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Economia

Receita libera amanhã consulta a segundo lote de restituição do IR

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A partir das 10h de amanhã (24), o contribuinte que entregou a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física acertará as contas com o Leão. Nesse horário, a Receita Federal liberará a consulta ao segundo dos cinco lotes de restituição de 2022. O lote também contempla restituições residuais de anos anteriores.

Ao todo, 4.250.448 contribuintes receberão R$ 6,3 bilhões. Desse total, R$ 2.697.759.582,31 serão pagos aos contribuintes com prioridade legal, sendo 87.401 idosos acima de 80 anos de idade; 675.495 entre 60 e 79 anos; 48.913 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou doença grave e 661.831 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério.

O restante do lote será destinado a 2.776.808 contribuintes não prioritários que entregaram declarações de exercícios anteriores até 19 de março deste ano. 

O dinheiro será pago em 30 de junho. A consulta pode ser feita na página da Receita Federal da internet. Basta o contribuinte clicar no campo “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, “Consultar Restituição”. A consulta também pode ser feita no aplicativo Meu Imposto de Renda, disponível para os smartphones dos sistemas Android e iOS.

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A consulta no site permite a verificação de eventuais pendências que impeçam o pagamento da restituição – como inclusão na malha fina. Caso uma ou mais inconsistências sejam encontradas na declaração, basta enviar uma declaração retificadora e esperar os próximos lotes.

Calendário

Inicialmente prevista para terminar em 29 de abril, o prazo de entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física foi adiado para 31 de maio para diminuir os efeitos da pandemia da covid-19 que pudessem prejudicar o envio, como atraso na obtenção de comprovantes. Apesar do adiamento, o calendário original de restituição foi mantido, com cinco lotes a serem pagos entre maio e setembro, sempre no último dia útil de cada mês.

A restituição será depositada na conta bancária informada na Declaração de Imposto de Renda. Se, por algum motivo, o crédito não for realizado, como no caso de conta informada desativada, os valores ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil.

Neste caso, o cidadão pode reagendar o crédito dos valores de forma simples e rápida pelo Portal BB, ou ligando para a Central de Relacionamento BB por meio dos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).

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Edição: Fernando Fraga

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Reajustes salariais por negociações, em junho, chegam a 12%

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O reajuste mediano dos salários obtidos nas negociações salariais em junho é de 12%, ante o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado de 11,9%. Em maio, o reajuste mediano foi de 12,3%, segundo o boletim mensal da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) Salariômetro – Mercado de Trabalho e Negociações Coletivas.

Segundo os dados, em junho a quantidade de convenções coletivas tabuladas foi maior em relação a acordos coletivos, com a proporção de reajustes acima do INPC ficado em 50%. Essa taxa deve diminuir, com a disponibilização da mais acordos coletivos, segundo a Fipe.

Em maio a proporção de reajustes acima do INPC foi de 17,4%, e nos últimos 12 meses, 16,2%.

Já o reajuste real consolidado deste ano, que teve 5.625 negociações, ficou, até agora, sem variação, de acordo com os dados. De acordo com as análises da Fipe, o INPC previsto para o 2º semestre ainda ficará perto dos dois dígitos, deixando pouco espaço para reajustes salariais acima da inflação.

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Edição: Fernando Fraga

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Economia

Custo de vida desacelera em maio na região metropolitana de São Paulo

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O Custo de Vida por Classe Social (CVCS) apontou alta de 0,6% em maio na região metropolitana de São Paulo. Mesmo assim o resultado demonstra uma desaceleração no custo de vida já que, no mês anterior, a variação registrada foi 1,33%.

Segundo o índice da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), a desaceleração foi resultado, principalmente, da redução da tarifa da energia elétrica residencial (-11,7%), após o regresso à bandeira verde, o que refletiu nos custos ligados à habitação que recuaram 1,6%.

No grupo da habitação, a queda do preço do gás de botijão (-3%) também contribuiu para a menor alta do CVCS. A maioria dos outros grupos analisados teve aumento, sendo a mais significativa a dos transportes, de 1,99%. A alta foi puxada tanto pelo comércio quanto pelos serviços. No primeiro caso, houve elevações da gasolina (1,3%) e do óleo diesel (4,2%), além de alta das motocicletas (3,3%) e dos acessórios e peças (2%). Já no segundo, o que mais influenciou o resultado foi o aumento das passagens aéreas (21,6%), impactado, também, pela subida do preço do petróleo.

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Segundo o índice, a alimentação, que subiu 0,66%, espalha a inflação em diversos itens, como o queijo (4,5%), o feijão (6,7%), o pão francês (1,6%) e a alcatra (3,4%). Produtos que subiram excessivamente nos últimos meses tiveram correções nos seus valores, como o tomate, que lidera a queda, com -25,2%, seguido da alface (-4,4%) e da cenoura (-17,5%).

O reajuste dos preços dos medicamentos no fim de abril impactou os custos ligados à saúde, que subiram 1,05%, encarecendo os anti-inflamatórios (3,8%); os analgésicos e antitérmicos (3,4%); os produtos de higiene e beleza (5,1%); e os sabonetes (2,8%). O impacto foi maior para as faixas de renda mais baixas: para as classes E e D houve avanços de 1,97% e de 1,68%. Já para a classe A, o aumento médio foi de 0,98%.

O vestuário apresentou alta de 1,88% em maio, com destaque para as camisas e as calças infantis, ambos com variação de 3,8%, seguidas das camisas masculinas e as calças femininas (3,7%). As outras altas foram verificadas nos artigos do lar (0,36%); nas despesas pessoais (0,45%); e na comunicação (0,17%). Apenas o grupo da educação apresentou queda (-0,05%).

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“Ainda não é possível apontar a desaceleração como uma tendência para o custo de vida na região metropolitana de São Paulo. As commodities agrícolas e de energia continuam em alta no mercado internacional. Além disso, o câmbio sofre pressão, o que dificulta o cenário de redução dos importados e de produtos negociados e relacionados à moeda norte-americana internamente”, analisou a FecomercioSP.

Segundo a entidade, vale ressaltar o novo reajuste dos combustíveis feito pela Petrobras em junho, o que deve manter o CVCS pressionado. Ainda que os preços de alguns itens da alimentação, que tiveram grande aumento no início do ano, estejam voltando à normalidade, afetam menos o CVCS. Portanto, não há indicativo de melhora nos custos e no impacto do orçamento das famílias no curto prazo.

Edição: Lílian Beraldo

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