as dos novos, cujos preços estão nas alturas, entre outros motivos, pela cotação do dólar. Mas há outras questões envolvidas sobre ter tanto carro que deixou de ser fabricado pelas ruas do Brasil.

Uma delas é a tendência das fabricantes de reduzirem ao máximo seus portfólios . Isso porque a questão do equilíbrio nas contas tem sido um fator muito importante, principalmente para as filiais aqui do Brasil. As matrizes também sentem os efeitos da crise gerada pela pandemia e estão tendo muitos custos para a mudança para a nova era da mobilidade, com modelos elétricos e autônomos.

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Então, as filiais das multinacionais instaladas no Brasil precisam se virar sozinhas para não precisarem depender de ajuda externa para sobreviver. Com isso, ainda mais com a forte crise que assola o país , são obrigadas a produzirem apenas o que realmente tem apelo de venda atualmente no mercado brasileiro, que vem mudando bastante.

Para se ter uma idéia, o carro novo mais em conta é o Renault Kwid Life , que custa R$ 48.290. E os SUVs já são 49,2% das vendas totais, em agosto, segundo a Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos).

Essa escolha de qual carro vai sobreviver ou não está ligada não apenas ao tipo que tem mais apelo no mercado, mas também à questão dos semicondutores, já que, com a escassez, não vale a pena utilizá-los em algo que não vai dar retorno.

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Novos e desafiadores tempos

Chips semicondutores estão em falta no setor automotivo, o que também ajuda a reduzir o portfolio das montadoras
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Chips semicondutores estão em falta no setor automotivo, o que também ajuda a reduzir o portfolio das montadoras

Aliás, a falta desse tipo de componente deve aumentar ainda mais no Brasil com a chegada dos celulares 5G . Segundo edital da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), a previsão é que a nova frequência comece a funcionar por aqui a partir de julho de 2022. Portanto, a demanda por semicondutores tende a aumentar ainda mais, o que pode agravar a situação no setor automotivo .

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Outro fator bem importante que vai acabar tirando muito carro de linha no Brasil fica por conta das novas regras de ruídos e emissões estabelecidas pelo Proncove L7 , que começam a valer a partir de 1º de janeiro de 2022. Modelos como VW Fox, VW Voyage, Fiat Grand Siena , Fiat Doblò, Renault Sandero RS, Hyundai ix35 , Peugeot Partner, entre outros, vão deixar de serem fabricados, pelo que se sabe até o momento.

Por questões estratégicas, já deixaram de serem produzidos no Brasil em 2021 os seguintes modelos: Ford EcoSport , Ford Ka (sedã e hatch), Citroën C3, Citroën C3 AirCross, T oyota Etios (sedã e hatch) , Fiat Strada (1ª geração), Chevrolet Montana, Chevrolet Cobalt, VW Up!, Audi A3 Sedan, Mercedes Classe C e Mercedes GLA . Pelos mesmos motivos estratégicos, outros ainda vão deixar de sair de suas linhas de montagem no Brasil em 2022, como Honda Fit , Honda Civic e Peugeot 2008 .

Alguns importados também já deixaram de ser trazidos ao Brasil, como Ford Edge , Toyota Prius, Toyota Camry, Mitsubishi Pajero Full, Nissan Sentra (nova geração deve vir em 2022), VW Passat e Citroën C4 Lounge. E outros também vão deixar de serem trazidos a partir do ano que vem. Como se vê, o setor automotivo no país passa por grandes transformações, o que apenas tornam os desafios pela frente ainda maiores.

Fonte: IG CARROS

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Hyundai Creta 2022 quer voltar a ser líder na versão 1.0 Platinum

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Hyundai Creta Platinum 1.0: visual recebeu mudanças em relação à versão coreana, mas continuou controverso
Cauê Lira/iG Carros

Hyundai Creta Platinum 1.0: visual recebeu mudanças em relação à versão coreana, mas continuou controverso

Entre todos os carros de imprensa que guiei neste ano, o Hyundai Creta 2022 foi um dos que causou mais curiosidade nas pessoas. Ele chega às lojas nas versões Comfort 1.0 (R$ 107.490), Limited 1.0 (R$ 120.490), Platinum 1.0 (R$ 135.490) e Ultimate 2.0 (R$ 147.990), contando ainda com a versão Action 1.6 (R$ 94.690) que mantém o visual antigo.

