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Samara Felippo: “Um amiguinho dela chamou ela de negrinha chata”

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Samara Felippo e a filha Lara
Reprodução/Instagram

Samara Felippo e a filha Lara

Samara Felippo  contou em uma live feita segunda-feira, 13, sobre o episódio de racismo que sua filha Lara, 8 anos, sofreu na escola. A atriz fala há alguns anos sobre criação antirracista e como ela mesma precisou se desconstruir para apoiar as filhas de maneira adequada . Em outras ocasiões, Samara já compartilhou episódios de racismo que suas filhas passaram envolvendo seus cabelos afro . Desta vez, a atriz conta que Lara relatou falas racistas que recebeu de um colega de escola.

Na conversa com a atriz Carolinie Figueiredo e com a escritora Thainá Briggs, autora do livro “Mães pretas – Maternidade solo e Doridade”, Samara lembra quando sua filha relatou que “um amiguinho dela chamou ela de negrinha chata. ‘Ah, sua negrinha chata.'” Ela fala que descobriu que este fato tinha acontecido há uma semana e Lara havia guardado isso em silêncio.

“Me deu uma taquicardia momentânea, e eu falei: ‘filha está tudo bem? Como é que você recebeu isso? Você precisa falar com a professora na hora, porque o menino branco lá que falou não pode repetir isso. Ele tem que aprender que isso é crime'”, recordou Samara. Ela contou que mandou um e-mail para a escola tanto para denunciar o caso de racismo, quanto para evitar novos episódios. A instituição respondeu que chamou os pais e o menino para uma conversa.

Ao final da live, Samara lembra o quanto ficou abalada com toda a situação, mesmo sabendo o quanto sua filha é forte. “Eu falei: ‘você está bem meu amor, está tudo bem? Você se ofendeu, se humilhou?’ Ela respondeu: ‘não, mamãe, eu só fiquei com vergonha de falar na hora.’ Eu disse: ‘mas tem que falar na hora, não só para esse corpo docente saber, ter capacidade de lidar com a situação racista, como para esse menino aprender também.'”

Fonte: IG Mulher

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Conheça as mulheres por trás dos clássicos da Disney

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Retta Scott, Reeta Davidson e Mary Blair
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Retta Scott, Reeta Davidson e Mary Blair

Por trás das histórias encantadas da Disney como Bambi (1942), Branca de Neve e os 7 Anões (1937), Cinderela (1950) e Dumbo (1941), mulheres ajudaram a criar os filmes que marcaram as trajetórias de crianças e adultos. Conheça a seguir algumas das mulheres que participaram de alguns dos maiores clássicos da Disney. As informações são do site Domestika.

Retta Scott

Reeta Scott
Walt Disney Museum

Reeta Scott

A animadora começou a trabalhar na companhia em 1938, no departamento de História e Documentação. Ela é a primeira mulher a aparecer como animadora nos créditos de um filme da Disney e contribuiu para o filme Bambi (1942). Nesta época, os esboços e storyboards de Scott serviam de inspiração para os animadores. 

A qualidade do desenho e talento da animadora chamaram a atenção de Fran Thomas e Ollie Johnston. Os artistas elogiaram o desenho da luta de cães selvagens e Bambi, e ficaram surpreendidos com “os incríveis esboços de Reeta Scott”. Com isso, os dois animadores sentiram a necessidade de colocar a própria artista para ilustrar as cenas. 

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Scott foi promovida ao departamento de animação da Disney e a animadora participou de Fantasia (1940), Dumbo (1941) e do longa-metragem Wind in the Will. 

Hazel Sewell

Hazel Sewell
Walt Disney Museum

Hazel Sewell

Além de animadora, Hazel Sewell também foi a primeira diretora do departamento de pintura e cores da Disney. A artista era cunhada de Walt Disney e o ajudou a colorir o curta Mickey Mouse Plane Crazy (1928).

