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Ramo da beleza lidera ranking de categorias do MEI

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Cabeleireiros, manicures e esteticistas estão entre os profissionais formalizados nessa categoria com maior número de pessoas em Mato Grosso

A esteticista Simone Santana

Em Mato Grosso, o segmento e beleza ocupa o segundo lugar no ranking das 10 profissões mais formalizadas na categoria Microempreendor Individual (MEI). São 13.568 profissionais atuando como cabeleireiro, manicure e pedicure, segundo dados do Portal do Empreendedor no dia 09 de janeiro de 2021. Em todo o Brasil, o ramo lidera com cerca de 824 mil registros, o que representa 7,4% do total de MEIs no país.

As atividades são tão importantes social e economicamente que têm até data – 18 de janeiro é Dia da Manicure e Esteticista e 19 Dia do Cabeleireiro.

Simone Santana, 34 anos, é uma dessas profissionais. Formada em estética no Univag Centro Universitário, em 2015, fez pós-graduação em saúde e estética e está sempre se aprimorando. Formalizou-se como MEI em 2016. Começou trabalhando numa clínica, mas em fevereiro de 2020 abriu seu próprio espaço e não se arrepende. Mesmo com a pandemia da covid-19, ela conta que cresceu bastante, especialmente depois que fez uma consultoria do Sebrae sobre redes sociais. “Se eu não fosse MEI, certamente não teria tido conhecimento e não teria feito esta consultoria. Foi um divisor de águas, não tinha noção do tamanho do alcance dessas ferramentas”, constata, acrescentando que no ano passado atendeu clientes de várias cidades de Mato Grosso e até da Espanha.

Acabou saindo de uma sala pequena para um espaço maior. “Não posso reclamar, estou trabalhando muito, tem dias que vou até às 21 horas”, conta satisfeita com os resultados. Destaca a confiança dos clientes e a corrente de indicações que se forma entre eles. Segundo ela, o carro-chefe dos atendimentos é a limpeza de pele e diz que gosta de atender pessoas idosas, cujos resultados são percebidos de imediato.

Outra curiosidade que ela aponta é o número crescente de homens que procura os serviços de estética. Ela conta que eles são mais fiéis e disciplinados. “Quando começam um tratamento não largam mais”, revela.

A cabelereira Ciony Vaz Leal, 49, atua na área há 15 anos. Começou como auxiliar de cabeleireira, depois fez cursos para se profissionalizar. É formalizada como MEI desde 2014, quando os salões começaram a exigir a formalização. Ela cita a seguridade social como um dos pontos positivos de ter se formalizado.

O mesmo motivo levou Maria Aparecida Norberto da Silva Fernandes, 55, a se formalizar. Proprietária do Cida Cabeleireira, localizado em Várzea Grande, ela atua na área a cerca de 20 anos e se formalizou como MEI há 10 anos. “Formalizada eu tenho as garantias do INSS, posso fazer empréstimos, apesar de ser bem difícil por causa das muitas exigências dos bancos, só consegui uma vez”, descreve.

Segundo ela, durante a pandemia está sendo bem difícil, houve uma queda grande do número de clientes e também do faturamento. “Tive que passar a trabalhar exclusivamente com horário marcado e, mesmo assim, não consigo preencher toda a agenda, as clientes estão com medo de frequentar salão”. Ela conta que em dezembro, nem comprou o mesmo volume de produtos que está acostumada porque certamente não teria como cumprir com os compromissos nesse mês de janeiro.

Outras atividades em alta

Os profissionais autônomos que vendem roupas lideram o ranking de CNAEs (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) em Mato Grosso, com 16.601 registros. Eles ocupam o segundo lugar nacionalmente, com 814 mil registros profissionais como microempreendedores individuais.

No Estado, outra atividade que lidera a lista é a dos profissionais que atuam no setor de obras de alvenaria, que ultrapassam o 11.348.

