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Rio lança projeto para empregar mulheres vítimas de violência

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Projeto Novos Rumos quer inserir mulheres vítimas de violência doméstica em trabalho formal
Foto de cottonbro no Pexels

Projeto Novos Rumos quer inserir mulheres vítimas de violência doméstica em trabalho formal

O Projeto Novos Rumos, apresentado hoje (14) pela prefeitura carioca, quer inserir  mulheres em situação de violência doméstica no mercado de trabalho formal. A ideia é que empresas ofereçam vagas para  mulheres nesta situação e, em troca, recebam um selo de responsabilidade social. O projeto tem como objetivo promover a autonomia financeira dessas mulheres por meio da inserção no mercado de trabalho formal, a fim de ajudá-las a encerrar o ciclo de violência doméstica .

A iniciativa reúne as secretarias municipais de Trabalho e Renda (SMTE), de Políticas e Promoção da Mulher, além do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), que indicarão as candidatas às vagas de emprego. Segundo o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, as mulheres vítimas de violência buscam socorro no sistema judiciário e é importante que a prefeitura também possa ajudar no acolhimento e encaminhamento dessas pessoas: “Se a mulher consegue se emancipar, ter o seu trabalho, o seu emprego, a sua renda e proteger seus filhos, ela se livra desse ciclo de violência”.

O presidente do TJRJ, desembargador Henrique Carlos de Andrade Figueira, destacou, por sua vez, que a prioridade da instituição é melhorar as condições sociais das vítimas. “O projeto é de uma importância fundamental, pois dá a mulher em dificuldade condições de se reerguer, para quebrar esse ciclo de violência”, disse Figueira.

A secretária da Mulher, Joyce Trindade, acredita que a parceria do Tribunal de Justiça com a prefeitura vai possibilitar que mais mulheres tenham coragem para denunciar as agressões de que são vítimas, por saber que terão políticas de acesso à autonomia econômica. Segundo ela, um dos principais motivos que impedem a mulher de sair da situação de violência doméstica é justamente a dependência financeira. “Nossos equipamentos e serviços estão prontos para atendê-las e encaminhá-las às novas oportunidades de trabalho e na construção de uma cidade segura para as mulheres”, disse.

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Fonte: IG Mulher

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London Fashion Week: diversidade e liberdade de expressão, a moda mudou?

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London Fashion Week
Carlos Moura

London Fashion Week


A London Fashion Weel (Semana de Moda de Londres) chega à 25ª edição e segue entre os mais badalados do meio . Entre as celebridades e modelos é possível encontrar executivos de outras áreas que analisam tendências e possibilidades para além do ambiente glamouroso e festivo. A semana da moda inglesa está no seu último dia e agitou a cidade de Londres, conforme conta a repórter brasileira Pandora.

Negra e curve, ela destaca como se sentiu acolhida nos primeiros dias de evento:  a diversidade estava presente entre os convidados e nas passarelas. Pandora está entre as três brasileiras convidadas para cobrir o evento que, devido a pandemia da covid-19, aconteceu em formato híbrido. No digital e no presencial, a repórter relata a diversidade do London Fashion Week.

Para cobrir o evento, Pandora vestiu looks assinados pela brasileira e trans Brisa Letro. “A ideia era de maneira simbólica dar voz àqueles que não tiveram a oportunidade de estar no evento: brasileiros, mulheres negras , o público LGBTQI+ , mulheres curvilíneas, entre outros.”

“A moda mudou: percebo um equilíbrio entre a discrição e o exagero”

A repórter relata que o London Fashion Week trouxe uma moda que se adapta para atender a todos os tipos de gostos. Algo que chamou a atenção foi a diversidade racial presente nas passarelas com modelos de várias etnias e idades. Apesar da diversidade desta edição, ainda tem a esperança do evento incluir modelos plus sizes e curvy .

“Roupas extravagantes e cores fortes, pessoas vestidas de maneira simples, ou seja, a moda tem a ver, principalmente, com estar bem consigo mesmo. Vestir o que te deixa confortável. Da mesma forma que tinham homens de terno e gravata, houve pessoas mais ousadas. Ou seja, não existe um padrão rígido quando se trata de moda” ressalta.

Outro destaque para Pandora foram as roupas sociais para ambos os sexos. “Percebo que a moda se equilibra entre a discrição e o exagero, que moda se adapta para atender a todos os tipos de gostos: muitos decotes mais profundos, saias curtas e looks discretos, formais”, ressalta.

Nas passarelas os  tons pasteis parecem voltar com força total nos looks apresentados, tanto nas roupas quanto nos acessórios e até nos produtos de beleza. “Vi muitos tons como bege, nude e azul claro nos tecidos, em bolsas e acessórios.” A  transparência apresentada em diversos tapetes vermelhos de premiações importantes também apareceu nas passarelas da semana de moda. Pandora acredita que a tendência reflete um desejo por mais liberdade de expressão.

