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Queda capilar: 11 mitos e verdades sobre o assunto

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De acordo com o último levantamento da SBC (Sociedade Brasileira do Cabelo) divulgado no segundo semestre de 2018, em média 42 milhões de brasileiros são reféns da calvície. Dentro da mesma pesquisa, outro dado que chama a atenção é a quantidade de jovens entre 20 e 25 anos que também sofrem com a queda capilar e segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), os mais atingidos são os homens acima na faixa de  50 anos.

 O especialista em transplantes capilares, Dr.  Thiago Bianco explica alguns mitos e verdades sobre a queda capilar:

  1. Xampu Bomba funciona para o crescimento natural dos fios? Mito. Não existe comprovação científica de que o uso de medicamentos e vitaminas dentro do xampu possa fazer o crescimento do fio ser acelerado. O que geralmente ocorre é o efeito placebo, onde a pessoa acredita que o remédio funciona e sente os seus efeitos de fato.
  2. Usar boné ou chapéu em excesso, causa queda de cabelo? Parcialmente verdade. O uso diário do boné ou chapéu pode sim acelerar o processo de queda de cabelo por conta da umidade que os acessórios causam na cabeça, podendo ocasionar processos inflamatórios no couro cabeludo. Mas, se o jovem já tiver predisposição para ter este problema (fator genético), o uso ou não de algo na região da cabeça, em nada irá afetar.
  3. Ter uma dieta rica em proteínas desde cedo, irá retardar a queda de cabelo? Mito. Por mais que o cabelo seja proteico, o fato de ingerir o nutriente não influenciará no transtorno, apenas irá deixar um aspecto mais saudável aos fios.
  4. Uso de chapinha e secador na adolescência favorece a queda dos fios? Parcialmente verdade. A utilização diária destes dois aparelhos danifica os fios ocasionando a queda, mas nem sempre irá resultar em uma calvície permanente. Caso a jovem tenha fatores genéticos ou fios ralos e enfraquecidos, o problema poderá aparecer. De qualquer maneira, deve-se evitar o uso constante dos dois equipamentos.
  5. Prender o cabelo sempre pode danificar os fios transplantados? Plausível. Se o prendedor escolhido for agressivo ou ainda, se a pessoa prender com muita força isso pode sim causar uma quebra dos fios.
  6. Traumas podem influenciar na calvície? Verdade. Situações de estresse podem desencadear queda de cabelo. O mal pode provocar um início de alopecia androgênica, calvície causada por fatores genéticos.
  7. Abusar da química no cabelo, como tinturas e alisamentos, ajuda na calvície precoce? Verdade. O uso excessivo de qualquer tipo de química causa danos aos fios, como a destruição do fio, quebra e enfraquecimento e, todos estes problemas juntos podem causar a queda excessiva que, se não cuidada, pode causar a calvície.
  8. Dormir com cabelo molhado faz mal? Verdade. Não é recomendado dormir com o cabelo molhado, já que internamente o fio demora entre 6 a 8h para secar e, com isso, a humidade em contato com o travesseiro pode facilitar a proliferação de fungos e outras doenças.
  9. É possível atingir um resultado totalmente natural e impercebível com transplante capilar? Verdade. Por meio das atuais técnicas de transplante folicular, o paciente atinge um resultado impercebível e indetectável. Uma vez realizada por um cirurgião que tenha habilidade técnica e um senso artístico apurado, o transplante terá um aspecto totalmente natural.
  10. Jovens não podem se submeter a transplantes capilares? Mito. Com as novas técnicas como a FUE (Folicular Unit Extraction), método que usa unidades foliculares por meio de micro lâminas circulares, e a FUT (Follicular Unit Transplantation), técnica mais tradicional que promove a retirada de uma faixa de cabelo do couro cabeludo, qualquer pessoa, independentemente da idade ou do sexo, pode se submeter ao transplante, porém o paciente tem que ter uma boa indicação cirúrgica, e em pacientes mais jovens, é preferível iniciar um tratamento clínico para estabilização do quadro de calvície, para posterior procedimento de transplante capilar.
  11. É possível transplantar cabelo usando pelos de outras partes do corpoVerdade. Caso não exista mais a possibilidade de retirar os fios da área da nuca, é possível sim transplantar pelos do corpo para a região. A técnica body hair transplant é uma cirurgia um pouco mais delicada e complexa do ponto de vista técnico e não de risco cirúrgico. Consiste na retirada de pelos do corpo como os fios da região submentoniana (abaixo do queixo) ou no tórax do próprio paciente.  Após o procedimento, os pelos pegam as características da região em que foi transplantado tanto em matéria de taxa de crescimento, como de espessura. Com o passar do tempo, ao crescerem, fica quase impossível definir a diferença entre as características do pelo e fio de cabelo.
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Dr. Thiago Bianco, médico especialista em transplantes capilares – Pioneiro na técnica FUE (Follicular Unit Excision), é um dos maiores especialistas em giga sessões com densidade extrema, tornando-se conhecido mundialmente por suas cirurgias. Dr. Thiago Bianco graduado em Medicina em 2006, e especializou-se em cirurgia geral e direcionou sua carreira para a área do transplante capilar. Membro titular da ISHRS (International Society of Hair Restoration Surgery) e WFI (world FUE Institute), atualmente realiza um trabalho pioneiro com as gigas sessões e grandes restaurações com a técnica FUE (Follicular Unit Extraction).  Site: https://www.thiagobianco.com.br

