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Salão de Genebra 2019 exibe o carro mais caro do mundo: Bugatti La Voiture Noire

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O supercarro da Bugatti é a vedete que roubou a cena no Salão de Genebra 2019, na Suíça, que vai até o próximo dia 17
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O supercarro da Bugatti é a vedete que roubou a cena no Salão de Genebra 2019, na Suíça, que vai até o próximo dia 17

Bugatti La Voiture Noire: o carro mais caro de todos os tempos. Sua chegada inesperada espantou o público do Salão de Genebra 2019 (Suíça) logo na abertura do evento. Em uma conversão direta, a única unidade produzida — que já encontrou comprador — sairia por US$ 19 milhões,  ou cerca de R$ 71 milhões numa conversão simples.  Se o novo proprietário fosse brasileiro, considere um valor mais que duas vezes maior — por conta dos impostos, transporte, taxas para a sua regulamentação, entre outros.

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O hiperesportivo do Salão de Genebra 2019
é inspirado no Type 57 SC Atlantic, de 1936, clássico criado pelo próprio Jean Bugatti — filho de Ettore Bugatti, criador da marca — e que teve apenas duas unidades artesanalmente produzidas. Visualmente, o Bugatti La Voiture Noire
remete ao clássico com suas curvas bem demarcadas nos para-lamas, além do vinco que percorre o centro da carroceria, começando pelo capô, invadindo o para-brisa e terminando na traseira. Além disso, a ausência de uma janela na traseira é outra alusão ao “avô”.

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Outros elementos de destaque são a lanterna inteiriça de um lado a outro e nada menos do que 6 saídas de escape. Ao mesmo tempo em que se une o clássico com o futurista, e o artesanal com o exclusivo, a agressividade, a esportividade e a brutalidade dão o toque especial. Mesmo que não hajam notícias sobre, como é de praxe nos modelos mais refinados já configurados pelos donos, deve ostentar materiais de luxo nos acabamentos, além dos metais e compostos nobres em sua estrutura e mecânica. Nem foram divulgadas imagens do interior, do nome do comprador e tampouco dos números de desempenho.

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Desempenho mais monstruoso do Salão de Genebra 2019


Trata-se de um dos carros mais potentes do Salão de Genebra 2019, com motor de 16 cilindros, quatro turbos e 1500 cv
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Trata-se de um dos carros mais potentes do Salão de Genebra 2019, com motor de 16 cilindros, quatro turbos e 1500 cv

Apesar disso, definitivamente garante uma performance exemplar. Isso porque traz a mecânica do Bugatti Divo, com dois motores 4.0 V8 biturbo montados lado a lado (totalizando 8 litros, quatro turbos e 16 cilindros em “W”) que geram nada menos que 1.500 cv e 163,2 kgfm. O câmbio é de dupla embreagem, com sete marchas, enviando o movimento às quatro rodas.

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No “irmão menos exclusivo” (se é que dá para dizer isso), ao ser levado ao limite, é capaz de “sugar” 60.000 litros de ar por minuto (um ser humano respira cerca de 55 litros de ar por minuto ao correr). Seu tanque de combustível de 100 litros seca em menos de 7 minutos, também quando é levado ao seu máximo potencial. É assim que vai de 0 a 100 km/h em apenas 2,3 segundos e atinge os 420 km/h. De fato, são números impressionantes, e que podem se aplicar ao carro mais caro do mundo
, a grande celebridade do Salão de Genebra 2019
.

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Volvo inaugura mais um carregador rápido para eletrificados em SP

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Ao todo, dois veículos podem ser recarregados simultaneamente, de acordo com a Volvo
Guilherme Menezes/ iG Carros

Ao todo, dois veículos podem ser recarregados simultaneamente, de acordo com a Volvo

A Volvo acaba de estrear seu segundo carregador rápido para carros elétricos, na cidade litorânea de São Sebastião (SP). Essa é a primeira fase, que contará com um total de 13 carregadores, com estimativa para serem completamente instalados até meados de setembro de 2022.

Os novos carregadores vão ligar os corredores do Litoral Norte de SP, o corredor que vai até o Vale do Paraíba e Rio de Janeiro, depois ao que vai até Belo Horizonte (MG), assim como o que irá até Curitiba (PR) e para as cidades do interior de SP.

Entretanto, depois da conclusão desta etapa, terão mais quatro etapas (completando cinco, ao todo). Segundo apuramos com João Oliveira, Diretor de Operações da Volvo do Brasil , a fabricante vai analisar o resultado da conclusão da primeira etapa para determinar prazos e locais para as etapas dois e três.

Todos os carregadores da Volvo são (e serão) gratuitos para o motorista. A fabricante está, constantemente, à procura de comodatários para os equipamentos , que custam próximo de R$ 1 milhão, entre peças e instalação. Os estabelecimentos serão os que custearão as recargas (com custos de até R$ 80), enquanto a Volvo cuidará da manutenção dos equipamentos.

Ainda pelo o que apurou a reportagem de iG Carros , isso tem despertado interesse das empresas que cedem os espaços, uma vez que, apesar de arcarem com os gastos de energia, serão beneficiados de forma indireta.

De todo modo, a Volvo acredita que, a partir do momento que o mercado já estiver mais desenvolvido, não será mais possível oferecer esse benefício da gratuidade — do mesmo modo que não se abastece carro a combustão sem custo.

