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Privacidade: vizinha pede que mulher não ande de sutiã dentro da própria casa

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Juliana Kulpa
Reprodução/Instagram

Juliana Kulpa



O caso da confeiteira Juliana Kulpa (25) virou polêmica nas redes sociais. Ela foi surpreendida com um bilhete de uma vizinha ao abrir a caixa de correspondências de seu apartamento na grande São Paulo, em Osasco. Segundo informações da reportagem do UOL, a vizinha pedia para que Juliana parasse de transitar em sua própria residência usando apenas sutiã, ressaltando que ela e o marido eram evangélicos. 


A história se espalhou nas redes sociais após juliana publicar a mensagem em um grupo do Facebook. A confeiteira, que mora há oito anos no mesmo edifício, disse ao canal Universa que não costuma olhar a caixa de cartas, mas que decidiu checar as correspondências numa manhã antes de levar um de seus dois filhos à escola. “A primeira reação foi um susto, porque a pessoa não se identificou. Fiquei assustada com isso”, contou.

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Ela chegou a levar o caso para as síndicas dos dois condomínios vizinhos e no seu, mas não teve sucesso em descobrir quem foi. Desde o ocorrido, Kulpa não recebeu mais bilhetes e garante que, além de não ter ficado intimidada, continuará mantendo seus hábitos na privacidade de seu lar.

Fonte: IG Mulher

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Austrália oferece dinheiro para vítimas deixarem parceiros violentos

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mulheres sofrem  com relações violentas
Foto de RODNAE Productions no Pexels

mulheres sofrem com relações violentas



A partir desta terça-feira (19), o governo australiano está oferecendo pagamentos únicos em dinheiro às  vítimas de relacionamentos violentos como incentivo para que elas abandonem seus parceiros abusivos . As vítimas podem solicitar o pagamento de 5 mil dólares australianos (equivalente a mais de R$ 20 mil), que inclui dinheiro em espécie e pagamentos diretos de despesas como taxas escolares.

O programa é aberto a todos os gêneros. Entretanto, espera-se que as mulheres sejam maioria dos requerentes em um país onde uma mulher é morta pelo parceiro a cada nove dias, de acordo com dados do governo.

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O governo australiano vem, nos últimos anos, tentou lidar com a violência doméstica e familiar com uma série de planos nacionais, mas as taxas continuam altas. Segundo o portal CNN uma pesquisa realizada em 2018, pela organização nacional de pesquisa da Austrália, revelou que um em cada cinco australianos acredita que exemplos de violência doméstica são “reações normais ao estresse e à frustração do dia a dia”.

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O pagamento de 5 mil dólares australianos para incentivo às mulheres deixarem seus parceiros violentos é parte de um pacote de segurança para mulheres no valor de 1,1 bilhão de dólares australianos (US$ 820 milhões) anunciado pelo governo em maio.

A UnitingCare Australia, a agência encarregada de administrar o programa experimental de dois anos, disse ao Portal CNN que estava recebendo ligações e mensagens sobre como se inscrever antes mesmo de as inscrições serem abertas nesta terça-feira.

Fonte: IG Mulher

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Outubro Rosa: reconstrução mamária devolve a autoestima da mulher

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Outubro Rosa: reconstrução mamária devolve a autoestima da mulher
Reprodução: Alto Astral

Outubro Rosa: reconstrução mamária devolve a autoestima da mulher

O que acontece após o diagnóstico do câncer de mama? A campanha Outubro Rosa promove debates de conscientização sobre a prevenção, detecção e também tratamento da doença. Uma vez que o tumor foi identificado, grande parte das mulheres passa por uma cirurgia chamada mastectomia para a retirada parcial ou total da mama. Mas e depois?

“A reconstrução da região tem um papel importante no resgate da autoestima, pois ajuda a minimizar os impactos físicos e emocionais causados pela mastectomia. Trata-se de uma cirurgia plástica reparadora com resultados naturais”, explica a cirurgiã plástica Leticia Odo, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

A também cirurgiã plástica Thamy Motoki explica que existem duas possibilidades: “A prótese de silicone é indicada para pacientes que retiraram toda a glândula. Já nas cirurgias mais extensas, é possível reconstruir a mama a partir de retalhos locais ou até mesmo com tecidos de outras regiões do corpo, como dorso e abdome”.

Impactos emocionais

O câncer de mama exerce um grande impacto no emocional das mulheres — tanto pelo medo da doença, quanto pelas modificações físicas —, por essa razão é indicado o acompanhamento psicológico durante o tratamento. Esse apoio se faz necessário também após a retirada do tumor, momento no qual a paciente verá um novo corpo refletido no espelho.

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“O trabalho de um psicólogo, quando uma mulher opta por fazer a reconstrução mamária, é de entender primeiro como ela lidava com o corpo antes do diagnóstico. A partir daí, podemos compreender melhor sua relação com este novo corpo, diferente e com uma cicatriz, que carrega essa história”, destaca a psico-oncologista Marilia Zendron.

A especialista salienta que a decisão é muito subjetiva. Segundo ela, há mulheres que enfrentam a reconstrução com mais tranquilidade, pois sonhavam com um peito maior. Outras decidem deixar a cirurgia para outro momento ou sequer cogitam fazê-la, pois se sentem bem com o corpo. “Cada mulher saberá dizer o que a faz feliz e a deixa satisfeita com a própria imagem”, pontua.

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Pós-operatório

Letícia relembra que os cuidados pós-operatórios são os mesmos de uma mamoplastia feita para fins estéticos e devem ser orientados pelo médico responsável, afinal, cada caso é único. “Nos primeiros dias, serão necessários a utilização de curativos sobre as incisões e repouso relativo, evitando ao máximo esforço ou movimento repetitivo com os braços. Para sustentar a mama e minimizar o inchaço, uma bandagem elástica ou sutiã apropriado deverão ser usados”, indica.

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ONG Orientavida

A ONG Orientavida vem promovendo a campanha Pense Rosa, que ajuda mulheres que estão na fila de espera do SUS (Sistema Único de Saúde) a realizarem mamografias. A cada 12 pulseiras vendidas no site da ONG, a venda é revertida em um combo de diagnóstico de câncer de mama. Até agosto deste ano, 11 mil mamografias foram realizadas. A meta da ONG Orientavida é atingir 15 mil até dezembro de 2021. Participe!

Fontes: Letícia Odo, cirurgiã plástica, especialista e membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e médica dos corpos clínicos do Hospital Israelita Albert Einstein e do Hospital Sírio Libanês; Thamy Motoki, cirurgiã plástica, membro titular da SBCP e médica no Hospital São Luiz, e Marilia Zendron, psicóloga especialista em psico-oncologia pelo A.C. Camargo Cancer Center e membro do corpo clínico da Clinonco.

Fonte: IG Mulher

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