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Prefeitura e Unemat lançam Programa Alfabetiza Lucas

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Iniciativa inédita produzirá coletivamente cadernos pedagógicos baseados na realidade local

Neri Malheiros | Ascom

Foto: Ascom Prefeitura/Daniela Meinerz

O lançamento do Programa Alfabetiza Lucas, no começo da tarde desta terça-feira, 21, no auditório do Paço Municipal, foi um dos pontos altos do primeiro dia da III Jornada de Inovação Pedagógica, que tem como tema “Educação integral como propósito de humanização da vida em sociedade” e se estenderá até a próxima sexta-feira.

A iniciativa inédita voltada para a formação do quadro de gestores e professores da rede municipal resulta de mais uma parceria firmada entre o Poder Executivo de Lucas do Rio Verde, por meio da Secretaria de Educação, e a Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat). O ato de lançamento contou com a presença da diretora política-pedagógica e financeira da Unemat/Juara, Ana Maria de Lima, do diretor político-pedagógico e financeiro da Unemat/Sinop, Roberto Alves de Arruda, do diretor político-pedagógico e financeiro da Unemat/Barra do Bugres, Fernando Selleri Silva e de professores da instituição responsáveis pela aplicação da proposta.

Para o professor Roberto Alves de Arruda, os quatro dias de atividades formativas permitirão descobrir quais são os desafios para melhorar os pontos críticos de maneira que os profissionais tenham segurança para desenvolver seu trabalho nas salas de aula. “A Unemat, dos campus de Juara, Sinop e Barra do Bugres, traz o Programa Alfabetiza Lucas como uma proposta de formação dos professores e gestores da rede municipal a partir de uma iniciativa da Prefeitura, juntamente com a Secretaria de Educação, que nos provocou para atender esta demanda específica com base em alguns indicadores sobre alfabetização e letramento que precisam ser melhorados”, destaca.

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Segundo ele, o ineditismo do programa no estado de Mato Grosso vem do fato de que o município de Lucas do Rio Verde produzirá seu próprio material pedagógico a partir da vivência e do conhecimento de sua realidade. “Uma coisa é importar e trazer um livro didático ou um pacote pronto. Outra coisa bem diferente é construir esse material coletivamente, respeitando sua diversidade cultural, as condições socioeconômicas, a condição de formação desses professores e, especialmente, pensando no aluno que está inserido neste contexto”, explica.

Assessora de formação da Secretaria Municipal de Educação, a professora Ione de Fátima Souza da Silva disse que a parceria com a Unemat procura vencer o desafio de elevar os índices de aprendizado para que todas as crianças estejam alfabetizadas até o final do segundo ano do ensino básico, uma exigência da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e do Documento de Referência Curricular do município. “Este programa será um reforço para identificar pontos fortes e pontos fracos e ajudar o professor a melhorar a sua prática na sala de aula. Com os cadernos pedagógicos, elaborados coletivamente, os próprios professores irão preparar atividades para trabalhar com os alunos exatamente de acordo com a nossa realidade. Ou seja, um trabalho inédito no Mato Grosso, com uma produção pedagógica que atenda às nossas necessidades”, pontua.

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Atingir a meta de 100% das crianças da educação básica alfabetizadas dentro do prazo estabelecido será, de acordo com a secretária municipal de Educação, Cleusa Marchezan De Marco, um dos principais desafios pedagógicos. ‘Queremos ter um diagnóstico para entender o que precisa ser melhorado para criar um perfil do professor alfabetizador e produzir junto com a universidade o material necessário para ter resultados melhores na aprendizagem das nossas crianças”, ressalta.

Coordenadora do Programa Alfabetiza Lucas, a professa Rosália de Aguiar Araújo ressalta que a proposta de formação será adequada de acordo com as necessidades dos protagonistas. “O formato pensado prevê três módulos de oficinas temáticas, o primeiro agora, dirigido aos professores, o segundo em fevereiro, para os gestores, e, na metade do ano, outro novamente para os professores, sempre partindo dos problemas enfrentados nas salas de aula”, observa.

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ACIBB e Unemat se unem para ofertar opção de curso de extensão voltado à precificação

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A ACIBB vem nos últimos dias realizando inúmeras ações para fortalecer não só o comercio, mas toda a cidade de Barra do Bugres. Desse modo, visando ampliar os horizontes do empreendedor, a Associação Comercial se uniu a Universidade do Estado de Mato Grosso, Campus Renê Barbour, para ofertar uma opção de curso de extensão voltado à precificação.