Confira a lista completa de MT

Lanchonetes, casas de chá, de sucos e similares – 7309

Promoção de vendas – 7130

Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios – minimercados, mercearias e armazéns – 4732

Fornecimento de alimentos preparados preponderantemente para consumo domiciliar – 4494

Instalação e manutenção elétrica – 4332

Bares e outros estabelecimentos especializados em servir bebidas, sem entretenimento – 4225

Comércio varejista de bebidas – 4197

Fonte: Portal do empreendedor – Assessoria de Imprensa – Rita Comini

 

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Estadual

Todos os municípios de MT estão com risco alto ou muito alto para transmissão da Covid-19

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Por G1 MT

Coronavírus (Covid-19) — Foto: Hellen Souza/Arte-G1

Coronavírus (Covid-19) — Foto: Hellen Souza/Arte-G1

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) divulgou, nesta terça-feira (15), que 27 municípios registram classificação de risco muito alto para o coronavírus.

São eles: Água Boa, Araguainha, Arenápolis, Barra do Bugres, Barra do Garças, Cáceres, Campo Novo do Parecis, Campo Verde, Cláudia, Confresa, Guiratinga, Itanhangá, Juína, Lucas do Rio Verde, Luciara, Nova Mutum, Peixoto de Azevedo, Primavera do Leste, Rondonópolis, Santa Rita do Trivelato, Santo Antônio do Leste, São José do Povo, Sapezal, Sorriso, Tangará da Serra, Torixoréu e Vila Rica.

Outras 114 cidades estão classificadas na categoria alta para a contaminação do coronavírus. Nenhum município foi classificado com risco moderado ou baixo para a Covid-19.

Novo método para classificação

O método para definir a classificação de risco dos municípios foi aprimorado. A mudança foi publicada no Diário Oficial do dia 25 de março de 2021. Desde então, não é levado em consideração apenas o número absoluto dos casos dos últimos quatorzes dias, mas sim a média móvel dos últimos quatorze dias.

Assim, o município não sofrerá uma mudança brusca de um boletim para o outro; a cidade ficará na mesma categoria por pelo menos duas semanas, conforme sua média móvel de casos.

Também foi aperfeiçoado o cálculo dos casos acumulados. Antes eram considerados os casos acumulados a partir do dia 1º de dezembro de 2020. Com a nova metodologia, a análise será realizada sempre com base nos casos acumulados dos últimos 90 dias.

Confira as medidas de acordo com a classificação de risco:

• Nível de Risco ALTO

  • a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO e MODERADO;
  • b) proibição de qualquer atividade de lazer ou evento que cause aglomeração;
  • c) proibição de atendimento presencial em órgãos públicos e concessionárias de serviços públicos, devendo ser disponibilizado canais de atendimento ao público não presencial;
  • d) adoção de medidas preparatórias para a quarentena obrigatória, iniciando com incentivo à quarentena voluntária e outras medidas julgadas adequadas pela autoridade municipal para evitar a circulação e aglomeração de pessoas.

• Nível de Risco MUITO ALTO

  • a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO, MODERADO e ALTO;
  • b) quarentena coletiva obrigatória no território do Município, por períodos de 10 (dez) dias, prorrogáveis, mediante reavaliação da autoridade competente, podendo, inclusive, haver antecipação de feriados para referido período;
  • c) suspensão de aulas presenciais em creches, escolas e universidades;
  • d) controle do perímetro da área de contenção, por barreiras sanitárias, para triagem da entrada e saída de pessoas, ficando autorizada apenas a circulação de pessoas com o objetivo de acessar e exercer atividades essenciais;
  • e) manutenção do funcionamento apenas dos serviços públicos e atividades essenciais;
  • §1º Atingida determinada classificação de risco, as medidas de restrição correspondentes devem ser aplicadas por, no mínimo, 10 (dez) dias, ainda que, neste período, ocorra o rebaixamento da classificação do Município.
  • §2º Os municípios contíguos devem adotar as medidas restritivas idênticas, correspondentes às aplicáveis aquele que tiver classificação de risco mais grave.
  • §3º Os Municípios poderão adotar medidas mais restritivas do que as contidas neste Decreto, desde que justificadas em dados concretos locais que demonstrem a necessidade de maior rigor para o controle da disseminação do novo coronavírus.
  • Art. 6º O funcionamento de parques públicos estaduais seguirá as restrições estabelecidas pelos Municípios em que se encontrem e, na ausência de normas a este respeito, poderão ser utilizados, desde que observado o distanciamento mínimo de 1,5m entre as pessoas, ficando vedado o acesso sem o uso de máscara de proteção facial.