Sewell teve um papel importante no filme da primeira princesa da Disney: ela foi diretora de arte em Branca de Neve e os 7 Anões (1937), além de também ter participado da animação de Bambi e várias outras produções. Saiu dos estúdios de seu cunhado em 1938, após 11 anos de trabalho.

Retta Davidson 

Reeta Davidson
Walt Disney Museum

Reeta Davidson

A animadora começou sua jornada na Disney em 1939, após se formar no ensino médio dos Estados Unidos. Seu primeiro cargo foi no departamento de pintura e cores, onde ela trabalhou com desenhos como Pinóquio (1940), Bambi (1942), Fantasia (1940) e A Bela Adormecida (1959). 

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A animadora deixou os estúdios Disney por duas vezes: em 1942 para se alistar a marinha e em 1966. Nas duas vezes, ela retornou e concluiu diversos trabalhos, como O Caldeirão Mágico (1985) e As Peripécias de um Ratinho Detetive (1986).

Mary Blair 

Mary Blair
Walt Disney Museum

Mary Blair

Mary Blair se destacou produzindo a arte conceitual de Alice no País das Maravilhas (1951), Peter Pan (1953), Cinderela (1950), ilustrando Dumbo (1941) e outros clássicos. A artista visitou vários países da América Latina e refletiu as cores e estéticas que viu nos desenhos que participava. 

Ela também ajudou a criar projetos de marcas da Disneylândia, como o famoso “It’s a small World”, atração dos parques. 

Ruthie Tompson 

Ruthie Tompson
D23

Ruthie Tompson

A animadora revisou células de animação e planejava cenas dos clássicos Fantasia (1940), Dumbo (1941), Bela Adormecida (1950) e Mary Poppins (1964). No departamento de pintura, Tompson colaborou com A Branca de Neve e os 7 Anões (1937). Se aposentou da companhia após quase 40 anos de serviços prestados. 

Sylvia Holland 

Sylvia Holland
Pinterest

Sylvia Holland

Sylvia Holland se apaixonou pela Disney depois de assistir A Branca de Neve e os Sete Anões (1937). Em 1938, ela foi a segunda mulher com função artística de storyboard no departamento de roteiro. Trabalhou no conceito, design e plano de fundo e cores do Fantasia (1940).

Fonte: IG Mulher

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Equinócio da primavera: conheça o Sabbat de Ostara e rituais para a data

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Flores e ovos simbolizam o começo da primavera
Photo by Visual Stories || Micheile on Unsplash

Flores e ovos simbolizam o começo da primavera


O equinócio da primavera marca o início da estação mais florida do ano no hemisfério sul. Para as religiões antigas, as trocas de estações ganham o nome de Sabbat . Como este fala da primavera , período que vai de 22 ou 23 de setembro até 21 ou 22 de dezembro, é batizado de Ostara, em homenagem à deusa da fertilidade que tem, entre seus símbolos, os ovos. No Hemisfério Norte, este sabbat corresponde à Pascoa. Acredita-se que os ovos de Páscoa são um meio de manter viva as antigas religiões.

Este é o momento em que o Sol começa a se aproximar da Linha do Equador, em direção ao Hemisfério Sul, conferindo dias mais longos e temperaturas amenas. Ao observar as flores se abrindo é possível sentir a Terra acordando. Segundo a tradição, as pessoas também recebem esta energia de renovação e novos começos.

Segundo a espiritualista Carolina D’Ambrosio, as pessoas devem lembrar que este é o momento de colher as sementes que foram plantadas no outono e ficaram, aparentemente, adormecidas durante o inverno. Assim, este é um período de colheita do que você andou plantando, além, é claro, da oportunidade de plantar novas sementes.

“Nem tudo são flores. O vento que nos põe em movimento, também nos invade e além de trazer mais frio para o corpo (maiores as chances de pegar um resfriado! Cuide da imunidade), também movimenta o corpo e nossas emoções. Essa também é a época mais propensa a exaltações, irritabilidade e estresse”, explica. Carolina complementa que tudo isso acontece em virtude desta energia que recebemos.

