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Relembre 5 versões especiais que homenagearam eventos esportivos

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Nossos carros sempre homenageiam grandes festividades. Quem não se lembra de Fox Rock in Rio e Onix Lollapalooza, fazendo referência aos eventos musicais que acontecem no Parque Olímpico (RJ) e no Autódromo de Interlagos (SP). Quando o trio Ronaldo Senftt, Daniel Adler e Torben Grael garantiu a medalha olímpica da modalidade Vela em 1984, a Ford homenageou a conquista com a famosa edição Laser do Escort XR3. Enfim, são diversas versões especiais.

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Em clima de nostalgia, a reportagem do iG Carros relembra 5 versões especiais
que homenageiam eventos esportivos. Dá para perceber que essa moda, iniciada em meados dos anos 80, ainda vai durar muito tempo. Nos resta aguardar por uma eventual versão em homenagem aos Jogos Olímpicos de Tóquio, patrocinados pela Toyota.

1 – Nissan March Rio (2016)


O March Rio foi uma das versões especiais que a Nissan já teve ao longo do ano
Divulgação

O March Rio foi uma das versões especiais que a Nissan já teve ao longo do ano

Vamos começar com um modelo recente. A Nissan aproveitou bem os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016. Além de revelar o SUV Kicks, a marca também emplacou algumas unidades do March em uma versão especial. Foram apenas 1.000 unidades fabricadas em Resende (RJ), com spoilers, emblemas e um body kit diferenciado. O modelo partia de R$ 53.990.

Outro ponto diferencial do March Rio
em relação ao modelo convencional era a central multimídia com função GPS e download
de aplicativos. Cada unidade era numerada individualmente,em um pequeno detalhe localizado na grade frontal. O motor é o nosso conhecido 1.6 de 111 cv de potência e 15,1 kgfm de torque, sempre com câmbio manual de cinco marchas. O March viria a ganhar caixa automática apenas no fim de 2016.

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2 – VW Voyage Los Angeles (1984)


Junto do Gol Copa, o Voyage Los Angeles foi uma das versões especiais mais emblemáticas da Volkswagen
Divulgação

Junto do Gol Copa, o Voyage Los Angeles foi uma das versões especiais mais emblemáticas da Volkswagen

Embalada pelo sucesso do Gol Copa, a Volkswagen investiu no azulão Voyage Los Angeles
, homenageando os Jogos Olímpicos de 1984. Estes também renderam a versão Laser do Escort que você conheceu no primeiro parágrafo, mas voltemos ao sedã da Volkswagen. A versão Los Angeles se diferenciou não apenas pela cor exclusiva, mas também por equipamentos.

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Havia aerofólio, volante do lendário Passat TS, rodas aro 13 de liga leve e faixas adesivas laterais. Além disso, faróis de neblina e frisos também acrescentavam um caráter esportivo. Era vendido apenas com motor 1.6 a álcool, com câmbio de quatro marchas. Publicações da época apontavam que clientes em potencial ficavam com o pé atrás justamente com a principal característica do Voyage Los Angeles: a cor – uma vez que seria muito complicado atingir o tom original da pintura em uma oficina em caso de avaria. Eram outros tempos.

3 – Chevrolet Monza Barcelona (1992)


Chevrolet Monza Barcelona tinha acabamento diferenciado entre as versões especiais da GM
Divulgação

Chevrolet Monza Barcelona tinha acabamento diferenciado entre as versões especiais da GM

Em 1992, a Chevrolet fechou uma parceria com o COI (Comitê Olímpico Internacional). Isso rendeu a licença de produtos para a marca norte-americana, que logo lançou o Monza Barcelona em referência aos Jogos Olímpicos daquele ano. Feito com base na versão SL, o modelo contava com piscas dianteiros cristalinos, lanternas fumê e adesivos que referenciavam o evento. No interior, mudaram os acabamentos e forração, além do volante que trazia o símbolo da Chevrolet na cor vermelha.

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O modelo poderia ser encontrado nas opções duas ou quatro portas, com o conhecido motor 1.8 de 99 cv a gasolina, e outro 2.0 de 116 cv. É lembrado pelos fãs do modelo como um dos mais sofisticados do ano de 1992. Vale dizer que nesta mesma época, a Chevrolet encerrava a produção do Opala.

4 – Peugeot 308 Roland Garros (2012)


A Peugeot contou com diversas versões especiais através dos anos, como os modelos Roland Garros e Quicksilver
Divulgação

A Peugeot contou com diversas versões especiais através dos anos, como os modelos Roland Garros e Quicksilver

Saímos do núcleo dos Jogos Olímpicos para relembrar a versão Roland Garros de 2012, que contou com 100 unidades no hatch 308 e outras cem divididas entre o SUV 3008 e o conversível 308 CC.