Foi justamente neste ponto que a Hyundai mais investiu. Podemos dizer que o Creta 2022 teve uma das reestilizações mais profundas dos últimos anos, atualizando não apenas o design da dianteira e da traseira, como também o interior. 

O Creta ainda é montado sob a plataforma GB, a mesma que equipou o sedã  Elantra por muitos anos. O visual traz inspirações claras do Palisade , SUV de grande porte que faz sucesso nos Estados Unidos. 

Os faróis dianteiros passam a ser divididos com uma parte maior abaixo e um filete mais estreito acima, em um arranjo inaugurado pela Fiat Toro no Brasil. O mais interessante é que este padrão continua na traseira.

O interior também está diferente, trazendo um ar mais sofisticado. Destaque para a central multimídia de 10,25 polegadas, a maior da categoria, e o novo seletor de modo de condução com quatro opções: econômico, normal, personalizado e esportivo.

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Motores

Versão com motor 1.0 turbo, com injeção direta, mostrou-se ágil o suficiente no dia a dia, tanto na cidade quanto na estrada
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Versão com motor 1.0 turbo, com injeção direta, mostrou-se ágil o suficiente no dia a dia, tanto na cidade quanto na estrada

Na linha 2022, os motores do Creta estão dispostos da seguinte forma. A versão Action sem facelift mantém o motor 1.6 aspirado de 130 cv de potência e 16,5 kgfm de torque, com câmbio automático de seis marchas. Os modelos Comfort , Limited e Platinum contam com o motor 1.0 turbo GDi de 120 cv de potência e 17,5 kgfm de torque.

Quem olha para os números sem enxergar o contexto pode imaginar que o Creta regrediu ao apostar em um motor de apenas um litro de cilindrada com potência declarada em níveis inferiores. Mas a verdade é que o SUV nunca esteve tão bom de andar.

O antigo motor 1.6 desenvolve seus 16,5 kgfm de torque em 4.500 rotações, enquanto o motor 1.0 turbo precisa de apenas 1.500 rotações para entregar o torque cheio de 17,5 kgfm de torque. Sendo assim, temos um SUV muito mais ágil  aos comandos do motorista no pedal, além de ter ficado mais eficiente.

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Com o novo 1.0 turbo, o SUV ficou muito mais espertinho para encarar subidas e saídas de semáforo. O grande destaque fica por conta do câmbio automático de seis marchas , que tem trocas suaves e inteligentes, de acordo com o modo de condução escolhido pelo motorista.

O casamento entre o motor 1.0 turbo e o câmbio é feliz, proporcionando bom desempenho para a versão. O consumo, segundo o Inmetro, é de 8,3 km/l na cidade e 8,7 km/l na estrada com etanol, além de marcar 11,6 km/l na cidade e 12 km/l na estrada.

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A versão mais cara do Creta, a Ultimate , mantém o motor 2.0 aspirado, que ganhou 1 cv na comparação com o modelo anterior. Agora são 167 cv de potência a 6.200 rpm e 20,5 kgfm de torque a 4.700 rpm, com câmbio automático de seis marchas. Em algumas semanas, teremos essa versão em nossa garagem para um veredito sobre ela.

Conforto

Interior do novo Creta representa a principal evolução do modelo, que ficou com aspecto mais requintado e moderno
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Interior do novo Creta representa a principal evolução do modelo, que ficou com aspecto mais requintado e moderno

O Creta Platinium ainda conta com várias câmeras espalhadas pela carroceria, que formam uma visualização 360° na central multimídia. Trata-se de um ótimo recurso para evitar ‘raladas’ indesejadas no estacionamento do prédio.