Para celebrar

A espiritualista fala que este sabbat culminou com uma Lua Cheia no céu, tornando o momento propício para realizar alguns rituais . Aqui ela ensina um banho para encontrar o amor, um ritual para a primavera e outro ritual para equilibrar as emoções.

Ritual para encontrar um amor

Tome um banho de alecrim, rosas e canela. Basta ferver a água, acrescentar as ervas e abafar por 15 minutos. Depois, tome seu banho normalmente e, ao final, tome o banho de ervas da cabeça para baixo, imaginando que uma luz rosa te banha e entra pelos seus poros.

Em seguida, coloque uma música tranquila e prepare um local para você fazer o seu ritual.

Você vai precisar de:

  • 2 velas rosas
  • 1 maçã bem bonita
  • um punhado de cravo e canela em pó.

Acenda em um pires ou prato as duas velas bem juntinhas no meio, coloque a maçã na frente e salpique o cravo em sentido horário formando um círculo em volta das velas e depois faça o mesmo com a canela em pó.

Cada vez que você colocar um item neste prato, salpicando o cravo e a canela, você vai recitando “”o amor entra na minha vida, eu recebo o amor na minha vida, eu me abro para o amor!”

Feche os olhos e se concentre. Imagine uma pessoa chegando na sua vida, batendo na sua porta, você o convida para entrar e se sentar com você. Vocês dois comem a maçã e a energia é de felicidade e realização. Faça seus pedidos ao universo com o poder da sua Intenção, para que coloque um novo amor nos seus caminhos.

Abra os olhos e coma a maçã lentamente, apreciando seu sabor a cada mordida e mentalizando sua vida amorosa com um parceiro(a) ao seu lado, que você é feliz e realizada(o).

Faça esse ritual em Lua Cheia ou Nova, pelo menos três vezes.

Ritual de primavera

Compre ou colha 7 tipos de flores diferentes e monte um buquê com elas em um vaso com água.

Em uma mesa, coloque o vaso de flores, uma vela branca e um incenso de seu gosto. Coloque uma música tranquila para entrar no clima. Sente-se confortavelmente em frente a esse singelo altar e medite observando as flores por alguns minutos.

Acenda a vela e o incenso. Faça uma prece espontânea, do fundo do seu coração ao seu Anjo, guias, mentor, guardiões, quem você sentir de contatar, para que tragam abundância e o poder de renovação da Primavera para a sua vida.

Depois diga “Eis que renasço com toda a natureza que está em festa! De hoje em diante serei de alma leve, alegre e colorida, como as flores. Os Silfos e Fadas brincarão ao meu redor! Que assim seja, assim é!”.

Medite por mais alguns minutos observando as flores, tocando-as e cheirando se quiser, absorvendo essa energia.

Depois que a vela terminar de queimar, distribua as flores para 7 pessoas diferentes como um gesto de gratidão pela vida.

Ritual para equilibrar as emoções

Em uma noite de Lua Cheia, tome um banho de ervas: erva doce, sementes de maracujá, rosas brancas, alecrim e boldo. Ferva a água, apague o fogo, acrescente as ervas e deixe descansar por 15 minutos. Tome seu banho normalmente e depois tome o banho de ervas da cabeça para baixo.

Depois, vá em uma janela, varanda, quintal ou qualquer lugar que você possa ver a Lua. Erga seus braços em direção a ela com um profundo sentimento de alegria e respeito, e crie espontaneamente uma prece à Grande Mãe (Pode chamá-la como quiser: Isis, Diana, Virgem Maria, Senhora, ou o nome que for confortável para você), pedindo que seja derramado sobre você a energia necessária para equilibrar suas emoções.

Fique ali o tempo que achar necessário, meditando e recebendo a energia da Lua.

Fonte: IG Mulher

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