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Presidente contesta relatório sobre venda de estádio em Cuiabá

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“Os comprovantes das transferências estão comigo, tenho cópias de toda a documentação”, afirmou Oliveira. Segundo ele, o então prefeito Mauro Mendes selou o acordo que devolveu à FMF a sede que fica nos fundos do estádio. “Tudo foi documentado pelo então procurador do município Rogério Galo”, garante João Carlos de Oliveira. O ex-presidente que assumiu o cargo após a morte de Carlos Orione, em 2016, afirma ainda que a prefeitura de Cuiabá pagou os R$ 3,5 milhões em várias parcelas, não numa única transferência e garantiu que os comprovantes dessa transação estão de posse da diretoria financeira da entidade.

“Está tudo lá, como não encontraram”, rebateu. “Permaneci um ano a frente da Federação, após o falecimento do Dr Orione e consegui pessoalmente, com a ajuda do Helmute, retomar a sede para a FMF. Fizemos um acordo oficial com a Prefeitura”, concluiu. MP A compra do Dutra chegou a ser investigada em inquérito civil pelo Ministério Público Estadual (MPE) por supostas irregularidades no processo.

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Segundo o promotor de Justiça, Roberto Turin, “toda desapropriação precisava seguir alguns requisitos para ser considerada legal”, afirmou na época. O decreto de desapropriação foi assinado em 2011 pelo então prefeito em exercício, o presidente da Câmara de Vereadores, Júlio Pinheiro. Parte do valor recebido pela indenização, seria utilizada para a quitação de dívidas fiscais da instituição.

A Gazeta (foto: reprodução)

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Equipe do Cuiabá fura lockdown, prefeitura impede treinos presenciais e aplica multa

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A proibição vale, pelo menos, até a próxima quinta-feira, quando acaba o lockdown imposto por decisão judicial, mas pode ser prorrogado, caso a Justiça entenda que não houve avanço no combate à pandemia do novo Coronavírus. Conforme Só Notícias informou, a prefeitura de Cuiabá tenta reverter a decisão no Supremo Tribunal Federal (STF).

Depois de quase dois meses sem treinos presenciais, o Cuiabá retomou as atividades no CT do Dourado dia 15 de junho com grupos separados para manter o distanciamento social e realiza exames rotineiramente para verificar se atletas e funcionários estão contaminados pela Covid-19.

Procurada, a diretoria do clube não informou quais medidas está tomando para conseguir o retorno aos treinamentos.

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Só Notícias/Marco Stamm (foto: João Vieira/arquivo)

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Um Fla-Flu, o Clássico das Multidões, sem torcida

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“O Fla-Flu começou quarenta minutos antes do nada”. A famosa frase de Nélson Rodrigues dá bem a ideia de como esse clássico, reconhecido mundialmente como um dos maiores do futebol, mexe com os torcedores. Não é à toa, também, que ele tem a alcunha de “Clássico das Multidões”. Não só pelas dezenas de jogos em que levou mais de cem mil torcedores ao estádio, mas principalmente porque, em 1963, colocou no Maracanã 194.603 torcedores, sendo 177.656 pagantes, maior público da história do futebol mundial registrado numa partida entre clubes. Mas nesta quarta-feira (8), este mesmo Fla-Flu será com portões fechados.

A culpa é da pandemia da covid-19 ou do futebol carioca, que voltou a campo antes do tempo? É uma discussão que será levada ao longo da história, como tantas outras, essas melhores porque dizem respeito ao esporte e ao clássico. É sobre elas que prefiro falar.

O Fla-Flu de hoje, às 21h30 no Maracanã, decide a Taça Rio e nenhum clube tem vantagem no confronto. Se der Fluminense, ele vai para a final do Estadual, contra o mesmo Flamengo. Se o Rubro-Negro levar a melhor, será campeão não só da Taça Rio, como também do Campeonato Carioca, porque já ganhou o primeiro turno, a Taça Guanabara. Empate nos 90 minutos leva a decisão para os pênaltis.

O primeiro Fla-Flu da história foi num 7 de julho, em 1912. Ou seja, há 108 anos e um dia. Ao longo desse tempo, o que não faltaram foram polêmicas, rivalidade, discussões, mas também momentos de união. Por exemplo: enquanto a gente não sabe se o jogo desta noite será transmitido pelo canal de YouTube de só um clube ou nos dos dois, em 2017, juntos, Fluminense e Flamengo desafiaram a determinação de que a partida deveria ser com torcida única, no caso a do Tricolor, que era o mandante. Os clubes preferiram fechar o Nílton Santos. É claro que a pressão valeu, as duas torcidas compareceram e viram o Fluminense ser campeão.

