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Mulher

Saiba como montar um quarto montessoriano e incentivar o aprendizado da criança

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Você sabe como montar um quarto montessoriano
? A tendência de decoração ganhou força nos últimos anos e mostrou que veio para ficar. Principalmente usada nos quartos infantis, o objetivo é estimular o desenvolvimento dos pequenos através da liberdade e instigar a descoberta do mundo, por meio do estímulo à autonomia, com experiências do dia a dia.


Especialista ensina a como montar um quarto montessoriano; confira inspirações e veja o que é necessário colocar nele
Biramar Baby

Especialista ensina a como montar um quarto montessoriano; confira inspirações e veja o que é necessário colocar nele

Para saber como montar um quarto montessoriano
, é necessário entender que ele vem do chamado Método Montessori, idealizado pela educadora italiana Maria Montessori. O ponto principal é que todos os itens colocados no cômodo da criança serão para que ela possa se desenvolver de forma natural em suas habilidades físicas, sociais e psicológicas.

Cuidados ao saber como montar um quarto montessoriano


Alguns cuidados são necessários ao pesquisar como montar um quarto montessoriano para evitar riscos à criança
Biramar Baby

Alguns cuidados são necessários ao pesquisar como montar um quarto montessoriano para evitar riscos à criança

Os produtos ficam mais à mão para que a criança, sozinha, possa manipular e interagir com eles. O pequeno ganha um espaço em que consegue explorar o mundo ao seu redor. Um dos pontos é a cama, que fica mais baixa que a tradicional, o que permite que ele entre e saia quando quiser.

Os brinquedos, por sua vez, são colocados em baús e nichos baixos para que a criança possa pegá-los e guardá-los facilmente. Cadeiras e mesas baixas permitem sentar e levantar sozinho. Tudo é feito para que a criança possa fazer o que quiser sem ter que sempre pedir auxílio a um adulto.

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Por conta dessa liberdade, é importante ter atenção redobrada com a segurança
 do local. Todos os móveis precisam estar bem fixados na parede, de forma que não apresente nenhum perigo à criança. Além disso, itens decorativos precisam ser selecionados com cuidado, isso porque os menores e frágeis também podem trazer riscos de acidentes.

“É importante comprar linhas específicas de móveis que já tenham altura próprias para cada faixa de idade, em que as quinas são arredondadas. Além disso, o espelho deve ser específico para crianças e vir com uma película protetora que, caso quebre, faça o vidro não estilhaçar”, diz Linda Martins, do escritório Maraú Design Studio.

Dicas para escolher o estilo de decoração e as peças ideais


Confira como montar um quarto montessoriano: cor preta também pode participar da decoração
Biramar Baby

Confira como montar um quarto montessoriano: cor preta também pode participar da decoração


Além do mobiliário, as peças e os acessórios voltados à independência da criança
não podem ficar de fora. Para isso, a primeira etapa é escolher um enxoval, geralmente composto por peças como rolos laterais e almofadas. É importante prestar atenção nas dimensões oferecidas por cada item, conforme orienta Thayane Ramalho, diretora de criação da Biramar Baby.

Nesses itens, vale apostar nas texturas e nos bordados para conquistar resultados agradáveis, divertidos e alegres. Outra aposta é adotar estampas geométricas, que são unissex e, a partir delas, fazer muitas combinações. Uma das sugestões é incorporar um clássico, como é o caso do bordado, e, dessa forma, criar ambientes delicados e românticos.

Como o próprio método propõe, é importante que as cores estejam presentes e as formas também.  “É possível combinar um tema floral com estilo clássico e com cores que antes não eram comuns aos quartinhos infantis, como, por exemplo, o preto. E o resultado é uma composição charmosa e cheia de personalidade”, destaca Thayane.

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Sobre os acessórios, Thayane explica que as almofadas
são itens excelentes para complementar o enxoval. Uma dica é escolher opções que vão além das formas e inserir personagens. Isso permite a interação da criança e auxilia no estímulo à criatividade. Para deixar o ambiente ainda mais lúdico, explore as bandeirolas.  

Segundo Thayane, os colchonetes estão entre os acessórios mais queridos pelas mães e pais e vale incluir na lista de compras. “Eles são ótimos e práticos e, além disso, criam um espaço destinado à brincadeira, leitura e ao descanso – e podem se levados por toda a casa e ainda para passeio”, explica.

A dica da especialista é também apostar em criar cantinho lúdico com apoio do colchonete e tenda junto aos brinquedos e almofadas. “Essa é uma maneira de oferecer um espaço personalizado para pequenos, o que reforça o seu senso de identidade, compreensão e organização dos espaços”, afirma.

