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Saúde

Projeto Hora do Colinho acolhe bebês durante hospitalização no Acre

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Nas maternidades do Acre, uma lei estadual criou o projeto Hora do Colinho. Ele prevê o acolhimento “humanitário e afetivo de bebês recém-nascidos órfãos” ou aqueles que não podem ter a presença materna, por algum motivo, durante a hospitalização.

O acolhimento será oferecido pela equipe multiprofissional da unidade hospitalar por meio da técnica chamada POP (Protocolo Operacional Padrão). A meta é que a Hora do Colinho proporcione um “momento de relaxamento ao recém-nascido, diminua a ausência materno-paterna ou familiar, o estresse e sensações” de dores e garanta um cuidado mais humanizado, com melhor recuperação, acolhimento e afeto oferecido pelo colo do profissional.

O médico da Sociedade Brasileira de Pediatria, Régis Assad, conta que a iniciativa foi testada durante a pandemia, com muitos bebês em UTI (Unidade de Terapia Intensiva), cujas mães estavam internadas ou morreram por algum motivo. Como os recém-nascidos estavam muito agitados, uma enfermeira experimentou dar colo e afeto, o que trouxe bons resultados nas maternidades que adotaram a Hora do Colinho.

Saúde emocional

O especialista ainda destacou que o ambiente hospitalar tende a ser frio, com profissionais focados na saúde física. O que pode deixar a desejar na saúde emocional dos pacientes, sobretudo, os que acabaram de nascer.

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A lei, no Acre, ainda determina que a técnica de acolhimento, o POP, deve ser repassada aos profissionais que lidam com recém-nascidos por meio de cursos e treinamentos ofertados pelas maternidades do estado.

Um estudo da Universidade de British Columbia, no Canadá, mostrou que os bebês que não tiveram colo apresentaram um perfil molecular subdesenvolvido para a idade, quando crianças. Em outras palavras, a falta de colo e do toque pode trazer consequências no perfil genético daquele bebê, principalmente no metabolismo e na imunidade ao longo de toda a vida.

Apesar de ser lei no estado do Acre, a Hora do Colinho pode vir a ser implementada em todo o país. É que tramita no Congresso Nacional um projeto de lei, da deputada federal Edna Henrique, do PSDB, que propõe a expansão do protocolo em âmbito nacional.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Covid-19: Brasil registra 220 mortes e 27,6 mil casos em 24 horas

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As secretarias estaduais e municipais de Saúde registraram 27.644 novos casos de covid-19 na últimas 24 horas em todo o país. De acordo com os órgãos, foram confirmadas também 220 mortes por complicações associadas à doença no mesmo período. 

Os dados estão na atualização do Ministério da Saúde divulgada nesta quinta-feira (11), com exceção do dado de óbitos do estado do Mato Grosso do Sul, que não foi informado, de acordo com a pasta federal. 

Com as novas informações, o total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus durante a pandemia já soma 34.124.579.

O número de casos em acompanhamento de covid-19 está em 515.811. O termo é dado para designar casos notificados nos últimos 14 dias que não tiveram alta nem resultaram em óbito.

Com os números de hoje, o total de óbitos alcançou 681.006, desde o início da pandemia. Ainda há 3.232 mortes em investigação. As ocorrências envolvem casos em que o paciente faleceu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demanda exames e procedimentos complementares.

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Até agora, 32.927.762 pessoas se recuperaram da covid-19. O número corresponde a pouco mais de 96% dos infectados desde o início da pandemia.

Estados

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (173.523), Rio de Janeiro (75.130), Minas Gerais (63.239), Paraná (44.776) e Rio Grande do Sul (40.616).

Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (2.023), Amapá (2.153), Roraima (2.165), Tocantins (4.189) e Sergipe (6.421).

Vacinação

Até esta quinta, o vacinômetro do Ministério da Saúde apontava um total de 470.954.665 doses de vacinas contra covid-19 aplicadas no país, desde o início da campanha de imunização. Destas, 178,6 milhões como primeira dose, 159,7 milhões como segunda e 4,9 milhões como dose única. A dose de reforço já foi aplicada em mais de 104,1 milhões de pessoas e a segunda dose extra ou quarta dose, em pouco mais de 18,5 milhões. O painel registra ainda 4,7 milhões de doses como “adicionais”, que são aquelas aplicadas em quem tinha recebido o imunizante da Janssen, de dose única.

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza os números da pandemia de covid-19 no Brasil. Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza os números da pandemia de covid-19 no Brasil.

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza os números da pandemia de covid-19 no Brasil. – Ministério da Saúde

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Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Síndrome Respiratória Aguda Grave recua em 21 estados e no DF

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Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) apresentam tendência de queda em 22 unidades da federação, segundo o boletim InfoGripe divulgado hoje (11) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). As exceções são Roraima, onde há tendência de alta, e Amazonas, Amapá, Maranhão e Piauí, cujas incidências se mantiveram estáveis.

A análise considera as últimas seis semanas epidemiológicas, período encerrado em 6 de agosto. Em todo o Sul e Sudeste e em boa parte do Nordeste e Centro-Oeste, a probabilidade de queda nos casos de SRAG é maior que 95%.

O monitoramento dos casos de SRAG ganhou destaque durante a pandemia de covid-19, porque as hospitalizações causadas pelo SARS-CoV-2 passaram a dominar os casos virais dessa síndrome. Segundo a Fiocruz, nas últimas quatro semanas, 79,1% dos casos de SRAG viral foram causados pelo novo coronavírus.

Apesar de apenas o estado Roraima apresentar tendência de alta na análise das últimas seis semanas, quando os pesquisadores se debruçam sobre as capitais, há avanço na incidência da SRAG em Belém, Boa Vista e no Recife.

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Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Saúde

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