Fonte: G1 / MT

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Avanços no Tratamento contra a Aids no Brasil

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Na 25ª edição da Parada LGBTQIA+ de São Paulo, neste domingo 6 de junho, a Agência Aids promove o Camarote Virtual Solidário articulando debates com médicos e ativistas, além do grande objetivo de arrecadar cestas básicas para pessoas com HIV e AIDS em situação de vulnerabilidade.

Três médicos referência em Aids, Dr. Fábio Mesquita, médico epidemiologista que faz parte da OMS, e os infectologistas Dr. Vinicius Borges (Dr. Maravilha) e a Dra. Zarifa Khoury, comentaram os avanços no tratamento contra a Aids no Brasil e no mundo.

“Amanhã (7), começa uma agenda global na ONU para retomar a questão da Aids e isso é muito importante. O Brasil foi o primeiro país, de média e baixa renda, a oferecer os medicamentos antirretrovirais cumprindo a Constituição, uma grande conquista na implementação de políticas públicas, desde 1995 em nível nacional”, contou Dr Fábio Mesquita que traçou uma retrospectiva histórica da construção da política de Aids no Brasil.

A adesão ao tratamento, nos anos 1980, foi difícil. “Havia resistência aos medicamentos e seus efeitos colaterais. Testemunhamos muitos suicídios, era terrível”, lembra Dra Zarifa Khoury.

Passados 40 anos, os avanços foram muitos: do tratamento com 16 medicamentos, hoje é prescrito com dois comprimidos. “Às vivências do passado nos ensinaram muito, mas ainda há problemas sociais graves para as pessoas com HIV e Aids. Quando criei o Dr. Maravilha nas redes sociais foi para ajudar a enfrentar o preconceito e a autoestima da população LGBT que vive com HIV. Quero olhar pessoas e não o vírus”, explicou Dr Vinicius Borges.

A pergunta hoje é “Tenho HIV e agora?” É a realização de sonhos porque é possível viver com medicamentos e ter qualidade de vida.

“O desafio é vencer o estigma. Desde do início, os gays sofriam discriminação porque Aids era considerada “peste gay” é ainda hoje muitas pessoas não seguem o tratamento por medo da opinião da sociedade”, diz Dra Zarifa.

Dr Fábio Mesquita ressaltou que a questão deve ser esclarecer as informações erradas sobre a Aids, melhorar a informação para que as pessoas sofram menos, como faz a Agência Aids e o Dr Maravilha. “Fora do Brasil, o preconceito em países pobres ainda é muito grande. A imprensa trabalha para mudar esse conceito. Foram testadas vacinas, sem grande retorno, mas a ciência requer investimento. Veja a capacidade de recursos para a Covid, pois atinge todas as classes sociais e raças. Por isso, houve grande mobilização da ciência para chegar à vacina. É possível diminuir a transmissão e a mortalidade (700 mil óbitos em 2020). Com a Covid-19, houve impacto no tratamento e no cumprimento da mandala de prevenção”, explica o epidemiologista.

Dr Maravilha resume: “É preciso combater o negacionismo em todas às áreas, valorizar a ciência, democratizar o tratamento”.

A doação de cestas básicas para pessoas com HIV e AIDS em situação de vulnerabilidade vai até 25 de junho: https://linktr.ee/agenciaaids.

O Camarote Virtual Solidário é um evento social, organizado pela Agência de Notícias da Aids e tem o apoio do SESC, do Senac, das farmacêuticas GSK ViiV Healthcare, Jansen e Gilead, da DKT do Brasil, de Mulheres no E-Commerce e da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo. Contamos também com a parceria do site Catraca Livre que vai transmitir o evento conosco.

 

Vera Moreira/ Assessora de Imprensa do Camarote Virtual Solidário

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