Equipe Agência Contato Comunicação  –  Mariana Durante

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Avanços no Tratamento contra a Aids no Brasil

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Na 25ª edição da Parada LGBTQIA+ de São Paulo, neste domingo 6 de junho, a Agência Aids promove o Camarote Virtual Solidário articulando debates com médicos e ativistas, além do grande objetivo de arrecadar cestas básicas para pessoas com HIV e AIDS em situação de vulnerabilidade.

Três médicos referência em Aids, Dr. Fábio Mesquita, médico epidemiologista que faz parte da OMS, e os infectologistas Dr. Vinicius Borges (Dr. Maravilha) e a Dra. Zarifa Khoury, comentaram os avanços no tratamento contra a Aids no Brasil e no mundo.

“Amanhã (7), começa uma agenda global na ONU para retomar a questão da Aids e isso é muito importante. O Brasil foi o primeiro país, de média e baixa renda, a oferecer os medicamentos antirretrovirais cumprindo a Constituição, uma grande conquista na implementação de políticas públicas, desde 1995 em nível nacional”, contou Dr Fábio Mesquita que traçou uma retrospectiva histórica da construção da política de Aids no Brasil.

A adesão ao tratamento, nos anos 1980, foi difícil. “Havia resistência aos medicamentos e seus efeitos colaterais. Testemunhamos muitos suicídios, era terrível”, lembra Dra Zarifa Khoury.

Passados 40 anos, os avanços foram muitos: do tratamento com 16 medicamentos, hoje é prescrito com dois comprimidos. “Às vivências do passado nos ensinaram muito, mas ainda há problemas sociais graves para as pessoas com HIV e Aids. Quando criei o Dr. Maravilha nas redes sociais foi para ajudar a enfrentar o preconceito e a autoestima da população LGBT que vive com HIV. Quero olhar pessoas e não o vírus”, explicou Dr Vinicius Borges.

A pergunta hoje é “Tenho HIV e agora?” É a realização de sonhos porque é possível viver com medicamentos e ter qualidade de vida.

“O desafio é vencer o estigma. Desde do início, os gays sofriam discriminação porque Aids era considerada “peste gay” é ainda hoje muitas pessoas não seguem o tratamento por medo da opinião da sociedade”, diz Dra Zarifa.

Dr Fábio Mesquita ressaltou que a questão deve ser esclarecer as informações erradas sobre a Aids, melhorar a informação para que as pessoas sofram menos, como faz a Agência Aids e o Dr Maravilha. “Fora do Brasil, o preconceito em países pobres ainda é muito grande. A imprensa trabalha para mudar esse conceito. Foram testadas vacinas, sem grande retorno, mas a ciência requer investimento. Veja a capacidade de recursos para a Covid, pois atinge todas as classes sociais e raças. Por isso, houve grande mobilização da ciência para chegar à vacina. É possível diminuir a transmissão e a mortalidade (700 mil óbitos em 2020). Com a Covid-19, houve impacto no tratamento e no cumprimento da mandala de prevenção”, explica o epidemiologista.

