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Saúde

Rio retoma aplicação de dose de reforço da vacina contra a covid-19

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O município do Rio de Janeiro retoma hoje (21) o calendário por idade da dose de reforço da vacina contra a covid-19, que estava paralisado desde sexta-feira (15). Podem comparecer aos postos mulheres de 67 anos ou mais e, amanhã, é a vez dos homens. No sábado ocorre a repescagem para todos os idosos a partir dessa idade.

A aplicação havia sido suspensa por causa do atraso na entrega das doses pela Pfizer, única fabricante que está sendo usada no reforço.

Na próxima semana, serão vacinadas as pessoas de 66 e 65 anos, sempre seguindo o calendário por gênero, com um dia para as mulheres, outro para os homens e o terceiro para repescagem. Para os trabalhadores da saúde, o reforço desta semana é para quem tomou a segunda dose em março e na semana que vem devem comparecer aos postos os que completaram o esquema vacinal em abril.

Os adolescentes a partir de 12 anos que ainda não tenham tomado a primeira dose devem comparecer aos postos até o final de outubro. O calendário de aplicação da segunda dose segue conforme a data marcada no comprovante de vacinação.

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Painel da vacinação

Até o momento, o painel da vacinação da Secretaria Municipal de Saúde indica que 465 mil idosos a partir dos 65 anos já receberam a dose de reforço. Porém, na faixa a partir de 70 anos, 176 mil pessoas que completaram o esquema com as duas doses da vacina contra a covid-19 ainda não retornaram aos postos para receber a dose de reforço.

Da população total do município, 89,6% já receberam a primeira dose e 61,8% estão com o esquema completo, de duas doses da Pfizer, CoronaVac ou AstraZeneca ou a dose única da Janssen. Considerando o público-alvo da campanha, a partir de 12 anos, 99,4% da população do município recebeu a primeira dose e 72,1% completou o esquema vacinal. Ainda há 45 mil adolescentes de 12 a 17 anos que não tomaram a primeira dose da vacina.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Covid-19: Brasil registra 22,1 milhões de casos e 616 mil mortes

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Dados do Ministério da Saúde divulgados nesta terça-feira (7) indicam que 10.250 novos diagnósticos de covid-19 foram registrados no país em 24 horas. O número eleva para 22.157.726 o total de pessoas infectadas desde o início da pandemia no país. Ontem (6), o painel de estatísticas marcava 22.147.476 casos acumulados.

As mortes causadas pelo novo coronavírus ao longo da pandemia somam 616.018. Em 24 horas, as autoridades sanitárias notificaram 274 novos óbitos. Ontem, o painel de informações marcava 615.744 mortes acumuladas.

O balanço apontou também 155.437 pacientes em acompanhamento e 21.386.271 recuperados da doença.

Estados

Os estados com mais mortes por covid-19 são: São Paulo (154.480), Rio de Janeiro (69.181), Minas Gerais (56.357), Paraná (40.815) e Rio Grande do Sul (36.228).

Já as unidades da Federação com menos óbitos são Acre (1.849), Amapá (2.005), Roraima (2.056), Tocantins (3.925) e Sergipe (6.048).

Boletim epidemiológico atualiza os números da pandemia no Brasil. Boletim epidemiológico atualiza os números da pandemia no Brasil.

Boletim epidemiológico atualiza os números da pandemia no Brasil. – Ministério da Saúde

Edição: Paula Laboissière

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Governo anuncia quarentena de cinco dias para viajantes não vacinados

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O governo federal anunciou nesta terça-feira (7) que vai exigir quarentena de cinco dias para viajantes não vacinados contra a covid-19 que desembarcarem no Brasil. Em cerimônia no Palácio do Planalto, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, detalhou que, após o período de quarentena definido, os viajantes deverão realizar um teste do tipo RT-PCR com resultado negativo.

Segundo o ministro, cerca de 80% da população brasileira acima de 14 anos já está imunizadas com as duas doses da vacina. O número representa mais de 175 milhões de habitantes. Ele destacou ainda que o país conseguiu “reduzir fortemente” o número de casos e óbitos provocados pela covid-19 – nos últimos seis meses, a queda foi de cerca de 90%.

Passaporte da vacina

Sobre a possibilidade de exigência de um certificado de vacinação para viajantes que queiram entrar no país, recomendada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Queiroga avaliou que o enfrentamento à pandemia não diz respeito apenas “a um chamado passaporte que mais discórdia do que consenso cria”.

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“Ultimamente, o mundo ficou muito preocupado com uma nova variante do vírus. Essas variantes podem acontecer em qualquer lugar do mundo. Os países que identificam essas variantes não podem ser punidos com restrição aos seus cidadãos.”

“É necessário defender as liberdades individuais, respeitar os direitos dos brasileiros a acessarem livremente as políticas públicas de saúde”, disse. “Essa temática envolve as relações exteriores do Brasil e o Brasil é um país muito reconhecido exatamente por utilizar o princípio da reciprocidade”, completou.

Edição: Paula Laboissière

Fonte: EBC Saúde

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