A fabricante acredita que é de extrema importância que, o quanto antes, as fabricantes e outras empresas se mobilizem para, ao máximo, preencher o Brasil com os carregadores rápidos . Todos eles têm 150 kWh, o que permite recarga de até 80% em até 35 minutos.

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O motivo é fomentar o mercado dos carros elétricos e híbridos plug-in que, para a Volvo, são o futuro da mobilidade. Além do mais, a ideia é que a ação seja colaborativa.

Ou seja, independentemente de quem instalou o carregador , ele poderá ser utilizado por qualquer carro, de qualquer marca, de modo a beneficiar tanto os consumidores, quanto os fabricantes.

O endereço do ponto de recarga recém lançado é Av. Dr. Manoel Hipólito do Rego, 2500 Praia do Arrastão – São Sebastião/SP.

Fonte: IG CARROS

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Honda NC 750X: DCT ou manual?

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A Honda NC 750X com câmbio convencional e sem acessórios
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A Honda NC 750X com câmbio convencional e sem acessórios

Paro no semáforo com a Honda NC 750X e um motociclista para ao lado, já perguntando: “Essa aí não tem embreagem, certo?” De tão polido que ele foi ao perguntar, resisti ao impulso de responder: “Pelo contrário, ela tem não só uma, mas duas embreagens!”

Apesar de ser verdade, achei que não teria tempo de explicar melhor antes que o semáforo ficasse verde e limitei-me a dizer, apenas, que sim, mas, na verdade, o que ela não tem é apenas o manete da embreagem . E, é claro, não tem, também, o pedal do câmbio.

Sem entrar em uma explicação mais precisa, com muitos detalhes técnicos, na prática é como dizer que existem dois câmbios na Honda NC 750X DCT , um para as marchas ímpares e outro para as marchas pares, e que cada um deles tem sua própria embreagem. Então, são dois câmbios e duas embreagens, dentro da mesma carcaça.

No câmbio DCT da Honda NC 750X, tanto o acionamento das embreagens quanto a troca de marchas são feitos automaticamente, como em um câmbio automático convencional de um automóvel, mas é possível fazer as trocas de forma manual, utilizando-se os comandos do punho esquerdo do guidão. Com o dedo indicador, as marchas sobem, com o polegar, as marchas descem.

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Mas, no final das contas, qual é o sistema mais adequado para uma motocicleta, o automático DCT ou o manual, convencional? A Honda NC 750X pode ter os dois sistemas, com o câmbio M/T a motocicleta é produzida em Manaus, AM, e, com o DCT, é importada do Japão.

Na hora de escolher o melhor sistema para cada tipo de utilização, ou mesmo de acordo com o gosto do comprador, o valor total do investimento na compra de cada uma leva em conta essa diferença de origem, já que, obviamente, a versão importada tem maior valor, não apenas pelo sistema mais caro, mas também pelos custos da importação.

Manual ou automática? O dilema na escolha da Honda NC 750X
Gabriel Marazzi

Manual ou automática? O dilema na escolha da Honda NC 750X

Apesar do porte de um modelo trail, Honda NC 750X é uma motocicleta urbana, com um bom compromisso, também, para viagens. Ou seja, é uma motocicleta muito versátil, com características diversas, caracterizada como crossover.

Assim sendo, para uma utilização mais urbana, no dia a dia, o câmbio DCT é uma mão na roda, tornando a motocicleta bem mais ágil e fácil de ser pilotada. Se for para um uso mais intenso em estradas, o câmbio convencional pode ser mais adequado, principalmente por tornar a motocicleta mais acessível.

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Na sua mais recente renovação, a Honda NC 750X ganhou acelerador eletrônico e, com ele, vieram os modos eletrônicos de pilotagem, que, se selecionados adequadamente, facilitam muito a pilotagem. São três modos de pilotagem pré-selecionados (Rain, Standard e Sport), mais um programável pelo piloto (User). O controle de tração é outro facilitador que veio com o novo sistema, ajustável em três níveis.

A Honda NC 750X tornou-se muito versátil, tanto na cidade quanto na estrada
Divulgação

A Honda NC 750X tornou-se muito versátil, tanto na cidade quanto na estrada

A escolha, então, entre a Honda NC 750X M/T e a Honda NC 750X DCT , dependerá da principal utilização da motocicleta, do gosto do dono e, principalmente, da vontade de gastar uma graninha a mais para ter um produto mais equipado.

A NC M/T custa, por sugestão do fabricante, R$ 49.700, enquanto que a versão DCT custa R$ 59.668. Sim, uma diferença de praticamente R$ 10 mil. Os valores pedidos nos diversos pontos de venda espalhados pelo país podem ser um pouco diferentes, tanto devido ao valor do frete, adicionado ao valor da motocicleta, e à situação de mercado, devido à oferta e a demanda.

Vale consultar, também, a boa lista de equipamentos opcionais, vendidos como acessórios originais Honda , como as maletas laterais, o baú traseiro de 38 litros, o cavalete central, parabrisa mais alto, ponto de energia USB no compartimento de carga, suporte traseiro, protetor de carenagem e faróis auxiliares. Tudo isso por cerca de mais uns R$ 20 mil. Depois, é só escolher uma e sair por aí.

Fonte: IG CARROS

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