Esse é apenas mais um capítulo dessa história, que conta com 425 jogos, sendo 155 vitórias do Flamengo, 132 do Fluminense e 138 empates. A decisão desta noite será apenas a segunda valendo uma Taça Rio. Na outra, em 2005, o Fluminense venceu por 4 a 1. Mas o Tricolor, dos quatro grandes do Rio, é o que tem menos títulos. São apenas três – o Vasco tem 10, o Flamengo, nove, e o Botafogo, sete.

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Polêmica maior é ” quem nasceu de quem?” Dizem os tricolores que os rubro-negros nasceram deles. Vale esclarecer que o Flamengo foi fundado em 1895; o Fluminense, em 1902. Então, na verdade, a discussão trata da prática do futebol, já que Alberto Borgeth, remador do Flamengo e jogador de futebol do Fluminense, foi quem levou o novo esporte das Laranjeiras para a Gávea.

Mas pouco se fala de outro episódio: da própria fundação do Fluminense. Quando os 20 sócios fundadores se reuniram, a presidência da sessão foi de Manoel Rios, sócio e futuro presidente do Flamengo; na ata, constam, ainda, os nomes de Arthur Gibbons, outro sócio do Rubro-Negro, e de Virgílio Leite, então presidente do Flamengo. Afinal, quem nasceu de quem? Mas para vocês verem como os clubes eram unidos, em 1906 Francis Walter presidiu Flamengo e Fluminense ao mesmo tempo.

Dentro de campo, se por um lado o Flamengo tem mais vitórias no confronto direto, por outro o Fluminense tem mais títulos conquistados sobre o rival. Não há discussão quanto a essas afirmações, mas o problema está nos números finais. Do confronto direto, variam pouco, e o que escrevi acima é o que prevalece na grande maioria dos levantamentos. Mas na hora de falar dos títulos…

A polêmica tem início no que se pode considerar uma final. O jogo desta noite, por exemplo: entre os dois e quem sair vencedor será campeão. Mas em competições de pontos corridos, ou em turnos finais, como num triangular? Nem sempre os dois times chegam na última rodada em condições de brigarem pela taça. Pois é aí que se dá o problema.

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Em 1919, por exemplo. Numa disputa por pontos corridos, o Fluminense festejou o título ao vencer o Flamengo duas rodadas antes do fim, e o Rubro-Negro não tinha como sair campeão daquele Fla-Flu. Vale? Já em 1936, os times chegaram empatados no fim e houve uma melhor de três, que deu o título ao Fluminense.

Em 1941, ano do famoso “Fla-Flu da Lagoa”, o título tricolor saiu em cima do rival. O mesmo aconteceu no sentido inverso em 1963, no histórico clássico com recorde de público. Mas em 69, na penúltima rodada, o Fluminense faturou o título sobre o Flamengo que não dependia mais dele para ser campeão. Não foi confronto direto. Ao contrário de 72, quando eles se cruzaram na última rodada do triangular decisivo e o Flamengo venceu por 2 a 1 uma decisão em que o Fluminense jogava pelo empate.

A resposta tricolor veio em 73, com um 4 a 2 que valeu o campeonato. Dez anos depois, o gol de Assis não deu o título ao Fluminense sobre o Flamengo. A taça veio apenas três dias depois, quando o mesmo Flamengo venceu o Bangu, que poderia ser o campeão se ganhasse aquela partida. Em 84, de novo gol de Assis,  e aí sim valeu o título. Naquele ano, os times realmente fizeram a final. Em 91, o Fluminense ganhou a Taça Guanabara, o Flamengo, a Taça Rio. Eles foram para a final e deu Flamengo, 4 a 2.

O gol de barriga de Renato, em 95, é incontestável – Fluminense campeão em cima do Flamengo. E por fim, em 2017, o Flamengo venceu por 2 a 1 e faturou o último título estadual disputado entre os dois.

No total, são 12 campeonatos. Em jogos diretos, o Fluminense venceu cinco; o Flamengo, quatro. Fica a discussão para os títulos tricolores de 1919, 1969 e 1983. Vocês decidem.

Por Sergio du Bocage, apresentador do programa No Mundo da Bola, da TV Brasil

Edição: Verônica Dalcanal

Fonte: EBC Esportes

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