“A alegria fica por conta do uso de papel de parede e os adornos como quadros e almofadas”, completa Cris Araújo, designer do escritório Maraú Design Studio.

Qualidade dos materiais que compõem o quarto


Como montar um quarto montessoriano: é importante escolher os materiais com cuidado para não prejudicar os pequenos
Biramar Baby

Como montar um quarto montessoriano: é importante escolher os materiais com cuidado para não prejudicar os pequenos

Prestar atenção na qualidade e na composição dos itens é essencial. Os produtos devem ser confeccionados em tecido 100% algodão para proteger a pele delicada das crianças do atrito. Outro fator importante é conferir os acabamentos e qualidade das peças ao comprar as peças.

“Acessórios e enxovais não devem ter linhas soltas e costuras grossas. Evite peças que possam se soltar quando manipuladas. A segurança dos pequenos
 deve estar acima de qualquer escolha”, finaliza Thayane sobre  como montar um quarto montessoriano
.

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Mato Grosso

Feminicídios aumentam 68% nos primeiros seis meses de 2020 em MT

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Foram registrados 32 casos do crime até junho; somado aos homicídios dolosos foram 46 mortes envolvendo mulheres

Julia Oviedo | Sesp-MT – Combate à violência contra a mulher – Foto por: Sesp-MT

Combate à violência contra a mulher

O número de feminicídios ocorridos nos seis primeiros meses de 2020 em Mato Grosso aumentou 68% em relação ao mesmo período do ano passado. Neste ano 32 mulheres foram vítimas de feminicídio, enquanto que em 2019 houve 19 vítimas. Os dados são da Superintendência do Observatório de Violência da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT).

No entanto, estes são dados preliminares já que durante a investigação dos crimes pode haver mudanças na autoria e motivação, podendo ser classificados como homicídios dolosos. Inclusive, o número de homicídios dolosos contra mulheres entre 18 e 59 anos apresentou redução significativa de 46%.

Neste ano, 14 casos de homicídios dolosos foram registrados, enquanto que no ano passado este número chegou a 26 crimes. No total de mortes envolvendo vítimas femininas somando todas as motivações, 46 crimes foram registrados este ano, enquanto que 45 ocorreram no mesmo período do ano passado, ou seja: um crescimento de 2%.

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Já o número de homicídios dolosos tentados diminuiu 23%, sendo registrados 108 tentativas de homicídio contra 140 no mesmo período do ano passado.

Outros crimes

A maior parte dos outros crimes contra a mulher apresentou redução nos índices. O crime que mais apresentou registros foi o de ameaça (8.644 registros), que teve redução de 15% em relação ao mesmo período do ano passado. Já lesão corporal somou 4.506 denúncias, totalizando redução de 11% em relação a 2019.

Na sequência estão injúria (2.436 casos e redução de 17%), difamação (1.242 casos e redução de 29%), calúnia (750 casos e redução de 20%), perturbação de tranquilidade (417 casos e redução de 29%) e violação de domicílio (420 casos e redução de 7%).

Seguindo a mesma tendência, o número de estupros diminuiu 5%. No primeiro semestre de 2019 ocorreram 188 estupros, já neste ano foram 179. Já o estupro de vulnerável apresentou aumento de 30%, passando de 20 casos no ano passado para 26 ocorrências neste ano.

Denúncias

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Para registrar qualquer denúncia basta ligar para o 190, 197, 180 e 181. Vale lembrar que todas as denúncias são sigilosas.
Além disso, as denúncias também podem ser registradas presencialmente nas delegacias (PJC-MT) de Mato Grosso. Em Cuiabá, a Delegacia Especializada de Defesa da Mulher funciona na Rua Joaquim Murtinho, nº 789, Centro Sul.

Já em Várzea Grande, a Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, da Criança e do Idoso funciona na Rua Almirante Barroso, 298, Centro Sul (próximo do Terminal André Maggi).

 

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Mulher

Os desafios da mulher no ambiente corporativo

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Apesar do dia 8 de março ser lembrado como o Dia Internacional da Mulher, há pouco para se comemorar. Por exemplo, mesmo no século 21 e diante da Economia 4.0, o machismo ainda é forte no ambiente corporativo, tornando o mundo dos negócios ainda um desafio para as mulheres que buscam seu lugar ao sol.