A maquiagem que fez sucesso nos desfiles tem inspiração nos anos 90, trazendo sombras e cores fortes, como laranja e vermelho nos batons . O uso de  delineadores estilo gatinhopenteados com tranças também estavam presentes nos rostos e cabeças das pessoas modelos.

Encontro com Paul Costelloe

Paulo Costelloe é um designer de 76 anos e com uma trajetória reconhecida para além do universo fashion. Ele se tornou icône por ser escolhido como ‘o preferido’ por ninguém menos que a Princesa Diana. 

O designer esteve presente em todas as edições do evento e sempre trouxe modelos brasileiras em seus desfiles. Autor de criações sofisticadas e impecáveis no quesito elegância e glamour, ele proporcionou à Pandora um dos momentos mais inusitados do evento. Ao conhecê-la, Costelloe fez questão de dizer o quanto gosta das brasileiras e desenhou para ela o croqui de um sexy vestido.

Fonte: IG Mulher

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5 livros escritos por mulheres que precisam fazer parte da sua estante!

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5 livros escritos por mulheres que precisam fazer parte da sua estante!
Reprodução: Alto Astral

5 livros escritos por mulheres que precisam fazer parte da sua estante!

De acordo com uma pesquisa realizada em 2019 pela livraria virtual Wordery, 80% dos livros mais populares da história foram escritos por homens. Mas isso não quer dizer que as mulheres deixam a desejar no quesito escrita. Afinal, Agatha Christie, Virginia Woolf, Clarice Lispector, J.K.Rowling e muitas outras estão aí para provar o contrário.

No entanto, ao longo da história, as mulheres não foram encorajadas na mesma proporção que os homens. Inclusive, muitas autoras publicaram histórias com pseudônimos masculinos, como apontado por matéria publicada na BBC. Assim, quando falamos de clássicos da literatura, por exemplo, os primeiros titulos que vem a mente são de autores do sexo masculino.

Mas como mudar essa realidade, você deve estar se perguntando. Bem, a resposta é um tanto quanto simples: lendo mulheres! Por isso, abaixo o Alto Astral selecionou 5 títulos escritos por mulheres para você incluir na sua estante e prestigiar o trabalho de autoras. Confira:

Eu sei por que o pássaro canta na gaiola, Maya Angelou

A vida de Marguerite Ann Johnson foi marcada por três palavras: racismo, abuso e libertação. Negra e criada no sul por sua avó paterna, apenas a literatura e as palavras foram capazes de livrá-la dos enormes fardos impostos a ela pela vida.

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Com uma escrita poderosa, Maya Angelou resgata suas memórias e transforma aqueles que leem sua obra.

Só dou flores aos vivos que não tem pressa, Louise Rama

A pandemia foi um período que marcou redescobertas para milhares de pessoas, seja sobre uma nova autopercepção, a noção do que realmente é prioridade, a verdadeira vocação, paixões escondidas, a força de superação e o renascimento do amor-próprio. E com todos esses temas se misturando, a escritora Louise Ramas, de 20 anos, lançou seu primeiro livro.

Na obra de poesias, a autora compila textos escritos durante a pandemia, tratando das várias facetas do amor, incluindo a perda e a reconquista.

Amar tá osso, Vanessa Bosso

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Quando o assunto é escolher namorado, Cléo tem certeza que possui o dedo podre. Por isso, ela decide fugir de relacionamentos por um tempo. Assim, ela se dedica de corpo e alma à clínica veterinária que tem em sociedade com sua irmã, a Franciscão, e sufoca o amor que existe dentro de si. Contudo, um tiroteio em uma calma manhã de domingo promete mudar para sempre a vida da veterinária.

Responsabilidade curativa, Rebeca Virgínia

Aos 75 anos, a autora Rebeca Virgínia resgata sua jornada de estudos e descobertas após receber um diagnóstico que mudaria sua percepção de vida. Assim, ela divide com o leitor ou leitora seu conhecimento sobre Física Quântica, Epigenética, Constelações Familiares, neuroplasticidade e espiritualidade que reuniu ao não aceitar um diagnóstico, mostrando que nós controlamos nossa mente, vida e saúde.

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Mulheres incríveis, Kate Schatz

Pirata. Espiã. Guerreira. Pintora. Presidenta. Atleta. Essas são apenas algumas das mulheres abordadas na obra de Kate Schatz!

Em um compilado que vai da Mesopotâmia até a Antártica e começa 430 anos antes de Cristo, inspire-se com a história de 44 mulheres extraordinárias que lutaram contra leis e desigualdade, moldando o futuro de muitas jovens e meninas.

Por todas nós – Conselhos que não recebi sobre luta, amor e ser mulher, Ellora Haonne

Influenciadora digital, Ellora Haonne é famosa por levantar reflexões sobre o que é ser mulher em seus vídeos. Assim, seu primeiro livro surge como aquela amiga que sempre nos ouve, entende e mostra, principalmente, que não estamos sozinhas em nossos sofrimentos diários e, portanto, precisamos questionar tudo aquilo que a sociedade impõe – sem julgamentos, padrões ou preconceitos.

Fonte: IG Mulher

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