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Saúde

Rio de Janeiro investiga cinco casos de varíola dos macacos

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A Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro informou hoje (22) que investiga cinco casos suspeitos do vírus monkeypox, causador da varíola dos macacos. Das 17 notificações sobre possíveis contaminados até agora no estado, duas foram confirmadas, cinco estão em análise e dez foram descartadas.

A pasta descartou a possibilidade da doença em uma moradora de Itaguaí, na região metropolitana. Ela foi atendida no Hospital São Francisco Xavier e está em isolamento. “A paciente gravou um vídeo distribuído nas redes sociais no qual apontava bolhas em seu corpo e suspeitou que pudesse ser a doença, no entanto, foi mais um caso descartado no Rio de Janeiro”, informou a secretaria.

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Cidade do Rio tem transmissão local de varíola dos macacos

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O secretário municipal de Saúde do Rio de Janeiro, Rodrigo Prado, disse hoje (24) que já há transmissão local do vírus monkeypox, causador da varíola dos macacos, na capital fluminense.

Na noite de ontem  (23), a pasta confirmou mais dois casos na cidade do Rio: são dois homens, de 25 e 30 anos, que não viajaram ao exterior nem tiveram contato com viajantes.

“Os pacientes não têm histórico de viagem nem histórico de contato com ninguém que viajou. Sendo assim, se configura transmissão local. Ao todo, são três casos confirmados no município”, disse o secretário.

Segundo Prado, os pacientes confirmados com a varíola dos macacos estão em isolamento domiciliar e fazem tratamento dos sintomas.

“Vamos fazer o acompanhamento e monitoramento desses pacientes e dos seus contatos”, afirmou.

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Falta de insumos para exames preocupa hospitais no país

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A Confederação Nacional de Saúde (CNSaúde) alertou nesta semana, em nota, sobre a possibilidade de faltar insumos médicos e materiais para exames nos hospitais do país. Segundo a entidade, o quadro vem se agravando nas últimas semanas.

Além disso, a instituição citou descontinuidade do abastecimento de contrastes e a escassez no abastecimento de soro hospitalar e de soluções parenterais.

“O aumento da demanda neste momento, reprimida por pedidos de exames de imagem durante a pandemia da covid-19, é apontada como uma das causas. A CNSaúde entende que tal fator já deveria estar na previsão de todos os atores do setor”, afirmou a entidade. A confederação representa os estabelecimentos de serviços de saúde do país, como hospitais, clínicas, casas de saúde e laboratórios de análises clínicas.

Segundo explicou o presidente da CNSaúde, Breno Monteiro, os procedimentos eletivos, como exames preventivos, foram adiados durante o ápice da pandemia e consultórios fecharam. Com a volta gradual à rotina, os exames represados devido ao adiamento demandaram uma grande quantidade de insumos. De acordo com ele, a situação mais crítica é a dos soros hospitalares e contrastes radiológicos. E a escassez está presente tanto na rede pública quando em hospitais privados. As secretarias municipais de Saúde foram as primeiras a detectar o problema e reclamar à confederação.

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A CNSaúde cobra maior planejamento do setor privado, além de apoio do Ministério da Saúde para antecipar situações de falta de material e insumos. Segundo a instituição, o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) entregou ao Ministério da Saúde e à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) um ofício pedindo providências sobre o caso.

Monteiro afirmou que a confederação procurou o Ministério da Saúde, mas não obteve resposta. À Agência Brasil, o ministério informou que tem trabalhado para manter a rede de saúde abastecida e inseriu medicamentos na lista de produtos com redução do imposto de importação sobre insumos.

“O Ministério da Saúde trabalha sem medir esforços para manter a rede de saúde abastecida com todos os medicamentos ofertados pelos SUS.”

Segundo o órgão, após análises feitas em conjunto com a Anvisa, a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), conselhos estaduais e municipais de saúde e o setor farmacêutico, foram constatadas diversas causas globais que extrapolam competências do Ministério da Saúde.

“Neste sentido, foi publicada a Resolução nº 7, de 1º de junho de 2022 da CMED, que libera critérios de estabelecimento ou de ajuste de preços em medicamentos com risco de desabastecimento no mercado brasileiro.”

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Outra medida, adotada pela pasta, foi a inserção de medicamentos na lista de produtos com redução do imposto de importação sobre insumos como: Amicacina Sulfato, Aminofilina, Cloridrato de Dopamina, Dipirona, Fludrocortisona, Leuprorrelina, Neostigmina, Oxitocina, Rivastigmina, Sulfato de Magnésio e Bolsas para soro fisiológico”, informou o Ministério da Saúde.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

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