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Considerando os valores de 2012, o hatch médio era um tanto quanto caro. Partia de R$ 76.690, baseado na versão mais cara Griffe, porém com rodas aro 17 exclusivas, bancos de couro e pintura branca sólida. Tanto o 3008 quanto o 308 CC ganharam acabamento perolizado. A Peugeot também bordou os tapetes. O motor é nosso conhecido THP 1.6, capaz de desenvolver 165 cv.

5 – Mitsubishi Pajero Dakar (2009)


Mitsubishi Pajero Dakar foi uma das versões especiais mais bem sucedidas da marca japonesa
Divulgação

Mitsubishi Pajero Dakar foi uma das versões especiais mais bem sucedidas da marca japonesa

Lançada em 1982, a Mitsubishi não demorou para colocar o Pajero na disputa do Rally Dakar. Em sua primeira edição, o modelo venceu a categoria para carros originais de fábrica, e é claro que a marca iria ostentar este título ao longo das décadas.

Em 2006, a marca lançou globalmente o Pajero Dakar que chegou ao Brasil três anos depois. Tinha motor 3.2 turbo de 165 cv de potência e incríveis 38,1 kgfm de torque. O câmbio era automático de quatro marchas. Este conjunto, porém, não era dos mais eficazes para acelerar, uma vez que a Dakar vai de 0 a 100 km/h em 14 segundos. Seu desempenho no fora de estrada, entretanto, era inquestionável entre as versões especiais
.

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Conhecemos o Ford Mustang Mach-E e andamos em um Bronco 100% autônomo

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Ford Mustang Mach-E foi apresentado para a imprensa no centro de testes da marca em Tatuí, no interior de SP
Guilherme Menezes/iG

Ford Mustang Mach-E foi apresentado para a imprensa no centro de testes da marca em Tatuí, no interior de SP

Depois de ter sido visto em testes, na pista de desenvolvimento da Ford em Tatuí (SP), o Ford Mustang Mach-E que virá ao Brasil é revelado. Pudemos conhecer pessoalmente o SUV elétrico que representará a marca americana na nova fase da mobilidade.

A versão que nós foi apresentada é a GT, que tem 487 cv e 87,6 kgfm de torque imediatos. Com isso, pode acelerar de 0 a 100 km/h em 3,5 segundos, o que é mais rápido do que o Mustang Mach 1 , a combustão. A autonomia é de 420 km no ciclo EPA (usado nos EUA).

Há uma enorme central multimídia com 15 polegadas e alta resolução. Nela, é possível ver todo o funcionamento do carro e determinar todas as funções de entretenimento e desempenho. Há também, apps de conectividade, como o Ford Pass.

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O acabamento é feito com tecido reciclado, mas há materiais diversos, muitos deles sensíveis ao toque e com texturização. Também notamos iluminação ambiente , que pode ser de várias cores (conforme a preferência dos passageiros) e espaço interno bem satisfatório.

Outro ponto alto da nossa visita à pista de testes do Centro de Desenvolvimento Tecnológico da Ford foi andarmos em um SUV Bronco . Mas não era qualquer um, e sim, um carro (que poderia ser qualquer outro) equipado com todo o aparelhamento necessário para que virasse um veículo 100% autônomo .

No caso, estava repleto de robôs , computadores, antenas e outros dispositivos. Quando somados, custam R$ 2,2 milhões, sem contar o valor do veículo que os recebeu.

Por meio de dados via satélite , essas partes que, juntas, compõem esse “robô”, têm capacidade de utilizar sensores para “enxergar” o que está no caminho. Assim, é capaz de tomar decisões para que a condução ocorra de forma possível.

O resultado é observado na capacidade do carro acelerar e desacelerar, contornar curvas mesmo em velocidades mais elevadas, além de realizar exercícios de contorno entre cones enfileirados.

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Como se não bastasse, mesmo ao detectar um objeto (que poderia ser um ciclista, um carro ou até mesmo um pedestre ) que surge na via de repente, o sistema calcula a forma mais eficiente de mitigação, em uma fração de segundos.

Ou seja, se, para a inteligência , frear é o mais eficaz, ele o faz. Ou se a alternativa mais segura seria se esquivar, é essa a decisão que tomará.

Apesar desse Ford Bronco ter virado um carro totalmente autônomo, não pode ser chamado como tal, uma vez que não se trata de um veículo homologado para essa tecnologia.

Trata-se de um carro de testes que servirá para colocar o Brasil no mesmo nível de aptidão para o desenvolvimento dessa tecnologia, em relação a outros centros da Ford no mundo, segundo apuramos com a equipe de engenharia.

Ainda segundo eles, o próximo passo vai ser realizar testes mais definitivos, como aqueles nos EUA, onde o carro autônomo já estava circulando pelas ruas, por exemplo.

Fonte: IG CARROS

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Honda Forza 350: aceleramos o estiloso scooter da linha 2023

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O Honda Forza 350 pode enfrentar uma viagem com conforto e segurança
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O Honda Forza 350 pode enfrentar uma viagem com conforto e segurança

Esses simpáticos e queridos pequenos veículos sempre arrancaram algum sorriso das pessoas que os viam pelas ruas. Não foi sempre assim, há muito tempo eles até chegaram a ser discriminados, para, aos poucos, irem conquistando mais e mais pessoas. Nos últimos anos, no entanto, emplacaram.