Muitas pesquisas mostram as dificuldades do sexo feminino em diferentes frentes do mercado de trabalho. Estudo realizado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) aponta que as mulheres estão no topo da taxa de desemprego. Além disso, trabalham mais horas que os homens e somente 48% delas possuem trabalhos formais. Os homens são 72%.

Segundo o estudo realizado pelo Instituto Ethos, a quantidade de mulheres ocupando a presidência de alguma companhia ainda é baixo, somente 7%. Já a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) aponta que apenas 11% das empresas com capital aberto inscritas possuem mulheres em cargos do conselho de administração. 

Esses dados são reflexo da realidade que muitas mulheres enfrentam. Mas para brilhar no ambiente corporativo, é preciso não desanimar. Foi o que fez a Danielle Cohen, Engenheira de Produção, desenvolvedora e Head de tecnologia e cofundadora da startup Pingui. 

Para ela, ainda é difícil algumas pessoas a encararem com profissionalismo como mulher e líder técnica. Danielle conta que, na maioria das vezes, quando vai em alguma reunião, sempre é vista como alguém que atua no setor comercial, comunicação ou no RH. “Tudo, menos da parte técnica”.

– Por exemplo, num hackathon que participei, sendo uma das 50 escolhidas, ouvi comentários do tipo: ‘mas, você? Sério mesmo?’. Não só fui escolhida, como também fui a ganhadora da competição – relembra.

Cohen disse que já passou por momentos, em reuniões de negócios, que quando estão falando de tecnologia, nem é olhada. Às vezes, nem ouvida. “Começo a ganhar mais notoriedade quando falo sobre programação, discuto uma parte mais técnica”. 

Para superar o machismo, Danielle conta que gosta sempre de se olhar como igual a todo mundo. Diz que não fica se rebaixando ou achando que os outros são melhores. Em caso de reuniões com pessoas mais velhas, ela tenta falar bastante da parte técnica e mostrar que conhece bem o assunto. “Assim vou ganhando autoridade”. 

Segundo a profissional, é importante que as mulheres se ajudem, por isso, Danielle tenta fazer a parte dela. Como organizadora do GBG (Google Business Group) junto de outras duas mulheres, ela comenta que tem conseguido levar a tecnologia e a inovação para o universo feminino. “Já houve casos de pessoas me agradecerem pela ajuda e dizer que foi essencial na carreira. Isso é muito gratificante”.  

– As mulheres não devem ter vergonha de mostrar o que sabem fazer, muito menos se diminuir. Em relação ao machismo, a melhor coisa é não levar em consideração frases preconceituosas ou olhares de inferioridade. Sempre mostrem que vocês sabem e conseguem fazer tudo tão bem quanto qualquer um. Aliás, hoje em dia, há muitas coisas que são exclusivas para mulheres. Então, podemos aproveitar essas oportunidades para melhorarmos cada vez mais – ressalta. 

Outra pessoa que enfrentou situações difíceis, mas que não se deixou desanimar foi a administradora Amanda Eloi. Para ela, uma das maiores dificuldades não foi realizar o trabalho em si, mas lidar com pessoas preconceituosas e arrogantes.

Atualmente, Amanda é coordenadora adjunta da comissão Especial de Empreendedorismo do Conselho Regional de Administração (CRA-RJ), consultora de Projetos da WAAH!, Fundadora e Coordenadora do Ciclo Empreendedor Universitário.

Para Eloi, o preconceito existente em alguns homens são fruto da falta de compreensão de que capacidade não depende de gênero e/ou classe social. Para a profissional, essa forma de pensar vem do fato da sociedade ainda ter uma visão limitada do quanto a mulher pode ser bem-sucedida no mundo dos negócios. “Isso impede que muitas alcancem determinados cargos dentro de suas empresas, por não terem a oportunidade de desenvolver determinadas habilidades”.

Ela conta que, apesar dos problemas, foi vencendo esses obstáculos a partir das experiências que adquiriu no trabalho. “Depois de ganhar autoconfiança, também busquei orientações de amigos e profissionais do mercado para lidar com determinadas situações”.

Para Amanda, a melhor maneira de lidar com o machismo foi acreditar no próprio potencial, continuar desenvolvendo projetos e ajudar pessoas a evoluir profissionalmente. “Dessa forma, fico focada no reflexo do meu trabalho, que envolve alavancar negócios e impactar mais vidas”. 

– Por isso, sempre digo para que as mulheres confiem no seu potencial, busquem mais conhecimento e estejam ao lado de pessoas brilhantes, que, além de acreditar em você, possam valorizá-las como Mulher e Ser Humano – conclui.

Joyce Nogueira
Assessora de Imprensa

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