O intuito do curso é garantir ao empreendedor o conhecimento na hora de comprar e vender seus produtos, assim os comerciantes terão a oportunidade de aprender a calcular os preços de custo, de venda, margens de lucro e outros cálculos essenciais exigidos no trabalho de precificação.

Segundo o Presidente da ACIBB, Iandro Almicci, esse é apenas o primeiro dos muitos projetos que estão por vir com essa importante parceria.

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Em Mato Grosso, 25 municípios estão com risco muito alto de contaminação pela Covid-19 Barra é uma delas 

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 A Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) divulgou, na semana passada, o Boletim Informativo n° 450 com o panorama da situação epidemiológica da Covid-19 em Mato Grosso.

O documento mostra, a partir da página 11, que 25 municípios registram classificação de risco muito alto para o coronavírus. São eles: Água Boa, Araguainha, Barra do Bugres, Barra do Garças, Cáceres, Campo Novo do Parecis, Campo Verde, Canarana, Cláudia, Confresa, Figueirópolis D’Oeste, Guiratinga, Itanhangá, Jangada, Juína, Lucas do Rio Verde, Marcelândia, Nova Mutum, Novo São Joaquim, Rondolândia, Santo Afonso, Santo Antônio do Leste, São José do Povo, Tangará da Serra e Vila Rica.

Outras 116 cidades estão classificadas na categoria alta para a contaminação do coronavírus. Nenhum município foi classificado com risco moderado ou baixo para a Covid-19.

Novo método para classificação

O método para definir a classificação de risco dos municípios foi aprimorado. A mudança foi publicada no Diário Oficial do dia 25 de março de 2021. Desde então, não é levado em consideração apenas o número absoluto dos casos dos últimos quatorzes dias, mas sim a média móvel dos últimos quatorze dias.

Assim, o município não sofrerá uma mudança brusca de um boletim para o outro; a cidade ficará na mesma categoria por pelo menos duas semanas, conforme sua média móvel de casos.

Também foi aperfeiçoado o cálculo dos casos acumulados. Antes eram considerados os casos acumulados a partir do dia 1º de dezembro de 2020. Com a nova metodologia, a análise será realizada sempre com base nos casos acumulados dos últimos 90 dias.

Confira as medidas de acordo com a classificação de risco:

  • Nível de Risco ALTO

  1. a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO e MODERADO;

  1. b) proibição de qualquer atividade de lazer ou evento que cause aglomeração;

  1. c) proibição de atendimento presencial em órgãos públicos e concessionárias de serviços públicos, devendo ser disponibilizado canais de atendimento ao público não presencial;

  1. d) adoção de medidas preparatórias para a quarentena obrigatória, iniciando com incentivo à quarentena voluntária e outras medidas julgadas adequadas pela autoridade municipal para evitar a circulação e aglomeração de pessoas.

  • Nível de Risco MUITO ALTO

  1. a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO, MODERADO e ALTO;

  1. b) quarentena coletiva obrigatória no território do Município, por períodos de 10 (dez) dias, prorrogáveis, mediante reavaliação da autoridade competente, podendo, inclusive, haver antecipação de feriados para referido período;

  1. c) suspensão de aulas presenciais em creches, escolas e universidades;

  1. d) controle do perímetro da área de contenção, por barreiras sanitárias, para triagem da entrada e saída de pessoas, ficando autorizada apenas a circulação de pessoas com o objetivo de acessar e exercer atividades essenciais;

  1. e) manutenção do funcionamento apenas dos serviços públicos e atividades essenciais;

  • 1º Atingida determinada classificação de risco, as medidas de restrição correspondentes devem ser aplicadas por, no mínimo, 10 (dez) dias, ainda que, neste período, ocorra o rebaixamento da classificação do Município.

  • 2º Os municípios contíguos devem adotar as medidas restritivas idênticas, correspondentes às aplicáveis aquele que tiver classificação de risco mais grave.

  • 3º Os Municípios poderão adotar medidas mais restritivas do que as contidas neste Decreto, desde que justificadas em dados concretos locais que demonstrem a necessidade de maior rigor para o controle da disseminação do novo coronavírus.

Art. 6º O funcionamento de parques públicos estaduais seguirá as restrições estabelecidas pelos Municípios em que se encontrem e, na ausência de normas a este respeito, poderão ser utilizados, desde que observado o distanciamento mínimo de 1,5m entre as pessoas, ficando vedado o acesso sem o uso de máscara de proteção facial.

Fonte: GOV MT

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