Os scooteres , no entanto, já não são todos pequenos, mas continuam simpáticos e queridos. Depois de se tornarem o veículo ideal para centros urbanos, foram crescendo, evoluindo e tomando também as estradas.

Existe uma boa lista de scooteres de médio porte, e até alguns realmente grandes e potentes, mas que, apesar de terem ótimo desempenho , perdem, um pouco, a versatilidade que é inerente desse tipo de veículo.

Bastante falado e esperado, chega agora o scooter Forza 350 , da Honda . Apresentado há três anos no Salão da Motocicleta, em versão com motor de 300 cm 3 , o Honda Forza está disponível no Brasil em uma versão mais atual, com motor de 350 cm 3 , tomando o lugar do Honda SH 300i , já fora do catálogo da marca. E já experimentamos o novo scooter.

O Honda Forza 350 tem um bom porte de scooter de média cilindrada
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O Honda Forza 350 tem um bom porte de scooter de média cilindrada

Em um breve test ride na estrada, já deu pra saber que o novo scooter Honda Forza 350 vai ser um bom companheiro de viagens. Curtas ou longas? Dependerá do piloto. Com certeza o Forza topa qualquer parada.

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O motor do Forza é um monocilindro OHC de quatro tempos e refrigerado a água com cilindrada exata de 330 cm 3 , com potência de 29,2 cv e torque de 3,24 kgfm. A transmissão é automática, continuamente variável do tipo CVT , ou seja, não tem marchas escalonadas e basta acelerar para que o scooter se movimente.

Não é um scooter exageradamente grande, certamente será bastante ágil quando for avaliado no trânsito urbano, mas tem porte suficiente para uma pilotagem bem agradável e segura na estrada.

Como a grande maioria dos scooteres médios, não tem o compromisso de altas velocidades, mas chegou, nesta avaliação, aos 150 km/h de velocímetro. O ideal para seu tamanho, no entanto, é manter velocidade de cruzeiro em torno dos 120 km/h, o que já o coloca fora de alcance da maioria dos caminhões predadores que eventualmente cruzamos pela estrada

.Em baixa velocidade, no entanto, o Honda Forza 350 é rápido e ágil, nem parece que pesa 176 kg, sem combustível e sem piloto. A altura do banco não é das mais baixas, são 780 mm até chão, e o Forza é meio “gordinho”, mas mesmo assim não há grandes dificuldades em manobrá-lo parado.

Painel com relógios analógicos e display digital
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Painel com relógios analógicos e display digital

Entre as conveniências que os scooteres geralmente oferecem aos motociclistas que querem se locomover com conforto e praticidade, destacam-se no Honda Forza o grande espaço embaixo do banco, capaz de guardar dois capacetes fechados, e ainda sobra alguns espaços para pequenos objetos. Um prático separador acompanha o scooter, que pode ser colocado em algumas partes do interior do porta-objetos.

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No escudo frontal, há ainda um outro porta-objetos que comporta uma garrafa grande, sendo que em seu interior existe um ponto de força de 5 volts USB-C , para carregar um telefone celular. Outra conveniência é o para-brisa, que tem regulagem elétrica de altura.

O painel de instrumentos é visualmente muito bacana, pois tem dois grandes e belos relógios analógicos (de funcionamento eletrônico) e um mostrador central digital com informações adicionais, tais como hodômetros, consumo e autonomia, temperatura ambiente e tensão da bateria.

Na parte de apoio eletrônico, o Honda Forza 350 tem controle de tração HSTC, visando evitar que o scooter perca a tração administrando o torque enviado à roda traseira.

Cabem dois capacetes embaixo do banco
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Cabem dois capacetes embaixo do banco

Esse sistema pode ser desligado por um comando no punho. A iluminação é feita inteiramente por leds e há o sistema ESS, que aciona o pisca-alerta sempre que é feita uma frenagem de emergência. O melhor desse scooter já é algo corriqueiro em seu segmento, a chave presencial, que pode ser mantida no bolso do piloto por todo o tempo.

Pilotando, o scooter Forza 350 passa uma sensação de conrole e conforto, sendo que a altura do banco permite uma posição de pilotagem bem agradável.

O assoalho não é plano, pois acomoda, ao centro, o tanque de combustível de 11,7 litros, mas ainda assim há duas posições para os pés do piloto , na horizontal, recuados, e mais à frente, em uma parte inclinada e mais alta do apoio. Para o garupa há pedaleiras retráteis.

O Honda Forza 350 é produzido na Tailândia e seu preço sugerido é de R$ 47.000. O primeiro lote a chegar é pequeno e só trouxe o novo scooter na cor cinza.

Fonte: IG CARROS

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