O porta-malas que antes tinha 431 litros agora passa a ter 422. Isso porque os engenheiros optaram por recuar o banco traseiro e dar mais espaço para os joelhos.

Veredito

O Hyundai Creta quer voltar à liderança do segmento, posto que atingiu em 2018 ao superar o Honda HR-V por mil unidades nas vendas. Em 2022 também terá que enfrentar o novo SUV compacto da Honda.

Apesar da polêmica a respeito do visual – principalmente pelo formato dos faróis dianteiros – o modelo renovado deve repetir a história do HB20 e performar bem nas concessionárias. Vale lembrar que o hatch também sofreu críticas pelo visual ao ser lançado em 2019, mas foi o carro mais vendido do Brasil em setembro de 2021.

Hyundai Creta Platinum Motor: 1.0, turbo, flex Potência: 120 cv a 6.000 rpm Torque: 17,5 kgfm a 1.500 rpm Transmissão: automática, seis marchas Suspensão: McPherson (dianteira), eixo de torção (traseira) Freios: discos ventilados (dianteira), discos sólidos (traseira) Proporções: 4,30 metros (comprimento), 1,79 m (largura), 1,63 m (altura), 2.61 m (entre-eixos) Pneus: 215/60 R17 Porta-malas: 422 litros Consumo etanol: 8,3 km/l na cidade e 8,7 km/l na estrada Consumo gasolina: 11,6 km/l na cidade e 12 km/l na estrada

Fonte: IG CARROS

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Toyota lança Hilux GR Sport no Japão antes da picape chegar ao Brasil

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Toyota GR Sport terá entre as rivais a Chevrolet S10 Z71, que chegará às lojas da GM em novembro próximo
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Toyota GR Sport terá entre as rivais a Chevrolet S10 Z71, que chegará às lojas da GM em novembro próximo

Após dois meses da Toyota ter apresentado na Tailândia a nova geração da picape Hilux GR-Sport, agora foi a vez do Japão anunciar a sua versão assinada pela Gazoo Racing que ao contrário da versão tailandesa, a japonesa está mais sútil, sem adesivos.

Na parte frontal, a nova Hilux GR Sport conta com para-choque diferenciado e pintado na cor da carroceria e com entrada de ar inferior mais larga e a grade com o nome “Toyota”.

Outra diferença está nos estribos e rodas de 18 polegadas duas tonalidades em dois tons – que cobrem pinças de freios vermelhas e retrovisores externos com pintura escurecida.

Na parte interna, que também ganhou pouca notoriedade em relação à versão convencional o que se destaca são: painel de instrumentos com detalhes em vermelho, forrações dos bancos e volante com couro e costura vermelha, apoios de cabeça com o logo GR Sport.

Para o mercado japonês, o novo Hilux GR-Sport tem o motor 2.4 turbodiesel de apenas 150 cv. Na Tailândia, ele usa o turbodiesel 2.8 de 204 cv.

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E no Brasil?

Projeção da Chevrolet S10 Z71 que chega no mês que vem e que será rival da Toyota Hilux GR-Sport
Projeção: Kleber Silva

Projeção da Chevrolet S10 Z71 que chega no mês que vem e que será rival da Toyota Hilux GR-Sport

Como o utilitário atende ao mercado global, por aqui o a Toyota Hilux GR Sport virá da Argentina que mantém livre acordo de comercio de bens automotivos. Ainda não há informações oficiais sobre a previsão de chegada, mas espera-se que o modelo desembarque já no início do ano que vem.

Entre as principais rivais com apelo esportivo a picape da marca japonesa terá a Chevrolet S10 Z71 , que começa a chegar às lojas em novembro. Além dela há também a Nissan Frontier X-Gear , que já está disponível no mercado brasileiro, trazida da Argentina. E a  Ford Ranger Storm , que começou as er vendida no Brasil desde 2020.

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Fonte: IG CARROS

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