Dr Maravilha resume: “É preciso combater o negacionismo em todas às áreas, valorizar a ciência, democratizar o tratamento”.

A doação de cestas básicas para pessoas com HIV e AIDS em situação de vulnerabilidade vai até 25 de junho: https://linktr.ee/agenciaaids.

O Camarote Virtual Solidário é um evento social, organizado pela Agência de Notícias da Aids e tem o apoio do SESC, do Senac, das farmacêuticas GSK ViiV Healthcare, Jansen e Gilead, da DKT do Brasil, de Mulheres no E-Commerce e da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo. Contamos também com a parceria do site Catraca Livre que vai transmitir o evento conosco.

 

Vera Moreira/ Assessora de Imprensa do Camarote Virtual Solidário

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Dicas para os comerciantes ele elevarem seus negócios ainda neste ano

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Não só as grandes marcas foram prejudicadas pela pandemia, os varejistas também; Especialista em negócios cita quatro maneiras de se reinventarem

Os tempos não estão sendo fáceis para quem possui o próprio negócio, pois vira e mexe as diretrizes de isolamento social impõe fechamentos e aberturas de comércios, impossibilitando o fluxo de funcionamento e desanimando o trabalhador em relação a sua renda mensal.

Para que os comerciantes não desanimem com o ofício, convidamos o especialista e empresário em negócios Gérlio Soares Figueiredo  para dar dicas de como driblar os empecilhos e voltar a lucrar. “Não é fácil ser comerciante, principalmente, no atual momento que estamos vivendo. No entanto, ter o próprio empreendimento exige persistência, esforço e muita criatividade”, disse o habilitado, que também acrescenta.

“Sabemos que os processos demandados por um comerciante são: pagamentos de impostos, contas, compras de materiais, pagamentos de funcionários, controle de estoque, precificação, divulgação e uma série de coisas que demandam tempo. Feitas neste período de pandemia, o qual se vê obrigado a fechar as portas para evitar contágios, a conta no final do mês não fecha”, completa.

Abaixo, o especialista classificou cinco maneiras de manter o negócio ativo, mesmo com o estabelecimento fechado. “São dicas o qual quero contribuir para a melhor percepção do comerciante sobre a realidade e maneiras práticas para ele voltar a lucrar”, enfatiza.

1) Organize as suas finanças: “Esse é um dos principais fatores para se obter sucesso, organização financeira. Procure anotar tudo, como valores gastos, lucro e faça uma projeção, caso novamente tenha que deixar seu estabelecimento fechado por um período”.

2) Crie as oportunidades: “Não deixe de trabalhar só porque seu espaço físico está fechado, use o e-mail e até mesmo Whatsapp para convidar clientes a sua loja. Crie primeiro uma lista de transmissão e envie uma mensagem perguntando quem gostaria de receber suas ofertas, assim você passa a enviar só para quem autorizou. Depois é só elaborar um bom texto, uma boa foto dos produtos e fazer o envio”.

3) Use o mundo digital a seu favor: “Todos nós estamos nas redes, Inclusive os consumidores, ou seja o seu cliente está lá. Crie um perfil, seja no Facebook ou no Instagram, e divulgue sua marca, mantenha um relacionamento e faça promoções. Vendas pela internet, pode ser complicado, então aconselho a ajuda de alguém especializado”.

4) Fique de olho na concorrência: “É importante saber o que está acontecendo no ramo, porque assim o comerciante pode elaborar novas ideias”, finalizou.

Sobre Gérlio Figueiredo

O empresário Gérlio Soares Figueiredo, já acumula vasta experiência em diferentes nichos de mercado, como transportes, construção civil, pecuária, factoring, indústria de vestuário e entretenimento. Empreendedor e dinâmico, Gérlio já possibilitou o emprego de aproximadamente 350 pessoas por todos os segmentos que passou.

Fotos de Gérlio Figueiredo / créditos: Arquivo Pessoal

Demais imagens / créditos: Pixabay

Fonte: Raphael Lucca – MF Press Global 

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